O que falta em sua vida?

O que falta em sua vida?
:: Maria Isabel Carapinha ::
Analisando de fora não falta nada, mas por que me sinto assim?
A evolução de nossa alma faz com que uma insatisfação contínua tome sempre conta de nosso ser, fazendo com que busquemos a nossa plena realização.
Essa insatisfação muitas vezes nos conecta com aspectos mentais e verbais negativos. Quantas vezes nos pegamos reclamando e verbalizando sobre aquilo que ainda nem aconteceu, de forma negativa, como se fosse uma prevenção mental.
Tudo isso, no entanto, é muito perigoso, pois a sua mente subconsciente é um solo sempre pronto para o plantio e, dependendo do que você plantar, amanhã colherá.
Tudo que você deseja para sua vida deve afirmar e visualizar na mente subconsciente e esta trará tal situação para sua vida.
Tudo isso que escrevemos acima, em teoria, é muito fácil de entender, o difícil mesmo é eliminar o negativo em nosso dia-a-dia, entrar em equilíbrio e ter certeza de que o melhor sempre nos acontecerá.
Para que tudo isso se concretize em nossa vida podemos fazer o uso de técnicas que podem nos auxiliar nesta caminhada rumo ao perfeito equilíbrio energético, podendo um dia finalmente dizer: “minha vida está em pleno equilíbrio e nada me falta”.
A técnica da radiestesia, através do equilíbrio das frequências energéticas, faz com que os pensamentos e emoções negativas sejam eliminados de sua vida, perdendo a energia e deixando de atuar.
Ao eliminar o negativo de sua vida e afirmar continuamente o positivo, haverá a aniquilação completa dos vícios de comportamento e, portanto, uma nova forma de viver será criada.
É muito importante nunca delegar poder ao outro sobre sua vida, pois ela é sua e somente você define o que quer dela. Porém, se você não se posiciona de forma firme, permitirá que haja sempre alguém que lhe cause emoções desagradáveis, e quando digo isso, refiro-me novamente a equilíbrio energético.
Se estiver em meu equilíbrio energético pleno, sei que ninguém poderá me afetar de forma alguma; eu comando com base no que sinto e tenho referência interna para isso! Posso julgar com firmeza o que quero -ou não-, para minha vida e nunca serei levado pelos outros.
Para criar o que deseja para sua vida é importante assumir de vez o seu poder pessoal. A lei básica da mente diz que os pensamentos possuem energia e que eles criam a sua realidade, tudo que você atrai para sua vida vem através de seus pensamentos… que responsabilidade! Pare um minuto agora e tente se lembrar de quanto tempo já gastou de sua vida conversando com pensamentos negativos e fazendo sala a eles, isso quando não os convida para morar com você e se tornarem a sua sombra.
Mas isso tudo tem solução; não por teoria, mas na concreta mudança de frequência energética e eliminação de bloqueios através da mesa radiônica.
Há alguns meses, fui chamada para atender uma família que havia lido um artigo interessante sobre radiestesia e decidira verificar a situação energética da casa e de todos que moravam nela.
Na conversa inicial sempre procuro entender o que levou a pessoa a buscar a radiestesia, se existe algum problema já instalado, seja emocional, de saúde ou financeiro. Eles me disseram que estava tudo certo que era apenas uma curiosidade.
Pelo tempo que atuo na área, sempre me preocupo quando dizem que não há nada de concreto que queiram modificar, pois geralmente são esses os piores casos.
Iniciei a consulta verificando a energia da casa e encontrei alguns problemas sérios de energia. Na cama do casal havia uma formação de veio de água bem larga, o que causava um foco intenso de energia telúrica. A mãe, então, disse-me que havia sido diagnosticada com câncer de mama e iria iniciar o tratamento na semana seguinte.
Eliminei o foco de energia telúrica através da colocação de placas radiônicas no local e expliquei a importância da correção após o tratamento que iria fazer, pois de nada adiantaria um tratamento se ela continuasse a dormir sobre um foco de energia telúrica, pois era preciso eliminar a causa.
No quarto da filha, havia um quadrante de linha Hartmann sobre a cabeceira da cama dela. A menina tinha uma cor muito branca e era muito magra, a mãe me disse que ela tinha anemia e que estava também fazendo um tratamento bem complexo para síndrome do pânico. Em minha forma de ver, uma intensidade de linha Hartmann bem sobre a cabeça tinha até produzido poucos efeitos frente à intensidade da mesma, esta é sem dúvida uma das energias mais perigosas a qual podemos estar expostos.
Neste caso de linha Hartmann, não há o que fazer, é necessário a mudança de local da cama.
Verifiquei o restante da casa e corrigi os problemas que encontrei, apesar de serem de intensidade menor.
Marquei, então, uma hora em meu consultório para cada uma das pessoas que moravam na casa e através da mesa radiônica fiz o equilíbrio individual e eliminei os bloqueios que impediam que cada um realizasse o que desejava.
Acompanhei de perto o caso da mãe, que hoje está curada e da filha que hoje está livre do pânico, libertou-se da timidez que a acompanhava desde sua infância e hoje está estudando jornalismo e trabalhando em uma equipe de televisão, seu sonho desde sempre.
Com base nessas experiências, podemos ter absoluta certeza que sua vida pode se tornar aquilo que você deseja; para isso é só fazer uma análise detalhada, corrigir as frequências energéticas e eliminar para sempre os bloqueios de sua vida.

Maria Isabel Carapinha é colaboradora do site, radiestesista e trabalha também com Feng Shui.
Ministra cursos e faz atendimentos em residências e empresas.
Trabalha também com a mesa radiônica fazendo atendimentos em seu consultório ou à distância.
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Email: isabelc@uol.com.br

 

 

São Paulo, domingo, 30 de janeiro de 2011

 

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Meditação muda estrutura do cérebro
Estudo de Harvard mostra, pela primeira vez, que a prática pode aumentar a concentração de massa cinzenta
Ressonância magnética exibiu variações em áreas ligadas a estresse, aprendizagem e à regulação de emoções

Paula Giolito/Folhapress

A gerente administrativa Bia Farah, 51, em aula de meditação na escola Ciymam
MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
De olhos fechados, em silêncio e, de preferência, sentados, os praticantes da meditação de atenção plena devem se concentrar em apenas uma coisa: a respiração.
A técnica é antiga, da tradição budista, mas começou a ser mais difundida depois de ter sido usada em um curso não religioso de redução de estresse, criado em 1979 por Jon Kabat-Zinn, professor da Escola Médica da Universidade de Massachussets.
Os benefícios da técnica, conhecida também como “mindfulness”, já foram relatados em vários estudos.
A lista vai da melhora de sintomas de esclerose múltipla (como diz estudo publicado na “Neurology”) à prevenção de novos episódios de depressão (demonstrada em artigo na “Archives of General Psychiatry”).
Mas, agora, um estudo mostra, pela primeira vez, os efeitos provocados por essa meditação no cérebro.
A pesquisa, publicada hoje na “Psychiatry Research: Neuroimaging”, foi feita pela Harvard Medical School, nos EUA, em conjunto com um instituto de neuroimagem da Alemanha e a Universidade de Massachussets.
E o mais importante: as mudanças ocorreram em apenas oito semanas de meditação em praticantes adultos iniciantes.
As conclusões foram feitas após comparações entre as ressonâncias magnéticas dos que praticaram a meditação e de um grupo-controle que não fez as aulas.
Outros estudos já haviam sugerido que a meditação causa mudanças no cérebro. Mas eles não excluíam a possibilidade de haver diferenças preexistentes entre os grupos de meditadores experientes e não meditadores.
Ou seja, não era possível afirmar se os efeitos eram causados pela prática.
MENOS ESTRESSE
Todos os 16 participantes da pesquisa, com idades de 25 a 55 anos, deveriam obedecer a um critério: não ter feito nenhuma aula de meditação “mindfulness” nos últimos seis meses ou mais de dez aulas em toda a vida.
Eles frequentaram oito encontros semanais, com duração de duas horas e meia.
Também foram instruídos a fazer 45 minutos de exercícios diários e a praticar os ensinamentos da meditação em atividades do dia a dia, como andar, comer e tomar banho.
Para avaliar as mudanças, todos os participantes e o grupo-controle fizeram ressonâncias magnéticas antes e depois do período de aulas.
Os exames iniciais não indicaram diferenças entre grupos, mas as ressonâncias feitas após o curso mostraram um aumento na concentração de massa cinzenta no hipocampo esquerdo naqueles que haviam meditado.
Análises do cérebro todo revelaram mais quatro aumentos de massa cinzenta: no córtex cingulado posterior, na junção temporo-parietal e mais dois no cerebelo.
BENEFÍCIOS
Britta Hölzel, pesquisadora da Harvard Medical School e uma das autoras do estudo, disse à Folha que isso pode significar uma melhora em regiões envolvidas com aprendizagem, memória, emoções e estresse.
O aumento da massa cinzenta no hipocampo é benéfico porque ali há uma maior concentração de neurônios, afirma Sonia Brucki, do departamento científico de neurologia cognitiva e do envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia.
“Antes, acreditava-se que a pessoa só perdia neurônios durante a vida. Agora, vemos que podem brotar em qualquer fase da vida, e determinadas atividades fazem a estrutura do cérebro mudar.”
Isso significa que o cérebro adulto também é plástico, capaz de ser moldado.
No ano passado, um estudo dos mesmos pesquisadores já mostrava redução da massa cinzenta na amígdala cerebral, uma região relacionada à ansiedade e ao estresse, em pessoas que fizeram meditação por oito semanas.
Mas qualquer um que começar a meditar amanhã terá esses mesmos efeitos benéficos em algumas semanas?
“Provavelmente sim”, diz a neurologista Sonia Brucki.
Ela ressalta, no entanto, que a idade média dos participantes da pesquisa é baixa e, por isso, não dá para afirmar com certeza que isso acontecerá com pessoas de todas as idades.
Agora, a pesquisadora Britta Hölzel quer entender como essas mudanças no cérebro estão relacionadas diretamente à melhora da vidas das pessoas.
“Essa é uma área nova, e pouco se sabe sobre o cérebro e os mecanismos psicológicos relacionados a ele. Mas os resultados até agora são animadores.”
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São Paulo, domingo, 30 de janeiro de 2011

 

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Atividade física estimula crescimento de neurônios
DE SÃO PAULO
Não é só a meditação que é capaz de mudar a estrutura do cérebro.
Outros estudos já mostraram que o aprendizado de novas habilidades podem levar a alterações na massa cinzenta, disse Britta Hölzel, autora da pesquisa.
“Essas mudanças não são específicas para a meditação. O cérebro é plástico, e eu diria que ele muda com tudo que fazemos.”
Durante a atividade física, por exemplo, são liberadas substâncias que estimulam o crescimento neuronal, diz a neurologista Sonia Brucki.
O aprendizado de novos conhecimentos também leva a essa reação. “Um outro exemplo é em caso de derrame. As regiões adjacentes à lesão podem se moldar para compensar essa perda”, diz a neurologista.
No entanto, não se sabe se essas mudanças são temporárias. Um estudo afirma que alterações na estrutura do cérebro podem durar apenas algumas semanas.
Logo depois, os tecidos voltam ao estado normal. Portanto, para que as modificações durem, o cérebro precisa de constante estímulo.
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