alinhamneto de planetas

Especulações a parte, vale dar uma espiada no vídeo.

Após 21 de dezembro de 2012 (e eu ainda estiver por aqui), a gente se encontrará em algum lugar….

DEVANIR

http://www.youtube.com/watch?v=0-Crb_u3yys

 

 

 

 

Caros amigos de todo Brasil,
Chegou a hora de agirmos! O governo acaba de aprovar uma licença “parcial” que libera a derrubada de árvores para iniciar o canteiro de obras para a construção da usina de Belo Monte.
A decisão já teve forte repercussão, o Ministério Público Federal no Pará declarou que a licença é ilegal e não poderia ser emitida sem o cumprimento das condicionantes ambientais. Mas a Presidente Dilma está se fazendo de surda.
Somente uma mostra da indignação geral de brasileiros de todo o país conseguirá persuadir ela a revogar a licença. Nós sabemos que a pressão funciona! Se um número suficiente de pessoas ligarem para a Dilma, poderemos ajudar a proteger a nossa preciosa floresta e conseguir a revogação da licença ilegal. Se não agirmos, a floresta começará a ser derrubada, a construção dos canteiros de obra iniciará e ficará cada vez mais difícil reverter esse quadro.
Vamos inundar o gabinete da Dilma com telefonemas hoje, mostrando que estamos atentos e prontos para impedir a destruição do Rio Xingu.
Só leva alguns minutos.
Ligue para o gabinete da Dilma agora: (61) 3411.1200, (61) 3411.1201 ou (61) 3411.2403
Veja algumas sugestões do que falar ao telefone. Lembre-se de se apresentar e ser educado:

  • Peça a revogação imediata da licença parcial concedida esta quarta-feira e pare o andamento do projeto
  • Cite a renúncia do Presidente do IBAMA e o processo do Ministério Público Federal declarando a ilegalidade da licença
  • Peça investimento em eficiência energética e fontes verdadeiramente limpas que não causam uma devastação ambiental
  • De acordo com a lei brasileira e internacional, o governo tem a obrigação de proteger os direitos básicos das populações indígenas e comunidades locais
  • Mencione a petição para parar Belo Monte com mais de 385.000 nomes, dizendo que esperamos que ela ouça a população

Duas semanas atrás o ex-Presidente do IBAMA renunciou ao cargo, se recusando a ceder a pressão política para emitir a licença de construção de Belo Monte. Mas o governo rapidamente apontou Américo Ribeiro Tunes, um substituto leal que caladamente assinou a licença pouco depois de assumir o cargo.
Porém, a pressão está aumentando por vários lados. O Ministério Público Federal no Pará está comprometido a entrar na justiça para parar Belo Monte, líderes indígenas estão voando do Pará para se reunir com o governo e a nossa petição de 385.000 nomes será entregue em Brasília.
Vamos mostrar a nossa indignação! Ligue para o gabinete da Dilma agora: (61) 3411.1200, (61) 3411.1201 ou (61) 3411.2403. Juntos nós podemos proteger a Amazônia. Depois de ligar escreva para portugues@avaaz.org para contarmos o número de ligações.
Para fortalecer a nossa ação, ligue também para a Ministra do Meio Ambiente, Isabela Teixeira: (61) 2028-1057 or (61) 2028-1289, peça para ela parar de se omitir, fazer o seu trabalho e impedir este desastre ambiental.
Com esperança,
Luis, Alice, Graziela, Ricken, Ben, Maria, Pascal e toda a equipe da Avaaz
PS. Se você ainda não assinou a petição contra Belo Monte, assine aqui: http://www.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl
Fontes:
MPF vai à Justiça contra licença precária de Belo Monte:
http://www.prpa.mpf.gov.br/news/2011/mpf-vai-a-justica-contra-licenca-precaria-de-belo-monte
MPF questiona licença de Belo Monte na Justiça:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110128/not_imp672110,0.php
Belo Monte: licença parcial não existe:
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/01/27/belo-monte-licenca-parcial-nao-existe-359392.asp
ONGs protestam e chamam licença parcial de Belo Monte de crime:
http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/01/27/ongs-protestam-e-chamam-licenca-parcial-de-belo-monte-de-crime/
Reação em cadeia contra a licença a Belo Monte:
http://colunas.epocanegocios.globo.com/empresaverde/2011/01/27/reacao-em-cadeia-contra-a-licenca-a-belo-monte/
Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas — clique para doar.


 

 

O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA

Texto de Luiz Antônio Simas

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto.  Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – o homem – e a rosa – a mulher – estimula a violência entre os casais. Na nova letra “o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada”.  

Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha.  Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?

É Villa Lobos, cacete! 

Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/  Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.

Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é  Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.

Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém  mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens. 

Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual,  Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato,  era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.

Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado ? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.

Daqui a pouco só chamaremos o anão – o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil – de deficiente vertical . O crioulo – vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) – só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo – o famoso branco azedo ou Omo total – é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia – aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno – é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo – outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão – é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.

Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais… Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.

O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra putaqueopariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.

Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova,  aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá,  já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a “melhor idade”.

Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não. Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

Abraços

Luiz Antônio Simas

(Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor de História do ensino médio).

 

 

 

 

 

Stella Maris, falou e disse!

Culta como ela só, a jornalista e empresária Stella Maris reacende em nós a vontade de procurar saber um pouco mais sobre “Nibiru“, segundo a Wikipedia, é o nome de um hipotético planeta proposto por Zecharia Sitchin(*), baseando-se na ideia de que as civilizações antigas tinham feito contactos com extraterrestres, uma hipótese considerada inverosímil por cientistas e historiadores. Segundo Zecharia Sitchin, este povo conhecia todos os planetas do sistema solar, inclusive Nibiru, um planeta lento que, a cada 3600 anos, passa junto ao Cinturão de Asteróides. Segundo os Sumérios, na formação do sistema solar há 6 bilhões de anos, Nibiru foi atraído pelo Sol rumando em direção ao centro e chocou-se com outro planeta já alinhado chamado Tiamat, que partiu-se ao meio dando origem a Terra e ao Cinturão de Asteróides, evento que ficou conhecido como Batalha Celeste.

(*) Zecharia Sitchin (1920-2010) foi um pesquisador aclamado internacionalmente e autor de 14 livros que contam a história e pré-história da humanidade e do planeta Terra através da combinação de arqueologia, a Bíblia e antigos egípcios e mesopotâmicos com os textos mais recentes descobertas científicas que vão desde a exploração do espaço à biologia. Capaz de ler milenar tabuletas cuneiformes sumérios, seus escritos tratam fontes antigas não como mito, mas como registros de acontecimentos reais. O resultado é uma saga de carne e sangue, deuses astronautas e Terrestres, e uma cadeia de acontecimentos do passado, que leva a um futuro profético.

Sr. Sitchin nasceu na Rússia e cresceu na Palestina, onde adquiriu um profundo conhecimento de línguas antigas e modernas, a Bíblia, ea arqueologia e história do antigo Oriente Médio. Estudou na London School of Economics e Ciências Políticas e graduado pela Universidade de Londres, graduando em história econômica. Um jornalista e editor em Israel durante muitos anos, mais tarde ele fez sua casa em Nova York.
A pesquisa do Sr. Sitchin e os livros foram apresentados em dezenas de revistas internacionais, mais recentemente em um artigo publicado no The New York Times em 10 de janeiro de 2010. Ele foi anunciado como o Cientista de 1996, do Ano pelo Fórum Internacional sobre a Nova Ciência, e tem sido um membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência, a Sociedade Americana Oriental, Oriente Médio Associação de Estudos da América do Norte e Israel Sociedade de Exploração. 
Seus livros pioneiros, cuja as vendas combinadas correr em casa dos milhões, já foram traduzidos para 25 idiomas, bem como em Braille. Eles têm sido bestsellers em países como a Alemanha para a Rússia, Turquia e Japão, Espanha e Brasil, tiveram inúmeras revisões, artigos e reportagens nos EUA maior, britânico, espanhol, alemão, italiano, japonês, grego, turco e jornais e periódicos bem como dezenas de outras publicações ao redor do mundo.
Seu primeiro livro, O 12 º Planeta, celebrou o seu 30 º aniversário da publicação (e, em seguida, a massa do mercado de impressão de 45 nos EUA) em 2006. Foi seguido por The Stairway to Heaven (1980), As Guerras de Deuses e Homens (1985 ), Os Reinos Perdidos (1990), Genesis Revisited (1990), When Time Began (1993), Encontros Divinos (1995), O Código Cósmico (1998), O Livro Perdido de Enki (2002), As Crônicas da Terra Expedições (2004 ), viaja para o passado mítico (2007), The End of Days (2007), The Earth Chronicles Handbook (2009), e havia gigantes sobre a Terra (2010).

DEVANIR

 

 

 

Caro Dr. Mauro, veja com seus próprios olhos o quando o trigo “ainda” poderá fazer paraa que

permaneçamos mais tempo empunhando a terceira garrafa.

DEVANIR

Cereais antibarriga

http://www.trigoesaude.com.br/trigo-a-z/index.php?letra=B&idletra=24

http://www.trigoesaude.com.br/emagrecimento/cereais-antibarriga.shtml

http://www.trigoesaude.com.br/trigo-a-z/index.php

Receitas

http://www.trigoesaude.com.br/receitas-light/index.shtml

http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI486293-EI1497,00-Me+curei+com+farelo+de+trigo+diz+jornalista.html

Germen

http://www.naturato.com.br/fibras5.htm

Como produzir clorofila do trigo

http://www.terapiascuritiba.com/naturopatia/como-produzir-clorofila-do-trigo/

 

A vida resume-se em … 4 garrafas

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Merda … já estamos na terceira!

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