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Uma historinha de família

Uma “historinha” que talvez você não saiba

POUCA GENTE SABE DISTO, VAMOS ESCLARECER…
ACREDITE SE QUISER:
O
PAULO BERNARDO

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MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES É MARIDO DA SENADORA

GLEISI HOFFMANN

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CHEFE DA CASA CIVIL.


O
GILBERTO CARVALHO

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SECRETÁRIO GERAL DA PRESIDÊNCIA É IRMÃO DA MIRIAN BELCHIOR

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MINISTRA DO PLANEJAMENTO.
ESSA
MIRIAN BELCHIOR JÁ FOI CASADA COM O CELSO DANIEL

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EX-PREFEITO DE SANTO ANDRÉ, QUE MORREU ASSASSINADO.
VOCÊ SABIA E NÃO CONTOU PRA NINGUÉM?

A DOUTORA ELIZABETE SATO

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delegada que foi escalada para investigar o processo sobre o assassinato do Prefeito de Santo André,Celso Daniel é tia de Marcelo Sato

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marido da Lurian da Silva

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que, apenas por coincidência, é filha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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Exatamente: Marcelo Sato, o genro do ex presidente da República, é sobrinho da Delegada Elisabete Sato,  Titular do 78º DP, que demorou séculos para concluir que o caso Celso Daniel foi um “crime comum“, sem motivação política.
Também apenas por coincidência,
Marcelo Sato é dono de uma empresa de assessoria que presta serviços ao BESC – Banco de Santa Catarina (federalizado), no qual é dirigente Jorge Lorenzetti

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(churrasqueiro oficial do presidente Lula e um dos petistas envolvidos no escândalo da compra de dossiês).
E ainda, por outra incrível coincidência, o marido da senadora
Ideli Salvatti (PT)

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é o Presidente do BESC.
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CONCLUSÃO:
“O POVO TÁ DORMINNO. NÓIS TÁ ACORDADO. NÓIS CUMPANHERU DA INTERNET
SOMO VERDADERAMENTE UNIDO PRA FAZÊ O QUE NUNCA ANTES FOI FEITO NESSE PAÍS:

OU A CORRUPÇÃO PÁRA OU NÓIS PÁRA O BRASIL!

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como seríamos justiçados quando merecermos, com tanta calúnia e maledicência existente na face terrena???  (EM ATOS, PALAVRAS E PENSAMENTOS).

 

 

Revolução Constitucionalista de 1932

http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Constitucionalista_de_1932

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Revolução Constitucionalista de 1932

Era Vargas

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Cartão postal do MMDC

Data

9 de julho de 1932 – 2 de outubro 1932

Local

Todo estado de São Paulo e sul do Mato Grosso (atualmente Mato Grosso do Sul),Minas Gerais e Rio Grande do Sul

Resultado

Vitória militar do Governo Provisório;Constituição brasileira de 1934

Combatentes

São PauloEstado de São Paulo
Mato Grosso do SulEstado de Maracaju
Rio Grande do SulFrente Única Gaúcha

BrasilGoverno Provisório

Comandantes

São PauloPedro de Toledo
São PauloEuclides Figueiredo
Mato Grosso do SulVespasiano Martins
Mato Grosso do SulBertoldo Klinger
Rio Grande do SulBorges de Medeiros

BrasilGetúlio Vargas
BrasilGóis Monteiro

Forças

Força Pública Paulista[1][2]:

– 10.000 combatentes
– 4 Aviões
– 5 Trens Blindados (construídos ao longo do conflito)
– número incerto de veículos blindados (construídos ao longo do conflito)
Voluntários:
– 40.000 combatentes
– 200.000 alistados
– Número incerto de Aviões

Frente Única Gaúcha :
– 450 combatentes

Forças Armadas:
Todo o exército, marinha e aviação disponível no país.
Forças Públicas Estaduais
Total: Aproximadamente 100.000 homens ao fim do conflito.

Baixas

São Paulo: – 634 no mausoléu oficial

– 2.000 estimativas sobre todos os combates
– Sem-número de baixas civis

Frente Única Gaúcha:
cerca de 200

Forças Armadas Brasileiras:
1050 Mortos
3800 Feridos [3]
Forças Públicas Estaduais:
sem número.

Monumento ao Expedicionário em São José dos Campos.

A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma novaconstituição para o Brasil[4].

Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A Revolução de 1930 impediu a posse do ex-presidente (atualmente denomina-se governador) do estado de São Paulo Júlio Prestes na presidência da República e derrubou do poder o presidente da república Washington Luíscolocando fim à República Velha[5], invalidando a Constituição de 1891 e instaurando o Governo Provisório, chefiado pelo candidato derrotado das eleições de 1930, Getúlio Vargas.

Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Ospaulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história.

A lei 2.430, de 20 de junho de 2011, inscreveu os nomes de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, o MMDC, heróis paulistas da Revolução Constitucionalista de 1932, no Livro dos Heróis da Pátria.[6]

Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado ocorrido no Brasil.

No total, foram 87 dias de combates (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 – sendo o último dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não ofic iais, reportem até 2200 mortos, sendo que numerosas cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates[7].

São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulistas, e, dois anos depois, uma nova constituição foi promulgada, a Constituição de 1934.

Índice

[esconder]

· 1 História

o 1.1 Contexto da revolução de 1930 e seus desdobramentos

o 1.2 Antecedentes do movimento

· 2 O movimento armado

o 2.1 Separatismo durante o conflito

o 2.2 O fim do conflito

· 3 Frentes de combate

o 3.1 Vale do Paraíba

o 3.2 Leste Paulista

o 3.3 Centro paulista

o 3.4 Sul Paulista

o 3.5 Sul de Mato Grosso (atual Estado de Mato Grosso do Sul)

o 3.6 Rio Grande do Sul

o 3.7 Aviação na Revolução

· 4 Consequências

o 4.1 A preservação da memória e dos ideais de 1932

 

 

Tem alguem que você acha que deveria mudar?

Atendo todos os tipos de pessoas com os mais diversos problemas. Boa parte das vezes o cliente percebe como sendo sua fonte de sofrimento o comportamento de pessoas próximas nos seus relacionamentos:

“Meu marido bebe muito. Queria que ele mudasse. Ele causa muito sofrimento pra mim e para a minha família”. “Meu chefe é muito grosseiro e não reconhece meu trabalho. Isso tem me deixado muito estressado”. “Minha mãe é muito controladora, eu não aguento mais”.

A maioria desses clientes tem um desejo em comum, consciente ou inconsciente: Eles querem que o outro mude para que eles possam finalmente ser mais felizes. Querem que o marido pare de beber, que o chefe deixe de ser estúpido, que a mãe pare de ser controladora. Acham que somente dessa maneira poderão ficar em paz.

Muitos tentam através de conselhos, brigas e críticas fazer com que o outro enxergue seus erros e  mude o seu comportamento. Esse método nunca funciona e frequentemente provoca o efeito contrário: o outro lado se defende, se justifica,  fica com raiva e acusa de volta dizendo que nós e quem estamos errados e que devemos mudar. Nesse jogo, cada um sai mais convencido de que está certo, e todos ficam cada vez mais infelizes.

Tive uma cliente que brigou vinte anos com a mãe para que ela deixasse de ser tão preocupada e invasiva. Nunca conseguiu mudar a mãe. Outro cliente era um homem bem sucedido que queria que seu filho mais velho fosse mais ousado, arriscasse mais para que pudesse crescer financeiramente. Ficava irritado com o filho, que  por sua vez sofria com as pressões do pai, mas não conseguiu modificá-lo, mesmo tentando por 10 anos. O filho também tinha o mesmo desejo de modificar o pai para que ele o aceitasse da forma que era.

Se esses métodos não funcionam, nos deixam cansados, irritados, e estressados, por que será continuamos a insistir neles? Algumas crenças estão por trás desse comportamento. Vamos ver algumas delas.

A crença de que se eu não reclamar a pessoa nunca vai mudar, e se eu reclamar bastante, algum dia o outro muda. A reclamação é vista como uma forma de pressão que realmente funciona , apesar da realidade provar o contrário. É incrível como passamos anos a fio utilizando uma metodologia que não dá resultado e nos provoca sofrimento, e não conseguimos enxergar e abandonar essa forma de agir.

A crença de que se eu não reclamo estou concordando com as ações do outro. Se o meu marido bebe e eu não reclamo, estou sendo conivente, cúmplice, e. em algum nível, é como se eu aprovasse o que ele faz. Ao acreditar nesses pensamentos, faremos o possível para mostrar toda a nossa discordância e reprovação. Criamos estresse para nós mesmo. O que importa é: O outro está mudando por causa disso ou só tem causado ainda mais sofrimento?

A crença de que eu sei o que é melhor para outro. “Quero que meu filho ganhe mais, pois é assim que deve ser, isso é o melhor. Eu acredito nisso pra mim, então tem que ser verdadeiro pra ele também. Eu sei o que é melhor  mas ele não vê. Preciso fazê-lo enxergar essa verdade.” Esses pensamentos nos fazem agir de forma arrogante e prepotente. O outro se sente subestimado, fica com raiva, se defende e ataca de volta. Agimos dessa forma achando que é por amor, para melhorar a vida do outro. Mas nesse processo estamos causando sofrimento constantemente.

A crença de que eu preciso que os outro mudem para que eu fique em paz. Essa é a principal. Na verdade, só teremos uma necessidade que o outro mude por que nós estamos sofrendo em algum nível. Se estivermos plenamente em paz, podemos até desejar que o outro mude alguma coisa por percebemos que ele está sofrendo, mas não precisaremos  impor nosso ponto de vista ou tentar convencer a todo custo. Quando nossas ações e palavras estão contaminadas pelos nossos medos e outros sentimentos negativos, acabaremos por causar mais sofrimento.  

Existe uma diferença enorme entre desejar, com amor e desapego, que o outro mude, e sentir uma necessidade que o outro mude. A primeira forma não nos traz sofrimento.  Já a segunda forma é uma fonte enorme e desnecessária de desgaste emocional.

Ao realizar o trabalho com a EFT, trabalhamos somente as nossas emoções de raiva, impotência, mágoa, frustração. Não temos como mudar o comportamento de outras pessoas. Mas ao dissolver essas emoções que carregamos, ficamos em paz independente da mudança do outro, e surge o desapego. É uma libertação enorme.

Boa parte das vezes, depois de dissolvermos profundamente nossas emoções negativas, vamos perceber que a forma de ser e agir da outra pessoa não tem nada que precise ser mudado.

Foi o que aconteceu quando atendi o caso do pai que  pensava que o filho deveria ter mais dinheiro. Depois de uma sessão de EFT, ele ficou em paz e parou de sentir que o filho tinha que ser “mais bem sucedido”. O resultado é que a relação dos dois melhorou bastante. Ele percebeu que era uma preocupação inútil, que depois ficou claro que era uma repetição de comportamento dos seus  pais. Ele também havia sido pressionado para ter muito sucesso profissional. O  que antes ele achava  que era necessário modificar, entendeu depois que era apenas uma projeção baseada em velhas crenças. Tudo isso era feito “por amor”.
Outras vezes vamos perceber que se estamos em um relacionamento que não é saudável, nós é que precisamos nos posicionar de forma diferente ao invés de esperar que o outro mude. Não fizemos isso ainda por conta de problemas na nossa autoestima. Precisamos então melhorar esse aspecto para que seja possível mudar nossas ações e nos fazer respeitar. Já em alguns casos, chegaremos a uma conclusão que o melhor para todos é o afastamento. E tudo isso pode ser feito sem trauma, sem raiva, sem lamentação, e com um profundo sentimento de compreensão e aceitação. 

Invariavelmente a conclusão que se chega é: quem tem que mudar sou eu. Se eu estou sofrendo, estressado querendo modificar o outro, eu sou a pessoa que precisa mudar, mas só se eu quiser parar de sofrer. O que preciso mudar? Os meus sentimentos. Dissolver a raiva, medo, impotência, ressentimento e necessidade que e outro mude. Isso é o que realmente nos deixa estressados. Preciso melhorar a minha autoestima e agir diferente. O outro só mudará se quiser, no dia que quiser.

Ao dissolvermos essa negatividade, nosso objetivo é alcançado: ficar em paz. Antes achávamos que isso dependia do outro, mas agora vemos que só poderemos encontrar esse estado da forma mais profunda e verdadeira, trabalhando nossos próprios sentimentos.

Dia 14 de julho, sábado das 9:00 ao 12:30, estarei ministrando um MiniCursoOnline de EFT (detalhes acessando o link abaixo):

http://www.eftbr.com.br/curso-online.asp?i=26

E para quem deseja uma experiência mais profunda com a EFT, ministrarei cursos presenciais de EFT nas seguintes cidades:

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