descomplicar

“Descomplicar é olhar para o coração e ver o importante. 

Permanecer com o que é real, manter a vida simples. Permitir que a sabedoria natural me guie em direção ao caminho mais fácil. 

Quando descomplico me torno um aprendiz natural, sem culpa. 

Passo a rir dos meus erros, agradeço a eles por tornar as coisas mais claras e então continuo a seguir. 

Todos os dias deixo algo para lá, criando espaço na minha vida para novas ideias e experiências.”

autor desconhecido

Vida adorável

“Todos os dias olhamos os pássaros no céu. 

Eles não plantam sementes. 

Eles não as colhem nem as armazenam. 

Ainda assim eles são sempre felizes. 

Eles nem sequer pensam no futuro. 

Eles não têm tensão ou estresse. 

Se aprendermos a viver hoje, o amanhã será adorável. Aqueles que são verdadeiros estão sempre felizes. 

Seja o proprietário orgulhoso de pensamentos belos, agradáveis, amorosos e entusiásticos.”

autor desconhecido

 

 

 

Sinais de Desmotivação

*por Tom Coelho

“As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam.”

(George Bernard Shaw)

O entardecer do domingo oferece uma sensação de angústia diante do início de mais uma semana de trabalho que se avizinha. Você logo imagina o desconforto de levantar-se cedo e encarar um pesado trânsito – ou transporte público lotado – até sua empresa, onde reencontrará colegas com os quais mantém um relacionamento superficial, caixa de entrada cheia e reuniões intermináveis que parecem não levar a ações concretas.

Um almoço insípido, alguns telefonemas e uma eventual discussão podem completar uma rotina que se estenderá até a sexta-feira ou o sábado, quando finalmente a alegria se manifestará com uma pausa em suas atividades profissionais.

Se você se identifica com o cenário acima é porque sinais de desmotivação bateram à sua porta. Você se sente desanimado com tudo, sem notar que animus representa o princípio espiritual da vida, do latim anima, ou o sopro de vida. Assim, estar desanimado é estar sem alma, sem espírito, sem vida…

Basicamente, esta situação pode decorrer de um aspecto interno, a falta de entusiasmo, ou externo, a falta de reconhecimento.

A perda de entusiasmo é um processo endógeno, ou seja, inerente a você. Ela parte de dentro para fora e pode ser consequência de diversos fatores. Primeiro, de um trabalho desalinhado com seus propósitos, em especial missão e visão. Se a sua atividade não guarda sinergia com os objetivos que você determina para seu futuro, é natural que gradualmente o interesse se desvaneça, porque você não enxerga sentido no que faz.

Além disso, há que considerar a influência do ambiente de trabalho – coisas e pessoas. Uma infraestrutura inadequada, formada por equipamentos ultrapassados, que comprometem um bom desempenho profissional, associada a um clima de trabalho tenso em virtude de desarmonia com os colegas, certamente prejudicam seu estado emocional.

Outra variante possível é o que denomino de “síndrome da cabeça no teto”. Isso acontece quando mesmo dispondo de boa infraestrutura, clima organizacional favorável e atividade sintonizada com seus objetivos pessoais, a empresa mostra-se pequena para seu potencial.

Neste contexto, você se sente maior do que a estrutura que lhe é oferecida e percebe que seu crescimento está ou ficará limitado.

Todas estas circunstâncias conduzem a um crescente desestímulo. A apatia floresce, o desalento toma conta de seu ser e o entusiasmo se despede. E quando remetemos à raiz grega da palavra entusiasmo, que significa literalmente “ter Deus dentro de si”, compreendemos a importância de cultivá-lo para alcançar o sucesso pessoal e profissional.

Já a falta de reconhecimento é uma vertente exógena, ou seja, dada de fora para dentro. Em maior ou menor grau, todas as pessoas precisam de doses de reconhecimento. Aqueles dotados de uma autoestima mais elevada conseguem saciar esta necessidade individualmente. Porém, em especial no mundo corporativo, espera-se que nossos pares, e mais ainda, os superiores hierárquicos, demonstrem reconhecimento por nossos feitos, seja como identificação ou por gratidão.

Este reconhecimento pode vir travestido por um sorriso ou um abraço fraterno, congratulações públicas ou privadas, recompensa financeira ou promoção de cargo. Mas é fundamental que se demonstre, pois funciona como combustível a nos mover em direção a novas realizações, maior empenho e satisfação.

Em regra, note que aplacar os sinais de desmotivação depende exclusivamente de você. Em princípio, esteja atento para identificar estes sinais. Em seguida, procure agir para combatê-los. Isso pode significar mudar ou melhorar o ambiente de trabalho, buscar relações mais amistosas com seus colegas, alterar sempre que possível sua rotina, perseguir novos desafios, estreitar o diálogo com seus supervisores. E, num extremo, até mesmo mudar de organização se preciso for, planejando sua saída com consciência e racionalidade.

10/09/2009

Tom Coelho, com graduação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA/USP, é empresário, consultor, escritor e palestrante, Diretor da Infinity Consulting, Diretor do Simb/Abrinq e Membro Executivo do NJE/Fiesp.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.tomcoelho.com.br e comunicada sua utilização através do e-mail talento@tomcoelho.com.br

 

 

 

 

“Nascimento” do PT:

O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base.

Os orgulhosos padrinhos foram, primeiro, o general Golbery do Couto e Silva, que viu dar certo seu projeto de dividir a oposição brasileira.

Da árvore frondosa do MDB nasceram o PMDB, o PDT, o PTB e o PT… Foi um dos únicos projetos bem-sucedidos do desastrado estrategista que foi o general Golbery.

Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento e um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles:

o proletariado.

“Crescimento” do PT:

O PT cresceu como criança mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta.

Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário.

Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.

O PT lançava e elegia candidatos, mas não “dançava conforme a música”.

Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picAretas.

O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto.

Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros.

Tudo muito chique, conforme o figurino.

“Maioridade” do PT:

E em 2002 o PT ingreSsou finalmente na maioridade. Ganhou a presidência da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.

Pessoas honestas e de princípios se afastam do PT.

A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plínio de Arruda Sampaio Junior.

Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em

2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL.

Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida, Frei Betto.

E agora, bem mais recentemente, o senador Flávio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica.

Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.

Quem ficou no PT?

Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicaListas.

Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64.

Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República.

Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado. Cavando benefícios para os seus. Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municípios. Além do governo federal, naturalmente.

É o triunfo da pelegada.

Lucia Hippolito

O PERIGO É O SILÊNCIO

Eu pediria a todos que receberem esse e-mail o favor de ler o texto por inteiro, com calma e atenção e, se puder e entender que seja pertinente, gastar um tempinho, para reenviá-lo a todos da sua lista.

Diamantina, Interior de Minas Gerais, 1914.

O jovem ‘Juscelino Kubitschek’, de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos.Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu o curso de Medicina e se especializou em Paris.Como Presidente, modernizou o Brasil.Legou um rol impressionante de obras e; humilde e obstinado, era (E AINDA É) querido por todos.

Brasília, 2003.

Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não haver estudado.Acha bobagem falar inglês. ‘Tenho diploma da vida’, afirma. E para ele basta.Meses depois, diz que ‘ler é um hábito chato’.

Quando era ‘sindicalista’, percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar – sua meta até hoje.

Londres, 1940.

Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente.

O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá.

Tranqüilo, o rei avisa que não vai.

ChurchiLl insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas.

Elas não aceitam e a filha entra no exército britânico; como ‘Tenente-Enfermeira’, e, sua função é recolher feridos nos bombardeios.

Hoje ela é a ‘Rainha Elizabeth II’.

Brasília, 2005.

A primeira-dama (? que nada faz para justificar o título) Marisa Letícia, requer ‘cidadania italiana’ – e consegue.Explica, candidamente, que quer ‘um futuro melhor para seus filhos’.

E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS, CIDADÃOS E TRABALHADORES BRASILEIROS?

Washington, 1974.

A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e o Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando.Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.

Brasília, 2005.

Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar.Ante as muiTas provas, Lula repete o ‘eu não sabia de nada’, e ainda acusa a imprensa de persegui-lo.Disse que foi ‘traído’, mas não conta por quem.

Londres, 2001.

O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia.Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo.Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso.A polícia descobre e chama Blair,’ que vai sozinho à delegacia buscar o filho’.Pediu desCulpas ao povo pelos erros do filho.

Brasília, 2005.

O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa, financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso.

O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu ‘filhinho nessa sujeira’? ? ?

Nova Délhi, 2003.

O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens.

Adquire um excelente, brasileiríssimo ‘EMB-195’, da ‘Embraer’, por US$

10 milhões.

Brasília, 2003.

Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve.Quer um dos caros, de um consórcio franco-alemão. Gasta US$ 57 milhões e,AINDA, manda decorar a aeronave de luxo nos EUA. ‘DO BRASIL NÃO SERVE’.

E você, já decidiu o que vai fazer nos próximos minutos?

Vamos repassar esse e-mail para nossos contatos!

Vamos dar ao BRASIL uma nova chance!

Ele precisa voltar para o caminho da dignidade.

 

 

Sindicato dos Metalúrgicos de S. C. Sul

realiza evento contra a desindustrialização

O Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul realizou nesta quarta-feira, 21 de março, café da manhã, acompanhado de debate sobre o processo de desindustrialização, com o comparecimento de trabalhadores e empresários da região. Os participantes foram unânimes em suas afirmações de que é preciso mobilização para forçar uma mudança de rumo nas ações de governo para salvar a indústria nacional e os empregos.

O presidente do sindicato, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, afirmou durante o evento que o momento é de união, já que os efeitos da política cambial, mais a elevada carga tributária, entre outros, são fatores determinantes para a redução da produção e do crescimento das importações que colocam em risco o futuro do parque industrial brasileiro: “O nosso caso merece toda a atenção, dado que estamos perdendo empregos em razão do encolhimento da produção industrial. Hoje, a produção industrial representa cerca de 15% do PIB nacional, quando na década de 80 era de 27%, e segundo estudos já realizados, se nada for feito, em 2020 será de apenas 3%”, afirmou o dirigente.

Cidão afirmou ainda que a mobilização em curso visa à realização de uma grande manifestação no dia 04/04/12, em São Paulo, na qual estarão presentes todas as centrais sindicais e sindicatos os mais diversos, além de empresários e suas representações, com o objetivo de mostrar ao governo e ao país que não aceitamos retrocesso no processo de desenvolvimento brasileiro. “Nosso objetivo é assegurar a manutenção e ampliação do parque industrial nacional que é o setor em melhores condições para gerar riqueza e empregos com qualidade. Não podemos retroceder à década de 30, do século XX, quando o Brasil era um mero exportador de produtos agrícola. Por isso o nosso grito de alerta”, destacou o presidente do sindicato.

São Caetano do Sul, 21 de março de 2.012

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Contatos: Tel.: 34781450 / 99146969

E-mail: imprensa@metalurgicoscsul.org.br

 

 

 

Desconfie sempre das coisas que começam com a letra P ,

Por exemplo:
P adre,

P astor,

P rostituta,

P edófilo,

P reconceito,

P uritanismo,

P este,

P istoleira,

P itimba,

P araguai,

P arada,

P iada americana,

P rivada pública,

P rivilégio,

P referência,

P isada no calo,

P romessa,

P roblema,

P iscada de gay,

P edido,

P eido,

P eso,

P inga,

P aixão,

P ensão do INSS,

P restação,

P arente,

P endência,

P ixador,

P ardal,

P rova,

P romissória,

P odre,

P residente,

P refeito,

P erfeccionista,
P olícia,

P olítico,

P é d’água,

P neu furado,

P raga,

P uxa saco,

P siu,

P reguiça,

P iruá,

P ivete,

P irraça,

P orteiro,

P resunçoso,

P ernilongo,

P elego,

P atrão,

P artido,

P ederasta,
P
etista,

P raia de Ramos,

P izza…

P izza???

– É, ainda mais quando é:

P reparada no

P alácio do

P lanalto e servida

P or

P arlamentares ao

P obre e

P atético

P ovo brasileiro!

P uta que

P ariu! Eu ainda não havia

P ensado nisso! Que

P erigo!

P utz!

P ois é… E ainda tem o

Palocci…

PT Saudações!

 

 

 

 

Respostas reais dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame.
Entrevistador – Você tem algum e-mail para contato?
Candidato
– Sim, anota ai: gostosinha_da_zonaleste@hotmail.com
Entrevistador – Como você está na questão das línguas estrangeiras?
Candidato
– Tenho português básico.
Entrevistador – Qual curso universitário você deseja fazer?
Candidato
– Ah, to pensando em Nutricionismo, Letras ou Engenharia.
Entrevistador – Então, você está construindo um networking?
Candidato
– Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.
Entrevistador
– Como você administra a pressão?
Candidato
– Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.
Entrevistador
– Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato –
O senhor poderia repetir a pergunta?
Entrevistador
– Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato
– Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.
Entrevistador
– Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato
– Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.
Entrevistador
– Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato
– Que ótimo. E já conseguiram prender algum?
Entrevistador
– Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato
– Muito pelo contrário..
Entrevistador
– Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato
– Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.
Entrevistador
Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato
É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.
Entrevistador
E qual é a sua idade?
Candidato
Com óculos ou sem óculos?
Entrevistador
– Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato
– Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.
Entrevistador
– Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato
– Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?
Entrevistador
– Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato
– Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.
Entrevistador
– Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato
– Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.
Entrevistador
– Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato
– Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.
Entrevistador
– Quando digo ‘Sucesso’, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato
– Pode ser duas palavras?
Entrevistador
– Pode.
Candidato
– Milho. Nário.

Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.

O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.

Ele não pode gritar por socorro para ninguém.

Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.

Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.

O menino está naturalmente amedrontado..

Ele pode ouvir toda espécie de barulho..

Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.

Talvez alguns humanos possam feri-lo.

Os insetos e cobras podem vir picá-lo.

Ele pode estar com frio, fome e sede.

O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda .

Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.

Finalmente…..

Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.

Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.

Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.

Nós também nunca estamos sozinhos!

Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, ‘sentado ao nosso lado’.

Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.

Moral da história:

Apenas porque você não vê Deus,

não significa que Ele não esteja conosco.

Nós precisamos caminhar pela nossa fé,

não com a nossa visão material.

Evite tirar a sua venda antes do amanhecer…

Caminhão Novo

Num belo dia de sol, Sr. Mário, um caminhoneiro muito trabalhador, chega em casa todo orgulhoso e chama sua mulher e filhos para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.

Era o primeiro caminhão que conseguira comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.

A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.

No entanto, ao chegar à porta de sua casa para mostrar o caminhão à família, encontra seu filhinho caçula de 6 anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.

Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo.

Sem nem ouvir a resposta, completamente fora de si, pega o martelo da mão da criança e faz o mesmo que o menino fazia, só que desta vez usa o martelo impiedosamente nas mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.

A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.

Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.

Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados. Porém, o menino era forte e resistira bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.

Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:

– Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo!

O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão nem tinha estragado.

Então o garoto perguntou:

– Quer dizer que não está mais bravo comigo?

– É claro que não! – respondeu o pai.

Ao que o menino pergunta:

– Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos sarar a ferida que deixamos. Nesses momentos, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis.

www.planetamais.com.br

Por um Mundo Melhor!

Medo de traição

                Recentemente em um curso de EFT atendi um moça com problemas nos relacionamentos afetivos. Ela sentia muita raiva só de pensar na possibilidade de ser traída. Esse tema a incomodava de uma maneira muito profunda. O sentimento desconfortável se manifestava sempre que ela ouvia falar de alguma traição, fosse na televisão, revista ou em conversa com amigos. Se algum amigo falasse que foi numa balada sozinho, sem a namorada e paquerou ou ficou com alguém, ela se sentia bastante irritada e se tornava agressiva com a pessoa chamando-a de idiota e questionando o por que desse tipo de comportamento.

                Toda essa raiva escondia um medo profundo de ser traida e se sentir rejeitada. A raiva muitas vezes é apenas uma máscara que esconde uma fragilidade. Quando guardamos esse tipo de sentimento, nossa mente começa e procurar involuntariamente por fatos e indícios de que a outra pessoa está nos traindo. No artigo anterior escrevi sobre como as emoções negativas filtram e distorcem a realidade, e era exatamente isso que acontecia com ela.

                Uma olhada pro lado que o namorado desse, ou um comentário qualquer, sempre a levava a concluir que a pessoa estava com intenção de traí-la. Nesse momento ela sentia muita raiva, criava uma confusão e acabava por terminar o relacionamento. Isso dava origem a sofrimento pra ela e para o outro.

                Esse medo e raiva constante a deixavam bastante tensa. Sendo assim todo relacionamento era um tormento. Embora por um lado ela quisesse se relacionar, por outro lado sentia um alívio quando acabava um namoro já que a tensão também acabava. Mas logo em seguida surgia o sentimento de frustração por não conseguir se relacionar.

                Durante anos fez terapia, acredito que no estilo tradicional da psicologia, e sabia descrever exatamente como se sentia e se comportava. Entretanto esse saber não provocava mudança de comportamento. Desejava mudar mas, quando uma nova situação ocorria, o comportamento se repetia da mesma forma.

                Ela dizia que na hora em que acontecia algum evento, a emoção da raiva vinha com toda força e elas simplesmente não conseguia agir de outra forma. Depois de passado o “ataque” da raiva, ela conseguia enxergar o que havia feito, mas já era tarde demais. E depois em outra ocasião, ou em outro relacionamento, a mesma história se repetia. Era como se “algo” a tivesse tomado por completo. E esse “algo” era simplesmente uma forte carga emocional de medo disfarçada de raiva.

                As emoções negativas que guardamos tem o poder de nos deixar inconscientes. Ficar inconsciente significa se deixar absorver pela energia da emoção e permitir que ela toma conta dos nosso pensamentos e ações. Nesse momento não somos mais nós mesmos, somos a emoção que se apoderou da nossa mente. Perdemos a lucidez temporariamente. O grau da perda da lucidez varia de pessoa pra pessoa e varia também conforme a força da emoção que vem a tona.

                Todos nós, em maior ou menor grau, permitimos que isso ocorra. Em casos mais graves a pessoa pode se tornar violenta e cometer um crime. Mas nem sempre agimos de uma forma assim tão visível. A perda de lucidez que a emoção provoca pode nos levar a fazer comentários desagradáveis, piadas maldosas, fofocas. Em outros casos não tomamos  nenhuma ação mas pensamentos desagradáveis ficam rodando na nossa cabeça gerando mais sentimentos negativos. É preciso ficar muito atento para observar essa perda da lucidez, seja qual for o grau em que ela se apresente. No momento que conseguimos enxergar essa perda, já estaremos mais lúcidos. Um louco que consegue ver a sua loucura está menos louco do que o outro que acredita piamente nas suas fantasias e não consegue observá-las. Essa tomada de consciência, por menor que seja, é o ponto de saída que pode nos levar a uma lucidez mais profunda e a libertação do padrão emocional.

                Além ter essa reação emocional intensa durante situaçoes corriqueiras e conversas, ela também ficava tendo pensamentos negativos imaginando o namorado indo para uma balada sozinho. E quando ela começava a imaginar esse tipo de situação, a raiva vinha também com bastante força. Durante o atendimento que fiz com ela pedi que visualizasse a situação para deixar vir a emoção a tona. A carga emocional veio de forma intensa pelo simples fato de ficar fantasiando uma situação. Aplicamos bastante EFT até dissolver os sentimentos.

                Durante as rodadas, foram também surgindo desconfianças que ela tinha do pai e depois também com mãe. Ela sentia raiva e tristeza ao pensar que eles já poderiam ter traído um ao outro. Aplicamos bastante EFT para dissolver todos esses sentimentos. O trabalho todo deve ter durado mais ou menos um hora.

                Ao término da sessão, ela já conseguia pensar e falar em traição sem chorar e observou que o tema a incomodava de uma maneira muito menos intensa. Foi para casa e no dia seguinte nos relatou que seu primo, que estava namorando, havia contado pra ela de suas aventuras sozinho na balada. E a reação dela foi surpreendentemente tranquila, chegou até a rir do que o primo falava. Antes a reação dela seria de raiva, chegando a xingar o primo.

                A partir do momento em que os sentimentos são dissolvidos a nossa reação muda completamente. Sem mais aquela carga acumulada de medo e raiva ela pode ficar em paz diante daquilo que o primo contava. Não havia mais o exagero, a projeção, o despertar de sua própria negatividade, pois esta havia sido dissolvida em grande parte. Os próximos relacionamento certamente serão mais fáceis. E se ainda surgir algum resquício do velho padrão, é só aplicar mais EFT com paciência e persistência. A mudança de comportamento só ocorre quando há uma mudança da emoção que está por trás do comportamento nocivo. Com a EFT essa mudança costuma ocorrer de uma forma rápida.

                Em qualquer situação difícil, a melhor forma de lidar com o problema é primeiro dissolver os nossos sentimentos negativos em torno da situação: nossos medos, mágoas, raiva e quaisquer outras emoções. Ao fazer isso limpamos a negatividade que turva e influencia nossos pensamentos e ações. Um sentimento de paz se estabelece e é partir desse estado que brota a nossa sabedoria. Nossos pensamentos se tornam mais claros e nossas ações mais eficazes.

                É difícil chegar nesse estado de paz sozinho. Mas com o auxilio de uma técnica como a EFT conseguimos curar essas emoções e em muitos casos rapidamente sentimos o alívio. Com o alívio brotam os insights e clareza do que deve ser feito.

            Para quem quiser aprender ter uma experiência mais profunda com a EFT, estarei ministrando cursos de EFT e o Perdão nas seguintes cidades:

Curitiba: http://www.eftbr.com.br/curso-presencial.asp?i=53

Florianópolis: http://www.eftbr.com.br/curso-presencial.asp?i=54

Rio de Janeiro: http://www.eftbr.com.br/curso-presencial.asp?i=41

CursoBasico de EFT em Salvador: http://www.eftbr.com.br/curso-presencial.asp?i=28

Abraços,

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