A força do silêncio

A Força do Silêncio

por Maria Cristina Tanajuratinatanajura@terra.com.br

Tenho aprendido com a vida, nem sempre de maneira fácil e indolor, que embora as palavras precisem ser usadas de forma correta para serem bem interpretadas e eficazes, o poder do silêncio é, talvez, muito maior do que a força que elas possam ter.
Falar com alguém ajuda, quando o outro está pronto pra receber o que lhe dizemos e disposto a nos ouvir. Quando nos antecipamos a isto, ao invés de ajudarmos, estaremos, sem querer, construindo uma barreira de antagonismo que vai nos afastar ainda mais dele.
Já, ouvir o outro, colocando-nos em silêncio o mais possível, numa atitude interessada e presente, ajuda muito, a qualquer um que de nós se aproxime. Esta atitude constrói pontes entre eu e o meu companheiro de bate-papo. Existe coisa mais confortante do que ser escutado atenciosamente por alguém em quem confiamos?
Aquele que escuta precisa ser humilde o suficiente para compreender e acreditar que todas as pessoas merecem crédito, embora às vezes não pareça. Necessita respeitar as diversas opiniões e formas de viver que existem, num mundo onde cada pessoa é um universo único e rico de experiências nem sempre semelhantes às nossas.
Quem escuta se conserva em silêncio, mas precisa abrir o coração para aquele que está se entregando a ele, na esperança de ser compreendido, aceito e estimulado, muitas vezes.
Assim, falar sempre não nos leva a bons resultados. O silêncio pode tomar o lugar de uma quantidade enorme de palavras que não precisariam ser ditas, ou não deveriam sê-lo, respeitando-se a situação emocional de quem nos fala.
E está tão difícil a gente encontrar alguém que se disponha a nos ouvir… Apenas isto. Muitas vezes precisamos pagar a um terapeuta, para que isto aconteça em nossas vidas.
A beleza do silêncio, a força que se encerra nele, quando vivemos numa sociedade tão barulhenta, tão violentamente ruidosa, é considerável!
Para sermos reconhecidos como pessoas inteligentes, que valem alguma coisa, muitas vezes falamos, discutimos, declaramos o que sabemos sobre os mais variados assuntos e neste falatório sem fim, nos percebemos sustentando opiniões até antagônicas à nossa verdadeira forma de ser, apenas para que inteligentemente possamos ganhar uma discussão… Com o prejuízo, muitas vezes, de uma amizade, que naquele momento se desfaz, ou fica abalada, o que não aconteceria se pudéssemos nos conservar em silêncio.
Silenciar também é uma forma de resposta. Quando seríamos agressivos demais falando, o silêncio nos poupa de dissabores futuros. Sorrindo, no silêncio, podemos acalentar, talvez, muito mais alguém, do que discorrendo todas as nossas teorias sobre qualquer assunto.
E o silêncio está em falta! Em torno de nós, nas nossas vidas, nas nossas mentes que teimam em estar sempre buliçosamente indo e vindo sobre o mesmo assunto, tirando-nos a paz que merecemos para sermos felizes.
Quando li a biografia de Gandhi, uma passagem ficou gravada em mim, como importante. Ele reservava um dia por semana para fazer o jejum das palavras e mesmo quando era convidado por alguém, ou por alguma instituição para se pronunciar naquele dia, se esquivava de fazê-lo, para não quebrar a sua disciplina, considerada por ele muito importante.
A gente fala tanto e muitas vezes não diz nada, ou diz muito pouco…
E o silêncio sobre o que soubemos de outras pessoas, geralmente coisas desabonadoras? Será que é fácil para nós mantermos o silêncio sobre os erros e defeitos dos outros?
Silêncio… Uma pausa mais do que necessária para que possamos manter a nossa paz interior, mesmo quando o ruído em torno é constante. Silêncio como pano de fundo para palavras realmente significativas e necessárias. Silêncio como pausa entre momentos de nossas vidas. Descanso e fortalecimento de nossos ideais e crenças. Ponte para o encontro de nós mesmos, no que somos em essência. O silêncio nos permite ser, com mais verdade!

 

 

Como divertimento existem os travalínguas, você, com certeza conhece.

Todos os trava-línguas são propostos por fórmulas tradicionais, como : ”fale bem depressa ”; ”repita três vezes ” ; ”diga correndo ”, e similares. O importante no trava-língua é que ele deve ser repetido de cor , várias vezes seguidas e tão depressa quanto possível . Lido, e devagar, perde a graça e a finalidade

Trava-línguas:

O peito do pé do pai do padre Pedro é preto.
A babá boba bebeu o leite do bebê .
O dedo do Dudu é duro
A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada.
Quem a paca cara compra , cara a paca pagará
O Papa papa o papo do pato .
Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia
Norma nina o nenê da Neuza
A chave do chefe Chaves está no chaveiro .
Sabia que a mãe do sabiá sabia que sabiá sabia assobiar?
Um limão , dois limões , meio limão .
É muito socó para um socó só coçar!
Nunca vi um doce tão doce como este doce de batata-doce!
O padre pouca capa tem, pouca capa compra .
Chega de cheiro de cera suja !
É preto o prato do pato preto
Bagre branco ; branco bagre
Um tigre , dois tigres , três tigres.
Três tristes tigres trigo comiam .

A ARANHA E A JARRA
Debaixo da cama tem uma jarra.
Dentro da jarra tem uma aranha.
Tanto a aranha arranha a jarra,
Como a jarra arranha a aranha.

A LARGATIXA DA TIA

Larga a tia, largatixa!
Lagartixa, larga a tia!
Só no dia em que a sua tia
Chamar a largatixa de lagartixa.

CAJU
O caju do Juca
E a jaca do cajá.
O jacá da Juju
E o caju do Cacá.

LUZIA E OS LUSTRES
Luzia listra os
Lustres listrados.

MALUCA
Tinha tanta tia tantã.
Tinha tanta anta antiga.
Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta.

MOLENGA
Maria-mole é molenga.
Se não é molenga
não é maria-mole.
É coisa malemolente,
nem mala, nem mola,
nem maria, nem mole.

NÃO CONFUNDA!
Não confunda ornitorrinco
Com otorrinolaringologista,
Ornitorrinco com ornitologista,
Ornitologista com otorrinolaringologista,
Porque ornitorrinco é ornitorrinco,
Ornitologista, é ornitologista,
E otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.

O DESENLADRILHADOR
Essa casa está ladrilhada.
Quem a desenladrilhará?
O desenladrilhador que a desenladrilhar,
Bom desenladrilhador será !

O tecelão
Tecelão tece o tecido
Em sete sedas de Sião
Tem sido a seda tecida
Na sorte do tecelão

Atrás da Pia
Atrás da pia tem um prato
Um pinto e um gato
Pinga a pia, apara o prato
Pia o pinto e mia o gato.

Sapo no saco
Olha o sapo dentro do saco
O saco com o sapo dentro
O sapo batendo papo
E o papo soltando vento.

Mafagafos
Um ninho de mafagafa
Com sete mafagafinhos
Quem desmafagaguifá
Bom desmafagaguifador será.

VELHO FÉLIX
Lá vem o velho Félix,
Com um fole velho nas costas,
Tanto fede o velho Félix,
Como o fole do velho Félix fede.

TEMPO
O tempo perguntou ao tempo,
Quanto tempo o tempo tem,
O tempo respondeu ao tempo,
Que não tinha tempo,
De ver quanto tempo,
O tempo tem.

SEU TATÁ
O seu Tatá tá?
Não, o seu Tatá não tá,
Mas a mulher do seu Tatá tá.
E quando a mulher do seu Tatá tá,
É a mesma coisa que o seu Tatá tá,tá?

O Pintor Português
PAULO PEREIRA PINTO PEIXOTO,
POBRE PINTOR PORTUGUÊS,
PINTA PERFEITAMENTE
PORTAS, PAREDES E PIAS,
POR PARCO PREÇO, PATRÃO.

O Rato Roeu
O RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA,
O RATO ROEU A ROUPA DO REI DA RÚSSIA,
O RATO ROEU A ROUPA DO RODOVALHO…
O RATO A ROER ROÍA.
E A ROSA RITA RAMALHO
DO RATO A ROER SE RIA.
A RATA ROEU A ROLHA
DA GARRAFA DA RAINHA.

O PINTO PIA
A PIPA PINGA.
PINGA A PIPA,
O PINTO PIA.
PIPA PINGA.
QUANTO MAIS
O PINTO PIA
MAIS A PIPA PINGA.

GATO ESCONDIDO
GATO ESCONDIDO
COM RABO DE FORA
TÁ MAIS ESCONDIDO
QUE RABO ESCONDIDO
COM GATO DE FORA.

O SABIÁ
Sabia que o sabiá
sabia assobiar?

PAPA PAPÃO
Se o papa papasse pão.
Se o papa papasse papa.
Se o papa papasse tudo,
Seria um papa papão.

O RATO
O rato roeu a roupa,
Do rei de Roma.
e a rainha, de raiva,
roeu o resto

Palminha
Palma, palminha,
Palminha de Guiné
Pra quando papai vié,
Mamãe dá a papinha,
Vovó bate cipó,
Na bundinha do nenê.

SABER
Sabendo o que sei e sabendo
O que sabes e o que não sabes
E o que não sabemos, ambos saberemos
Se somos sábios, sabidos
Ou simplesmente saberemos
Se somos sabedores.

Bão Balalão
Bão, babalão,
Senhor Capitão,
Espada na cinta,
Ginete na mão.
Em terra de mouro
Morreu seu irmão,
Cozido e assado
No seu caldeirão

Ou Bão-balalão!(variação)
Senhor capitão!
Em terras de mouro
Morreu meu irmão,
Cozido e assado
Em um caldeirão;

Lanço o laço no salão.
O lenço, lanço. A lança, não.

Tatu tauató, tatuetê taí.
Tem tanto tatu, não tem.

Assunto: Exercícios Neuróbicos

Veja abaixo mais alguns exercícios neuróbicos.
O importante não é acertar, mas estimular nossos
neurônios e distanciar-nos daquele alemão indesejável
(Alzheimer). Façam bom proveito.

 

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Consegues ver 10 caras na árvore?

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Há uma cara nesta foto, consegues vê-la? 

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Consegues ver o bebê ?

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Consegues ver o casal a beijar-se?

clip_image005
Consegues ver 3 mulheres?

Consegues ver a diferença entre um cavalo e um sapo?
Olha bem…
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Muito bom!..Conseguiu ver tudo??….!!você está em ótima forma…

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