Um texto que os acima de sessenta entenderão melhor.

Um texto que os acima de sessenta entenderão melhor.

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Caí no Mundo e não sei como Voltar…

Autoria atribuída a Eduardo Galeano, 

jornalista uruguaio, escritor de As Veias Abertas da América Latina”.

O que acontece comigo, que não consigo andar pelo mundo pegando coisas

e trocando-as pelo modelo seguinte, só porque alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco?

Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos no varal junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujas.

E eles, nossos nenês, apenas cresceram, tiveram seus próprios filhos e se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas.

Entregaram-se, inescrupulosamente, às descartáveis!

Sim, já sei.

À nossa geração sempre foi difícil jogar fora.

Nem os defeituosos conseguíamos descartar!

E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.

Nããão!

Eu não digo que isto era melhor.

O que digo é que, em algum momento, eu me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.
O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto.

O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.

Guardo os copos descartáveis!

Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.

Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres!

É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!

É mais!

Compravam-se para a vida dos que vinham depois!

A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.

E acontece que em nosso, nem tão longo casamento, tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.

Nos estão incomodando!

Eu descobri!

Fazem de propósito!

Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.

Nada se arruma, não se conserta.

O obsoleto é de fábrica.

Aonde estão os sapateiros fazendo meia – solas dos tênis Nike?

Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa?

Quem arruma as facas elétricas: o afiador ou o eletricista?

Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os seleiros?

Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo.

Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.

Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo!

Eu juro!

E tenho menos de … anos!

Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII).

Não existia o plástico, nem o nylon.

A borracha só víamos nas rodas dos carros e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João.

Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava.

Desse tempo venho eu.

E não que tenha sido melhor…

É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com “guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa”, mudar para o “compre e jogue fora que já tem um novo modelo”.

Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão.

Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado…

E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!!

Mas… por amor de Deus!

Minha cabeça não resiste tanto.

Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.
E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher, a mesma e o mesmo nome?

Educaram-me para guardar tudo.

Tuuuudo!

O que servia e o que não servia.

Porque, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.
Acreditávamos em tudo.

Sim , já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não.

E no afã de guardar (por que éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.
Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular poucos meses depois de o comprar?

Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?
Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas.

A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres.

A terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres.
E guardávamos…

Como guardávamos!!

Tuuuudo!!!

Guardávamos as tampinhas dos refrigerantes!!!

Como, para quê?

Fazíamos capachos, colocávamos diante da porta para tirar o barro dos sapatos.

Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares.

Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.
Tuuudo guardávamos!

Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar isqueiros descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para isqueiros descartáveis.

E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar.

E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de fiambre, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
E as pilhas!

As pilhas dos primeiros radinhos transistores passavam do congelador ao telhado da casa.

Por que não sabíamos bem se, se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais.

Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim.
As coisas não eram descartáveis.

Eram guardáveis.
Os jornais!!!

Serviam para tudo: como de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisas para enrolar.

Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um embrulho de bananas.

E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Cosmopolita era a marca de um fogão que funcionava com gás) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia “esta é um 4 de paus”.
As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal.

Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo.
Eu sei o que nos acontecia: custava-nos muito declarar a morte de nossos objetos.

Assim como hoje, as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis.

Aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!
E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, nos disseram: comam o sorvete e depois joguem o copinho fora!

E nós dizíamos que sim, mas, imagina que a lançávamos fora!!!

As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças.

As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones.

As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza.

As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as rolhas de cortiça esperavam encontrar-se com uma garrafa.
E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos.

Ah!!! Não vou fazer!!!

Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o casamento e até a amizade são descartáveis.

Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.
Mordo-me para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero.

Não vou fazer!

Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.

Não vou dizer que aos velhos se declara a morte quando apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com gel no cabelo e glamour.
Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares.

Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova.

Mas, como sou lento para transitar neste mundo da reposição, corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue…

 

 

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Informativo eletrônico – Edição 1140

Sexta-Feira, 18 de Janeiro de 2013

Prezado leitor,

Você está recebendo o Macro Visão. Veja os destaques desta edição:

Economia Internacional

·  PIB chinês cresce 7,8% em 2012, enquanto produção industrial cresce 10,3% em dezembro

·  Produção Industrial do Japão recua 1,4% em novembro


Economia Internacional 

PIB chinês cresce 7,8% em 2012, enquanto produção industrial cresce 10,3% em dezembro

De acordo com dados divulgados hoje (18/01) pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China, o País encerrou o ano de 2012 com crescimento de 7,8% no Produto Interno Bruto (PIB), apresentando uma desaceleração em seu ritmo de crescimento, tendo em vista que no ano anterior o crescimento chinês foi de 9,3%. O valor adicionado do setor primário aumentou em 4,5% em relação ao ano anterior, enquanto a indústria secundária e o setor terciário expandiram ambos à taxa de 8,1%. Tais resultados já consideram os ajustes sazonais.

No último trimestre do ano, na base de comparação interanual, a China registrou crescimento de 7,9% em seu produto, sendo superior ao segundo e ao terceiro trimestres – que evidenciaram elevações de 7,6% e 7,4%, respectivamente – e inferior ao primeiro trimestre, quando o crescimento do país foi de 8,1%. Em relação ao período imediatamente anterior, descontadas as influências sazonais, o quarto trimestre de 2012 avançou 2,0%, variação levemente inferior àquela computada para o terceiro trimestre (2,1%).

Já a produção industrial da China apresentou ligeira aceleração, passando de 10,1% em novembro para 10,3% em dezembro de 2012, na comparação interanual. Em comparação ante novembro, o crescimento da indústria chinesa no último mês de 2012 foi de 0,87%, ligeiramente menor que o índice de novembro ante outubro (0,88%). Quando agrupadas as atividades por indústria pesada e leve, foram registrados crescimentos de 10,6% e 9,6%, em termos respectivos. Na classificação por status de registro, os destaques de crescimento foram as categorias de “Fabricação de equipamentos de comunicação, computadores e eletrônicos” (15,3%) e “Fundição de metais ferrosos” (12,2%).

Produção Industrial do Japão recua 1,4% em novembro

A produção industrial do Japão apresentou retração de 1,4% em novembro em relação ao mês imediatamente anterior, já descontadas as influências sazonais. Os dados divulgados pelo Ministério da Economia do País ficaram acima das previsões de mercado (-1,7%). No acumulado de 2012, a queda da produção industrial atingiu 5,5%.

O volume de embarques também mostrou declínio em novembro, dada a variação de -0,8% em relação ao mês anterior, sendo que no acumulado do ano o índice atingiu -5,6%. A queda no volume de embarques demonstra que as exportações japonesas estão sendo fortemente impactadas pela crise de grandes mercados consumidores globais, com destaque à Zona do Euro, cujo menor nível de atividade econômica reduz a demanda por produtos importados.


Agenda Semanal 


Projeções de Mercado 

Relatório divulgado em 14/01/2013

Mediana – Agregado

2013

Há 4 semanas

Há 1 semana

Hoje

Comp. Semanal

IPCA (%)

5,42

5,49

5,53

(1)

IGP-DI (%)

5,27

5,37

5,39

(2)

IGP-M (%)

5,29

5,31

5,35

(1)

IPC-Fipe (%)

4,95

4,88

4,86

(1)

Taxa de Câmbio – fim de período (R$/US$)

2,08

2,08

2,07

(1)

Taxa de Câmbio – média do período (R$/US$)

2,08

2,07

2,06

(1)

Meta da Taxa Selic – fim de período (% a a)

7,25

7,25

7,25

=

(5)

Meta da Taxa Selic – média do período (% a a)

7,25

7,25

7,25

=

(5)

Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)

34,00

34,00

34,00

=

(11)

PIB (% do crescimento)

3,40

3,26

3,20

(5)

Produção Industrial (% do crescimento)

3,70

3,00

3,24

(3)

Conta Corrente (US$ bilhões)

-65,00

-62,10

-63,05

(4)

Balança Comercial (US$ bilhões)

15,60

15,00

15,43

(1)

Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)

60,00

60,00

60,00

=

(1)

Preços Administrados (%)

3,50

3,30

3,34

(1)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento, diminuição ou = estabilidade)

Fonte: Banco Central do Brasil – Relatório de Mercado/Focus.

O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.


Economia Brasileira

INDICADORES

Efetivo

Projeções

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

 
 

Crescimento do PIB (%)

4,0

6,1

5,2

-0,3

7,5

2,7

0,9

3,0

 

PIB Indústria (%)

2,2

5,3

4,1

-5,6

10,4

1,6

-0,5

3,0

 

Extrativa Mineral (%)

4,4

3,7

3,5

-3,2

13,6

3,2

-1,3

2,5

 

Transformação (%)

1,0

5,6

3,0

-8,7

10,1

0,1

-2,0

3,0

 

Construção Civil (%)

4,7

4,9

7,9

-0,7

11,6

3,6

1,9

3,3

 

Serv. Ind. Utilidade Públ. (SIUP) (%)

3,5

5,4

4,8

0,9

8,1

3,8

3,3

3,5

 

PIB Agropecuária (%)

4,8

4,8

6,1

-3,1

6,3

3,9

-0,3

6,2

 

PIB Serviços (%)

4,2

6,1

4,9

2,1

5,5

2,7

1,6

2,7

 

Consumo das Famílias (%)

4,5

5,8

5,7

4,4

6,9

4,1

3,0

3,8

 

Consumo do Governo (%)

2,6

5,1

3,2

3,1

4,2

1,9

3,2

3,6

 

Formação Bruta de Capital Fixo (%)

9,8

13,9

13,6

-6,7

21,3

4,7

-4,0

4,4

 

Exportações de Bens e Serviços (%)

5,0

6,2

0,5

-9,1

11,5

4,5

-1,0

0,8

 

Importações de Bens e Serviços (%)

18,4

19,9

15,4

-7,6

35,8

9,7

-1,5

1,6

 

Setor
Externo

Exportações (US$ bilhões)

137,8

160,6

197,9

153,0

201,9

256,0

242,6

257,8

 

Importações (US$ bilhões)

91,4

120,6

173,0

127,6

181,6

226,2

223,1

236,3

 

Saldo da Balança Com. (US$ bilhões)

46,5

40,0

24,9

25,4

20,3

29,8

19,5

21,5

 

Exportações (%)

16,3

16,6

23,2

-22,7

32,0

26,8

-5,3

6,3

 

Importações (%)

24,1

32,0

43,4

-26,2

42,3

24,6

-1,4

5,9

 

Saldo da Balança Comercial (%)

3,4

-13,8

-37,7

2,0

-20,1

47,0

-34,8

10,7

 

Produção Industrial (%)

2,8

6,0

3,1

-7,4

10,5

0,3

-2,6

2,8

 

INA – FIESP/CIESP (%)

2,9

6,0

4,3

-8,1

9,9

0,6

-4,1

3,9

 

Emprego Industrial SP- FIESP/CIESP (%)

-0,1

4,6

-0,3

-4,5

4,7

0,0

-2,3

1,6

 

Emprego Industrial Brasil – IBGE (%)

0,8

3,3

-1,2

-2,4

3,4

-0,4

-1,6

1,1

 

Elaboração FIESP/CIESP
Com exceção dos indicadores marcados com *, os dados de 2005 a 2007 foram revisados pelo IBGE.

 

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Macro Visão é uma publicação da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e
do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP)

Av. Paulista, 1313 – 5º andar – Cep 01311-923 – Tel.: 11 3549-4316
Diretor Titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos: Paulo Francini
Gerente: Guilherme Moreira – Textos: Denilson Lopes, Gabriela Vichi, Gabriela Uieda, Jefferson Galetti e Rodolfo Margato – DEPECON

Revisão: Emilse Bentson – Coordenadora web: Aurilene Santos – Webdesigner: Caroline Levart, Michel Avelar e Bruno Nascimento

VOCÊ SABE QUE ALGUÉM É PAULISTANO QUANDO:

Na fala, ele:

a) Chama o semáforo de ‘farol’.
b) Diz ‘bolacha’ em vez de biscoito.
c) Diz ‘cara’ em vez de menino.
d) Diz ‘mina’ em vez de menina.
e) Diz ‘bexiga’ em vez de balão.
f) Diz ‘sorvete’, tanto para picolé como para sorvete de massa.
g) Acha que não tem sotaque nenhum.
h) Ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino, etc…)
i) Vê uma pessoa mal vestida e chama de ‘baiano’.
j) É extremamente possessivo, pois emprega a palavra ‘MEU’ em praticamente todas as frases.

No clima:
a) Fala sobre o tempo para puxar assunto.
b) Enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal..
c) Sai todo agasalhado de manhã, tira quase tudo a tarde e põe tudo de volta à noite.
d) Tem mania de levar o carro para polir no sábado ou no domingo. O carro fica brilhando, só que toda vez que vai sair com ele para passear… CHOVE.

Na praia :

a) Fala que vai para praia sem especificar qual.
b) Fica a temporada no Guarujá, Maresias ou Ubatuba, mesmo que chova mais do que faça sol
c) Chama Ubatuba de ‘Ubachuva’
d) Fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro e acaba indo para lá.

Nas esquisitices:
a) Faz fila para tudo (elevador, banheiro, ônibus, banco, mercado, casquinha do MC’DONALDS, etc.)
b) Todo dia tem que passar na ‘DROGARIA SÃO PAULO‘ ou na ‘DROGA RAIA’
c) Repara nas pessoas como se fossem de outro planeta.
d) Cumprimenta os vizinhos apenas com ‘oi’ e ‘tchau’.
e) Espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega, acaba não fazendo ‘nada’.
f) Chama o povo do interior de São Paulo de ‘caipira’.

Principal:
a) Ri de si mesmo ao perceber que tudo acima é verdade e encaminha para todos os amigos.
b) E como todo paulistano, estou fazendo a minha parte…”

   

CUBA O que aconteceu?

O que foi que aconteceu?

A primeira nação da América espanhola, incluindo a Espanha e Portugal, que utilizou máquinas e barcos a vapor foi Cuba foi em 1829.

A primeira nação da América Latina e a terceira no mundo (atrás da Inglaterra e dos EUA), a ter uma ferrovia foi Cuba, em 1837.

Foi um cubano que primeiro aplicou anestesia com éter na América Latina em 1847.

A primeira demonstração, a nível mundial, de uma indústria movida a eletricidade foi em Havana, em 1877.

Em 1881, foi um médico cubano, Carlos J. Finlay, que descobriu o agente transmissor da febre amarela e definiu sua prevenção e tratamento.

O primeiro sistema elétrico de iluminação em toda a América Latina (incluindo Espanha) foi instalado em Cuba, em 1889.

Entre 1825 e 1897, entre 60 e 75% de toda a renda bruta que a Espanha recebeu do exterior vieram de Cuba.

Antes do final do Século XVIII Cuba aboliu as touradas por considerá-las “impopulares, sanguinárias e abusivas com os animais”.

O primeiro bonde que circulou na América Latina foi em Havana em 1900.

Também em 1900, antes de qualquer outro país na América Latina foi em Havana que chegou o primeiro automóvel.

A primeira cidade do mundo a ter telefonia com ligação direta (sem necessidade de telefonista) foi em Havana, em 1906.

Em 1907, estreou em Havana o primeiro aparelho de Raios-X em toda a América Latina.

Em 19 maio de 1913 quem primeiro realizou um vôo em toda a América Latina foram os cubanos Agustin Parla e Rosillo Domingo, entre Cuba e Key West, que durou uma hora e quarenta minutos.

O primeiro país da América Latina a conceder o divórcio a casais em conflito foi Cuba, em 1918.

O primeiro latino-americano a ganhar um campeonato mundial de xadrez foi o cubano José Raúl Capablanca, que, por sua vez, foi o primeiro campeão mundial de xadrez nascido em um país subdesenvolvido. Ele venceu todos os campeonatos mundiais de 1921-1927.

Em 1922, Cuba foi o segundo país no mundo a abrir uma estação de rádio e o primeiro país do mundo a transmitir um concerto de música e apresentar uma notícia pelo rádio.

A primeira locutora de rádio do mundo foi uma cubana: Esther Perea de la Torre. Em 1928, Cuba tinha e 61 estações de rádio, 43 deles em Havana, ocupando o quarto lugar no mundo, perdendo apenas para os EUA, Canadá e União Soviética. Cuba foi o primeiro no mundo em número de estações por população e área territorial.

Em 1937, Cuba decretou pela primeira vez na América Latina, a jornada de trabalho de 8 horas, o salário mínimo e a autonomia universitária.

Em 1940, Cuba foi o primeiro país da América Latina a ter um presidente da raça negra, eleita por sufrágio universal, por maioria absoluta, quando a maioria da população era branca. Ela se adiantou em 68 anos aos Estados Unidos.

Em 1940, Cuba adotou a mais avançada Constituição de todas as Constituições do mundo. Na América Latina foi o primeiro país a conceder o direito de voto às mulheres, igualdade de direitos entre os sexos e raças, bem como o direito das mulheres trabalharem.

O movimento feminista na América Latina apareceu pela primeira vez no final dos anos trinta em Cuba. Ela se antecipou à Espanha em 36 anos, que só vai conceder às mulheres espanholas o direito de voto, o posse de seus filhos, bem como poder tirar passaporte ou ter o direito de abrir uma conta bancária sem autorização do marido, o que só ocorreu em 1976.

Em 1942, um cubano se torna o primeiro diretor musical latino-americana de uma produção cinematográfica mundial e também o primeiro a receber indicação para o Oscar norte-americano. Seu nome: Ernesto Lecuona.

O segundo país do mundo a emitir uma transmissão pela TV foi Cuba em 1950. As maiores estrelas de toda a América, que não tinham chance em seus países, foram para Havana para atuarem nos seus canais de televisão.

O primeiro hotel a ter ar condicionado em todo o mundo foi construído em Havana: o Hotel Riviera em 1951.

O primeiro prédio construído em concreto armado em todo o mundo ficava em Havana: O Focsa, em 1952.

Em 1954, Cuba tem uma cabeça de gado por pessoa. O país ocupava a terceira posição na América Latina (depois de Argentina e Uruguai) no consumo de carne per capita.

Em 1955, Cuba é o segundo país na América Latina com a menor taxa de mortalidade infantil (33,4 por mil nascimentos).

Em 1956, a ONU reconheceu Cuba como o segundo país na América Latina com as menores taxas de analfabetismo (apenas 23,6%). As taxas do Haiti era de 90%; e Espanha, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Brasil, Peru, Guatemala e República Dominicana 50%.

Em 1957, a ONU reconheceu Cuba como o melhor país da América Latina em número de médicos per capita (1 por 957 habitantes);, com o maior percentual de casas com energia elétrica, depois Uruguai; e com o maior número de calorias (2870) ingeridas per capita.

Em 1958, Cuba é o segundo país do mundo a emitir uma transmissão de televisão a cores.

Em 1958, Cuba é o país da América Latina com maior número de automóveis (160.000, um para cada 38 habitantes). Era quem mais possuía eletrodomésticos. O país com o maior número de quilômetros de ferrovias por km2 e o segundo no número total de aparelhos de rádio.

Ao longo dos anos cinqüenta, Cuba detinha o segundo e terceiro lugar em internações per capita na América Latina, à frente da Itália e mais que o dobro da Espanha.

Em 1958, apesar da sua pequena extensão e possuindo apenas 6,5 milhões de habitantes, Cuba era 29ª economia do mundo.

Em 1959, Havana era a cidade do mundo com o maior número de salas de cinema: (358) batendo Nova York e Paris, que ficaram em segundo lugar e terceiro, respectivamente.

E depois o que aconteceu?

Veio a Revoluçãocomunista… e hoje… resta o desespero de uma população faminta, sem liberdade nem mesmo de abandonar o país, sem dignidade, onde a atividade que mais emprega e a prostituição.

Esse mesmo regime que destruiu CUBA é o projeto petista para o Brasil.

O pior é que por desconhecimento, muitos ainda apoiam esse partido.

ACORDA BRASIL.

 

 

 

O FILME QUE MUDOU A AUSTRÁLIA e pode MUDAR O BRASIL…3015…
Isto que é campanha e não aquelas bobeiras de orientação no trânsito, lá tem de soprar o bafômetro e dá cadeia, aqui a legislação é moleza e nunca vai mudar, sopra quem quer e fica tudo bem, é barzinho para todo lado e financiamento de carro para quem não tem condição de dirigir e nem de pagar, e os acidentes só vão aumentando, morre mais aqui no trânsito do que nas guerras que assistimos pela TV.

CHOCANTE E REAL

Uma das maiores empresas de marketing do mundo resolveu passar uma mensagem para todos através de um vídeo criado pelo TAC (Transport,Accident Commission) e

teve um efeito fantástico na Austrália.

Depois desta mensagem, 40% da população da Austrália deixou de usar drogas e de consumir álcool nas datas comemorativas.

Espero que todos assistam, mesmo que não se alcoolizem ou usem algum tipo de drogas, e que reflitam e passem para os seus contatos.

Orientem os seus filhos, sobrinhos, amigos etc…

Repasse para todos que você sabe que bebem e dirigem, ou que tenham influência sobre quem bebe e dirige.

Clique no link abaixo para assistir.

http://www.youtube.com/watch_popup?v=Z2mf8DtWWd8&vq=medium

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