aplicativos…

13 de agosto de 2012, às 15h12min

A rendição aos aplicativos: a web vai morrer?

Num mundo que será dominado pela mobilidade e telas pequenas, objetividade, rapidez e utilidade serão as palavras-chave, acredite você ou não que a web está morta

Afirmar que estamos cada vez mais dependentes de nossos celulares é comprovar o óbvio. Passageiros em ônibus e trens, pessoas andando nas ruas, em corredores de shoppings e infelizmente motoristas em seus veículos, colocando em risco vidas além da própria. Um fato que me tem chamado a atenção é a revolução silenciosa, baseada em teclados QWERTY e principalmente toques em telas sensíveis de smartphones. Tráfego de dados em vez de voz parece ser a tendência – apesar da modalidade pré-paga e das promoções insanas tipo: pague pouco e fale muito, as quais têm colocado o sistema de telefonia celular em xeque.

Para comprovar tal movimento, trago dados da consultoria Strategy Analytics, segundo a qual foram habilitadas mundialmente, no 2° trimestre, 154 milhões de smartphones, ou seja, um aumento de 42,1% comparado com o mesmo trimestre do ano anterior. Não obstante os resultados positivos, há ainda muito espaço para crescimento, considerando a penetração de 37,9% no volume total de celulares. Quanto aos tablets, 25 milhões de unidades foram adicionadas, com crescimento de 66,2%. Em ambos os casos a Apple ainda lidera, porém o crescimento da plataforma aberta Android é algo notável e preocupante para a marca criada por Jobs.

Esta migração dos desktops e notebooks para tablets e smartphones trouxe consigo o conceito de mobilidade, na qual informações e soluções estarão cada vez mais na palma das mãos dos usuários, literalmente. Tal mudança fez com que Chris Anderson, editor-chefe da renomada revista Wired, mencionasse em seu controverso artigo: The web is dead, que o acesso à internet através de navegadores tipo Explorer, Firefox e Chrome será cada vez menor, enquanto crescerá via aplicativos ou Apps.

Apesar das críticas pelo tom alarmista do texto, prestar atenção aos comentários do criador de termos como Cauda Longa e Freemium, duas tendências comprovadas no mundo digital, é no mínimo prudente. Modelos de negócios como Netflix, no qual os grandes hits foram substituídos por milhares de filmes e a rede social de negócios Linkedin, onde uma pequena parte de assinantes paga o custo da maioria, comprova a visão futurista de Anderson.

Um marco que corrobora tal afirmação ocorreu nos Estados Unidos, onde o tempo despendido pelos internautas em aplicativos foi maior que o gasto em browsers, pesquisando a web. Intrigante a princípio, pode ser comprovado por você mesmo caso possua um smartphone ou tablet. Conte quantos Apps baixou em seu aparelho nos últimos tempos. Jogos, compras, previsão de tempo, mapas, filmes, notícias, entretenimento, serviços financeiros, músicas e redes sociais. Duvido muito que não tenha pelo menos dois ou mais dos aplicativos: Angry Birds, Google Maps, Fruit Ninja, Talking Tom Cat, Twitter, Skype, iBooks e Facebook, verdadeiros hits da web. Compare agora com o tempo que passa navegando na web. Goleada para os Apps, os quais tem se tornado motivo de conversa em diversas rodas de amigos e conhecidos.

Empresários têm uma grande chance neste promissor segmento. O site da Apple, por exemplo, conta com mais de 550 mil opções, enquanto o Google Play 450 mil e o Windows Phone Marketplace com 90 mil. Saliento que as oportunidades vão muito além de Apps voltados para pessoas físicas. O filão corporativo é também muito interessante, no qual desenvolvedores criam soluções para empresas aumentarem sua produtividade, reduzirem seus custos e atenderem melhor seus clientes, considerando que grande parte da força de vendas e operações hoje trabalha com dispositivos móveis em seu dia-a-dia, sejam smartphones, tablets, notebooks ou coletores de dados.

As empresas, a possibilidade de se aproximarem de seus consumidores através de aplicativos que facilitem seu dia a dia, promovendo seus produtos ou serviços diretamente ou indiretamente através de assuntos correlacionados. Trânsito, saúde, segurança, receitas, viagens, bem-estar e economia são alguns exemplos. Num mundo que será dominado pela mobilidade e telas pequenas, objetividade, rapidez e utilidade serão as palavras-chave, acredite você ou não que a web está morta.

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Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.
Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.
Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia call farma, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.
Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
– O que você quer? – perguntou o farmacêutico irritado. – Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.
– Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. – Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
– Desculpe, não entendi. – disse o farmacêutico.
– O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
– Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. – explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
– Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
– Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
– Quanto você tem? – perguntou o senhor da cidade grande.
– Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. – E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
– Mas que coincidência! – disse o homem sorrindo. – Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
– Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.
Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecime ntos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
– Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! – Mais a fé de uma criancinha.
Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.
Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola pra frente!
Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você POIS HOJE É O DIA DO MILAGRE DELE!
Se você recebeu este email Deus tem um milagre para você!!!!!
DE DEUS PARA VOCÊ.
Quando você estiver triste… Vou secar suas lágrimas.
Quando você estiver com medo… Eu lhe darei conforto.
Quando você estiver preocupado… Vou dar-lhe esperança.
Quando você estiver confuso… Vou ajudá-lo a enxergar.
E quando você está perdido… E não pode ver a luz,
Vou ser o seu farol… Brilhando cada vez mais.
Este é o Meu juramento… Prometo até o fim…
Por que? Você pode perguntar… Porque você é Meu amigo.
Assinado: JESUS
Instantaneamente quando você receber essa mensagem, você está sendo requisitado de enviá-la para as pessoas, incluindo a pessoa que a enviou a você.

 

 

 

 

07/08/2012 – 06h00

TIM derruba sinal de propósito, diz Anatel

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ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA

Relatório da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) acusa a TIM de interromper de propósito chamadas feitas no plano Infinity, no qual o usuário é cobrado por ligação, e não por tempo.

Outro lado: operadora diz que rede está sendo ampliada

A agência monitorou todas as ligações no período, em todo o Brasil, e comparou as quedas das ligações de usuários Infinity e “não Infinity”.

A conclusão foi que a TIM “continua ‘derrubando’ de forma proposital as chamadas de usuários do plano Infinity”. O documento apontou índice de queda de ligações quatro vezes superior ao dos demais usuários no plano Infinity -que entrou em vigor em março de 2009 e atraiu milhares de clientes.

O relatório, feito entre março e maio, foi entregue ao Ministério Público do Paraná.

“Sob os pontos de vista técnico e lógico, não existe explicação para a assimetria da taxa de crescimento de desligamentos [quedas de ligações] entre duas modalidades de planos”, diz o relatório.

O documento ainda faz um cálculo de quanto os usuários gastaram com as quedas de ligações em um dia: no dia 8 de março deste ano, afirma o relatório, a operadora “derrubou” 8,1 milhões de ligações, o que gerou faturamento extra de R$ 4,3 milhões.

Durante as investigações, a TIM relatou ao Ministério Público que a instabilidade de sinal era “pontual” e “momentânea”.

A operadora citou dados fornecidos à Anatel para mostrar que houve redução, e não aumento, das quedas de chamadas -as informações, no entanto, foram contestadas no relatório da agência.

A Anatel afirma que a TIM adulterou a base de cálculos e excluiu do universo de ligações milhares de usuários com problemas, para informar à agência reguladora que seus indicadores estavam dentro do exigido.

A agência afirma, por exemplo, que a operadora considerou completadas ligações que não conseguiram linha e cujos usuários, depois, receberam mensagem de texto informando que o celular discado já estava disponível.

NOVA PROIBIÇÃO

Com base nos dados, o Ministério Público do Paraná pede a proibição de vendas de novos chips pela TIM no Estado, o ressarcimento de consumidores do plano Infinity no Paraná por gastos indevidos e o pagamento, pela empresa, de indenização por dano moral coletivo.

A TIM já havia sido suspensa no Estado no final de julho, quando a Anatel proibiu as vendas de novos planos das operadoras com maior índice de reclamação em cada Estado. Além do Paraná, onde o índice era de 26,1 reclamações a cada 100 mil clientes, a operadora obteve o pior resultado em 18 unidades federativas.

Editoria de arte/Folhapress

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Felicidade Realista

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor… Não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar.

É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.

A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.

A Felicidade transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

Autor: Mário Quintana.

www.planetamais.com.br

Por um Mundo Melhor!

 

 

 

Pra gente ver que a política é a mesma há mais de 2 mil anos…

Como diz o Dr. Newton, preparem-se para viver em um país quebrado após esses jogos.
CARTA DO IMPERADOR VESPASIANO (41 DC) PARA SEU FILHO TITO (79 DC)
“Onde o povo prefere pousar seu clunis: numa privada, num banco de
escola ou num estádio?” Futebol também é cultura. Hoje, para júbilo e
gáudio dos amantes das letras clássicas, divulgo uma carta do
imperador Vespasiano a seu filho Tito.

(Clunis são nádegas em latim.)


Vamos a ela:

22 de junho de 79 d.C. Tito, meu filho, estou morrendo. Logo eu serei
pó e tu, imperador.

Espero que os deuses te ajudem nesta árdua tarefa,
afastando as tempestades e os inimigos, acalmando os vulcões e os
jornalistas. De minha parte, só o que posso fazer é dar-te um conselho: Não pare a construção do Colosseum.

Em menos de um ano ele ficará pronto, dando-te muitas alegrias e infinita memória.
Alguns senadores o criticarão, dizendo que deveríamos investir em esgotos e
escolas. Não dê ouvidos a esses poucos. Pensa: onde o povo prefere
pousar seu clunis: numa privada, num banco de escola ou num estádio?

Num estádio, é claro.
Será uma imensa propaganda para ti. Ele ficará no coração de Roma per
omnia saecula saeculorum
, e sempre que o olharem dirão: Estás vendo
este colosso? Foi Vespasiano quem o começou e Tito quem o inaugurou?

Outra vantagem do Colosseum: ao erguê-lo, teremos repassado dinheiro
público aos nossos amigos construtores, que tanto nos ajudam nos
momentos de precisão. Moralistas e loucos dirão, que mais certo seria
reformar as velhas arenas. Mas todos sabem que é melhor usar roupas
novas que remendadas. Vel caeco appareat (Até um cego vê isso).

Portanto, deves construir esse estádio em Roma.

Enfim, meu filho, desejo-te sorte e deixo-te uma frase: Ad captandum
vulgus, panem et circenses
(Para seduzir o povo, pão e circo).

Esperarei por ti ao lado de Júpiter.
PS: Vespasiano morreu no dia seguinte à carta. Tito não inaugurou o
Coliseu com um jogo de Copa, mas com cem dias de festa. Tanto o pai
quanto o filho foram deificados pelo senado romano.

Assim como a gente de Brasília construirá monumentais estádios em
Natal, Cuiabá, Manaus e São Paulo, mesmo que nem haja ludopédio (
jogo de futebol) por esses
lugares. Só para você ter uma ideia, o campeonato de Mato Grosso teve
média inferior a mil pessoas por partida, e a Arena Pantanal, em
Cuiabá, terá capacidade para 43.600 espectadores. Em Recife haverá um
novo estádio, mas todos os grandes clubes já têm o seu. Pior será a
arena de Manaus: terá 47 mil lugares e, no campeonato estadual,
juntando os 80 jogos, o público total foi de 37.971.
As gentes da Terra Papagalli não ligaram nem mesmo para o exemplo dos
sul-africanos, que construíram cinco novos estádios e quatro são deficitários.

O pão e o circo continuam…

Como devo ir à minha Loja hoje?

Devo me preocupar com minha roupa?

Devo me preocupar com meus sapatos?

Devo me preocupar com meus Irmãos?

Devo me preocupar com aquilo que vamos ter no copo d’água?

Devo me preocupar com…

Sim, meus Irmãos, devo me preocupar com minha roupa, pois a indumentária maçônica é clara em pedir que seja calça preta, camisa branca, paletó preto e gravata preta, mas tolera que seja calça preta ou jeans, com camisa branca sob o balandrau…

Os sapatos deverão ser pretos, em qualquer circunstância…

A meus Irmãos, devo sempre estar de bom humor, sensível muitas vezes a ajudá-los, pois eles podem precisar de mim, podem precisar de um ombro amigo, ou melhor, de um ombro

Irmão… Assim como posso precisar deles também…

Pelo copo d’água… Pois bem o Ir.·. fulano de tal, vai caprichar, eu sei… Ele sempre capricha… Porque hoje seria diferente?

Mas, o mais importante, eu me esqueci até aqui; eu devo me preocupar primeiro em ser uma pessoa diferente, uma pessoa que vou para a sessão somar, somar e somar, e não ser mais um, ser apenas mais um…

Devo deixar os meus preconceitos fora da sessão, ou melhor, não deveria nem tê-los, pois um maçom, no dia de seu nascimento deixou isso tudo para trás, deixou os vícios, e os males para trás, pois nesse exato momento morreu o homem profano, e nasceu o homem maçom, que nasceu para combater o despotismo, a ignorância, os preconceitos e os erros, para glorificar a verdade e a justiça, para promover o bem-estar da Pátria e da Humanidade, levantando Templos à Virtude e cavando masmorras ao vício.

Esse é o ideal do homem maçom, é assim com essa premissa que devo vir à loja hoje, pois só assim serei completo, serei pleno, serei MAÇOM.

Toda reunião deixo meu lar, minha esposa, meus filhos, e venho aqui. Venho me juntar a meus Irmãos, porém o que faço, quando estou aqui?

O que eu faço para ajudar meu semelhante, que não conseguiu ter aquilo que é o mínimo para se viver?

O que eu faço para ajudar as pessoas que muitas vezes batem à minha porta, e eu não atendo?

O que eu faço para ajudar meus próprios Irmãos, que necessitam de mim?

Se eu faço algo de bom, ótimo.

Se eu não faço nada, péssimo.

Afinal, eu posso dizer, “não tenho nada com isso!”

E, posso deitar e dormir em paz? Posso dizer que fui um bom Maçom nesse dia? Posso dizer “Poxa, alguém me pediu ajuda, e eu pude fazer algo para diminuir sua dor!” Posso?

Ou simplesmente, vou pensar: “Ora, era um simples mendigo batendo em minha porta”.

Lembrem-se que quando aceitei fazer parte da maçonaria, sabia que teria de ajudar, claro que primeiros os Irmãos, mas principalmente as pessoas mais necessitadas da sociedade.

Inclusive isso faz parte da premissa da Ordem: “Fazer o bem sem olhar a quem”.

A maçonaria não é nada se eu não fizer alguma benemerência.

Se estou aqui hoje, é porque sou uma pessoa que fui destacada, que fui pinçado na sociedade porque era diferente, era voltado para a filosofia que a maçonaria prega; por isso fui um dos “ESCOLHIDOS”.

Devo me lembrar que a Maçonaria me escolheu, e devo deixar a Maçonaria entrar em meu coração, pois só assim saberei como devo vir à loja hoje.

E devo vir à loja hoje, desprovido de qualquer resignação, de qualquer inveja do mundo profano, de qualquer raiva, de qualquer coisa que me atrapalhe para ter uma sessão justa e perfeita, pois a um maçom não se permite que tenha falhas, apesar de humano, o maçom é feito e treinado para resistir às tentações profanas.

É assim despojado de qualquer vício, despojado até de minhas roupas se for necessário, devo estar presente na sessão, como no dia de minha iniciação, “nem nu, nem vestido, despojado de todos os metais, porque sou livre e de bons costumes”, e assim humildemente fui admitido aos Augustos Mistérios.

É assim…

É assim…

Humilde, porém vitorioso, pleno, que devo vir à sessão hoje…

Sempre…

Sempre assim…

Nunca de outro modo!!!

(desconheço o autor)

Jair Duarte – MI – MRA – 33º REAA

Membro da Comissão de Economia e Finanças – GLESP

ARLS 7 de Setembro nº 45

Or.·. Santos – SP

Reuniões às Segundas-Feiras – 20hs

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