pensamentos

O “eu” que os outros vêem

Você podem vislumbrar sua auto-imagem olhando as pessoas que o cercam. Todos nós travamos relacionamentos com pessoas que nos tratam da maneira como acreditamos que merecemos ser tratados. Pessoas com uma auto-imagem saudável exigem respeito daqueles que as cercam. Elas tratam bem a si mesmas, estabelecendo um exemplo do modo como os outros devem tratá-las.

Se você tem uma auto-imagem ruim, irá se confrontar com todos os tipos de maus tratos e aborrecimentos vindos de praticamente todo o mundo. As pessoas nos tratam do modo como nos tratamos. Aqueles com quem nos relacionamos percebem rapidamente o quanto respeitamos a nós mesmos. Se há respeito próprio, todos seguem fazendo o mesmo, respeitando-nos!

Quando estamos nos sentindo mal a nosso próprio respeito, por exemplo, tendemos a descontar a insatisfação em nós mesmos. Isso pode se manifestar de várias maneiras, tais como surtos de comilança de “besteiras”, acidentes, doenças, privação de comida, etc… O fato é que o modo como nos tratamos é um reflexo do quanto estamos gostando de nós mesmo em um determinado momento.

Uma auto-imagem ruim diz: “Eu mereço”. E isso leva a pessoa a sabotar subconscientemente a própria felicidade. Por isso, é de máxima importância que você faça tudo o que estiver ao seu alcance para manter pensamentos positivos em sua mente. Isso irá assegurar que você se mantenha feliz como pessoa. E para você melhorar o modo como se sente em relação a seu próprio respeito: aceite elogios, elogie, fale bem de si mesmo, valorize-se, trate bem do seu corpo, faça com que as pessoas saibam como você deseja ser tratado, cerque-se de boas pessoas, use afirmações positivas e tenha sempre em mente a imagem daquilo que você deseja ser e não daquilo que você é.

Em poucas palavras: ame-se! E lembre-se sempre disso: você merece amor e respeito pelo simples fato de você ser você!

(Andrew Matthews, no livro “Seja feliz”

A estória do lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

– Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

– Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

– Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

– Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

“Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade”.

“Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.”

“Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.

“Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.”

“Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”.

(desconheço o autor)

 

 

 

 

Psicologia, 1959 X 2010

Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.

1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe. 

2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra  lhe receita  Rivotril.  Transforma-se num Zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.


Cenário 2: Luís quebra o farol de um carro no seu bairro.

1959:  Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro… Nem passa pela cabeça de Luís fazer outra nova “cagada”, cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.

2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos; condenam-no  a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver o filho.   Sem o guia de uma  figura paterna, Luís se volta para a droga, delínque e fica preso num presídio especial para adolescentes.


Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria  o encontra chorando e o abraça para confortá-lo…

1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.

2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida… 


Cenário 4: Disciplina escolar

1959: Fazíamos bagunça na classe… O professor nos dava uma boa “bronca” e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade.
2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e para consolá-lo compra uma moto para o filhinho. 


Cenário 5: Horário de Verão.

1959:Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada.

2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite,  nas mulheres aparece celulite.


Cenario 6: Fim das férias.

1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.
2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem ‘all inclusive’, terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborreia…

 

 

A Sônia, como se vê, é uma mulher de POCCI, mas o que ela nos mandou apontando 25 manias de pobre, vale ser acrescido de outras manias de pobre que circulam na internet:

Tomar cerveja em copo de requeijão.
Esquentar a ponta da bic pra ver se ela volta a funcionar.
Andar pendurado na porta do ônibus.
Lamber a tampa metálica do iogurte.
Colocar bombril na antena da televisão.
Colocar sunga, maiô ou biquini e tomar banho de sol na laje ou atrás da casa.
Correr atrás do guarda-sol na praia, gritando: “pega, pega”.
Entrar de loja em loja olhando os preços e dizer ao vendedor: “Só estou dando uma olhadinha”.
Ir ao estádio de futebol, entrar nas gerais e pular para as sociais.
Fazer jogo de futebol com times camisa e sem camisa.
Ficar balançando lâmpada queimada para ver se ela volta a funcionar.
Ir para o trabalho de bicicleta e dizer que é para entrar em forma.
Aproveitar garrafas plásticas de refrigerantes e colocar água na geladeira.
Acender latinha com álcool no banheiro nos dias frios.
Secar tênis atrás da geladeira.
Receber visita e mostrar a casa toda.
Decorar vaso com flor de plástico.
Guardar refrigerante com uma colher na boca para não perder o gás.
Comprar carro novo e não tirar o plástico do banco só para dizer que é novo.
Amarrar cachorro com fio de luz.
Lamber a ponta da borracha para apagar erro.
Usar pregador de roupa para fechar sacos de arroz, açúcar, macarrão, etc…
Jogar algodão na arvore de natal para dar efeito de neve.
Passar cuspe no cotovelo para amaciar.
Guardar sobras de sabonete ou sabão para fazer uma bola só.
Convidar amigos para um churrasco no seu aniversario e mandar cada um levar uma coisa.
Consertar tira de sandália havaiana com grampeador ou prego.
Enfeitar a estante da sala com lembranças de casamento.
Passar fio dental e depois cheirar para ver se o dente está podre.
Tirar cera do ouvido com a chave do carro ou com a tampa da caneta.
Fazer a barra da calça com fita crepe.
Sair correndo para pegar um ônibus que já está saindo do ponto.
Usar uma camiseta velha como pano de chão.
Subir no telhado para mexer na antena e ficar gritando: “Melhorou?”.
Guardar meia ou cueca velha para passar cera no carro.
Ir ao restaurante e antes de fazer o pedido perguntar se aceita ticket.

Valeu Sônia POCCI!
DEVANIR

From: Sônia Maria Pocci Rodrigues Rocha

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