jovens

Pela garantia de uma vida digna aos nossos jovens, cerremos fileiras na divulgação deste alerta: Você sabe o que seu filho vai fazer hoje? Quando ele chegou em casa ontem você deu um abraço nele? Saiba que pelo amor aos pais e familiares a juventude moverá mundos e fundos! Pensem nisso!

Vejam que notícia triste nos trás  o jornalista da Folha de S. Paulo hoje, 18-07-2012: “Era 26 de março de 2010 quando o jovem Rafael Souza de Abreu, 16, virou mais um número para pesquisadores de segurança pública. Nessa data, ele foi morto com oito tiros perto da casa de um amigo em Santos (SP).
Segundo seu pai, o operador portuário José de Abreu, e a Promotoria, o rapaz foi confundido com um ladrão de uma loja de roupas e foi morto em represália a um furto que não praticou.
Assim, ele passou a ser um dos 8.686 adolescentes e crianças assassinados naquele ano e engrossou a lista que, desde 1980, aumentou 376%.”

Passados 34 anos poucos se lembram do maníaco James Warren, o “Jim” Jones (Crete, Indiana, 13 de maio de 1931 – Jonestown, 18 de novembro de 1978), líder de seita estadunidense e fundador da igreja Templo dos Povos (Peoples Temple), mentor do suicídio em massa da comunidade de Jonestown, na Guiana, em 18 de novembro de 1978, com o resultado de 918 mortes, em sua maioria por envenenamento. Jones pôs em prática o suicídio em massa de toda a comunidade de Jonestown, para o qual já havia feito treinamento anteriormente (embora tenha dito que o veneno não era real) em reuniões chamadas de “noites brancas”.Os membros da comunidade foram induzidos a beber um composto líquido (na forma de suco de sabor uva), contendo potássio, cloreto de cianeto e substâncias sedativas. Os que eram pequenos demais receberam na boca ou através de seringas.

A comoção foi geral por todo o mundo e não poderia ser diferente, pois 918 vidas haviam sido ceifadas por terem sido feitas reféns de um lunático.

E agora? Como ficou a comoção das pessoas com 8.686 adolescentes e crianças assassinados em 2010?

Não precisa ser especialista em comportamento humano para alertar que algo vai muito mal. Sendo gestado o bebê desfruta do aconchego do útero, quando nasce passa a viver num outro tipo de útero cercado de carinho e atenção, o útero familiar e quando se torna adolescente, ingressa numa espécie de terceiro útero ao ser lançado para fora do convívio íntimo com a família e passando a viver no útero social. Foi batendo de frente com as dificuldades de relacionamentos que nossos jovens estão sendo massacrados graças a indiferença não só dos familiares, mas de governos que se sucedem, verdadeiros Jim Jones, sem oferecer-lhes as oportunidades que  sonhavam ter.

Lembrem-se: Políticos e governos passam, e a vida de um filho?

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