Stonehenge

Stonehenge

Obra dos primitivos povos britânicos, Stonehenge é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas:

1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento. As quatro “pedras de estação” que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronômico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano.

2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.

Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.

Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Stonehenge

Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas “Stonehenge” ou “Hanging Stones” ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como “Dança de Gigantes”.

Novos construtores edificaram uma avenida de monólitos que ligava Stonehenge ao rio Avalon a cerca de 3,2 Km de distância.

Stonehenge sobreviveu e a sua magia nunca desapareceu.

Atribui-se ao mago Merlim o levantamento das pedras, enquanto que a população local acreditou por muitos anos que as pedras tinham poder curativo que, quando transferidos para a água, conseguiam curar todo o tipo de doenças

Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os “Druidas” modernos celebraram aqui o solstício de

Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas.

Druidas - Stonehenge

Os Arqueólogos, no entanto, ainda consideram a hipótese de uma construção religiosa…

Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milênio, por acreditarem que fossem lugares

de grande força para concretizarem seus rituais…em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.

A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade pois foram construídos logo depois da chegada dos Atlantes. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.

StonehengeDo grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e centro-americanas.

Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte da África sendo os locais mais importantes.

Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.

Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso.

A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo.

Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras (algumas com 45 toneladas e 5 metros de altura), construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.

Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia atividade humana no local há mais de 10 000 anos.

Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitetônico.

Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.

Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar.

Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses.

Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.

Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.

Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronômicos, além de compara-los a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios…

Segundo pesquisadores, esses desenhos (círculos ingleses), devido a sua complexidade, seriam impossíveis de serem feitos pelas mãos humanas. A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de Stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill.

Importância de Stonehenge para a História da Matemática

Stonehenge, uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico...

A maior parte dos historiadores que estudaram Stonehenge afirma que o mesmo era usado como uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico com o objetivo de prever o nascimento do Sol e da Lua no solstício e no equinócio.

Contudo, existem historiadores que não aceitam os argumentos e dados associados e apresentam outras explicações para a construção desse monumento.

fonte: Misterios Antigos

 

 

O vendedor de palavras
>
> Ouviu dizer que o Brasil sofria de uma grave falta de palavras. Em um programa de TV, viu uma escritora lamentando que não se liam livros nesta terra, por isso as palavras estavam em falta na praça. O mal tinha até nome de batismo, como qualquer doença grande, “indigência lexical”. Comerciante de tino que era, não perdeu tempo em ter uma idéia fantástica. Pegou dicionário, mesa e cartolina e saiu ao mercado cavar espaço entre os camelôs.
>
> Entre uma banca de relógios e outra de lingerie instalou a sua: uma mesa, o dicionário e a cartolina na qual se lia: “Histriônico — apenas R$ 0,50!”.
>
> Demorou quase quatro horas para que o primeiro de mais de cinqüenta curiosos parasse e perguntasse.
>
> — O que o senhor está vendendo?
>
> — Palavras, meu senhor. A promoção do dia é histriônico a cinqüenta centavos como diz a placa.
>
> — O senhor não pode vender palavras. Elas não são suas. Palavras são de todos.
>
> — O senhor sabe o significado de histriônico?
>
> — Não.
>
> — Então o senhor não a tem. Não vendo algo que as pessoas já têm ou coisas de que elas não precisem.
>
> — Mas eu posso pegar essa palavra de graça no dicionário.
>
> — O senhor tem dicionário em casa?
>
> — Não. Mas eu poderia muito bem ir à biblioteca pública e consultar um.
>
> — O senhor estava indo à biblioteca?
>
> — Não. Na verdade, eu estou a caminho do supermercado.
>
> — Então veio ao lugar certo. O senhor está para comprar o feijão e a alface, pode muito bem levar para casa uma palavra por apenas cinqüenta centavos de real!
>
> — Eu não vou usar essa palavra. Vou pagar para depois esquecê-la?
>
> — Se o senhor não comer a alface ela acaba apodrecendo na geladeira e terá de jogá-la fora e o feijão caruncha.
>
> — O que pretende com isso? Vai ficar rico vendendo palavras?
>
> — O senhor conhece Nélida Piñon?
>
> — Não.
>
> — É uma escritora. Esta manhã, ela disse na televisão que o País sofre com a falta de palavras, pois os livros são muito pouco lidos por aqui.
>
> — E por que o senhor não vende livros?
>
> — Justamente por isso. As pessoas não compram as palavras no atacado, portanto eu as vendo no varejo.
>
> — E o que as pessoas vão fazer com as palavras? Palavras são palavras, não enchem barriga.
>
> — A escritora também disse que cada palavra corresponde a um pensamento. Se temos poucas palavras, pensamos pouco. Se eu vender uma palavra por dia, trabalhando duzentos dias por ano, serão duzentos novos pensamentos cem por cento brasileiros. Isso sem contar os que furtam o meu produto. São como trombadinhas que saem correndo com os relógios do meu colega aqui do lado. Olhe aquela senhora com o carrinho de feira dobrando a esquina. Com aquela carinha de dona-de-casa ela nunca me enganou. Passou por aqui sorrateira. Olhou minha placa e deu um sorrisinho maroto se mordendo de curiosidade. Mas nem parou para perguntar. Eu tenho certeza de que ela tem um dicionário em casa. Assim que chegar lá, vai abri-lo e me roubar a carga. Suponho que para cada pessoa que se dispõe a comprar uma palavra, pelo menos cinco a roubarão. Então eu provocarei mil pensamentos novos em um ano de trabalho.
>
> — O senhor não acha muita pretensão? Pegar um…
>
> — Jactância.
>
> — Pegar um livro velho…
>
> — Alfarrábio.
>
> — O senhor me interrompe!
>
> — Profaço.
>
> — Está me enrolando, não é?
>
> — Tergiversando.
>
> — Quanta lenga-lenga…
>
> — Ambages.
>
> — Ambages?
>
> — Pode ser também evasivas.
>
> — Eu sou mesmo um banana para dar trela para gente como você!
>
> — Pusilânime.
>
> — O senhor é engraçadinho, não?
>
> — Finalmente chegamos: histriônico!
>
> — Adeus.
>
> — Ei! Vai embora sem pagar?
>
> — Tome seus cinqüenta centavos.
>
> — São três reais e cinqüenta.
>
> — Como é?
>
> — Pelas minhas contas, são oito palavras novas que eu acabei de entregar para o senhor. Só histriônico estava na promoção, mas como o senhor se mostrou interessado, faço todas pelo mesmo preço.
>
> — Mas oito palavras seriam quatro reais, certo?
>
> — É que quem leva ambages ganha uma evasiva, entende?
>
> — Tem troco para cinco?
>

Para refletir .. . Qual a educação e quais valores que temos permitido a nossos filhos?

Que crianças temos deixado para este século?

Quino, o cartunista argentino autor da Mafalda, desiludido com o rumo deste século no que diz respeito a valores e educação, deixou impresso no cartoon o seu sentimento:





A genialidade do artista faz uma das melhores críticas sobre a criação de filhos (e educação) nos tempos atuais.

 
   
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