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Nº 17 | 2012

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Novidade

A falta de sono e seus efeitos sobre o cérebro

Novidade | A falta de sono e seus efeitos sobre o cérebro

Foto: Reprodução internet

As noites em claro ou mal dormidas afetam diretamente o bem-estar de uma pessoa e, se isso se tornar uma rotina, pode afetar seriamente a saúde do cérebro. A falta de sono é um estresse forte para o cérebro e causa uma série de problemas, inclusive de memória, pois é durante o sono que o cérebro consolida as novas informações adquiridas no dia e as armazena como memória.

Estudos recentes descobriram que, além de deixar o raciocínio mais lento, a falta de uma boa noite de sono também aumenta a vontade de comer, ou seja, dormir mal pode ajudar a engordar. Mas há cientistas tentando tirar proveito dos efeitos negativos da privação de sono sobre o cérebro, usando-os como tratamento para pessoas que passam por situações muito traumáticas, como forma de se reduzir o risco de desenvolvimento de doenças psicológicas.

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Desafio

Costurando

Desafio

Você deve encontrar a palavra que está oculta nesta confusão de letras. A única regra é que as letras da palavra precisam estar em casas contíguas na horizontal, vertical ou diagonal. Além disso, você não poderá usar a mesma casa duas vezes.
Dicas:
– tem 8 letras
– pertence ao tópico “Família”
– letras na diagonal não são permitidas
Confira a resposta na newsletter da próxima semana.

Resposta

Resposta da semana anterior:
RESISTOR

Jogo em Destaque

Pegue as joaninhas

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Categoria

Atenção

Jogo em Destaque | Pegue as joaninhas

 

Em algumas culturas, joaninhas são um sinal de boa sorte. Este exercício, entretanto, não depende de sorte. Clique o mais rápido possível sobre as joaninhas que surgem aleatoriamente na tela. O desafio é que quanto mais joaninhas você pega, menores elas se tornam e mais rapidamente desaparecem. Múltiplos níveis tornam este desafio ainda mais divertido, conforme outros insetos aparecem na tela para distraí-lo. Concentre-se em sua tarefa e resista às distrações.

Nossa capacidade de prestar atenção e processar todos os detalhes de um objeto é limitada a apenas uma coisa de cada vez. Isso quer dizer que recebemos permanentemente muitos mais estímulos do mundo que nos rodeia do que o cérebro consegue processar simultaneamente. Na prática, essa limitação não é ruim, pois a maioria dos estímulos não são importantes ou relevantes – são, ao contrário, meras distrações. Idealmente, deveríamos gastar mais tempo e recursos mentais processando o que é de fato importante, e menos tempo nos ocupando com as distrações. É exatamente isso o que conseguimos prestando atenção: selecionar o que é realmente importante, enquanto os distratores são ignorados. Esse jogo exige muita atenção e boas habilidades visuo-espaciais.

A atenção pode ser definida como o processo cognitivo de seleção de um aspecto do ambiente para processamento mental detalhado, enquanto todos os outros são ignorados. Você precisa de atenção para atravessar a rua, para se concentrar nas notícias da televisão enquanto as crianças brincam por perto, ou quando trabalha enquanto os colegas conversam ao redor. Sem a capacidade de focalizar sua atenção, você pularia constantemente de uma atividade para outra, seguindo simplesmente o que fosse maior, mais brilhante, colorido ou barulhento. Você pode não notar, mas escolher o que você faz a cada instante requer direcionar o foco da sua atenção, ignorando distrações. Como a atenção é uma habilidade que pode ser treinada, este exercício pode ajudar você a manter seu foco no que desejar.

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HOSPITAL DO HOMEM.

O Governo do Estado de São Paulo investiu R$ 2 milhões na compra de equipamentos de ultrassom, urologia, litotripsia (que destrói o cálculo renal através de ondas de impacto) para equipar o “Hospital do Homem”. O Hospital ocupa uma área de 1,1 mil m².

A unidade reune especialidades médicas como Andrologia, Patologias da Próstata e Urologia, além dos núcleos de alta resultabilidade (check-up) e de ensino e pesquisa.

O Departamento de Patologias da Próstata é dividido em dois setores: diagnóstico e tratamento das DST, prostatites (infecções da próstata causadas por bactérias e vírus) e prevenção do HIV e HPV; e tumores (câncer e hiperplasia benigna da próstata).

Já na área de Urologia, o Centro conta com profissionais de Nefrologia (hipertensão renovascular e transplante renal), Endocrinologia, Neurologia (disfunções da vesícula, uretrais e incontinência urinária) e urologias geriátrica e plástica.

Hospital do Homem

AV. BRIGADEIRO LUIS ANTONIO, 2.651.

JARDIM PAULISTA

São Paulo/SP

Telefones: (11) 3289-2421

FAX: (11) 3284-8650

AJUDE A DIVULGAR, MESMO SE VOCÊ NÃO RESIDA NA CAPITAL POIS É PÚBLICO E, POR DESCONHECER OS SERVIÇOS, O USO TEM SIDO PEQUENO.

NÃO JUSTIFICANDO O INVESTIMENTO, O HOSPITAL PODE SER FECHADO.

   
   

 

Assunto: Ministro Joaquim Barbosa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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           Praticamente contra todos, especialmente contra o maquiavélico PTista Lewandowsky, ele bateu pé em sua metodologia e, finalmente, emplacou o esquema de julgamento do mensalão por “blocos isolados e independentes de crimes” e, não,  por um julgamento globalizado que enfraqueceria sobremodo a acusação!

           Com calma, em um linguajar acessível,  crime por crime, provas por provas, Barbosa vai “encantoando” esses criminosos e obrigando os demais Ministros a os julgarem e rejulgarem por inúmeras vezes ! 

            Agora, provavelmente, não haverá como passar por cima do esquema criminoso arquitetado pelo PT e por seus caciques! 

É somente lamentável que não estejam também no banco dos réus, outros criminosos de igual magnitude, como Lulla, Gushiken, Gilberto Carvalho e outros ! . . . . .

Márcio Dayrell Batitucci

Método de Barbosa incomoda réus porque dá lógica ao mensalão e realça tese da quadrilha

Josias de Souza

A confirmação de que o julgamento do mensalão seguirá o modelo preconizado pelo ministro Joaquim Barbosa deixou em polvorosa os advogados dos réus. Não é difícil entender as razões. Submetido à fórmula do relator, o processo ganha lógica, realça a tese de formação de quadrilha e tonifica a hipótese de condenações em série.

Com pequenos ajustes, Barbosa refaz agora o desenho que esboçara em agosto de 2007, quando o Supremo converteu a denúncia do menalão em ação penal. Naquela ocasião, o relator subverteu a ordem da peça acusatória da Procuradoria Geral da República. Abriu o seu voto pelo capítulo 5.

Por quê? Era nesse trecho que a denúncia do então procurador-geral Antonio Fernando de Souza tratava da fonte do dinheiro que abastecera o caixa clandestino do PT. Na sequência, Barbosa recuou para o capítulo 3, no qual esmiuçavam-se os casos de desvio de verbas públicas.

Engenhoso, o ministro deixou por último os capítulos mais controversos. Acomodou no final da fila o pedaço da denúncia que tratava do chamado “núcleo político” da brigada do mensalão, aquele em que José Dirceu e a cúpula do ex-PT foram acusados de formação de quadrilha.

Do modo como fatiou a denúncia, Barbosa favoreceu a compreensão do escândalo. A apresentação do capítulo anterior como que iluminava os meandros do capítulo subsequente. O relator obteve um êxito fulgurante. Seu voto tinha 430 páginas. Em ponteiros corridos, o julgamento consumiu 36 horas. Em dias, foram cinco. Cada ministro votou 112 vezes. A posição de Barbosa prevaleceu em todas as votações –em 96 delas por unanimidade.

Concluída a análise da denúncia, foram ao banco dos réus todos os 40 acusados. Três saltaram para fora dos autos –um por morte, outro por acordo e um terceiro, na semana passada, pelo reconhecimento de um erro processual do STF. Sobraram 37. Agora, o voto de Barbosa ocupa cerca de 1.200 folhas. Iniciado em 2 de agosto, o julgamento deve invadir o mês de setembro.

Ao inaugurar a leitura do novo voto, na quinta-feira (16), Barbosa promoveu um ajuste sibilino. Dessa vez, escolheu para a abertura o capítulo 3, aquele que trata do desvio de verbas públicas. Na fila de 2007, era o segundo item. Na sequência, virá o trecho que cuida da fonte de recursos do mensalão, que era o primeiro na votação anterior. Inclui os contratos do fundo Visanet, que o Banco do Brasil confiou às agências de Marcos Valério.

A inversão não altera a lógica do voto relator. Novamente, Barbosa dá prioridade às verbas. Esmiuçada a origem, virá a seguir a lavagem de dinheiro atribuída a Marcos Valério e seus ex-sócios e aos ex-dirigentes do Banco Rural. Depois, a imputação de gestão fraudulenta de instituições financeiras, trecho em que estão incluídos os supostos empréstimos contraídos pelo PT no Rural e no BMG.

Em seguida, serão julgados os crimes de corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro de que são acusados os políticos dos quatro partidos que receberam dinheiro do esquema. No item seguinte, a lavagem de dinheiro que a Procuradoria acomoda sobre os ombros de parlamentares do PT e de um ex-ministro de Lula: Anderson Adauto (Transportes).

No penúltimo naco do voto de Barbosa aparecem Duda Mendonça e a sócia dele, Zilmar Fernandes, que respondem por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Só então sobrevirá o grand finale: o julgamento dos três petistas acusados pela Procuradoria de formar a quadrilha: José Dirceu, descrito como “chefe da organização criminosa”, e seus dois “comparsas”: José Genoino e Delúbio Soares.

No encadeamento de Barbosa, a plateia vai recompondo aos pouquinhos o papel de cada personagem na cena do escândalo. De um modo que, ao final, torna-se difícil digerir o lero-lero segundo o qual o mensalão é uma farsa e a quadrilha é uma lenda. Difícil também engolir a versão de que a mula não teve cabeça.

“Os encontros entre Dirceu e a cúpula do Banco Rural reforçam a tese de que o denunciado tudo sabia”, disse o Joaquim Barbosa de 2007. É improvável que o relator de 2012 tenha mudado de opinião. Sobre o esquema como um todo, o relator expressou-se assim há cinco anos:

“Os fatos são claríssimos. Membros de uma gremiação [PT] resolvem distribuir recursos a membros de outras agremiações. Tratativas acontecem e esses recursos são firmados sem registro. Se isso não caracteriza formação de quadrilha, teremos muita dificuldade daqui para a frente.”

O linguajar do relator destoa do juridiquês usualmente empregado no Supremo. Barbosa é minucioso na descrição e direto na qualificação dos crimes. A votação fatiada assusta os réus porque os outros ministros terão de se pronunciar sobre cada capítulo sob a atmosfera aziaga propiciada pelo estilo do relator.

Na sessão de quinta-feira, quando Barbosa pegou em lanças pela manutenção do modelo fatiado, José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello, a ex-presidente do Banco Rural, foi à tribuna para transmitir a “perplexidade” dos defensores dos réus com “o risco de ver rompido o caráter unitário desse julgamento.”

Revisor do processo, o ministro Ricardo Lewandowski, recorreu ao regimento interno do Supremo para expressar a mesma preocupação. Citou o artigo 135: “Concluído o debate oral, o presidente tomará os votos do relator, do revisor e dos outros ministros, na ordem de antiguidade…”

Lewandowski arrematou: “Nao há no regimento nenhuma menção a fatiamento.” No afã de se contrapor ao relator, o revisor não se deu conta de que incorreu numa bobagem. O fatiamento não avilta a ordem. Apenas altera a forma. O pronunciamento dos ministros se dará exatamente como prescreve o regimento: primeiro o relator, depois o revisor, os outros na sequência –dos mais novos para os mais antigos.

A única diferença é que, em homenagem ao bom senso, em vez de ocupar o microfone uma única vez, cada ministro votará várias vezes. Percebendo-se em minoria, Lewandowski teve de refluir. Na sessão de segunda-feira, será convidado a dizer o que pensa sobre o primeiro capítulo desfiado por Barbosa.

Nesse trecho, Barbosa condenou quatro réus. Entre eles o deputado petista João Paulo Cunha (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato) e Marcos Valério (corrupção ativa e peculato). O revisor pode ter recolhido dos autos conclusões diversas. Melhor e mais prático que as exponha logo –na lata, como se diz.

Falta agora definir o momento em que os réus eventualmente condenados conhecerão o tamanho das respectivas penas. Se Barbosa for seguido também nesse tópico, os castigos serão fixados apenas no final do julgamento.

 

MAGIC SHOW -fNÃO DEIXE DE VER SHOW !!!!!!!!!!!!!! 

Das muss man anschauen!!!

(Que você tem que olhar para)

http://www.youtube.com/watch_popup?v=sKns1uatyNg&vq=medium

 
 
   

Palavra do Grão-Mestre Geral do GOB

Dia do Maçom

Nesta segunda feira (20.08) comemoramos o dia do maçom. Em homenagem a todos vocês irmãos, a equipe de comunicação do Grande Oriente do Brasil entrevistou o Grão-Mestre Geral do GOB Soberano Irmão Marcos José da Silva que falou um pouco da importância da data e do que representa o maçom diante das tradições e da modernidade.
O dia do maçom é uma data em homenagem aos irmãos. O que representa para o senhor esta data?
Marcos José da Silva
– Na minha concepção simplória, o dia do maçom é todo dia, porque as atividades envolvidas nas lojas maçônicas são diárias em todas as partes do Brasil e do mundo e em todas as horas. As finalidades da maçonaria e os princípios da nossa instituição estão constantemente sendo revisados e revividos de tal forma que nós temos na realidade, a maçonaria em tempo integral. Pensamos o dia do maçom como um dia para ser histórico, simbólico e lembrado. Mas aos nossos irmãos é importante que saibam que todo o dia é dia do maçom.
Qual o papel do maçom na atualidade? Qual seria a melhor maneira do irmão entender a modernidade que ele vivencia com todas as novidades que surgem e manter as tradições que a maçonaria também considera?
Marcos José da Silva
– A maçonaria considera a moral espiritual, a presença da pessoa e o respeito à pessoa. O conceito principal da maçonaria é o da moralidade e este permanece. Esse aspecto maçônico em si, por mais que haja modernidade e grandes transformações em qualquer que seja o sentido, o princípio da moral maçônica é sempre o mesmo e será sempre mantido. Conceitos modernos considerados imorais ontem, nos dias atuais são considerados normais, alguns fatos são novos, e nós maçons observarmos.
A modernidade na maçonaria é procurarmos nos adequar aos novos fatos de tal forma que podemos nos moldar a eles, mas com uma visão muito mais ampla. Socialmente falando o sentido de moral varia de acordo com a concepção que se tem com o passar do tempo. E o pensamento e atitudes são uma questão também de foro íntimo, pois a imoralidade às vezes não está em quem pratica, mas em quem pensa em quem pratica, que é o que eu chamo de hipocrisia, a pessoa criticar algo que na realidade ela já fez ou faz. A maçonaria não se envolve nesse aspecto.
Nos preocupamos em dar assistência as pessoas, ao relacionamento pessoal,  que para nós é importante ao todo e não fatos isolados em termos de modernidade. A maçonaria está atenta a isso e busca difundir e influenciar boas ideias. Algumas pessoas também começam a achar que maçonaria pode resolver os problemas da modernidade e não é assim. Nós maçons tentamos oferecer mecanismos e ferramentas para que cada um possa se autoaprimorar e nesse contexto levamos em consideração aspectos importantes, quando a pessoa entra na maçonaria e com o passar do tempo como ela vai moldando a sua internalidade em termos de conhecimento e aprimoramento para seu crescimento pessoal.
Para finalizar gostaríamos que deixasse uma mensagem para os maçons nesse dia de comemorações.
Marcos José da Silva
– Em termos de Grande Oriente do Brasil (GOB) é mais um motivo de grande alegria, pois neste ano em que comemoramos os 190 anos é muito bom celebrarmos este grande feito para os irmãos. O momento histórico é outro, os desafios são outros, mas nem por isso poderemos esmorecer. Temos novas fronteiras e iremos alcançar novos limites e, acima disso, temos consciência de que a maçonaria, apesar de antiga, continua se modernizando, através de seus membros, suas ações e de um sentimento cada vez mais renovado e puro de brasilidade. Esse é o sentimento que externo a todos os irmãos nesse dia do maçom tão importante para todos nós.

20.08.2012

Marcos José da Silva
Grão-Mestre Geral

Sec:. Geral de Comunicação e Informática

 

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