O LAPIDÁRIO de MARBODE de RENNES

O LAPIDÁRIO de MARBODE de RENNES

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O LAPIDÁRIO de MARBODE de RENNES, (Marbod, Marbodus ou Merboldus)

Teólogo beneditino que nasceu em Angers na França, no ano de 1035 e viveu até 1123.
Escreveu o famoso tratado sobre as virtudes e propriedades terapêuticas das pedras preciosas
ou gemas ” LIBER LAPIDUM “, um importante lapidário hexamétrico em latim,
conhecido sob o nome de Lapidibus (ou Liber lapidibus), que possui mais de 125 manuscritos
e que foi traduzido em hebreu, francês, dinamarquês, espanhol, inglês, irlandês, italiano…
De Lapidibus compreende um prólogo, 60 estrofes consagradas cada uma à uma pedra e um épilogo
em o qual Marbode, constatando que o seu livro não se refere unicamente às gemas, propõe
o termo Lapidum para designar o seu tratado (Propter quod Lapidum titulo liber iste notatur).
Este lapidário é largamente inspirado das obras de Theophrastos e de Dioscoride.
O Papa Urbano II (1088 -1099) nomeia-o Bispo de Rennes. Tendo uma vida bastante agitada
durante a sua juventude Marbode terá, a partir da sua chegada a Rennes, uma conduta sem censura
e conforme com as suas funções. Nomeado administrador da diocese de Angers em 1109,
Marbode, se retira aos 88 anos, ao mosteiro Santo Aubin em Angers, onde morre pouco tempo após.
Os escritos de Marbode foram publicados pela primeira vez em 1524 em Rennes e
reeditados por Beaugendre em Paris no ano de 1708, escreveu sobre a vida de diversos santos e também
escreveu hinos e poemas, a mais conhecida das suas obras, o Lapidário (Liber Lapidum), este termo
designando os tratados consagrados às propriedades e às virtudes das pedras preciosas. Ropartz em 1873
Biblioteca de Geociências da Universidade de Rennes possui uma cópia de uma tradução do lapidário de Marbode.
Com o tempo, o valor atribuído às gemas evoluiu pouco a pouco e, para além das virtudes que se têm sido atribuído
muito cedo pelos povos orientais, têm adquiridos, pouco a pouco, um significado simbólico muito forte
e foram utilizadas cada vez mais em campos diversos tais como a medicina.
É assim por exemplo que, de acordo com o Êxodo, em Hebreus o peitoral do Grande Pontifice
comportava doze gemas diferentes representando cada uma as doze tribos de Israel.
As virtudes das pedras foram desde muito cedo transmitidas por escrito,
mas são os escritos de Marbode de Rennes, deste teólogo francês (1035-1123) que permaneceram mais famosos.
Exemplo:
* a ágata é boa para a vista;
* o jaspe é soberano contra febre;
* a safira rejuvenesce o corpo, tranquiliza as almas receosas e alivia as cóleras do céu;
* a esmeralda é útil aos advogados e torna a razão insensatos;
*o berilo é utilizado contra perturbações do fígado e para evitar rompantes intempestivos;
* a ametista evita a ebriedade,
enfim uma inúmera quantidade de propriedades catalogadas por Marbode.
Fantástico

 

 

RAPIDINHAS DE PSIQUIATRAS

Qual a diferença entre o neurótico, o psicótico e o psiquiatra?

O neurótico constrói castelos nas nuvens

O psicótico mora neles.

O psiquiatra cobra aluguel dos dois.

O psiquiatra incentiva o paciente:

– Pode me contar desde o princípio –

Pois bem, doutor! No princípio, eu criei o céu e a terra

O psiquiatra para o paciente: – Meu amigo, eu tenho uma boa e uma má notícia para você.

A má é que você tem fortes tendências homossexuais. –

Meu Deus, doutor! E qual é a boa notícia?

– A boa notícia é que acho você um gato

Psiquiatra X Paciente

Sabe como diferenciar o psiquiatra do seu paciente?

– O psiquiatra é aquele que tem a chave do consultório.

Psiquiatra e a Dupla Personalidade

O paciente chega ao psiquiatra, tímido e cabisbaixo:

– Doutor, eu tenho dupla personalidade.

– Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro

No consultório psiquiátrico:

Paciente: – Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo!

O psiquiatra resolve aprofundar a anamnese:

– E desde quando o senhor acha que é um galo?

Paciente: – Ah, desde que eu era um pintinho.

No psiquiatra:

– Doutor, tenho complexo de feia.

– Que complexo que nada.

Amnésia

O cara sofria de amnésia e procurou o médico:

– Doutor, estou com uma terrível amnésia.

– Desde quando?

– Desde quando o quê doutor?

“Repetindo” o tratamento:

Psiquiatra para paciente bebum:

– O senhor vai parar de beber cerveja. Durante um ano só vai beber leite.

– Outra vez, doutor?!

– O quê?! O senhor já fez esse tratamento?

– Já. Durante os dois primeiros anos da minha vida

Um psicanalista no consultório de outro:

– Doutor, venho ao colega para me aconselhar em um caso impossível.

– Qual?

– Estou atendendo um argentino com complexo de inferioridade!

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