MACRO VISÃO

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Informativo eletrônico – Edição 1121

Quinta-Feira, 06 de Dezembro de 2012

Prezado leitor,

Você está recebendo o Macro Visão. Veja os destaques desta edição:

Economia Brasileira

·  IGP-DI acelera e registra aumento de 0,25% em novembro

Economia Internacional

·  Zona do Euro: PIB recua 0,1% no terceiro trimestre


Economia Brasileira

IGP-DI acelera e registra aumento de 0,25% em novembro

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), divulgado nesta quinta-feira (06/12) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), aumentou 0,25% em novembro, em comparação com o mês imediatamente anterior. Na passagem de setembro para outubro, o indicador tinha apresentado resultado deflacionário em 0,31%.

Dentre os três indicadores que compõem o IGP-DI, a maior modificação foi apurada para o IPA-DI, que reflete preços no atacado, tendo em vista sua elevação de 0,16% em novembro, após o recuo de 0,68% computado para outubro. No que diz respeito aos preços no varejo, o IPC-DI cresceu 0,45% em novembro, após a elevação de 0,48% no mês precedente. Por fim, o INCC-DI, indicador que afere os preços na construção, mostrou expansão de 0,33% no mês passado, superior à variação positiva de 0,21% observada em outubro.

No acumulado de doze meses, o IGP-DI registra ganho de 7,22%, ao passo que para o período de janeiro a novembro de 2012 o crescimento atinge 7,39%. O resultado lançado hoje (06/12) pela manhã ficou dentro do esperado pelo mercado, cujo intervalo foi definido entre 0,10% e 0,40%. Contudo, o valor calculado para novembro ficou acima da mediana dos analistas (0,20%).


Economia Internacional

Zona do Euro: PIB recua 0,1% no terceiro trimestre

O Escritório de Estatística da União Europeia (Eurostat, sigla em inglês) divulgou hoje (06/12) redução de 0,1% do PIB da Zona do Euro no terceiro trimestre de 2012, sem alteração em relação à segunda estimativa divulgada. Já o PIB da União Europeia ampliou em 0,1% no mesmo período.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2011, o PIB da Zona do Euro recuou em 0,6% e o da Zona do Euro reduziu em 0,4%.

Ainda na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o consumo das famílias manteve-se estável na Zona do Euro, a Formação Bruta de Capital Fixo diminuiu em 0,7%, o Consumo do Governo reduziu em 0,2%, as exportações ampliaram em 0,9% e as importações cresceram 0,2%.


Projeções de Mercado

Relatório divulgado em 03/12/2012

Mediana – Agregado

2012

2013

Há 4 semanas

Há 1 semana

Hoje

Comp. Semanal

Há 4 semanas

Há 1 semana

Hoje

Comp. Semanal

IPCA (%)

5,44

5,43

5,43

=

(1)

5,40

5,40

5,40

=

(1)

IGP-DI (%)

8,34

7,92

7,64

(7)

5,17

5,17

5,17

=

(2)

IGP-M (%)

7,92

7,55

7,46

(8)

5,16

5,12

5,11

(3)

IPC-Fipe (%)

4,62

4,76

4,76

=

(1)

4,85

4,90

4,90

=

(1)

Taxa de Câmbio – fim de período (R$/US$)

2,02

2,03

2,07

(1)

2,01

2,02

2,06

(1)

Taxa de Câmbio – média do período (R$/US$)

1,95

1,95

1,96

(1)

2,02

2,03

2,06

(3)

Meta da Taxa Selic – fim de período (% a a)

7,25

7,25

7,25

=

(7)

7,63

7,25

7,25

=

(3)

Meta da Taxa Selic – média do período (% a a)

8,47

8,47

8,47

=

(7)

7,34

7,25

7,25

=

(3)

Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)

35,20

35,20

35,15

(1)

34,00

34,00

34,00

=

(9)

PIB (% do crescimento)

1,54

1,50

1,27

(3)

4,00

3,94

3,70

(3)

Produção Industrial (% do crescimento)

-2,31

-2,30

-2,38

(1)

4,15

4,20

3,82

(1)

Conta Corrente (US$ bilhões)

-55,73

-54,00

-54,00

=

(1)

-65,90

-65,00

-65,00

=

(2)

Balança Comercial (US$ bilhões)

18,45

19,60

20,00

(4)

15,00

15,52

15,52

=

(2)

Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)

60,00

60,00

60,00

=

(4)

60,00

59,00

59,50

(1)

Preços Administrados (%)

3,50

3,50

3,50

=

(6)

3,00

3,30

3,40

(1)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento, diminuição ou = estabilidade)

Fonte: Banco Central do Brasil – Relatório de Mercado/Focus.

O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.


Economia Brasileira

INDICADORES

Efetivo

Projeções

2006

2007

2008

2009

2010

2011

    2012

   
 

Crescimento do PIB (%)

4,0

6,1

5,2

-0,3

7,5

2,7

0,9

   

PIB Indústria (%)

2,2

5,3

4,1

-5,6

10,4

1,6

-0,5

   

Extrativa Mineral (%)

4,4

3,7

3,5

-3,2

13,6

3,2

-1,3

   

Transformação (%)

1,0

5,6

3,0

-8,7

10,1

0,1

-2,0

   

Construção Civil (%)

4,7

4,9

7,9

-0,7

11,6

3,6

1,9

   

Serv. Ind. Utilidade Públ. (SIUP) (%)

3,5

5,4

4,8

0,9

8,1

3,8

3,3

   

PIB Agropecuária (%)

4,8

4,8

6,1

-3,1

6,3

3,9

-0,3

   

PIB Serviços (%)

4,2

6,1

4,9

2,1

5,5

2,7

1,6

   

Consumo das Famílias (%)

4,5

5,8

5,7

4,4

6,9

4,1

3,0

   

Consumo do Governo (%)

2,6

5,1

3,2

3,1

4,2

1,9

3,2

   

Formação Bruta de Capital Fixo (%)

9,8

13,9

13,6

-6,7

21,3

4,7

-4,0

   

Exportações de Bens e Serviços (%)

5,0

6,2

0,5

-9,1

11,5

4,5

-1,0

   

Importações de Bens e Serviços (%)

18,4

19,9

15,4

-7,6

35,8

9,7

-1,5

   

Setor
Externo

Exportações (US$ bilhões)

137,8

160,6

197,9

153,0

201,9

256,0

242,4

   

Importações (US$ bilhões)

91,4

120,6

173,0

127,6

181,6

226,2

220,8

   

Saldo da Balança Com. (US$ bilhões)

46,5

40,0

24,9

25,4

20,3

29,8

21,6

   

Exportações (%)

16,3

16,6

23,2

-22,7

32,0

26,8

-5,3

   

Importações (%)

24,1

32,0

43,4

-26,2

42,3

24,6

-2,4

   

Saldo da Balança Comercial (%)

3,4

-13,8

-37,7

2,0

-20,1

47,0

-27,6

   

Produção Industrial (%)

2,8

6,0

3,1

-7,4

10,5

0,3

-2,5

   

INA – FIESP/CIESP (%)

2,9

6,0

4,3

-8,1

9,9

0,6

-4,1

   

Emprego Industrial SP- FIESP/CIESP (%)

-0,1

4,6

-0,3

-4,5

4,7

0,0

-2,3

   

Emprego Industrial Brasil – IBGE (%)

0,8

3,3

-1,2

-2,4

3,4

-0,4

-1,6

   

Elaboração FIESP/CIESP
Com exceção dos indicadores marcados com *, os dados de 2005 a 2007 foram revisados pelo IBGE.

 

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AS LULÍADES

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AS LULÍADAS

(coleção antológica do apedeuta presidente)

Lula Sensível

‘Estou vendo aqui companheiros portadores de deficiência física. Estou vendo o Arnaldo Godoy sentado, tentando me olhar, mas ele não pode me olhar porque ele é cego. Estou aqui à tua esquerda, viu, Arnaldo! Agora, você está olhando pra mim… ‘ Fonte: Site da Radiobras, 27/06/2003.

Lula Estrategista

‘Não adianta ter um bando de generais e de soldados’. Falando no Clube do Exército em 15 de dezembro de 2003. Fonte: Informativo do Exército Brasileiro, 17/12/2003 e vários jornais

Lula Cultural

‘Não é mérito, mas, pela primeira vez na história da República, a República tem um presidente e um vice-presidente que não têm diploma universitário. Possivelmente, se nós tivéssemos, poderíamos fazer muito mais.’ Fonte:Primeira Leitura 13/09/2003 e Radiobrás

Lula Poligrota digo, Poliglota

‘Estou otimista porque estamos reduzindo as taxas de interesses dentro do Brasil.’
Falando à Cúpula das Américas em Monterrey, a 13 de janeiro de 2004. ‘Tasa de interés’ significa, em espanhol, taxa de juros. ‘Taxas de interesse’ não significa nada em língua alguma. Fonte: Estadão -13 de janeiro de 2004

Lula Oportuno

Há males que vêm para bem’.
Ao agradecer ao presidente da Rússia pelo apoio que seu país estava dando às investigações do acidente de Alcântara, quando morreram 19 técnicos. Fonte: Vários jornais

Lula Matemático

‘Aprendi a contar até dez, apesar de só ter nove dedos, que é para não cometer erros. Um erro em qualquer outro governo é mais um erro. No nosso, não pode acontecer.’ Lançamento do Plano Safra para a Agricultura Familiar, em 24/07/2003). Fonte: Vários jornais

Lula Nostradamus

‘Não tem geada, não tem terremoto, não tem cara feia. Não tem Congresso Nacional, não tem um Poder Judiciário. Só Deus será capaz de impedir que a gente faça este país ocupar o lugar de destaque que ele nunca deveria ter deixado de ocupar.’ Em discurso na CNI, Confederação Nacional da Indústria

Lula Legislador

‘Tem lei que pega e tem lei que não pega. Essa do Primeiro Emprego não pegou’. Fonte: w w w.estadao.com.br/ext/politica/palavra.htm

Lula Mártir

‘O bom de ser governo é do dia em que você é eleito até a posse. Depois, é só  pobremas… Discurso em 24 de março de 2004 ..  

Lula Bíblico

‘Se fosse fácil resolver o problema da fome, não teríamos fome.’…
‘Deus pôs os pés aqui (no Brasil) e falou:- ‘Olha, aqui vai ter tudo. Agora, é só homens e mulheres terem juízo que as coisas vão dar certo’.’
Falando na abertura da Expo Fome Zero, em 10 de fevereiro de 2004 Fonte: Site da Radiobras, 10/02/2004

Lula Nostradamus II

Será o maior programa social já visto na face da Terra.’ Falando no Pará sobre o Bolsa-Família, em 26 de fevereiro de 2004. Fonte: Folha Online, 27/02/2004

Lula Prodígio

‘Eu sou filho de uma mulher que nasceu analfabeta.’
Falando no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março de 2004. Fonte: Radiobrás da data e vários jornais.

Lula Sutil (como uma revoada de hipopótamos …)

‘Estou com uma dor no pé, mas não posso nem mancar, para a imprensa não dizer que estou mancando porque estou num encontro com os companheiros portadores de deficiência’. Encontro com atletas paraolímpicos, em dezembro de 2003. Fonte: Unifolha de Campo Grande, 02/12/1002 e Tribuna da Imprensa, 04/12/2003.

Lula Sensível II

‘O objetivo (desta competição) é conquistar vagas para os jogos paraolímpicos de Antenas (sic), em 2004, nas modalidades basquete, vôlei masculino e feminino e adestramento. E aumentar a quantidade de vagas em atletismo, natação, ciclismo e esgrima’. ‘Todos vocês vão competir a uma vaga para Antenas (sic)? E quem é que acha que vai ganhar? Levante a mão aí para ver’.
Fonte: Unifolha, 02/12/2003

Lula Ecumênico

‘Um brinde à felicidade do presidente Al Assad’. O presidente sírio não se levantou nem ergueu a taça porque os muçulmanos não ingerem bebidas alcoólicas. Fonte: Tribuna da Imprensa, 04/12/2003

Lula Ficção

‘Quando Napoleão foi à China’.
Citado por Miriam Leitão, em O Globo, 01/05/2004 e lido em vários jornais      

Lula Cavalheiro

… a galega (a primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva) engravidou logo no primeiro dia, porque pernambucano não deixa por menos’. Na Fenadoce, em Pelotas, 17/06/2003. Fonte: Vários jornais

Lula Politizado

‘Daqui a dois ou três anos possivelmente não estaremos aqui, talvez sejam outros. E nem será o Tony Blair que estará convidando, será outra pessoa’.
Em reunião de Chefes de Estado em Londres, onde o regime é parlamentarista e o mandato do primeiro-ministro não tem prazo para acabar.
O Globo, 15/07/2003 e jornais do mundo inteiro

Lula Diplomático II

‘Um país que constrói um monumento daquela magnitude tem tudo para ser mais  desenvolvido do que é atualmente.’ Na Índia, referindo-se ao Taj Mahal, em 29 de janeiro de 2004. Citado por Miriam Leitão, em O Globo de 01/05/2004.  

Lula Patriota

‘Em qualquer lugar do mundo que eu vou, eu tenho que levar flores ao túmulo do herói nacional. No Brasil não tem.’ Falando em 19 de julho de 2004 no lançamento da campanha ‘O melhor do Brasil é o brasileiro’. Fonte: Site da Radiobrás e vários jornais ..

Lula Controverso

‘Pobre do país que precisa de heróis para defender a dignidade. Pobre do país que precisa de mártires para defender a liberdade ou de mortos para defender a vida.’
Falando em 29 de junho, na abertura da Conferência Nacional dos Direitos Humanos. Fonte: Site da Radiobras e vários jornais.

Lula Filósofo

‘O governo tenta fazer o simples, porque o difícil é difícil.’ 1ª Conferência Nacional do Esporte, em 17 de junho de 2004. Fonte: Folha de São Paulo, 18/07/2004

Lula Poeta

‘O Atlântico é apenas ‘um rio caudaloso, de praias de areias brancas’, que une os dois países.’
Falando no Gabão sobre a aproximação entre o Brasil e aquele país. Fonte: O Estado de São Paulo, 27/07/2004  

Lula Antenado

‘Cumprimento o presidente da Mercedes-Benz… Pois eu quero dizer na frente do presidente da Mercedes-Benz (…)’ Falando no Palácio do Planalto, em 6 de fevereiro de 2 004, ao presidente mundial da General Motors, Richard Wagoner. Fonte: Folha OnLine de 07/02/2004

 
   

OS MAÇONS OPERATIVOS

Ambrósio Peters *

A história da Maçonaria deve ser estudada em dois períodos distintos: o dos maçons operativos, que se inicia no século X com o Rei Athelstan, e o dos maçons modernos, que começa oficialmente no início do século XVIII com a fundação da Grande Loja de Londres, mas resulta de um processo histórico ocorrido nos três séculos anteriores.

Esses dois períodos se sobrepuseram, portanto, nos séculos XVI, XVII e XVIII, constituindo uma época intermediária de transformação conhecido entre os pesquisadores da Maçonaria como “Transição”. Os maçons operativos foram os mestres e os operários construtores da Idade Média, associados em guildas, os verdadeiros artistas que ergueram as majestosas catedrais românicas e góticas, os grandes castelos e as fortificações, verdadeiros monumentos arquitetônicos que ainda hoje podem ser admirados em tantas cidades da Europa. As suas guildas medievais se comparam de certa forma aos sindicatos modernos, pois tinham como principal finalidade proteger os interesses da classe dos artistas construtores. Estes passaram a ser chamados de maçons operativos a partir da Idade Moderna, para serem distinguidos dos maçons modernos, também conhecidos como maçons especulativos. 

Embora essas duas maçonarias sejam absolutamente distintas e diferentes em sua essência e em seus propósitos sociais, e uma não seja a sucessora direta da outra, o estudo de suas histórias deve ser feito em continuidade, porque a Maçonaria Especulativa preservou todas as tradições culturais da Maçonaria Operativa, como os deveres dos associados, os regulamentos, os rituais, os simbolismos e, principalmente, o sentimento de solidariedade e fraternidade.

Por essa circunstância iniciamos o estudo da história da Maçonaria Moderna pelo estudo dos maçons operativos e de suas guildas. 

Considerando-se que as primeiras notícias históricas da existência de guildas nos vêm da Inglaterra do século IX, é necessário que as pesquisas partam daquele século e centrem-se no estudo das guildas dos maçons (operários construtores) e nos primeiros reis da Inglaterra. 

O primeiro nome a chamar a atenção dos escritores maçônicos foi o Rei Athelstan, que ganhou destaque nos meios literários maçônicos ao ser mencionado como fundador da Maçonaria nos manuscritos conhecidos na história como Old Charges [Antigos Deveres]. 

Pessoalmente, tomamos conhecimento da existência do Rei Athelstan através do Manuscrito Régio e também pelo livro A Maçonaria Operativa, do judicioso escritor maçônico Nicola Aslan, que por duas ou três vezes o citou superficialmente como um rei inglês de pouco interesse histórico, quase lendário. Nos antigos manuscritos citados é mencionada pela primeira vez oficialmente, na história da Maçonaria, a Grande Assembléia de Maçons, ou seja, a conhecida Lenda de York. Assim o nome de Athelstan despertou nossa curiosidade como personagem histórico, e isto nos levaria à pesquisa de um fascinante período da história, o mundo medieval das guildas dos profissionais talhadores da pedra, e à certeza de que já têm hoje mais de mil anos os nossos tradicionais Antigos Deveres, que foram a base para a elaboração do  Regulamento Geral e dos Deveres de um Maçom, as partes mais importantes do  Livro das Constituições da Grande Loja de Londres, oficializado em janeiro de 1723.

Dispondo de escassas e pouco informativas fontes maçônicas para nossas pesquisas sobre o Rei Athelstan, dirigimos nossa atenção para fontes não maçônicas e encontramos então amplas referências a seu respeito no Grolier Multimedia Encyclopedia, na Encyclopedia Britannica, na Chambers’s Encyclopedia, na História do Mundo Feudal de Mário Curtis Giordani, e evidentemente as poderíamos encontrar em muitas outras fontes mais. 

Tivemos assim através das enciclopédias Britannica e Chamber’s também um primeiro contato com as crônicas anglo-saxônicas iniciadas ao final do século IX pelo Rei Alfredo. Já lamentávamos a impossibilidade de acesso a essas crônicas citadas como fontes primárias nas enciclopédias consultadas, quando inesperadamente nos chegou uma preciosa informação, através de dois trabalhos de autores ligados à Loja Quatuor Coronati, os Irmãos Wallace Mcleod e S. C. Aston. 

Essas fontes cruzadas, as maçônicas e as profanas, nos trouxeram no conjunto um cabedal de seguras informações históricas sobre essa figura ímpar que foi o Rei Athelstan e, de sobejo, também sobre a Lenda de York, o príncipe Edwin e a Grande Assembléia de Maçons, e isso confirmou nossa convicção de que não se pode escrever sobre história da Maçonaria sem recorrer também às fontes profanas.

Concluímos, ainda, que tanto as guildas de benemerência como as guildas dos maçons operativos merecem um estudo à parte das demais guildas de artes e ofícios e das guildas de mercadores da Idade Média.

A partir daí nos convencemos de que a história de uma primeira regulamentação das guildas dos maçons no reinado de Athelstan, a que os manuscritos se referem, com muita definição, têm bases históricas seguras, ainda que a multissecular tradição maçônica possa ter-lhes acrescentado algumas fantasias. Outra constatação que fizemos foi a de que os documentos mais antigos que se referem à Maçonaria não são os primeiros manuscritos dos Antigos Deveres, como por vezes se pretende, mas sim as crônicas anglosaxônicas iniciadas no tempo do Rei Alfredo, avô de Athelstan, isto é, ao final do século IX. Não se pode no entanto deixar de considerar que foram esses manuscritos que introduziram nas tradições maçônicas a noção de sua antigüidade. 

Essas considerações iniciais nos mostram uma profunda relação entre o surgimento da Maçonaria Operativa e o despertar do Reino Unido da Inglaterra ao final do Século IX e início do século X. Detenhamo-nos pois no estudo desse período histórico para melhor conhecer o Rei Athelstan.

* Autor de O manuscrtito Régio e o Livro das Constituições. Ed A Trolha.

.

Como iniciar um discurso inteligente

Por Euro Brasílico Vieira Magalhães
Um exemplo de oratória e habilidade política, ocorrido recentemente na ONU, fez sorrir toda a comunidade mundial ali presente.

Falava o representante de Israel na ONU:

– “Antes de começar o meu discurso, quero contar-lhes algo inédito sobre Moisés.

… (todos ficaram muito curiosos)

…Quando Moisés golpeou a rocha com seu cajado e dela saiu água, pensou imediatamente”:

“Que boa oportunidade para tomar um banho!”.

Tirou a roupa, deixou-a junto da pedra e entrou n´água. Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, sua roupa tinha sumido!

Os palestinos haviam-na roubado!!!”

Um representante da Palestina de pronto levantou-se furioso e bradou:

– “Que mentira boba e descabida! …Nem havia palestinos naquela época!!!”

O representante de Israel então sorriu e afirmou:

– “Muito bem… Então, agora que ficou bem claro quem chegou primeiro a este território e quem foram os invasores… Posso enfim começar o meu discurso…”

Se um discurso semelhante fosse aplicado ao Brasil, seria mais ou menos assim:

Em 1979, os Governos Militares, depois de salvar o Brasil do comunismo, e prepará-lo para um futuro brilhante, com uma grande infraestrutura governamental, resolveram iniciar a abertura política e se retirar totalmente da área política, preparando inclusive uma Lei da Anistia, para perdoar até mesmo aos traidores da Pátria, entre eles muitos assassinos, sequestradores e assaltantes.

Mas o PT roubou toda a minuta desses documentos!!!
Aí, com certeza, uma voz de um petista, raivosa, diria:

MAS EM 1979 O PT NEM EXISTIA!!!!

Então podemos afirmar com absoluta certeza de que o PT nada fez para a Democratização e Abertura Política do País, nem para seu desenvolvimento, muito pelo contrário:

CONDENOU-O AO ATRASO, À IGNORÂNCIA E À DESONESTIDADE ENTRE SEUS PARES EM TODO O MUNDO!
Lembre-se sempre:

“Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim”.

(Joaquim Barbosa está fazendo a parte dele).

Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil. Reenvie imediatamente esta mensagem para toda a sua lista, o Brasil agradece.

…………………………………………………………………….

   

IBPT – INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO
PERCENTUAL DE TRIBUTOS SOBRE O PREÇO FINAL!

PRODUTO % Tributos/preço final

   

Passagens aéreas

8,65%

Transporte Aéreo de Cargas

8,65%

kTransporte Rod. Interestadual Passageiros

16,65%

Transporte Rod. Interestadual Cargas

21,65%

Transp. Urbano Passag. – Metropolitano

22,98%

Vassoura

26,25%

CONTA DE ÁGUA

29,83%

Mesa de Madeira

30,57%

Cadeira de Madeira

30,57%

Armário de Madeira

30,57%

Cama de Madeira

30,57%

Sofá de Madeira/plástico

34,50%

Bicicleta

34,50%

Tapete

34,50%

MEDICAMENTOS

36%

Motocicleta de até 125 cc

44,40%

CONTA DE LUZ

45,81%

CONTA DE TELEFONE

47,87%

Motocicleta acima de 125 cc

49,78%

Gasolina

57,03%

Cigarro

81,68%


PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS

 

Carne bovina

18,63%

Frango

17,91%

Peixe

18,02%

Sal

29,48%

Trigo

34,47%

Arroz

18,00%

Óleo de soja

37,18%

Farinha

34,47%

Feijão

18,00%

Açúcar

40,40%

Leite

33,63%

Café

36,52%

Macarrão

35,20%

Margarina

37,18%

Margarina

37,18%

Molho de tomate

36,66%

Ervilha

35,86%

Milho Verde

37,37%

Biscoito

38,50%

Chocolate

32,00%

Achocolatado

37,84%

Ovos

21,79%

Frutas

22,98%

Álcool

43,28%

Detergente

40,50%

Saponáceo

40,50%

Sabão em barra

40,50%

Sabão em pó

42,27%

Desinfetante

37,84%

Água sanitária

37,84%

Esponja de aço

44,35


PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE

 

Sabonete

42%

Xampu

52,35%

Condicionador

47,01%

Desodorante

47,25%

Aparelho de barbear

41,98%

Papel Higiênico  (PORRA NÃO VOU MAIS LIMPAR O CÚ)

40,50%

Pasta de Dente

42,00%


MATERIAL ESCOLAR

 

Caneta

48,69%

Lápis

36,19%

Borracha

44,39%

Estojo

41,53%

Pastas plásticas

41,17%

Agenda

44,39%

Papel sulfite

38,97%

Livros

13,18%

Papel

38,97%

Agenda

44,39%

Mochilas

40,82%

Régua

45,85%

Pincel

36,90%

Tinta plástica

37,42%


BEBIDAS

 

Refresco em pó

38,32%

Suco

37,84%

Água

45,11%

Cerveja

56,00%

Cachaça

83,07%

Refrigerante

47,00%

CD

47,25%

DVD

51,59%

Brinquedos

41,98%


LOUÇAS

 

Pratos

44,76%

Copos

45,60%

Garrafa térmica

43,16%

Talheres

42,70%

Panelas

44,47%


PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO

 

Toalhas – (mesa e banho)

36,33%

Lençol

37,51%

Travesseiro

36,00%

Cobertor

37,42%

Automóvel

43,63%


ELETRODOMÉSTICOS

 

Sapatos

37,37%

Roupas

37,84%

Aparelho de som

38,00%

Computador

38,00%

Fogão

39,50%

Telefone Celular

41,00%

Ventilador

43,16%

Liquidificador

43,64%

Batedeira

43,64%

Ferro de Passar

44,35%

Refrigerador

47,06%

Vídeo-cassete

52,06%

Microondas

56,99%


MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

 

Fertilizantes

27,07%

Tijolo

34,23%

Telha

34,47%

Móveis (estantes, cama, armários)

37,56%

Vaso sanitário

44,11%

Tinta

45,77%

Casa popular

49,02%

Mensalidade Escolar

37,68% (ISS DE 5%)

   

ALÉM DESTES IMPOSTOS, VOCÊ PAGA DE  15% A 27,5% DO SEU SALÁRIO A TÍTULO DE IMPOSTO DE RENDA, PAGA O SEU PLANO DE SAÚDE, O COLÉGIO DOS SEUS FILHOS, IPVA, IPTU, INSS, FGTS, ETC, ETC…

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Juscelino Kubitschek, eleito em 3 de outubro de 1955, pela aliança PSD-PTB, recebeu 33,8% dos votos – o menor percentual já alcançado por um presidente eleito.
“Bossa nova mesmo é ser presidente
desta terra descoberta por Cabral.
Para tanto, basta ser tão simplesmente
Simpático, risonho, original.”
(Trecho da música: “Presidente Bossa-nova” de Juca Chaves).
Com o tempo, a identificação dos chamados anos dourados com o espírito otimista e inovador que consagrou o governo JK incorporou e identificou o presidente com um conjunto de mudanças sociais, culturais e artísticas que já haviam se iniciado em momentos anteriores ou mesmo que se firmariam ao longo da década de 60.

Lula seria então “O presidente Casa Nova”?

Os autos do processo, de que ÉPOCA obteve uma cópia integral, e entrevistas com os principais envolvidos revelam que:

1) Lula, ainda presidente da República, prestou – mesmo que não soubesse disso – três favores à quadrilha. Por influência de Rose, indicou os irmãos Paulo Vieira e Rubens Vieira para a direção, respectivamente, da ANA e da Anac. Lula, chamado em e-mails de “chefão” ou “PR” por Rose, também deu um emprego no governo para a filha dela, Mirelle;
2) A quadrilha espalhou-se pelo coração do poder – e passou a fazer negócios. Os irmãos Vieira, aliados a altos advogados do PT que ocupavam cargos no governo, passaram a vender facilidades a empresários que dependiam de canetadas de Brasília;
3) Rose, gabando-se de sua relação com Lula, tinha influência no Banco do Brasil. Trabalhou pela escolha do atual presidente do BB, Aldemir Bendine, indicou diretores (um deles a pedido de Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT condenado no caso do mensalão), intermediou encontros de empresários com dirigentes do BB e obteve um contrato para a empresa de construção de seu marido;
4) Despesas do procurador federal Mauro Hauschild, do PT, ex-chefe de gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e, depois, presidente do INSS, foram pagas pela quadrilha. É uma situação similar à do recém-demitido número dois da Advocacia-Geral da União (AGU), José Weber Holanda – que, segundo a PF, recebeu propina;
5) A PF, mesmo diante das evidências de que Rose era uma das líderes da quadrilha, optou por não investigá-la. Não pediu o monitoramento das comunicações de Rose e não quis detonar a Operação Porto Seguro no começo de setembro, quando a Justiça autorizara as batidas e prisões. Esperou até o fim das eleições municipais.

De acordo com o relato feito a ÉPOCA por um alto executivo que trabalhou na Companhia das Docas do Porto de Santos (Codesp), Rose evocava sua relação com Lula para fazer indicações e interferir, segundo seus interesses, nos negócios da empresa. Nessas ocasiões, diz o executivo, Rose se apresentava como “namorada do Lula”. “Ela jogava com essa informação, jogava com a fama”, diz ele. Lula fez três favores à quadrilha dos pareceres enquanto era presidente da República 

Uma história contada por ele ilustra o estilo de atuação de Rose. Em 2005, uma funcionária da Guarda Portuária passou a dizer na Codesp que fora indicada para o cargo porque era amiga da “namorada do Lula”. O caso chegou ao conhecimento da direção do Porto de Santos. Um diretor repreendeu a funcionária e chegou a abrir uma sindicância para apurar o fato – e ela foi demitida. O executivo conta que, contrariada, Rose ligou para executivos para cobrar explicações e reafirmou o que a amiga havia dito: “Eu sou a namorada do Lula”.

Os executivos acharam que ela blefava. “No começo, a gente não sabia que ela era tão forte”, diz um deles. No Porto, ela foi responsável pelas indicações de Paulo Vieira e do petista Danilo de Camargo, ligado ao grupo do ex-ministro José Dirceu no PT. Os dois passaram a atuar em parceria com Valdemar Costa Neto, o deputado pelo PR condenado à prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do mensalão, responsável por indicar o presidente da Codesp.

Um dos interesses desse grupo era perdoar uma parcela da dívida da empresa transportadora Libra com a Codesp. O valor da dívida era de R$ 120 milhões. O acordo foi fechado no Ministério dos Transportes, então controlado pelo grupo ligado a Costa Neto, e contou com o aval de Camargo, presidente do Conselho de Administração. O PT de Santos, liderado pela ex-prefeita Telma de Souza, ficou revoltado com os termos do acordo e resolveu cobrar explicações de Camargo. Novamente Rose entrou em ação para defender os interesses da Libra, do PR de Costa Neto e de Paulo Vieira. Na ocasião, diz o alto executivo, ela evocou novamente o nome de Lula. Nos telefonemas que dava aos petistas contrários ao perdão da dívida, afirma ele, Rosemary sempre mencionava o então presidente.

Rose tem 57 anos, começou jovem na militância política e sua turma, dentro do PT, é uma turma das antigas. Seus principais interlocutores no partido, além de Lula, são Paulo Frateschi, secretário de organização do PT, e os já mencionados Camargo e Dirceu. Rose trabalhou como assessora de Dirceu nos anos 1990. Acompanhou de perto sua ascensão à presidência do PT. No total, foram 12 anos de parceria. Foi no período em que trabalhava com Dirceu que Rose conheceu Lula. Em fevereiro de 2003, com Lula no Planalto, Rose se tornou assessora especial do gabinete regional da Presidência em São Paulo.

Em 2005, tornou-se chefe da unidade. Seu poder no partido foi crescendo. Ela fazia triagem informal dos currículos de candidatos a cargos do segundo escalão. Nessa época, começou a exercer influência também no Banco do Brasil. Rose trabalhou, de acordo com políticos e executivos do setor bancário, pela indicação de Aldemir Bendine para a presidência do BB.

A proximidade com Bendine permitiu que Rose, em 2009, conseguisse um emprego para José Cláudio Noronha, seu ex-marido. Noronha ganhou a vaga de suplente no Conselho de Administração da Aliança Brasil Seguros, atual Brasilprev. De acordo com as investigações da PF, Paulo Vieira forjou um diploma de curso superior para que Noronha cumprisse uma exigência da Brasilprev e assumisse a vaga. Em agosto do ano passado, o mandato de Noronha foi renovado.

Rose era também próxima de Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT condenado a oito anos e 11 meses de prisão no caso do mensalão. Os dois costumavam tomar café no Conjunto Nacional, centro comercial próximo ao prédio do gabinete da Presidência. A pedido de Delúbio, segundo executivos do BB, ela usou sua proximidade com Bendine para conseguir a nomeação de Édson Bündchen para a superintendência do BB em Goiás, em setembro passado.

Rose circulava tão bem no BB que pairava acima das disputas fratricidas entre seus diretores. Era próxima também de Ricardo Flores, ex-vice-presidente de crédito e ex-presidente da Previ, o bilionário fundo de pensão dos funcionários do banco. Flores e Bendine travaram embates corporativos constantes e são considerados inimigos. Isso nunca impediu Rose de se sentir segura para pedir favores a ambos. Em 25 de março de 2009, Rose pediu a Flores que examinasse um pedido de empréstimo de cerca de R$ 48 milhões da empresa Formitex. Era um desejo de Paulo Vieira – na época, ele ainda não era diretor da ANA.

“Gostaria que encaminhasse esses dados técnicos ao Dr. Ricardo (Flores) e, se possível, conseguisse uma agenda para o Dr. César Floriano”, diz Paulo em e-mail para Rose que consta do inquérito policial. Floriano era um dos empresários que bancavam a quadrilha. Em 17 de agosto de 2009, Rose encaminha outro e-mail a Paulo em que pergunta se “aquele assunto do Flores foi resolvido”. Poucos minutos depois, Paulo responde: “As coisas com o Flores estão caminhando bem, ele tem sido muito legal e parece que vamos avançar bastante”

No site da revista o internauta que posta comentário como “Anônimo” disse:

“Depois de ler todo o post não tenho medo de afirmar que o Lula estava bem por dentro do que acontecia. Se a ‘namorada’ dele, vulgarmente conhecida como ‘amante’ circulava com toda esta desenvoltura entre tantos figurões do govêrno, é impossível que alguém não checou se o poder dela realmente emanava da condição que ela tinha com o “PR” ou se era lorota. Como ela sempre conseguiu o que queria fica claro que o Lula sabia de tudo.”

Recebi do amigo e irmão de fé Jorge Amabile.

Tenho outro amigo, Michael Peuser, amigo de membros da Família Real brasileira. Bem que ele poderia nos falar mais sobre intimidades da corte que lhes foram contadas.

Vamos aguardar. Caso resolva abrir o baú.

DEVANIR

Aniversário de D. Pedro II

Aniversário de D. Pedro II

Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, filho mais novo de D. Pedro I, Imperador do Brasil, e D. Maria Leopoldina de Áustria, nasceu aos 2 de dezembro de 1825 na cidade do Rio de Janeiro. Governou o Império de 1841 a 1889, quando foi deposto pelo golpe militar que proclamou a República, em 15 de novembro daquele ano.
Era um entusiasta das artes e da ciência, um exímio linguista (dominava 15 idiomas) e um intelectual de vulto, amigo pessoal de grandes mentes da época – Louis Pasteur, Richard Wagner, Victor Hugo, Alexander Graham Bell, dentre outros. Conhecido pela modéstia no vestir o portar-se, trabalhava mais da metade do dia. Seus 48 anos de reinado foram o período de maior estabilidade econômica, política e social que o Brasil já viveu. Vivendo dias em que se faz pensar que o Brasil foi inventado pelo PT em 2003, é de suma importância honrar os verdadeiros grandes homens que já governaram o País.

Por Felipe Melo às 12:00

http://unbconservadora.blogspot.com.br/2012/12/aniversario-de-d-pedro-ii.html

“RESPOSTA DE UM MINEIRO AO PEDIDO DE CARIOCAS NO “VETA, DILMA” SOBRE OS ROYALTIES DO PETRÓLEO.

Minas Gerais carregou o Brasil e a Europa nas costas durante 150 anos, nos ciclos do ouro e diamante! Ficaram para os mineiros os buracos e a degradação ambiental! Depois veio o ciclo do minério de ferro, até hoje principal item da pauta de exportações brasileiras, que rendeu ao Rio de Janeiro uma das maiores indústrias siderúrgicas do Brasil, a CSN, e a sede da VALE. Curioso é que o Rio de Janeiro não produz um único grama de minério de ferro, mas recebeu a siderúrgica rendendo impostos e gerando empregos e a sede da mineradora recebendo royalties de exploração de minério. Mais uma vez Minas Gerais carregando o Brasil nas costas e, de vinte anos para cá, ajudada pelo Pará em razão das reservas de minério de ferro descobertas nesse Estado. Outra vez ficam para os mineiros e paraenses os buracos e a devastação ambiental. Isso sem falar da água; quem estudou geografia sabe que Minas Gerais é a “caixa d’água do Brasil”, aqui nascem praticamente todos os rios responsáveis pela geração de energia hidráulica e, embora a usina de FURNAS seja em MG, a sede é no Rio. Me causa estranheza essa posição de alguns cariocas/fluminenses, pois toda riqueza do subsolo, inclusive marítimo, pertence à UNIÃO. Ao contrário do ouro, do diamante e do minério de ferro que estão sob o território mineiro, as jazidas do pré-sal estão a 400 quilômetros do litoral do Rio do Janeiro e nenhum Estado Brasileiro, inclusive o RJ, tem recursos aplicados na pesquisa, exploração e refino de petróleo, pois todo dinheiro é da UNIÃO que é a principal acionista da PETROBRAS. Acho piada de mau gosto quando esses políticos fluminenses falam em “Estados produtores de petróleo” sabendo dessas características da exploração do petróleo e dos eternos benefícios que o RJ recebe, tais como jogos panamericanos, olimpíadas etc. Acho um absurdo ver crianças de outras regiões mais pobres do Brasil estudando em salas de aula sem luz, sentadas duas ou três numa mesma cadeira, quando há cadeira, enquanto que a prefeitura de Macaé/RJ gasta, torra, esbanja, joga fora dinheiro pintando de cores berrantes passeios públicos! Proponho que todos brasileiros dos outros Estados façam o protesto SANCIONA, DILMA e mandem e-mails para seus deputados e senadores para acompanhar de perto essa questão do pré-sal. É como disse certa vez um compositor, cujo nome me esqueci, “o Rio de Janeiro é um Estado de frente para o mar e de costas para o Brasil”. Sérgio Cabral, vá te catar! SANCIONA, DILMA.

Se você concordou: espalhe essa mensagem.”

 

 

 

O Empurrão

A águia empurrou gentilmente os filhotes para a beira do ninho.

Seu coração trepidava com emoções conflitantes enquanto sentia a resistência deles.

Por que será que a emoção de voar precisa começar com o medo de cair? – pensou.

Esta pergunta eterna estava sem resposta para ela.

Como na tradição da espécie, seu ninho localizava-se no alto de uma saliência, num rochedo escarpado. Abaixo, havia somente o ar para suportar as asas de cada um de seus filhotes.

A despeito de seus medos, a águia sabia que era tempo.

Sua missão materna estava praticamente terminada.

Restava uma última tarefa: o empurrão.

A águia reuniu coragem através de uma sabedoria inata.

Enquanto os filhotes não descobrissem suas asas, não haveria objetivo em suas vidas.

Enquanto não aprendessem a voar, não compreenderiam o privilégio de terem nascido águias.

O empurrão era o maior presente que a águia-mãe tinha para dar-lhes, era seu supremo ato de amor.

E por isso, um a um, ela empurrou, e todos voaram!

Todos nós somos seres dotados de capacidades potenciais que podem ser desenvolvidas e aprimoradas.

Muitas vezes, esse potencial só é desenvolvido quando nos deparamos com uma situação difícil que nos impõe uma postura mais arrojada.

Por isso, mesmo que você se depare com dificuldades ao longo da vida, persista em seus objetivos.

Assim como os filhotes da águia, é preciso vencer as dificuldades e os medos para depois voar.

www.planetamais.com.br

Por um Mundo Melhor!

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