divulgar…

Hospital do HOMEM, c/ todos os tipo de consulta e GRÁTIS

HOSPITAL DO HOMEM.
O Governo do Estado de São Paulo investiu R$ 2 milhões na compra de equipamentos de ultrassom, urologia, litotripsia (que destrói o cálculo renal através de ondas de impacto) para equipar o “Hospital do Homem”. O Hospital ocupa uma área de 1,1 mil m².

A unidade reúne especialidades médicas como Andrologia, Patologias da Próstata e Urologia, além dos núcleos de alta resultabilidade (check-up) e de ensino e pesquisa.

O Departamento de Patologias da Próstata é dividido em dois setores: diagnóstico e tratamento das DST, prostatites (infecções da próstata causadas por bactérias e vírus) e prevenção do HIV e HPV; e tumores (câncer  e hiperplasia benigna da próstata).

Já na área de Urologia, o Centro conta com profissionais de Nefrologia (hipertensão renovascular e transplante renal), Endocrinologia, Neurologia (disfunções da vesícula, uretrais e incontinência urinária) e urologias geriátrica e plástica.


Hospital do Homem

AV. BRIGADEIRO LUIS ANTONIO, 2.651.

JARDIM PAULISTA
São Paulo/SP

Telefones: (11) 3289-2421
FAX: (11) 3284-8650

AJUDE A DIVULGAR, MESMO SE VOCÊ NÃO RESIDA NA CAPITAL POIS É PÚBLICO E, POR DESCONHECER OS SERVIÇOS, O USO TEM SIDO PEQUENO.
NÃO JUSTIFICANDO O INVESTIMENTO, O HOSPITAL PODE SER FECHADO.

 

 

REPASSAR , CASO VC CONCORDE

 

É assim que começa.

Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de endereços,e pedir a cada um deles para fazer o mesmo.
Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.

Lei de Reforma do Congresso de 2011



(emenda à Constituição)
PEC de iniciativa popular:
Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)



“1. O congressista será assalariado somente durante o mandato.  Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido  para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.

2. O Congresso (congressistas e funcionários)  contribui para o INSS. Todo a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime  do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria  não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
3. Os senhores congressistas e assessores devem pagar seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4. Aos Congressistas fica vedado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.


5. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.
6. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.
7. Exercer um mandato no Congresso é uma honra e uma responsabilidade, não uma carreira.  Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.

8. É vedada a atividade de lobista ou de ‘consultor’ quando o objeto tiver qualquer laço com a causa pública. “

Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.

A hora para esta PEC é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO.

Se você concorda com o exposto, REPASSE.  Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.
Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO
para que possamos ajudar a reformar o Brasil.

 
 

NÃO SEJA ACOMODADO….. NÃO ADIANTA SÓ  RECLAMAR…NÃO CUSTA NADA REPASSAR……

José Cleber Costa Carvalho

 

 

7 lições de sucesso dos campeões olímpicos que podem ajudar sua carreira

Impossível olhar para eles e não perguntar: como conseguem?

 

 

Tamanho do texto:

Por Sílvio Celestino, www.administradores.com

 

 

Em época de Olimpíadas, olhamos esses semideuses descerem do Olimpo e nos encantarem com seus desempenhos inacreditáveis. Impossível olhar para eles e não perguntar: como conseguem?

O mundo se transforma a todo instante. Os mercados, as empresas e os indivíduos nunca permanecem os mesmos. Devido a essa transformação constante, que na maior parte do tempo é muito lenta e imperceptível, todos nós somos convidados a nos adaptar e nos transformar também. Estar consciente dessa realidade é que nos permite escolher. Aceitamos a transformação ou resistimos a ela?

Os que resistem à transformação imaginam que o mundo será como antes. Acreditam que as condições que permitiram seu sucesso no passado se repetirão e, portanto, não precisam se aprimorar, apenas esperar. Em geral, é o que fazem.

Já aqueles que aceitam a transformação, sabem que precisam se adaptar constantemente, pois seu aprendizado torna-se obsoleto a cada instante, e que ficar parado, nessa realidade, equivale a morrer em vida.

Aqueles que melhor se adaptam às transformações, em geral, são os que se tornam líderes. São eles que contribuem para o desenvolvimento dos demais, liderando um processo que também é transformador.

Nesse sistema de adaptação e melhoria contínua, é que observamos o quanto temos a aprender com os atletas olímpicos.

Imagem: Thinkstock

Seja treinável

Existem muitos cursos que se propõem a ensinar o profissional a ser líder. Não conheço nenhum que o ensine a ser liderado. Entretanto, para se desenvolver precisa de uma competência fundamental: ser treinável. Isso significa, conscientemente, abrir mão de se auto-orientar para receber o treinamento de alguém que, reconhecidamente, é capaz de auxiliá-lo a aprimorar-se.

O problema de alguém tentar fazer isso sozinho é que, provavelmente, não usará um método reconhecido. A consequência é que demorará muito para aprender, e o resultado será duvidoso.

Os melhores atletas são treináveis, dedicam-se ao treino de corpo e alma por anos a fio.

Aprenda a lidar com as frustrações

Mesmo que dois ou mais atletas desempenhem com perfeição sua modalidade, somente um será o campeão. Para competir, um atleta deve saber lidar com a derrota. Nesse sentido, significa aprender com ela. Na raiz da palavra competição está o conceito de que seu oponente dará o melhor de si, e você deverá fazer o mesmo. E, nesse exercício, ambos cooperarão para o aperfeiçoamento mútuo.

Em nossa cultura, as pessoas têm um relacionamento fatalista com a derrota. Como se ela fosse definitiva, vergonhosa e não devesse acontecer. Com esse pensamento, é difícil se aprimorar. A derrota é apenas um feedback para dizer ao indivíduo que, da forma como ele está fazendo, não funciona. Portanto, deve fazer de outro modo. Aumentar seu repertório e aprimorar-se.

Ganhar jogando mal

Um campeão não é aquele que se apresenta competindo bem o tempo todo, mas aquele que, mesmo em um dia infeliz, consegue vencer. Quando observamos os grandes, vemos claramente que são capazes de arrancar uma vitória em momentos em que não estão no seu melhor ou quando cometem erros. Isso exige reconhecer que somos humanos e, como tal, não estamos todos os dias em nosso melhor momento. Portanto, temos de aprender como fazer para arrancar o resultado necessário em um dia difícil.

Ganhar dos desonestos

No campo, assim como na vida, não temos condições de escolher 100% das pessoas com quem vamos nos relacionar. E encontraremos aquelas que não jogam pelas regras do jogo. Temos de identificá-las e ganhar delas também. Se não desenvolvermos essa competência, chegaremos ao fim de nossa carreira lamentando a má sorte de termos tido nosso tapete puxado.

Além de identificar essas pessoas de má índole em nosso campo de atuação, temos também de ter muito cuidado com os juízes. Isto é, aqueles que determinam o jogo, quando é falta e o que é válido. Refiro-me a líderes que deveriam saber que seu papel principal é desenvolver pessoas e assegurar as condições para que isso ocorra. Entretanto, muitas vezes são eles os elementos desonestos. Portanto, temos de ter habilidade para identificá-los e, na maioria das vezes, endurecer o jogo para que possamos sair vencedores nessas situações. Mas saiba que, no caso de juízes desonestos, por vezes a única saída é aceitar a derrota na partida e esperar a próxima oportunidade.

Treine todas as suas dimensões

Não adianta um atleta estar preparado fisicamente, mas ser fraco emocionalmente. O preparo mental é tão importante quanto o atlético. É fundamental que o atleta desenvolva a mente para suportar os rigores do treino e as pressões das situações desfavoráveis durante a competição. Um profissional na empresa deveria fazer o mesmo.

Em geral, as pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas e demitidas por seu comportamento. Nada causa mais dano à carreira do profissional que seu despreparo emocional, incapacidade de lidar com a política da organização e aceitar os paradoxos empresariais. Amadurecer significa percorrer uma estrada rigorosa, mas nem todos estão dispostos a fazê-lo.

Vença os desequilíbrios

A vida é injusta, acostume-se a isso. Nas competições, os atletas americanos possuem mais recursos que os demais. Na China, eles usam o esporte como propaganda política, portanto, há um apoio ao esporte muito mais intenso que no Brasil.

Em Londres são mais de 14.000 atletas e somente 302 medalhas de ouro. Não importa o quanto tenha se esforçado, a maioria voltará somente com a lembrança de ter participado do evento.

Se nós formos esperar por maiores e melhores políticas de incentivo ao esporte, recursos para educação e justiça para fazer o que tivermos de fazer para vencer, aguardaremos indefinidamente.

Em nossa carreira, com frequência, ocorre o mesmo: as dificuldades para estudar e graduar-se são enormes. A competição para ingressar nas empresas é brutal. Em seu interior, a pressão por resultados, as jornadas exaustivas e as cobranças são constantes. Isso sem falar nas deslealdades e condições desbalanceadas provocadas por paradoxos, políticas e favorecimentos. Acostume-se com isso. Não há empresa perfeita.

Vencer vale a pena

Competir é a essência do espírito olímpico. Mas competir para vencer. Ou seja, um atleta nos jogos deve competir para ser vencedor, e não somente para participar.

Na empresa, e de certo modo na vida como um todo, precisamos ser incansáveis, não nos paralisar diante do medo, recusar a ser insignificantes e nos recuperar dos fracassos.

A vitória é reservada somente para aqueles que não desistem. E vale cada segundo da jornada.

Vamos em frente!

PS: meu mais profundo respeito e agradecimento a todos os atletas brasileiros que nos representam na Olimpíada de Londres.

Silvio Celestinoé sócio-fundador da Alliance Coaching  e autor do livro “Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira”. No Twitter: @silviocelestino

 

 

 

O que os outros pensam  a seu respeito não é problema seu

O medo da reprovação pela opinião dos outros se manifesta de diversas maneiras: dificuldades em expressar opiniões, medo de fazer perguntas em sala de aula, dificuldades em pedir informações, necessidade de agradar os outros, medo de falar em público, dificuldades em impor limites e dizer não, medo das críticas , medo do ridículo, preocupação excessiva com a aparência, desconforto ao ficar no centro das atenções, necessidade de se defender ou de provar o contrário, levar tudo para o lado pessoal, e etc…

O que os outros pensam a nosso respeito não é problema nosso, mas agimos como se fosse. Situações onde somos julgados e nos sentimos incomodados servem apenas para nos mostrar pontos fracos na nossa autoestima.  O pensamento que passa pela cabeça  de outras pessoas costuma afetar as nossas emoções e comportamentos. Analisando friamente, é algo muito estranho. Temos medo  que alguém tenha uma opinião negativa a nosso respeito. Por que isso acontece?

Existe uma necessidade dentro de nós de ser reconhecido, aceito e aprovado. E quando não temos isso, surgem sentimentos desconfortáveis. O que ocorre, na verdade, é que quando não somos aprovados, isso traz a tona sentimentos de que não temos valor ou que não somos bons o suficiente. É um processo automático e inconsciente que nos torna dependentes da aprovação. Muitas vezes faremos de tudo para evitar opiniões negativas só para não entrar em contato com esses sentimentos.  

O problema não é o que pensam a nosso respeito. E sim, essa insegurança e sentimento de menos valia que guardamos. Quanto mais baixa a autoestima, mais seremos afetados pelas opiniões alheias pois haverá uma grande fragilidade dentro de nós. Dessa forma, precisaremos sempre  da confirmação exterior para nos sentirmos seguros.

Indo mais fundo, no final das contas, o problema é o que eu penso a meu respeito e como me sinto com relação a mim mesmo. Quando alguém me julga de uma forma negativa, automaticamente eu começo a me julgar e a não me achar uma pessoa tão boa assim. E é só por isso que a opinião de uma outra pessoa  me afeta. Quando me julgam da maneira positiva, automaticamente eu começo a me aprovar e isso me traz uma sensação temporária de bem estar. Buscamos então cada vez mais aprovação como uma tentativa equivocada de nos  sentirmos bem permanentemente.

Pessoas com uma autoestima mais elevada tem níveis de auto aceitação e auto aprovação bem maiores. Por isso, opiniões de terceiros terão pouco ou nenhum poder de afetar o seu estado emocional. Elas não medem o quanto valem baseadas na aprovação externa. Isso faz muita diferença e traz liberdade de ser e agir.

A necessidade de reconhecimento e aprovação vem da infância. A criança precisa do amor externo para que ela possa aprender a se amar.  Quando ela recebe muito amor e atenção dos pais, vai gradativamente amadurecendo e desenvolvendo o amor próprio e ficará cada dia mais independente de fontes externas para se sentir bem.

Entretanto,  em maior ou menor grau, todo os pais tem suas próprias dificuldades emocionais e acabam não conseguindo dar para a criança amor e aceitação incondicional. Por mais que se esforcem para fazer o melhor, suas ações estarão sempre inconscientemente contaminadas com sua falta de amor próprio (que também teve origem na infância). Não se trata de ter ou não boas intenções. Assim, a criança não amadurece totalmente e guarda dentro dela uma necessidade de aprovação externa pela vida adulta.

Podemos reagir com tristeza aos julgamentos. Mas em alguns casos vamos reagir de forma agressiva, com raiva e irritação. Em todos os casos, essas reações demonstram nossas fragilidades. Alguém seguro de si mesmo não precisa provar nada, nem precisa tentar mudar a opinião de ninguém. Caso seja necessário emitir seu ponto de vista, poderá fazer isso de uma forma muito firme e tranquila.

Felizmente é possível se curar, não importa o quanto a infância tenha sido complicada. Podemos usar a EFT para nos ajudar profundamente a dissolver essa insegurança. A forma mais adequada de se fazer isso, é aplicar EFT para limpar os sentimentos de lembranças do passados onde sentimos: rejeição, abandono, falta de reconhecimento, críticas e os mais diversos eventos que tenham contribuído para baixar a nossa autoestima.

Ao dissolver essas emoções, aquela necessidade infantil de reconhecimento e aprovação vai gradativamente desaparecendo e nos tornamos adultos mais maduros e emocionalmente seguros.

Algumas vezes o julgamento das pessoas é totalmente injusto e equivocado. Podemos até perceber que aquela pessoa está sendo influenciada pelo seu desequilíbrio emocional. Ainda assim, nossos sentimentos podem ser afetados, dependendo do tamanho da nossa insegurança . Quanto mais baixa a autoestima, mais os julgamentos nos parecem algo real e pessoal. Quando a autoestima aumenta, as opiniões de terceiros começam a parecer algo distante, impessoal, e vemos com mais clareza o que é “viagem” da pessoa julgadora e o que pode ser verdadeiro.

É possível também que a nossa insegurança nos faça distorcer a forma de interpretar uma opinião de alguém a nosso respeito nos levando a exagerar e a ver coisas onde não existem. Um olhar ou uma frase qualquer pode ser interpretada como uma crítica. A medida que aplicamos EFT, os nossos filtros emocionais de insegurança vão sendo eliminados e começamos a enxergar as situações na devida proporção

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Uncategorized. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s