porque os homens nunca estão deprimidos.

PORQUE OS HOMENS NUNCA ESTÃO DEPRIMIDOS:
Nao precisam trocar de sobrenome.
A garagem é inteirinha deles.
Os preparativos para o casamento são simples.
Podem comer chocolate sempre que quiserem.
Não engravidam.
Os mecânicos não mentem pra eles…
Nunca precisam procurar outro posto de gasolina para achar um banheiro limpo.
Rugas são traços de caráter…(e barriga, de prosperidade)
Ninguém fica encarando os peitos deles quando estão falando.
Os sapatos novos não lhes machucam os pés. E três pares de sapatos são mais que suficientes (e todos de uma cor só!)
As conversas ao telefone duram apenas 30 segundos.
Para férias de 5 dias, apenas precisam de uma mochila.
Podem abrir qualquer tampa de frasco.
Se outro aparecer na mesma festa usando uma roupa igual, não há problema.
Cera quente não chega nem perto de suas regiões íntimas.
Podem comer uma banana, ou chupar um sorvete em lugares públicos, tranquilamente.
Ficam assistindo a TV com um amigo, em total silêncio, por muitas horas, sem ter que pensar: “Deve estar cansado de mim”.
Se alguém se esquece de convidá-los para alguma festa, ainda assim vai continuar sendo seu amigo.
Sua roupa íntima custa no máximo 40 reais (em pacote de 3…)
São incapazes de perceber que a roupa está amassada.
Seu corte de cabelo pode durar anos, aliás, décadas.
Podem levantar a perna das calças, sem se preocupar com a aparência das pernas.
Podem “fazer as unhas” só com um “trim”.
Podem deixar crescer o bigode, se quiserem.
Podem comprar os presentes de Natal para 25 pessoas, no dia 24 de dezembro, em 25 minutos!

 

 

 

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.
Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.
Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.
Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
– O que você quer? – perguntou o farmacêutico irritado. – Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.
– Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. – Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
– Desculpe, não entendi. – disse o farmacêutico.
– O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
– Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. – explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
– Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
– Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
– Quanto você tem? – perguntou o senhor da cidade grande.
– Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. – E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
– Mas que coincidência! – disse o homem sorrindo. – Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
– Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.
Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
– Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! – Mais a fé de uma criancinha.
Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.
Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola pra frente!
Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você!
Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu.
Hoje eu passo a bola da amizade para você.
Passe ela para alguém que seja um amigo seu.MEU JURAMENTO PARA VOCÊ.
Quando você estiver triste… Vou secar suas lágrimas.
Quando você estiver com medo… Eu lhe darei conforto.
Quando você estiver preocupado… Vou dar-lhe esperança.
Quando você estiver confuso… Vou ajudá-lo a enxergar.
E quando você está perdido… E não pode ver a luz,
Vou ser o seu farol… Brilhando cada vez mais.
Este é o Meu juramento… Prometo até o fim…
Por que? Você pode perguntar… Porque você é Meu amigo.
Assinado: DEUS


Instantaneamente quando você receber essa mensagem, você está sendo requisitado de enviá-la para as pessoas, incluindo a pessoa que a enviou a você.

P.S.: Ah, sim, estamos precisando de um GRANDE milagre!
Obrigado por suas orações!

Sessão Maçônica Motivadora

Charles Evaldo Boller

Sinopse: Considerações a respeito promoção de sessões maçônicas motivadoras imprescindíveis para a sobrevivência da Maçonaria.

O objetivo do maçom em loja é participar de sessão maçônica motivadora para realimentar sua alma na vivência do dia-a-dia. Sessões com assuntos administrativos reduzidos ao mínimo para sobrar mais tempo para degustar bons pensamentos em animadas atividades que visam o crescimento e a autoeducação. O tempo de instrução e estudos é a alma da sessão maçônica!

Cabe apenas aos aprendizes e companheiros maçons a tarefa de manterem acesa a chama do pensamento maçônico? Aprendizes e companheiros são pessoas sedentas de informações e conhecimentos ou os instrutores nas sessões? Instrução é dever do mestre maçom! Ultimamente os aprendizes e companheiros, e só estes, por obrigação regimental, apresentam peças de arquitetura, trabalhos de cunho intelectual visando aumento de salário. Por que os mestres maçons não se encontram motivados para tal? Faltam provocações! Carecem de debates e conversas informais dos assuntos da Maçonaria dentro e fora da loja. Tristemente, são comuns os aprendizes e companheiros ensinarem de forma proativa enquanto os mestres maçons dormem! Como aconteceu isto? Porque o mestre maçom está tão desmotivado? São as sessões maçônicas desmotivadoras! Ou o mestre desce do pedestal em que ele foi colocado em resultado de sessões monótonas ou deixa de ser o eterno e motivado aprendiz ou deixa a ordem maçônica! Esta última é a realidade universal!

Mestre motivador e motivado nasce do atrito com os outros intelectos que o acompanham numa sessão maçônica, daí a importância de debates. A tarefa dos embates por pensamentos em animadas argumentações é arrancar lascas de imperfeição das pedras uns dos outros, o polimento exige trabalho, atividade em equipe – não é assim que são formadas as pedras roladas dos fundos de rios? Uma pedra vai batendo na outra até que todas adquirem formas harmoniosas, quase lisas, nunca perfeitas, apenas aperfeiçoadas. São pancadas ora suaves ora bruscas, mas continuas! O resultado são pedras diferentes umas das outras: grandes, pequenas, achatadas, ovais, arredondadas, mas nunca perfeitas. Cada pedra mantém sua forma própria e reflete a luz com maior ou menor intensidade, dependendo de quanto ela rolou em contado com outras pedras maiores e menores, até com pedras tão pequenas como grãos de areia. Todas se modificam pelo atrito constante. Não há necessidade de erudição elevada, apenas conhecimento médio já é suficiente numa motivadora sessão maçônica, é semelhante à diversificação das pedras do fundo dos rios. Em verdade, basta apenas uma mente sadia – qualquer mente humana! O objetivo deve ser o canteiro de obras movimentado onde cada obreiro é aprendiz, um eterno aprendiz, mesmo que seja apenas um grão de areia em erudição ele vai influir no pensamento de seu irmão.

Promover debate em loja é retornar à prática da Maçonaria especulativa, que preconiza o filosofar, o estudo teórico, o raciocínio abstrato e investigativo, que usos e costumes deturparam a ponto de descaracterizar as sessões maçônicas. Urge despertar nos irmãos a salutar capacidade em desenvolver o pensamento em animadas discussões das coisas da sociedade e da ordem maçônica. O propósito central das sessões motivadoras é eliminar o inconformismo gerado pelo comparecimento semana após semana em loja apenas para ouvir o som seco, duro, impessoal dos malhetes, em detrimento do trabalho no polimento das pedras chocando-se umas nas outras no exercício do pensamento. Sessões sem debate e instrução mecânicas revelam perda de tempo; são vazias e sem propósito; devem ser defenestradas do templo. O obreiro da pedra deve terminar seu dia em loja com algo novo e consistente dentro da mochila que ele leva de volta para casa. Urge acabar com a mente desocupada, oca, vazia, cheia de lacunas em resultado de atividade passiva e deixar a capacidade de pensar fazer sua parte na construção do templo ideal da sociedade, onde cada homem é apenas uma pedra. Atividades motivadoras em loja levantam a egrégora, um campo de força do pensamento em uníssono e vibrante, algo revelado no brilho dos olhos dos participantes. Como é possível ver os olhos do irmão que dorme o sono dos anjos? O objetivo da Maçonaria é despertar o equilíbrio da razão, emoção e espiritualidade – quando poderão fazer isto se suas mentes estão adormecidas pelo enfadonho e repetitivo som monótono das mesmas ideias repetidas vez após vez?

O obreiro deve voltar à prática do salutar e edificante afiar da espada, a língua, e praticar o manuseio do maço e do cinzel, dar tratos à capacidade de pensar, que há muito foi substituído por outras atividades nada motivadoras; mesmices, tão entediantes que apenas embalam o sono dos ouvintes passivos. Urge incrementar a qualidade das sessões maçônicas de modo a torna-las motivadores de tal forma que estabeleçam contágio para edificantes conversas entre irmãos, o que é de fato o real objetivo da Maçonaria especulativa com sua filosofia e liturgia.

Mestres maçons devem ser compelidos na confecção de peças de arquitetura? Não! Ninguém é obrigado a fazer nada além do determinado pelas leis que regem a loja. O mestre maçom só confeccionará peças de arquitetura quando estiver inspirado para isto. Tais construções surgem no canteiro de obras principalmente se esta for a sua vontade e depois do obreiro se ver provocado por novas inspirações provindas em loja dos irmãos, das outras pedras, pedriscos e grãos de areia.

O salão é o mesmo, as músicas e o ritmo é que devem mudar. O baile será alegre e trará prazer aos dançarinos se a sessão for motivadora e entusiasta! O que interessa é cada músico dar o que tem de bom em si e animar o baile ao sabor de seus pensamentos temperados com alegria. O que se objetiva é alimentar com o sadio, construtivo e consistente alimento da filosofia maçônica. A sede de conhecimento maçônico deve ser aplacada para que o homem produza frutos. O gênio da motivação vem do ritmo impelido pelos músicos e maestro, onde todos participam da orquestra e ao mesmo tempo dançam ao som de seus pensamentos, sonhos e até devaneios. E assim, os dançarinos vão se movimentando na pista do tempo construído à semelhança de um rio e onde cada pedra lustra a outra para honra e à glória do Grande Arquiteto do Universo.

Bibliografia:

1. DANTAS, Marcos André Malta, Do Aprendiz ao Mestre, Primeira edição, Editora Maçônica a Trolha limitada, 248 páginas, Londrina, 2010;

2. PUSCH, Jaime, ABC do Aprendiz, segunda edição, 146 páginas, Tubarão Santa Catarina, 1982;

3. RODRIGUES, Raimundo, A Filosofia da Maçonaria Simbólica, Coleção Biblioteca do Maçom, Volume 04, ISBN 978-85-7252-233-5, primeira edição, Editora Maçônica a Trolha limitada., 172 páginas, Londrina, 2007.

Data do texto: 23/08/2011.

Sinopse do autor: Charles Evaldo Boller, autor, engenheiro eletricista e maçom de nacionalidade brasileira. Nasceu em 4 de dezembro de 1949 em Corupá, Santa Catarina. Com 61 anos de idade.

Loja Apóstolo da Caridade 21 Grande loja do Paraná.

Rito: Rito Escocês Antigo e Aceito

Local: Curitiba.

Grau do Texto: Aprendiz Maçom.

Área de Estudo: Cultura, Educação, Filosofia, Maçonaria, Pensamento.

Publicado no Blog Segredo Maçônico: http://segredomaconico.blogspot.com/2011/08/sessao-maconica-motivadora.html

 

 

 

 

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Hoje, de algum lugar longe destas terras

Há um doce olhar só para você

Um olhar especial

De alguém especial

De distantes origens.

Um olhar de um justo coração que pulsa só a vida

Que sorri porque ama plenamente

Sem julgamentos, preconceitos nem prisões.  

Hoje, como ontem, longe destes céus

Há um encantado olhar só para você

Nesse olhar, vai para você

A magia da luz, a simplicidade do perdão

A força para comungar uma vida

A esperança de dias mais radiantes de paz.

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Hoje, de algum lugar dentro de você

Alguém que já a amou muito e ainda a ama

Diz para você que valeu a pena

Ter estado nestas terras, sob estes céus

Falando de união, paz, amor, perdão.

Poder sentir a força que faz você sorrir

E continuar o caminho que um dia

Aquele doce olhar iniciou para você.

Tudo isso

Só para você saber

Que a vida continua

E que a morte é apenas mais uma viagem. . .

clip_image002[1]

Por muito tempo, o homem tem observado a imensidão do Cosmos,

devastando o universo à procura de sinais inteligentes provenientes de outros orbes.

Por muito tempo,

ele empregou esforços na intenção de encontrar no exterior uma explicação para sua existência.

Por muito tempo,ele sonhou com o dia do contato,

onde seres luminosos lhe trariam as tão sonhadas respostas aos enigmas da vida.

Tantas e tantas vezes,ele acreditou estar perto da verdade, e ao mesmo tempo esta lhe pareceu inatingível.

Pois é, Querido Irmão…

Você, que acredita que nas bilhões de galáxias existem respostas para todas as nossas perguntas…

que acredita que o Cosmos esconde os segredos mais recônditos da nossa origem humana. . .

Em muitos lugares, o homem já buscou suas respostas: escalou montanhas, desbravou florestas, desceu oceanos, cavernas profundíssimas, até na Lua já pousou seus passos. E quanto às respostas, será que as encontrou? Ou surgiram apenas mais perguntas, diante da complexa e perfeita estrutura de nosso querido planeta chamado Terra?

É chegada a hora do homem deixar de explorar o mundo como o conhece,

passando a desbravar uma área muito maior, mais rica e completamente desconhecida: seu interior!

“CONHECE-TE a ti mesmo”, já diziam os gregos, milhares de anos atrás.

Pois é exatamente esse o caminho que o homem ainda não trilhou:

O Autoconhecimento!

Talvez seja a hora do homem não mais viajar para fora,

mas sim para dentro, rumo a um lugar situado no centro de peito e tão perto…

No coração, há um universo inteiro a ser explorado.

Os sábios sabiam disso, e viajavam serenamente pelos seus mundos internos,

utilizando-se de naves de puro amor.

Eles partiam encorajados tendo o sorriso como combustível e o contentamento como companheiro fraterno.

Esses sábios, que há muito já descobriram o caminho,

deixaram escritos verdadeiros mapas de nosso céu interno, ocultos sob o manto do simbolismo,

porém abertos àqueles que de vontade estão repletos.

Façamos como esses sábios:

mergulhemos no universo do coração e exploremos uma a uma suas galáxias de sentimentos luminosos.

Encontraremos aí nossa alegria, o tesouro chamado EVOLUÇÃO e irradiaremos ao Cosmos:

Paz, Luz e Raios de Amor.

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“Sou ignorante ante a verdade absoluta.

Mas sou humilde ante a minha ignorância, e nisto consiste a minha honra e a minha recompensa.” 

Khalil Gibran

* * *

Conhece-te a Ti mesmo

         Neste  início do terceiro milênio o planeta é sacudido por transformações históricas e tecnológicas decisivas.
         A humanidade vive um dos momentos mais interessantes de toda sua história. Ao mesmo tempo em que assiste a uma total falência de valores e de crenças religiosas, é forçada, conduzida pela ciência, a descortinar possibilidades infinitas através das fronteiras do desconhecido. Perplexa paira no limiar do inusitado. Assiste ao renascimento do pensamento filosófico onde o ontem atualiza-se em conceitos científicos dos mais avançados numa compreensão toda própria. 

        Mesmo assim, milhares de pessoas continuam a engrossar as intermináveis fileiras do fanatismo.
         Ao longo da história observamos o homem digladiando-se consigo próprio numa procura insana pelo poder e pela imortalidade. No poder quer encontrar o domínio de seu destino e, assim, eternizar-se.
         Os cientistas, em suas pesquisas, lançam-se rumo às fronteiras do sistema solar, atrevendo-se a decodificar o DNA e, assim, modificar sua história material, com a pretensão de tornarem-se senhores absolutos da vida. 

         Porém continuam a saber muito pouco de sua Mente e de sua real Essência.
         O homem é um complexo fabuloso, cuja beleza o coloca, neste momento da história, como centro do universo. Ele é a grande incógnita. O maior de todos os desafios. Um grande desconhecido de si mesmo. Apesar de ter sido o centro de todo pensamento filosófico da antigüidade e objeto de estudo das ciências mais avançadas, o homem continua carente de objetividade na busca por si mesmo.
         Ele vive num quase total desconhecimento de sua natureza. Passa pela vida a realizar conquistas num âmbito meramente exterior. Aprende comportamentos sociais, religiosos, filosóficos e culturais sem que eles sejam verdadeiros com sua essência. Isso significa que vive para fora, para o outro, buscando a aprovação e o reconhecimento exterior, ou seja, dentro do mundo em que vive.

         Por isso vive só e insatisfeito, mesmo convivendo com um grande número de pessoas.
         A educação recebida é externa e nunca interna. Aprende-se a respeitar, a obedecer, a ouvir, reprimir-se em situações de fúria, racionalizar sempre, pensar antes de agir, dominar os instintos através do uso da razão, etc. Mas não há, no entanto, uma educação que permite tornar íntegro o seu comportamento exterior com a sua realidade interior. Não é ensinado o que fazer com os pensamentos e os sentimentos deste tão complexo universo psíquico. A educação recebida não responde a isso, mesmo que a atitude seja incoerente com o sentir.
         O desconhecimento quase que absoluto que o homem tem de si mesmo, de sua natureza e necessidades é o grande causador de todo seu sofrimento. Viver a relação consigo próprio é tão ou mais difícil do que vivê-la com os outros. Como relacionar-se bem consigo mesmo se ele nada sabe acerca de si? Como é possível querer compreender o outro quando não existe a menor possibilidade de se autocompreender? O homem é quase sempre traído por seu corpo e por seus desejos, escravizado por seus pensamentos que tagarelam incansáveis, atordoando-o com inúmeras possibilidades reais ou imaginárias, que mais confundem do que elucidam. 

         Falta-lhe maturação emocional, organização mental e uma atitude honesta em seus relacionamentos.
         Hoje, mais do que nunca, há uma necessidade premente de se buscar um caminho que leve cada um a encontrar a si mesmo, através de um conhecimento profundo de sua natureza. 

         Nunca, em tempo algum, o homem esteve tão próximo de sua verdade e, ao mesmo tempo, tão longe de si mesmo.
         Gradativamente o homem se conscientiza de que lhe falta alguma coisa muito importante, mesmo que não saiba o que seja. Poderá parecer antagônico uma pessoa conviver consigo mesma a vida inteira e não saber quem realmente é, qual o objetivo último a ser alcançado e o mais grave, qual a sua origem e paternidade cósmica.
         O homem não é somente a Personalidade que expressa. Ele é um universo de possibilidades a ser desvendado e desenvolvido. O homem é um ser em expansão criadora, assim como o universo, portanto não está pronto. É alguém a ser acabado.

Trechos do livro: Rompendo com o Destino – Rafael Navarrete e Rejane Gauer      

* * *

“Muitas doutrinas são como vidraças da janela. Vemos através dela, mas ela nos separa da verdade.” 

Khalil Gibran

A VERDADE SOBRE O ‘FACEBOOK’

O Facebook vende a informação dos seus usuários ao maior espião; cito textualmente: ‘O que muitos usuários não sabem é que, de acordo com as condições do Contrato que virtualmente assumem, ao clicarem no quadro “Aceito”, os usuários autorizam  e consentem ao Facebook a propriedade exclusiva e perpétua de toda as informações e imagens que publicam.

Assim, ressalta o perito, os membros ‘automaticamente autorizam ao Facebook o uso vitalício e transferível,  junto com os direitos de distribuição, de tudo o que colocam na sua página Web’. Os Termos de Uso reservam ao Facebook o direito a conceder e sub-licenciar todo o “Conteúdo do Usuário” para outros propósitos. Sem o seu consentimento, muitos usuários convertem as suas fotografias em publicidade, tranformando um bem privado em comércio público.
De repente, tudo o que os seus membros publicaram, incluindo as suas fotografias pessoais, as suas tendências políticas, o estado de suas relações afetivas, interesses individuais e até o endereço de suas casas, foi enviado sem autorização expressa a milhares de usuários.
Há de se acreditar em Mr. Melber, quando assegura que muitos empregadores americanos, ao avaliar os currículos, consultam o Facebook para conhecer intimidades dos candidatos. A prova de que uma página no Facebook não é privada, evidenciou-se em um conhecido caso da Universidade John Brown, que expulsou um estudante quando descobriu uma foto que este colocou no Facebook, vestido de travesti. Outra evidência aconteceu quando um agente do Serviço Secreto visitou, na Universidade de Oklahoma, o estudante do segundo ano Saúl Martínez, por um comentário ofensivo do Presidente. 
E, para piorar, o assunto não termina quando os usuários cancelem a sua conta: as suas fotos e informação permanecem, segundo o Facebook, para o caso de quererem reativar a sua conta; o usuário não é retirado nem quando morre. De acordo com as ‘Condições de Uso’, os membros não podem obrigar que o Facebook  retire os dados e imagens dos seus dados,  já que quando o falecido aceitou o Contrato Virtual,  concedeu ao Facebook o direito de mantê-lo ativo sob um status especial de partilha por um período de tempo determinado, para permitir que outros usuários possam publicar e observar comentários sobre o falecido.

Saibam os usuários do Facebook que são participantes indefesos de um cenário que os acadêmicos qualificam como o maior caso de espionagem na História da Humanidade. Convertem-se, de forma inconsciente, nos precursores do fenômeno ‘Big Brother’,  alusão direta à intromissão abusiva do Estado nos assuntos privados do cidadão comum para controlar o seu comportamento social, tema de uma novela profundamente premonitória escrita em 1932 pelo britânico Aldous Huxley:  “Um Mundo Feliz” (“1984”).

POR FAVOR, REENVIE AOS SEUS CONTATOS

– 2011.

   
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