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São Paulo, 18 de Outubro 2012

Olá OSMAR FORTUNATO PEREIRA
Para muitos, trabalhar em casa ainda é um tabu, pois a cobrança à distância prejudica a motivação e colabora com a perda de foco. Separamos duas matérias com dicas para você não se distrair e aprender a conciliar o conforto e os resultados.
Para outros o grande problema é na hora de elaborar o CV. Afinal, como deixá-lo atraente para se destacar entre os demais? É importante levá-lo às entrevistas? Veja nossas dicas e exemplos de como analisar sua carreira, seus pontos fortes e fracos, aquilo que o destaca dos demais, o tornando um profissional mais atrativo aos olhos dos recrutadores. E saiba também como ganhar pontos em uma entrevista, mostrando um lado cuidadoso e precavido.
Boa semana! E boa leitura!
Da redação – jornalismo@empregos.com.br

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E-zine
VendaMais
Raúl Candeloro

Ano 14

nº 42

16 de outubro de 2012

Nesta edição

Editorial – 6 pilares da diferenciação
Por Raúl Candeloro

Opinião do leitor

Pesquisa da UCLA (University of California, Los Angeles)

Entrevista exclusiva com Fernando Italiani

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Editorial

6 pilares da diferenciação

Por Raúl Candeloro

Olá, Osmar.
Fiz recentemente para o Sebrae MG (Uberaba) um seminário para 50 pequenos empresários falando sobre como podem diferenciar-se da concorrência.
Usando meu Decálogo como referência, fizemos uma autoavaliação dos pontos fortes e fracos de cada um e o que precisa ser feito para melhorar.
Nesses seminários tenho defendido também que a empresa tome uma decisão séria em termos de posicionamento. Para ter sucesso hoje em  dia, uma empresa precisa definir:

1. Uma visão clara: tanto para ter uma conexão muito forte com um segmento específico de clientes (público-alvo) quanto na sua proposta de identidade e comunicação com o mercado.

2. Uma mentalidade de evolução constante: resolvendo sempre os problemas de clientes (e aprendendo com o processo); experimentando sempre (descartando o que não funciona e investindo no que deu resultado) e sempre refinando o conceito da sua visão (a proposta de diferenciação perante os clientes).

3. Excelência na execução: entrega da proposta de valor de maneira consistente, eficiente e com lucro; investimento forte no desenvolvimento de pessoas, criando barreiras contra a concorrência.

4. Cultura e Valores: Atendimento de 1ª classe; ambiente de trabalho com energia positiva e equipe motivada; liderança focada em desenvolver pessoas e processos.

5. Benefícios emocionais: Indo além das características de produtos ou de benefícios funcionais óbvios; permitindo que os clientes expressem uma parte das suas personalidades através da sua marca e proporcionando experiências diferenciadas para os clientes.

6. Foco em necessidades não atendidas: oportunidades de mercado, falhas da concorrência, mudanças de hábito do público-alvo, mudanças sociais, frustrações e “irritadores” (coisas que desagradam os clientes).

Com base em tudo isso, desenvolvi uma metodologia que permite às empresas entenderem melhor o que precisam fazer para diferenciar-se se não quiserem brigar apenas por preço. Afinal de contas, do que adianta aumentar o faturamento se no final a lucratividade diminui? Existe um tipo de crescimento que é enganador e não sustentável. Com o Decálogo atacamos isso, analisando as causas e o que os clientes realmente valorizam, procuram e estão dispostos a pagar.
Com estas informações você já tem bastante material para organizar algumas reuniões internas e até mesmo um comitê de diferenciação. Mas se precisar de ajuda e quiser organizar na sua empresa ou associação um workshop sobre o assunto, para desenvolver com sua equipe ou associados estes assuntos, incluindo questionários, avaliações, resultados, discussões e apresentações em grupo e planos de ação, fale com a Luciane Michalski, que é quem cuida da minha agenda de palestras e workshops: luciane@editoraquantum.com.br
Abraços diferenciados,
Raúl Candeloro
P.S.: Semana de ExpoVM! Depois de um ano de planejamento, finalmente chegou… temos já mais de 320 inscritos, vai ser um grande evento, com certeza. Aos que leem agora e já estão inscritos – estamos esperando vocês! Aos que não poderão participar pessoalmente, na semana que vem falo mais sobre como foram as palestras, mas você pode ir acompanhando as novidades na página da VendaMais no Facebook.

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Opinião do leitor

A Revista VendaMais é excelente. Eu tenho a assinatura há anos. Me ajuda muito!!!
Josemar Santos
Via Facebook

Entrevista

Imagem do livro

“O maior erro, sem dúvida é misturar os conceitos de marketing com estratégias de “bonificação”; seja nos hospitais, nas farmácias ou nos consultórios médicos. Eu sou totalmente contra esta conduta e acredito que o dinheiro não conquista e muito menos fideliza um cliente, mas deixa transparecer a falta de competência da empresa em ações sustentáveis”.
Confira a entrevista com Fernando Italiani.Continuar a leitura >>

Para pensar

“Acredite que você pode, assim você já está no meio do caminho”.
Theodore Roosevelt

ExpoVendaMais 2012 - www.expovendamais.com.br

Pesquisa da UCLA (University of California, Los Angeles)

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Vendedores: Chega de check-ins e viagens checando o horário para tudo!
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Osmar, mande suas ideias ou contribua com sugestões, enviando sua mensagem para: raul@vendamais.com.br

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20 dicas de como fazer um networking vencedor

Quem pensa que contatar pessoas somente em redes sociais ou distribuir cartões corporativos são garantias para um bom networking, está redondamente enganado

Por Fábio Bandeira de Mello, Revista Administradores

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É verdade, caro leitor. O termo network virou moda e está até bem banalizado.

Frases como “Você precisa fazer um bom networking” ecoam entre os quatros cantos do mundo corporativo e dentro das empresas de qualquer porte. Mas isso não parece ser à toa.

Você sabia que 70% das contratações são resultados de um bom networking?

Foi o que apontou um estudo elaborado recentemente pela Right Management, consultoria especializada em gestão de talentos e carreira. A pesquisa revelou que manter uma rede de relacionamento pode fazer a diferença na conquista de novos negócios e na procura por um emprego.

Porém, embora muito se fale sobre o tema, é comum encontrar pessoas que não sabem exatamente como por em prática seu network, ou como exatamente funciona isso.

Não é suficiente apenas marcar encontros e trocar cartões para formar uma boa rede de contatos.

É preciso estabelecer relações e compartilhar interesses e informações com outras pessoas.

“O networking surge não só como uma ferramenta extra nos negócios, mas sim como um talento diferencial de relacionamento”,

afirma Paulo Monteiro, diretor de vendas e operações de DealerNet.

“Atualmente, não basta ter uma boa empresa e um bom discurso de apresentação de oferta, é preciso relacionar-se muito bem para atingir os objetivos”, complementa.

Na prática, a maioria das pessoas só se dá conta da importância de sua rede de relacionamento – ou do quanto a negligenciaram – quando mais precisam, seja em um novo emprego ou no fechamento de algum negócio. É nessa escolha de momento que muitos erram. Especialistas são unânimes em rejeitar a idéia de pensar em network apenas quando se necessita de ajuda. E, pode ter certeza, há uma grande diferença entre uma relação interesseira e uma relação resultante de interesses.

O economista Eduardo Lago entendeu isso na pele. “Quando estava tudo bem, bom emprego, bom salário, vivia no meu ‘mundinho fechado’, mal me relacionava com as pessoas. Só que a mudança de diretoria – e a conseqüente demissão que sofri – fizeram com que eu procurasse aquelas pessoas que evitava no passado”, relata Eduardo. Passados cinco anos do ocorrido e devidamente empregado, ele revela ter aprendido a lição. “Agora eu vejo que era um completo anti-social. Aprender a me relacionar mais com as pessoas não só me ajudou profissionalmente, mas também no meu comportamento como ser humano”, destaca o economista.

Ponto de largada

O primeiro passo para um bom networking é fazer uma lista das pessoas que você conhece e avaliar qual é o seu nível de proximidade com elas, tanto do ponto de vista profissional quanto do pessoal. Lembre-se: é necessário investir tempo para cultivar as relações. Quando você tem uma rede de relacionamento forte, não precisa ser o “bam bam bam” em tudo. Possivelmente conhecerá alguém que poderá auxiliá-lo no assunto sem problemas.

Outro fator importante é freqüentar novos lugares onde possa conhecer pessoas diferentes. Ir sempre aos mesmos eventos todos os anos vira mesmice e limita o alcance do seu grupo de contatos. Tenha em mente que congressos, palestras e reuniões com clientes não são os únicos lugares para trabalhar seu network. Bons relacionamentos profissionais podem ser construídos em uma mesa de bar, parques e em atividades de lazer.

Presencial e web

A tecnologia é também uma grande aliada na hora de gerenciar os contatos. Devido à correria do dia a dia e ao acúmulo de tarefas, redes como Linkedin, Facebook e até mesmo o MSN, são excelentes ferramentas para estabelecer uma troca de informações e interesses. Porém, adicionar contatos sem nenhum critério e se expressar inadequadamente não aumentarão seu poder de relacionamento.

“A internet e as redes sociais podem transmitir a sensação de informalidade. Mas é preciso prezar pelo bom senso, ética e saber bem a diferença existente entre a liberdade e a libertinagem”,

explica o palestrante comportamental Dalmir Sant’Anna. Para ele,

“o respeito com sua base de contatos é essencial, não devendo enviar mensagens improdutivas, sem fundamentação e, principalmente, que possam gerar algum desvio da sua conduta ou imagem”.

Outro fator importante é entender que, no network, quantidade não significa qualidade e não importa se os contatos foram estabelecidos presencialmente ou via web. Essa constatação foi feita em 2010 por cientistas da Universidade de Oxford, comandada pelo antropólogo inglês Robin Dunbar, ao realizarem uma detalhada análise sobre o tráfego de sites de relacionamento. O estudo apontou que uma pessoa interage, no período de um ano, com, no máximo, 150 contatos, independente da origem dessas relações – ou seja, pessoais ou on-line.

A pesquisa reforça a teoria de Robin Dunbar, que ficou conhecido nos anos 90. Para ele, o cérebro humano é capaz de estabelecer círculos de amizade com no máximo 150 pessoas. Então, cuidado na hora de apertar o botão “adicionar” em suas redes sociais. Lembre-se que é melhor ter 100 amigos conhecidos no Linkedln, com quem você verdadeiramente se relacione, do que ter 800 pessoas com as quais você nem troca um “oi”.

Top 20

Com a ajuda de especialistas, preparamos um guia com 20 dicas para que você prepare um network vitorioso.

1) Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação correta;

2) Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;

3) Cuide-se para ser uma pessoa interessante. Isso inclui ler, ir ao teatro, cinema, estar bem-informada, etc;

4) Estabeleça um link de relacionamento (um assunto em comum) com o outro contato;

5) Seja você mesmo e pratique seu network diariamente, de maneira natural;

6) Partilhe idéias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;

7) Cuide da história que você está construindo;

8) Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem para desenvolver relacionamentos e cultivá-los;

9) Reserve um horário para rever aquelas pessoas que não você encontra há algum tempo;

10) Não é de bom tom procurar seus contatos apenas quando precisa de um favor;

11) Não fale mal dos outros;

12) No caso de necessitar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções;

13) Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo. Lembre-se de que a relação é de troca;

14) Tenha à mão seus cartões pessoais;

15) Trate seu network como uma irmandade, em que existe fidelidade e ajuda mútua;

16) Respeite as regras básicas da ética corporativa: não use seu network para roubar outros contatos, clientes e idéias ou espalhar boatos sobre a concorrência;

17) Respeite a diversidade humana e compreenda que cada pessoa tem a sua maneira de pensar, agir e falar;

18) Entenda um pouco de tudo e não se restrinja apenas a sua área profissional;

19) Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;

20) Mantenha-se sempre aberto a novos contatos.


 

 

QUANTO MAIS SE SABE, MAIOR CHAnCE DE SOBREVIVÊNCIA……

Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.

BEBA ÁGUA COM O ESTOMAGO VAZIO

Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores.

Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.

Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido….

Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:

Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarreia, diabetes, hemorroidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

Método de tratamento:

1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.

2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.

3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.

4. Depois do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.

5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.

6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutar de uma vida mais saudável.

A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer a cura das principais doenças:

1. Pressão Alta – 30 dias

2. Gastrite – 10 dias

3. Diabetes – 30 dias

4. Obstipação – 10 dias

5. Câncer – 180 dias

6. Tuberculose – 90 dias

7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.

Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente.

É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.

Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.

Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come. Nada a perder, tudo a ganhar!

Para quem gosta de beber água fria.

Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.

Uma vez que essa ‘mistura’ reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal.

Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.

É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.

Nota muito grave – perigoso para o coração:

As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.

Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.

Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.

60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo…

Sejamos cuidadosos e vigilantes.

Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência…

Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.

Ser um verdadeiro amigo é enviar este artigo para todos os seus amigos e conhecidos.

Acabei de fazer isso!

Processo para Conquista de Metas

Saber o que você quer é fundamental para a PNL. Tão importante quanto isso, é Ter certeza de que o que você quer vale realmente a pena, para que você se sinta satisfeito quando alcançar a sua meta. A série de perguntas a seguir vai ajudá-lo a desenvolver suas metas para que elas mereçam ser alcançadas, e para que se ajustem à pessoa que você deseja se tornar. Elas são conhecidas na PNL como Condições para a Boa Formulação de Metas.

Selecionar uma Meta Específica

Primeiro, o que você quer? Escolha uma meta ou desejo. Se você pensa imediatamente em várias metas, elas se assemelham de alguma forma? Por exemplo, se você quer terminar a tempo os seus projetos, completar uma tarefa e começar a praticar exercícios, tudo isso está relacionado com a sua motivação. Se você pensa em várias metas que não se assemelham, escolha uma para começar.

A PNL descobriu que a maneira como você pensa a respeito da sua meta faz uma grande diferença. Você pode pensar sobre a mesma meta de uma forma que facilite alcançá-la ou que a torne quase impossível. As perguntas a seguir vão garantir que você esteja pensando na sua meta de forma a torná-la mais fácil de atingir.

Certifique-se de que sua meta esteja formulada em termos do que você quer, e não do que não quer. Por exemplo, se a sua meta é “Quero que meus colaboradores parem de se queixar”, ou “Quero parar de me sentir mal quando minhas propostas não são aceitas”, ou “Quero não falar tão rápido durante as minhas apresentações”, você está pensando no que não quer.

Mas você pode facilmente transformar isso no que você quer. “Quero que meus colaboradores assumam a responsabilidade por suas tarefas.” “Quero aceitar meus feedbacks como oportunidades de melhorar minhas propostas e técnicas de comunicação.” “Quero ser consciência da minha voz ao falar e Ter flexibilidade para ajustá-la, quando quiser.”

Quando as pessoas pensam no que não querem, ou no que querem evitar, quase sempre é isso que produzem em suas vidas, porque é nisso que suas mentes estão focalizadas. Esses são mais alguns exemplos dos efeitos das frases estruturadas na negativa. Passar a falar o que você quer, e não o que não quer, é simples e faz uma enorme diferença.

Certifique-se de que sua meta esteja formulada de uma forma que você mesmo possa alcançá-la, não importa o que as outras pessoas fizerem. Se suas metas exigem que outras pessoas mudem, mesmo que essas mudanças sejam uma boa idéia, isso o faz mais vulnerável e impotente. Significa que você não será capaz de Ter o que quer se não conseguir que os outros mudem. Embora todos nós queiramos coisas dos outros e para os outros, é importante formular nossas metas de modo que sejamos capazes de alcançá-las, não importa o que as outras pessoas fizerem.

Isto pode parecer impossível ou egoísta de início, portanto vamos fazer alguns exercícios. Vivenciar nossas próprias habilidades e forças pode fazer uma diferença extraordinária. Diga que sua meta é: “Quero que meu chefe para de me criticar.” Visto que isso exige que seu chefe mude, é uma coisa que foge ao seu controle. Esta meta o coloca em uma posição vulnerável, de pendente da mudança do seu chefe.

Se você a formular assim, “O que posso fazer, ou vivenciar, que me permitirá permanecer cheio de recursos, não importando o que o meu chefe pense?”, o responsável por sua meta será você. Isso lhe permite Ter noção do seu próprio valor e habilidade para agir mesmo quando o seu chefe o criticar. Talvez você precise se sentir mais seguro nessas ocasiões, e capaz de discernir com o que você concorda ou não. Essa segurança o coloca em posição muito mais vantajosa, porque poderá conseguir o que deseja, permanecendo cheio de recursos e sem perder a confiança, mesmo que o seu chefe continue a criticá-lo.

Vejamos um outro exemplo. A sua dificuldade é: “A minha melhor funcionária se demitiu e eu a quero de volta.” Visto que você não tem nenhum controle sobre se ela vai voltar ou não, você pode se perguntar, “O que a volta dela faria por mim?” Talvez o relacionamento de trabalho entre vocês dois fosse a melhor coisa que você já teve. Talvez ela fosse eficiente e o fizesse saber quando suas instruções não estavam claras. Talvez você se sentisse à vontade delegando-lhe tarefas, o que lhe permitia sentir-se satisfeito com o que fosse realizado.

Agora você tem uma relação de metas sob o seu controle. Você pode encontrar outras formas de tornar a sua vida e suas habilidades de comunicação mais eficazes. Você pode achar outros meios de se sentir confortável e aprender a delegar poderes a outras pessoas eficientes. Você pode fazer tudo isso se aquela funcionária voltar ou não.

Faça este mesmo tipo de reformulação com sua meta, se necessário. Certifique-se de que ela esteja realmente estruturada na forma positiva e que é algo pelo qual você pode fazer alguma coisa.

Conhecer a Evidência para a Conquista da Sua Meta

Como você vai saber que atingiu a sua meta? Algumas pessoas não Têm como saber se alcançaram ou não as suas metas. Isso porque não têm como medir se o seu comportamento diário as está aproximando ou afastando de suas metas. Elas nunca conseguem se sentir satisfeitas realizando alguma coisa. Por exemplo, uma das suas metas pode ser Ter mais sucesso. Se você não tem uma prova sensorial específica – o que verá, ouvirá e sentirá – que lhe diga o que é o “sucesso”. Para você, sucesso pode ser fazer alguém sorrir, conseguir um emprego, chegar a um determinado salário, ou qualquer outra coisa específica mas, se não definir isso, não vai conseguir nada.

Lembre-se da meta que selecionou na seção anterior. Evidência e meta estão intimamente relacionadas? Certifique-se de que a evidência lhe dá um feedback bom e realístico para saber se você está alcançando a sua meta ou não. Digamos que sua meta seja tornar-se um gerente eficaz e que a evidência para isso é sentir-se bem no final do dia. Sentir-se bem no final do dia é maravilhoso, mas não tem necessariamente nada a ver com ser um gerente eficaz. Uma evidência melhor seria observar seus empregados fazendo diversas tarefas melhor do que faziam antes.

Digamos que a sua meta seja ser um supervisor eficaz e você sente que é bom quando seus operários lhe dizem que está fazendo um bom trabalho. Novamente, isso está longe de ser a melhor evidência. Se quiser que seus operários lhe digam, “Você é ótimo”, provavelmente está sendo indulgente e perdendo oportunidades de melhorar o desempenho deles. Mais uma vez, a melhor evidência seria observar e ouvir palavras que demonstrem aumento de produtividade, desempenho e satisfação no trabalho.

Outra dificuldade típica na formulação da evidência de metas é colocá-la num futuro muito distante. Inúmeros executivos condicionam felicidade e satisfação com Ter a casa certa, a esposa certa e o salário certo. Tudo isso é maravilhoso, mas é realmente tão importante que você precise se abster de ser feliz até lá? A maioria das pessoas acham muito mais motivante Ter algumas recompensas pelo caminho. Isso pode assumir a forma de pequenas metas, facilitando o encontro de evidências da conquista de uma meta maior. Afinal de contas, se tiver que terminar o relatório, fazer a proposta, fechar o negócio, ganhar uma nova conta, quebrar um recorde antigo, qualificar-se para um aumento, você pode se recompensar por Ter simplesmente terminado o relatório. Haverá muito mais relatórios que aumentos, e quanto melhor se sentir a respeito deles, mais os fará e mais cedo o aumento vai chegar.

Agora, confira a sua própria meta para saber quando se sentirá feliz por tê-la terminado e faça os ajustes que achar motivantes. Considere a possibilidade de conquistar metas menores ao longo do caminho para as suas grandes realizações.

Selecionar Onde, Quando e com Quem Você Deseja Alcançar a Sua Meta

É importante pensar em quando você quer e quando não quer a sua meta. Por exemplo, se ela é “sentir-se confiante”, você precisa se sentir confiante o tempo todo? Você quer se sentir confiante pilotando um avião, se não foi treinado para ser piloto, ou caminhando numa corda a cem pés de altura? As pessoas costumam querer uma determinada sensação o tempo todo quando não acreditam que possam chegar a tê-la. Sentir-se confiante quando você foi treinado e domina a técnica faz dessa confiança algo sólido e apropriado. Neste caso, você pode explorar inúmeras sensações possíveis na vida, inclusive: curiosidade, desejo, competitividade, compaixão, sensibilidade, fidelidade, tenacidade, amor e tantos outros.

É muito mais fácil alcançar uma meta quando se presta atenção onde, quando e com quem ela é adequada. Se quiser que uma meta esteja envolvida em todos os aspectos da sua vida, considere onde ela faria mais diferença e comece por aí. O que você vai ver, ouvir e sentir que lhe permitirá saber que é hora de alcançar a sua meta? Por exemplo, “Quando vejo a oportunidade x , quero me sentir motivado”.

Agora, coloque a sua meta onde, quando e com quem você quer para que ela realmente aconteça.

Confira a Ecologia da Sua Meta

Às vezes, na nossa pressa de atingir metas, podemos perder de vista outros aspectos de nossas vidas. Isso pode se resumir com a frase “tudo que for necessário”. Quem fez “tudo que foi necessário” tem uma história diferente para contar. Seu passado quase sempre é um desfilar de casamentos fracassados, amizades perdidas e filhos afastados. Quando o sucesso finalmente chega, essas pessoas descobrem que não são capazes de desfrutá-lo porque dedicaram suas vidas unicamente ao trabalho. Os exercícios de descoberta de missão no Capítulo Três destinam-se a lhe dar uma visão mais ampla da sua vida e do lugar que você ocupa no mundo, para que possa apreciar a jornada e a recompensa. Agora, é hora de pensar nas outras pessoas que participam da sua vida também. Como a conquista das suas metas as afetará. Considere os aspectos positivos e negativos. Vai lhe tomar um tempo que seria dedicado a outras coisas? Vai mudar a sua maneira de se relacionar com colaboradores, colegas, amigos ou família? Descubra as dificuldades produzidas pela realização dos seus sonhos, não pra se dissuadir de realizá-los, mas para permitir que você, prevendo-as, se prepare para enfrentá-las. Como pode enriquecer, aprimorar ou ajustar a sua meta para que aquilo que possa ser uma conseqüência negativa se torne uma oportunidade positiva. Quase sempre, basta incluir as outras pessoas no seu sucesso. A maioria gosta de participar, especialmente se for de um sucesso. Faça esses ajustes agora para, quando atingir a sua meta, se sentir feliz com isso.

São quatro os exercícios para o Processo para Conquista de Metas. O primeiro, o Exercício 18, trata de metas para o resto da sua vida.

Exercício 18: Criando um Futuro Atraente

  1. Monte o Cenário. Pense onde estará amanhã – imagine. Observe como é este amanhã, as suas cores, imagine-o com todos os detalhes. Esta imagem do futuro ocorre em um determinado cenário do seu teatro interior.

Observe o teatro interior em três dimensões que você montou – ele tem sons e imagens. Você pode até se colocar no palco.

  1. Veja-se no Futuro Desempenhando o Papel que Escolheu.

Agora, neste teatro interior, mental, veja-se vividamente no futuro, alcançando sua meta. É como se o futuro estivesse logo ali – perto, luminoso e colorido também. Do outro lado de uma lacuna ou linha de tempo, você se vê alcançando aquela meta em particular. Veja e ouça todos os detalhes desdobrando-se agradavelmente.

  1. Formule Bem a Sua Meta. Ao se ver desempenhando aquele papel de maneira extraordinária, confira esta lista de seis condições de metas para se certificar de estar formulando bem a sua
    • A meta que você vê é positiva – é o que você faz, não o que evita fazer.
    • Você quer fazer isto. É um “querer”, não um “gostaria”.
    • É você que está fazendo, não uma outra pessoa.
    • Você pode fazer isto – não é uma coisa impossível.
    • A meta é específica, não é geral.
    • A meta é ecológica: Você pode prever os efeitos desta meta e se certificar de que são positivos para as pessoas afetadas por sua conquista.
  2. Torne a Sua Imagem Atraente. Agora use vários tipos de efeitos especiais na sua imaginação ao se ver tendo conquistado essa meta lá no futuro. Você pode usar uma visão de raio X para ver mais de perto como funcionam a sua mente e o seu corpo. Você pode usar certas cores, para ilustrar estados emocionais que lhe forem agradáveis ali. Pode usar telas múltiplas para ver diferentes coisas acontecendo, e diferentes situações ou épocas relacionadas com essa meta específica. Veja a meta de forma vívida e brilhante, e observe as suas três dimensões. Ao aumentar e aproximar a conquista da sua meta, tornando-a vibrante e muito atraente, perceba também o seu corpo e as suas pretensões. Não se apresse e sinta prazer nesta visão – nesta obra prima que você está criando, dirigindo e se tornando.
  3. Observe a Trilha. Preste atenção ao que está sendo conquistado e como isso é atraente – aproximando-o de você. Agora observe que existe um caminho que vai do momento presente àquele determinado momento no futuro. É uma espécie de trilha através do tempo.

Agora você pode ver, ouvir, sentir este futuro atraente – a sua meta para um determinado papel. Esta meta atraente ajusta-se à sua missão. E existe uma trilha até ela.

Saber quando você vai desempenhar bem um determinado papel não basta. Você precisa de um meio de chegar lá, e precisa saber como caminhar por esta trilha. O desenvolvimento de um plano realístico, exeqüível, é a principal diferença entre sonhadores ociosos e realizadores visionários. Você pode começar a ser um realizador visionário usando os exercícios deste livro.

Do livro: PNL, A Nova Tecnologia do Sucesso – Steve Andreas e Charles Faulkner – Ed. Campus

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O que prejudica o Brasil

A direita brasileira continua muito atuante, tem uma agenda própria e articula ataques em várias frentes contra o que pode ameaçar seus interesses. O oligopólio neoliberal-burgues expressa exatamente o que quer e o que faz a direita que atua nos bastidores da política e da economia. A direita cuida especialmente da defesa do capital, das vantagens econômicas do empresariado, dos privilégios patrimoniais das elites e do poder político das oligarquias.

Desde o final do ano passado a direita brasileira cerrou fileiras para enterrar de vez o esclarecimento dos crimes praticados pelo Estado na ditadura militar (1964-1985), em especial o que foi suscitado pelo 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos, lançado em dezembro, e que levou o presidente da República a fazer alterações ao gosto dos setores mais reacionários. A direita não quer saber de Comissão da Verdade e da Justiça, não quer passar a limpo a história da prisão, tortura, morte e desaparecimento de opositores políticos.

A direita ataca as propostas de democracia participativa, tudo o que possa aperfeiçoar o sistema representativo e assegurar ao povo o papel de sujeito da história. A direita critica a realização de conferências nacionais que possibilitam a formulação de políticas públicas, assim como as propostas de plebiscitos e referendos para as grandes definições nacionais.

Amarrada aos pontos do Consenso de Washington, mesmo com o fracasso e a crise do neoliberalismo em todo o mundo, notadamente na América Latina, a direita brasileira continua defendendo a privatização de serviços públicos, rodovias, portos, aeroportos, educação e saúde – apesar da péssima prestação de tais serviços pelas empresas privadas.

Ao mesmo tempo rejeita, com muita força, todas as medidas que possam melhorar as condições de vida e trabalho do povo brasileiro. No momento, ataca a redução da jornada de trabalho para 40 horas e a mudança nos critérios das aposentadorias. A direita não tem o menor interesse que os trabalhadores conquistem uma vida com dignidade, que as leis trabalhistas sejam cumpridas.

A direita não se importa com a construção de um País mais justo, que assegure igualdade de oportunidade para todos, que amplie direitos, que trate do bem-estar das pessoas antes do lucro e do sucesso das empresas. Conhecer mais sobre a direita é identificar quem realmente tem prejudicado o Brasil.

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