aposentados…

Os aposentadosagradecem

Estamos repassando este agradecimento à presidente Dilma, para 409

endereços na Internet.

Faça o mesmo com a sua lista de endereços,

talvez ela se arrependa e reverta este quadro injusto com os

aposentados, para que possa pleitear sua reeleição em 2014!

  Calçada da Fama –

Obrigada, Presidente Dilma!

Da leitora de O Globo,

Maria Cristina Duarte de Faria

“Agradeço à

presidente Dilma por vetar o aumento aos aposentados, pois eles não precisam de aumento, não pagam luz, gás, aluguel, remédios, etc., como  todas as outras categorias.

Tudo lhes é dado gratuitamente, ao

contrário de parlamentares, juízes, ministros, etc., que têm de

trabalhar duro para conseguir

o pouco que têm.

Aposentado só trabalhou

por 30, 35, 40 anos, descontando durante esses anos todos para uma Previdência que hoje o acha culpado de todos os males, mesmo arrochado em 35% pelo famigerado FATOR PREVIDENCIARIO

Aposentado vive de teimoso, pois já não se precisa mais dele, agora que não trabalha mais; é um vagabundo e só serve para o Imposto de Renda e ELEIÇÃO.

Além disso, a única greve que os aposentados podem fazer é a de não mais morrerem e entupirem um pouco mais os hospitais públicos, com suas doenças.

Cordiais saudações, presidente Dilma.

Nós, os aposentados, agradecemos seu carinho e respeito.

Não deixem de repassar pois, ou você já é ou um dia também fará parte dessa categoria!

O Brasil precisa acordar!

 

 

 

UMA MENSAGEM DE RECORDAÇÃO HISTÓRICA ****

**O “QUINTO DOS INFERNOS”:

Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal.

Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido **em nosso País** e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de “O Quinto”.

Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.

O “Quinto” era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam

“O Quinto dos Infernos”.

E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.

A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os “quintos atrasados” de uma única vez, no episódio conhecido como “Derrama”.

Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de “Inconfidência Mineira”, que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim Joséda Silva Xavier, o Tiradentes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira chegou ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.

Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente “dois quintos dos infernos” de impostos…

Para quê?

Para sustentar a corrupção? Os mensaleiros? O Senado com sua legião de “Diretores”? A festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar nos 3 Poderes (Executivo/Legislativo e Judiciário)?!?

Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do “quinto dos infernos” para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa!

E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente…! E estamos todos sem fazer nada…

Não deixem de repassar… desta maneira contribuindo para relembrarem parte da História do Brasil…****

****

Lição de Marketing da Brahma.

Em uma convenção de fabricantes de cervejas brasileiras, reunindo os maiores produtores do país, estavam presentes os presidentes da Brahma, Skol, Kaiser, Antarctica, Schin, etc.
Ao término do simpósio todos se reuniram no restaurante para uma confraternização.
Muito esperto, ao perceber a aproximação do garçom, o presidente da Schin pediu em alto e bom som:
– Garçom, uma Nova Schin, por favor ! Isso sim é que é bebida !
Todos se olharam espantados, enquanto ele contemplava sua cerveja, certo de que saíra bem.        
Não querendo deixar por menos, o presidente da Skol sentenciou:
– Amigo !    Traga a que desce redondo !
Novamente todos se olharam espantados e ele ficou achando que deu a resposta merecida!
Na mesma moeda, o presidente da Kaiser bate na mesa e grita:
– Me vê a do baixinho !   Esse sabe das coisas…
E assim, seguiram os presidentes das cervejarias, cada um pedindo a sua maneira, até que chegou a vez do presidente da Brahma:

-Garçom !    Uma coca-cola, por favor !
Todos se olharam abismados, achando que ele perdera uma boa oportunidade de responder a altura.
O garçom curioso, aproxima-se e pergunta:
– O senhor tem certeza ?
Ele respondeu em alto e bom tom:
Tenho! Se ninguém vai beber cerveja eu também não vou!

   
   
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