Descobrimento da América

Cristovão Colombo….

Cristóvão Colombo só pôde descobrir a América porque ERA SOLTEIRO! 

Se ele tivesse tido uma esposa, seria obrigado a ouvir coisas assim e teria desistido: 


– E por que é você que tem que ir? 
– E por que não mandam outro? 
– Você vê tudo redondo!  
– Você está louco ou é idiota? 
– Você não conhece a minha família e quer ir descobrir o novo mundo! 
– E só vai homem nessa viagem? Acha que eu sou idiota?
– E por que eu não posso ir, se você é o chefe? 
– Desgraçado, não sabe o que mais inventar para sair de casa! 
– Se cruzar esta porta eu me vou com minha mãe! Seu sem-vergonha! 
– E quem é essa tal Maria? Que Pinta? E essa ainda se diz Santa ! 
– Você diz que é Nina?…
– Tinha tudo planejado, maldito! Vais encontrar-te com umas índias!! 
– Pensa que me enganas? 
– A Rainha Isabel vai vender suas jóias para você viajar? Acha que sou maluca ou o que? O que é que você tem com essa velha?


– Você não vai a lugar nenhum! 

   

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O Maçom e sua Loja

(Ir.: José Alves Fraga

Or.: Goiânia / GO)

Oh! Quão bom e suave é que os Irmãos habitem em união!

Existe uma historinha que volta e meia estamos ouvindo no meio maçônico, mas que nunca é demais repetir:

Conta-se que em uma pequena cidade da Inglaterra, havia um pastor que conhecia praticamente todos os cidadãos da localidade.

Nos cultos dominicais, era comum que algumas pessoas ocupassem sempre os mesmos lugares na igreja. Assim, num determinado banco, sempre estava um senhor muito respeitado e querido no lugar.

Num determinado dia, o pastor notou que aquele banco estava vazio. Achou estranho. Porém, não se preocupou muito porque era comum alguém faltar ao culto esporadicamente por um motivo ou outro.

Na semana seguinte, novamente o banco estava vazio, levando o pastor a especular-se sobre o fato.

Na terceira semana o banco continuou vazio.

Terminado o culto, o pastor dirigiu-se à residência daquele Irmão para indagar-lhe o motivo de suas ausências.

O cidadão arguiu que há muitos anos frequentava aquela igreja e que já estava achando os cultos muito enfadonhos e repetitivos. Disse que já sabia de cor e salteado tudo o que o pastor falava.

Foi então que o pastor foi até a lareira, retirou de lá uma brasa e colocou-a em cima da pedra que servia de parapeito da janela. Dentro de pouco tempo, essa brasa começou a se apagar.

Passados alguns instantes de silêncio entre aqueles dois homens, o cidadão faltoso disse: Pastor, compreendi a sua mensagem.

E voltou a frequentar o culto como sempre o fez.

Moral da história: Uma brasa sozinha perde o seu calor muito rapidamente.

Meus Irmãos!

A pequena história que contamos acima vem bem a calhar com o que acontece nas Lojas Maçônicas de forma geral. Muitos Irmãos deixam de frequentar a sua Loja alegando motivos muitas vezes inconsistentes. Muitas vezes, quando comparecem, acham que a reunião está chata e demorada.

A Maçonaria, como já depreendemos, visa à mudança do homem em seu interior. O seu objetivo é que o homem evolua interiormente, e em fazendo isso estará contribuindo para a evolução não só dos Maçons de forma particular, como de toda a sociedade. O comportamento do homem normalmente reflete o seu interior. Alguns podem até conseguir disfarçar por algum tempo, mas nunca o conseguirão por todo o tempo.

O homem que deseja sinceramente evoluir em seu íntimo, deve fazê-lo mudando inicialmente a sua maneira de pensar. Deverá direcionar seus pensamentos para atitudes nobres. Quando nos propomos a realizar alguma coisa ou participar de qualquer evento, sociedade ou o que for, devemos inicialmente perguntar-nos se realmente é aquilo que queremos. Após a decisão tomada, devemos dar o melhor de nós na realização daquilo a que nós nos propusemos. Em outras palavras: devemos colocar AMOR naquilo que fazemos.

A Maçonaria é uma sociedade iniciática, isto é, os seus membros devem passar por uma Cerimônia de Iniciação, quando o neófito morre para o mundo profano, ou seja, o mundo dos erros e dos vícios e renasce em um mundo diferente. Um mundo dedicado ao trabalho e à virtude.

Mas será que a Iniciação consiste somente naquela Cerimônia do primeiro dia? Com certeza, a resposta é NÃO. A Iniciação envolve todo um processo no qual o Iniciado vai galgando degrau por degrau durante toda sua vida maçônica.

O verdadeiro Maçom é aquele que busca extrair dos postulados da Ordem, os ensinamentos de que carece para sua evolução. Infelizmente, muitos Maçons esperam que após a sua Iniciação, lhes seja aberta a cabeça e lá colocados vários tonéis de conhecimentos. Muitos Maçons têm a ilusão de que com a Iniciação, lhes seja revelada uma fórmula mágica que propicie uma mudança radical em sua vida. E isso, evidentemente, é só uma ilusão. A verdade é que os fatos não acontecem dessa forma.

Devemos reconhecer que existem falhas por parte das Lojas. E elas não são poucas. Por outro lado, notamos que existe uma grande apatia de parcela significativa de Maçons em procurar conhecer a Maçonaria profundamente. E a forma de fazê-lo é só através da leitura, do estudo persistente. Observa-se uma situação peculiar nessa questão: quem já está dentro há mais tempo, não possui os conhecimentos necessários a uma boa orientação aos neófitos e estes por sua vez, não sendo bem orientados, tendem a seguir o comportamento dos mais velhos. É aquela velha máxima que diz que “o homem é um produto do meio”. O verdadeiro Maçom é aquele que busca conhecer a Ordem a que pertence sem esperar que os outros o façam por ele.

Por outro lado, devemos compreender que se queremos ser verdadeiramente Maçons, não podemos ficar somente observando as falhas dos outros. Se ingressamos na Ordem e deparamos com um ambiente que não corresponde à expectativa que tínhamos, certamente que o caminho mais correto não é o de abandoná-la, ou pior ainda, continuar fazendo parte da mesma, porém de forma indiferente. O procedimento correto do verdadeiro Maçom é procurar se evoluir e tentar, através de seus conhecimentos, buscar iluminar aqueles menos interessados. Se cada um de nós procurar agir dessa maneira, com certeza estaremos construindo uma Maçonaria muito melhor, formando melhores Maçons e, por consequência, contribuindo para a melhoria da sociedade como um todo. É fácil reconhecer um Maçom desinteressado: ele está sempre reclamando que a Sessão está demorando e que precisa ir embora por um motivo ou outro; ele sempre encontra razões em não colaborar com os afazeres da Loja.

Assim, um dos preceitos básicos que devemos observar é o da tolerância. Sem a tolerância não haverá companheirismo. Para haver tolerância e companheirismo, é necessário muita humildade e respeito. Talvez resida aí o primeiro passo que devemos dar para a nossa mudança interior, da qual falamos linhas acima. Tolerância não significa conivência. Devemos sim, ser tolerantes com as falhas dos IIr.·., com todos os seus defeitos e fraquezas, jamais com a preguiça e a indolência.

Falamos também acima, que devemos colocar AMOR em toda empresa de que participarmos. Então, quando participamos de uma Sessão Maçônica, devemos fazê-lo com a maior boa vontade possível. Ao nos dirigirmos para a Loja a fim de assistirmos os Trabalhos, devemos procurar ter pensamentos nobres e sublimes. Só assim estaremos contribuindo para a formação de uma corrente positiva dentro do Templo, e por consequência, auferindo os benefícios que dela advêm. Os Irmãos certamente já experimentaram a sensação de paz que existe em determinados locais, principalmente em Templos religiosos ou outros lugares onde não exista a presença de energias negativas. É justamente esse ambiente de paz e serenidade que devemos procurar proporcionar em nossas reuniões.

Conforme prevê a nossa Constituição, “a Maçonaria pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever”.

A Maçonaria propaga e defende a VERDADE como simples verdade. Assim, se o Maçom busca sua mudança interior, o primeiro preceito que ele deve procurar desenvolver é o da verdade. Verdade sobre si mesmo e para consigo mesmo. Será se o motivo alegado para faltar a uma Sessão é o verdadeiro? Será que estamos doando de nós tudo o que podemos em beneficio de nossa Loja, em beneficio do grupo a que pertencemos, ou seja, em beneficio de nós mesmos? Vale a pena meditar sobre isso!

Se cada um de nós fizer a sua parte, com certeza, os resultados nos surpreenderão a todos. Alguém já disse que “o todo é muito maior do que a simples soma das partes”.

Jair Duarte – MI – MRA – 33º REAA

Membro da Comissão de Economia e Finanças – GLESP

ARLS 7 de Setembro nº 45

Or.·. Santos – SP

Reuniões às Segundas-Feiras – 20hs

 

 

 

Autossabotagem e os ganhos secundários

Para cada situação negativa que mantemos na nossa vida, existem “ganhos secundários”. São algumas aparentes vantagens que o nosso inconsciente encontra para nos manter em uma situação de sofrimento. Parece sem lógica, mas é assim que funciona. Vou explicar melhor o processo.

Atendi durante um tempo uma mulher que era advogada, funcionária pública concursada, que estava de licença médica por ter desenvolvido uma depressão. Durante os atendimentos, entre outras questões, ela relatou grande insatisfação com o trabalho dela, que desejava encontrar outra coisa, mas não sabia exatamente o que. Sentia muito medo de deixar a segurança do salário do emprego público. Pensava inclusive em trabalhar como terapeuta, mas ainda não tinha nenhum tipo de preparo. Era apenas um desejo por enquanto.

O estado depressivo foi rapidamente melhorando com o passar das sessões. E foi aí que surgiu um “problema”. Ela sentia que uma parte dela não queria de forma alguma se curar, para não ter que voltar ao trabalho que a deixava tão insatisfeita. O medo de voltar era grande. A depressão trazia um ganho secundário de mantê-la afastada. Tivemos que aprofundar e trabalhar bastante esse medo para que isso não viesse a sabotar o seu progresso. Eu lembro que ela chegou a ficar muito bem, mas ainda precisava fazer mais sessões. Acabou não entrando mais em contato. Não sei depois se ela voltou a trabalhar.

Certa vez uma médica que foi aluna de um curso meu relatou o seguinte caso. Ela trabalhava em um posto de saúde e acompanhou um homem que sofria com turbeculose. Ele passou meses frequentando o posto e seguindo a risca o tratamento; acabou ficando curado. Depois que se curou, falou que surgiu uma tristeza e um vazio, por saber que não ia mais ter que ir ao posto de saúde e ter contato com as pessoas de lá. Ele se sentia cuidado.

Havia um ganho em se manter doente. Era certamente uma pessoa carente de atenção familiar. Em alguns casos a doença pode se prolongar por muito tempo, pois inconscientemente não queremos nos libertar dela por causa dos “benefícios” que ela nos trazem. É possível então que esse homem venha a desenvolver alguma outra doença para que possa ser novamente cuidado por alguém.

Esses são casos mais extremos de autossabotagem devido a ganhos secundários. Entretanto, isso não ocorre somente nesses casos mais intensos. Em maior ou menor grau, toda situação que negativa que não conseguimos nos libertar, nos traz algum ganho inconsciente. Esses ganhos as vezes podem ser fáceis de perceber, mas em outros casos podem ser tão estranhos e absurdos que nós não nos damos conta.

Lembro em um determinado momento da minha vida que percebi um pensamento muito sabotador na área profissional. Eu vinha crescendo bastante no trabalho como a EFT como terapeuta e professor da técnica, me libertando de um período de sete anos em que tive uma firma de engenharia que me trouxe enormes prejuízos. De repente me passou um pensamento: “e se eu realmente me livrar totalmente desses problemas financeiros e crescer a tal ponto de não ter mais que me preocupar com isso?”. O que surgiu foi um sentimento de medo, um vazio, uma sensação de que eu ia ficar sem objetivo na vida.

Isso ocorreu por que durante anos da minha o meu maior sofrimento era tentar sair das dívidas, mas eu ficava cada mais atolado. O meu grande objetivo era acabar com isso. Minha mente era preenchida com essa “luta”. Acabei me apegando a esse personagem que lutava eternamente e não conseguia nada. Resolver a questão financeira seria acabar com esse personagem com quem eu acabei gerando um senso de identificação. Mantê-lo me trazia um aparente ganho: ter um objetivo, uma vida preenchida, por mais doloroso que fosse.

É óbvio que eu poderia preencher a minha vida com coisas mais saudáveis. Mas o processo não é racional. Passa por uma lógica inconsciente que nos leva a uma grande autossabotagem.

Uma mulher que se relaciona com um homem que a trai constantemente, ou que bebe muito e é violento, tem sempre ganhos em se manter nessas situações. E são vários os possíveis ganhos vamos ver alguns:

– Ser vista como uma mártir, uma pessoa boa, compreensiva e até espiritualizada; ganhar atenção e reconhecimento por isso.

– Manter a identidade da vítima (apego ao personagem) e colocar a culpa do seu sofrimento no marido e dessa forma não assumir a responsabilidade de mudar. Assumir a responsabilidade pela própria vida é uma libertação, só traz benefícios. Só que o processo de transição de sair da vítima e cair na real pode ser bem doloroso. Além disso, a quem ela vai culpar se por acaso se separar e ainda assim não conseguir ser feliz?

– Com sua baixa autoestima (sentimentos de menos valia, não merecimento, devido a culpas e rejeições que vem acumulando na vida); ela tem desejos inconscientes de sofrer e se punir e esse relacionamento preenche essa necessidade

Vemos então que os ganhos secundários em manter um problema podem ser de diversos tipos: Receber reconhecimento e atenção; ser cuidado pela família; Tirar licença do trabalho e até se aposentar antes do tempo; manter um personagem ao qual estamos muito apegados inconscientemente; preencher a vida com uma causa; culpar os outros pela própria infelicidade e não ter que ver a sua parcela de responsabilidade; punir a si mesmo devido a baixa autoestima; e etc…

E você? Que situações difíceis você vem mantendo, e quais os possíveis ganhos inconscientes. Faça a pergunta para si mesmo, mantenha a mente aberta para o que pode surgir. Talvez você se espante com as respostas. Trazer isso a luz da consciência é super importante para se libertar.

 

 

 

 

O que prejudica o Brasil

A direita brasileira continua muito atuante, tem uma agenda própria e articula ataques em várias frentes contra o que pode ameaçar seus interesses. O oligopólio neoliberal-burgues expressa exatamente o que quer e o que faz a direita que atua nos bastidores da política e da economia. A direita cuida especialmente da defesa do capital, das vantagens econômicas do empresariado, dos privilégios patrimoniais das elites e do poder político das oligarquias.

Desde o final do ano passado a direita brasileira cerrou fileiras para enterrar de vez o esclarecimento dos crimes praticados pelo Estado na ditadura militar (1964-1985), em especial o que foi suscitado pelo 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos, lançado em dezembro, e que levou o presidente da República a fazer alterações ao gosto dos setores mais reacionários. A direita não quer saber de Comissão da Verdade e da Justiça, não quer passar a limpo a história da prisão, tortura, morte e desaparecimento de opositores políticos.

A direita ataca as propostas de democracia participativa, tudo o que possa aperfeiçoar o sistema representativo e assegurar ao povo o papel de sujeito da história. A direita critica a realização de conferências nacionais que possibilitam a formulação de políticas públicas, assim como as propostas de plebiscitos e referendos para as grandes definições nacionais.

Amarrada aos pontos do Consenso de Washington, mesmo com o fracasso e a crise do neoliberalismo em todo o mundo, notadamente na América Latina, a direita brasileira continua defendendo a privatização de serviços públicos, rodovias, portos, aeroportos, educação e saúde – apesar da péssima prestação de tais serviços pelas empresas privadas.

Ao mesmo tempo rejeita, com muita força, todas as medidas que possam melhorar as condições de vida e trabalho do povo brasileiro. No momento, ataca a redução da jornada de trabalho para 40 horas e a mudança nos critérios das aposentadorias. A direita não tem o menor interesse que os trabalhadores conquistem uma vida com dignidade, que as leis trabalhistas sejam cumpridas.

A direita não se importa com a construção de um País mais justo, que assegure igualdade de oportunidade para todos, que amplie direitos, que trate do bem-estar das pessoas antes do lucro e do sucesso das empresas. Conhecer mais sobre a direita é identificar quem realmente tem prejudicado o Brasil.

 

 

 

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Olá!

O planeta Terra precisa de líderes, os países precisam de líderes, a sua empresa precisa de líderes.
E onde estão esses líderes? Estão dentro da sua própria empresa.
Quando vou fazer uma palestra, é muito simples eu saber se a empresa tem liderança ou não.
Quando eu chego para dar a palestra em uma empresa em que a liderança está presente, tudo já está organizado, a pessoa responsável me atende, me leva para o auditório, me apresenta ao pessoal técnico, me leva para o diretor que está organizando o evento e que vai me dar o briefing. Tudo funciona muito bem. Cada líder cumpre o seu papel e passa a sequência do processo para o próximo líder. E as coisas acontecem.
É completamente diferente de muitas empresas em que chego e que ninguém sabe o que vai acontecer, ou o que cada um vai fazer, e um vai jogando a bola para o outro, sem querer assumir a sua parte de responsabilidade.
Quando vejo uma empresa que não funciona, que tem problemas, onde os projetos não acontecem, posso perceber com facilidade pessoas sem paixão, sem competência, ou sem conhecimento do que elas têm de fazer.
Vejo que tem um ambiente ruim e que as pessoas precisam se livrar o mais rapidamente possível das incumbências, dos problemas e das responsabilidades.
Falta respeito à palavra dada, todos falam e depois desdizem o que tinham dito. E, principalmente, existe uma falta total de parcerias: um departamento não se comunica nem se une com o outro para dar continuidade aos projetos.
Por isso, quero dizer quais são os segredos para ter líderes campeões em sua empresa. O que é preciso ter em mente na hora de formar uma equipe e escolher seus líderes:
1. Líderes são pessoas obstinadas, determinadas, têm obsessão criativa, ajudam as pessoas a definirem o que querem e a lutar pelo que querem.
2. É preciso criar na empresa um ambiente produtivo, manejar positivamente a energia. Se o pessoal está desmotivado, a liderança não se desenvolve.
3. É fundamental voltar a ter respeito pela palavra dada. Compromisso e responsabilidade com o que se assume é a base da confiança dentro e fora da empresa.
4. Investir na construção de parcerias. As equipes devem trabalhar todas voltadas para a mesa direção, somando esforços e ajudando os processos a fluírem.
Trabalhe nesses quatro pontos com a sua equipe. Trabalhe forte e você vai criar as equipes e os líderes de que a sua empresa precisa.
Mas lembre-se também de ser você mesmo um dos líderes de que a sua empresa precisa.
Gravei um vídeo para você, falando mais sobre isso:
http://youtu.be/Y3GnXW3xFfk
Um grande abraço,
Roberto Shinyashiki
www.liderescampeoes.com.br
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Treinamentos VendaMais

Eu Amo Vender!

Os resultados da sua empresa estão abaixo das metas. A reunião de vendas parece um balcão de reclamações: “Nossos preços estão muito altos”, justifica um vendedor. Outro garante: “É a crise

econômica”. “A concorrência está muito agressiva”, reclama outro. A maioria dos vendedores nem se manifesta. Ninguém apresenta sugestões.
Caro leitor
Essa história lhe parece familiar? Quantas vezes você, como eu, já viveu situações assim?
Nesses momentos, é provável que você se pergunte o que acontece com certos vendedores. Mesmo com todo suporte, criam e acreditam em desculpas para justificar fracassos. Não se empenham em descobrir as necessidades de cada cliente e explorar o benefício capaz de despertar seu interesse. Não usam a criatividade para conquistar novos clientes.

Será que isso está ocorrendo em sua empresa?

Durante muitos anos de relacionamentos com profissionais de vendas, tanto leitores da revista VendaMais como participantes dos nossos eventos, minha equipe e eu chegamos a uma conclusão que pode ser aplicada a vendedores de todas as áreas, sejam eles balconistas, vendedores de telemarketing ativo ou consultores de negócios do mercado corporativo: é impossível extrair o melhor resultado de vendedores que não têm paixão por vender, que não sentem orgulho de serem vendedores.
Por esse motivo, criamos o Treinamentos VendaMais Eu Amo Vender (confira no final desse e-mail todos os materiais que fazem parte desse treinamento). Veja como essa eficiente ferramenta vai ajudar você a aumentar as vendas da sua empresa e contar com uma equipe comprometida, com excelentes resultados. Confira as vantagens:

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Boas vendas,
Raúl Candeloro
Diretor
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Confira tudo o que você vai receber para realizar um grande treinamento!

1. Convite – Arquivo pronto para ser enviado por e-mail ou colocado em um local visível para a equipe.*

2. Manual do Líder – Informações para ajudar você a conduzir o Treinamento Principal e o Treinamento Complementar.

3. Fichas de Orientação do Treinamento Principal – Orientações de como conduzir o treinamento e o tempo de cada etapa.

4. Apresentação em PowerPoint – Slide a slide, com visual atraente, ajuda você a envolver os participantes ao longo de todo o treinamento.*

5. Apostila do Vendedor – Com toda a matéria da apresentação, além de exercícios, para ajudar os participantes a absorverem melhor o conteúdo.*

6. Conteúdo Extra – Principais resultados da pesquisa Eu Amo Vender, respondida por 1,2 mil leitores da revista VendaMais.

7. Campanha Apaixonados por Vendas! – Promovida após o Treinamento Principal, ajudará os participantes a colocarem em prática tudo o que aprenderam.

8. Treinamento Complementar – Importante ferramenta para recapitular os conceitos trabalhados no Treinamento Principal e relacioná-los com a prática vivenciada pelos participantes na campanha Apaixonados por Vendas!

9. Fichas de Orientação do Treinamento Complementar – Orientações sobre como conduzir o Treinamento Complementar, realizado duas ou três semanas após o Treinamento Principal.

10. Termo de Compromisso – A ser preenchido pelos participantes após a campanha, escrevendo qual foi o grande aprendizado e o compromisso que assumem a partir do treinamento.

*Arquivo no CD que acompanha o kit.

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Entrevista

“Procure trabalhar em algo que goste, pois só assim o trabalho trará realização e felicidade. Sempre que fazemos as coisas com brilho nos olhos, o resultado é fantástico e sua vida se torna um sucesso!”

Confira entrevista com Beto Chaves.

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Artigo da Semana
Que nota você acha que seus clientes dão ao atendimento da sua empresa?

Por Evaldo Costa

Pesquisas assustadoras revelam que 68% dos clientes abandonam uma empresa por problemas relacionados ao atendimento. 

E o que é mais assombroso é que muitos empresários, gerentes e supervisores não sabem ou se sabem dessa estatística não fazem nada para reverter esse quadro de “falência”. Se o cliente é a razão de ser de uma empresa, ela deve estar o tempo inteiro programada para não só satisfazer, mas superar satisfatoriamente a expectativa de cada cliente. 

E você, amigo leitor, pode estar pensando: “Quais são os motivos que fazem meu cliente comprar no concorrente mais próximo?”. Relaciono alguns a seguir: 

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Opinião do Leitor

Olá, Raúl.

Comprei a revista VendaMais deste mês, e para variar ela está fantástica. E o mais incrível é que as matérias vão de encontro às minhas necessidades atuais…

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Para Pensar

Augusto Branco ensina a ser inabalável.

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Resumo Revista VendaMais

Editorial – Como definir uma política de tolerância zero em uma equipe comercial

Entrevista – Como Enio Klein transformou sua carreira aliando conhecimento técnico a habilidades em vendas

Marketing Direto – Transformando suas malas diretas em conversas com os clientes

Supervendedor – Por uma calculadora, aos 11 anos Ítalo Bezerra tornou-se um campeão de vendas. Conheça a história dele

Consultor do Mês – Julio Cesar S. Santos dá algumas dicas de eficiência em negociações

Treinamento – Implementando práticas estrangeiras

Troféu Abacaxi A vendedora de Manaus que não queria fechar o negócio

Opinião – O que os profissionais da área de vendas pensam sobre trabalhar aos domingos

Superação – Engenheiro dá aula de como enfrentar as dificuldades da vida

Metodologia – Transforme seus profissionais de vendas em confiantes conselheiros de negócios

 

 

 

 

 

 

 

Marketing da Escassez – Produtos e serviços oferecidos por tempo limitado têm forte poder de atração

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Liderança – Quatro tipos de gerentes que destroem equipes

Comportamento – A estratégia de homens e mulheres simples que ficaram ricos com MMN

Negociação – Como lidar com as emoções

Habilidades – Como administrar o tempo e resolver as pendências de clientes ativos dando conta de prospectar novos negócios

Inacreditável Vendedor Clube – As histórias mais incríveis em vendas

Estratégia Reter e recuperar clientes como estratégia de melhora

Paixão por Vendas Jeffrey Gitomer diz algumas verdades sobre indicações que nem você nem seu chefe irão gostar de saber

Ralph Marston Problemas chatos sugam nossa energia, dia após dia, sem serem desafiados

Livro Desafios de Vendas

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Um homem recebeu a notícia de que seria iniciado Maçom.
Ficou tão eufórico que quase não se conteve. Serei um grande homem agora – disse a um amigo – e preciso de roupas novas, imediatamente. Serão roupas que façam jus à minha nova posição na sociedade e em minha vida.
– Conheço um alfaiate perfeito para você – replicou o amigo – é um velho sábio que sabe dar a cada cliente o corte perfeito. Vou lhe dar o endereço.
E o novo futuro Maçom foi ao alfaiate, que cuidadosamente tirou suas medidas.
Depois de guardar a fita métrica, o sábio alfaiate disse: há mais uma informação que preciso saber. Há quanto tempo o senhor é Maçom ?
– Ora, o que isso tem a ver com a medida do meu balandrau? – perguntou o cliente surpreso.
– Não posso fazê-lo sem obter esta informação, senhor. É que um Maçom recém iniciado fica tão deslumbrado que mantém a cabeça altiva, ergue o nariz e estufa o peito. Assim sendo, tenho que fazer a parte da frente maior que a de trás. Anos mais tarde, quando está ocupado com o seu trabalho e os transtornos advindos da experiência o tornam sensato, olha adiante para ver o que vem em sua direção e o que precisa ser feito a seguir, aí então eu costuro o balandrau de modo que a parte da frente e a de trás tenham o mesmo comprimento. E mais tarde, depois que está curvado pelos anos de trabalho cansativo e pela humildade adquirida através de uma vida de esforços, então faço o balandrau de modo que as costas fiquem mais longas que a frente. Portanto, tenho que saber há quanto tempo o senhor foi iniciado para que a roupa lhe assente apropriadamente.
O novo futuro Maçom saiu da alfaiataria pensando menos no balandrau e mais no motivo que levou seu amigo a mandá-lo procurar aquele sábio alfaiate.

( AUTOR DESCONHECIDO)

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Um homem recebeu a notícia de que seria iniciado Maçom.
Ficou tão eufórico que quase não se conteve. Serei um grande homem agora – disse a um amigo – e preciso de roupas novas, imediatamente. Serão roupas que façam jus à minha nova posição na sociedade e em minha vida.
– Conheço um alfaiate perfeito para você – replicou o amigo – é um velho sábio que sabe dar a cada cliente o corte perfeito. Vou lhe dar o endereço.
E o novo futuro Maçom foi ao alfaiate, que cuidadosamente tirou suas medidas.
Depois de guardar a fita métrica, o sábio alfaiate disse: há mais uma informação que preciso saber. Há quanto tempo o senhor é Maçom ?
– Ora, o que isso tem a ver com a medida do meu balandrau? – perguntou o cliente surpreso.
– Não posso fazê-lo sem obter esta informação, senhor. É que um Maçom recém iniciado fica tão deslumbrado que mantém a cabeça altiva, ergue o nariz e estufa o peito. Assim sendo, tenho que fazer a parte da frente maior que a de trás. Anos mais tarde, quando está ocupado com o seu trabalho e os transtornos advindos da experiência o tornam sensato, olha adiante para ver o que vem em sua direção e o que precisa ser feito a seguir, aí então eu costuro o balandrau de modo que a parte da frente e a de trás tenham o mesmo comprimento. E mais tarde, depois que está curvado pelos anos de trabalho cansativo e pela humildade adquirida através de uma vida de esforços, então faço o balandrau de modo que as costas fiquem mais longas que a frente. Portanto, tenho que saber há quanto tempo o senhor foi iniciado para que a roupa lhe assente apropriadamente.
O novo futuro Maçom saiu da alfaiataria pensando menos no balandrau e mais no motivo que levou seu amigo a mandá-lo procurar aquele sábio alfaiate.

( AUTOR DESCONHECIDO)

 

 

 

Caros e estimados IIr.’.
Estou enviando em anexo uma palestra do Mário Sérgio Cortella, em 4 partes, totalizando mais ou menos 30 minutos (dez a mais do que o nosso tempo de estudo regular…).
Acredito que quem se dispor a assistí-la irá gostar, tanto quanto eu.
Um TFA,
Luminati
http://www.youtube.com/watch?v=89BMhivvRFE
http://www.youtube.com/watch?v=ome3uj0PjlA
http://www.youtube.com/watch?v=ggvx6c-_yJk
http://www.youtube.com/watch?v=i-Oifx9oEcU

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