macro visão

Informativo eletrônico – Edição 1160

Quinta-Feira, 21 de fevereiro de 2013

 

Prezado leitor,

Você está recebendo o Macro Visão. Veja os destaques desta edição:

Economia Brasileira

· Índice de Confiança da Indústria recua 0,4% em fevereiro

Economia Internacional

· Resultados do PMI indicam retração da indústria e de serviços na Zona do Euro

Índice de Confiança da Indústria recua 0,4% em fevereiro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou 0,4% em fevereiro, na comparação com o mês imediatamente anterior, já expurgados os efeitos sazonais, chegando a 106,1 pontos, segundo a prévia da Sondagem da Indústria divulgada nesta quinta-feira (21/02) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Apesar disso, o índice se manteve acima da média histórica recente – que considera os últimos 60 meses – de 104,7 pontos. Em fevereiro de 2012, o índice havia registrado 102,5 pontos.

De acordo com os dados preliminares, o recuo do ICI ocorreu devido à piora nas avaliações em relação ao momento presente, já que o Índice de Situação Atual (ISA) apresentou queda de 0,7% em fevereiro, atingindo 106,0 pontos, menor patamar desde setembro de 2012, e abaixo da média história recente (106,1 pontos). Já o Índice de Expectativas (IE) se manteve estável em 106,1 pontos, bem acima de sua média histórica (103,2 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) apresentou recuo de 0,3 ponto percentual em fevereiro, ao cair de 84,4% para 84,1%, voltando ao nível registrado em dezembro do ano passado.

Resultados do PMI indicam retração da indústria e de serviços na Zona do Euro

A prévia do Índice de Gerentes de Compras (PMI) da Zona do Euro apresentou queda em fevereiro, já que a leitura registrou 47,3 pontos, após atingir 48,6 em janeiro. Tal resultado ficou aquém das expectativas dos analistas, cujas previsões apontavam 49,0 pontos. Tanto o setor da indústria como o de serviços evidenciaram decréscimos, no entanto, o segundo recuou de forma mais intensa, ao passar de 48,6 para 47,3 pontos. O PMI da Indústria de Transformação caiu ligeiramente, de 47,9 para 47,8 pontos entre janeiro e fevereiro.

O PMI composto da França atingiu o nível mais baixo em 47 meses, ao cair de 42,7 em janeiro para 42,3 pontos na leitura preliminar de fevereiro. Na Alemanha, o índice seguiu a mesma tendência de queda, ao recuar de 54,4 em janeiro para 52,7 pontos em fevereiro. Em movimento oposto, o PMI do setor industrial apresentou expansão nos dois países; houve avanço de 49,8 para 50,1 pontos na Alemanha, enquanto que na França o PMI do setor saltou de 42,9 para 43,6 pontos. Os dois resultados ficaram abaixo das previsões de mercado, que apontavam os patamares de 50,5 e 43,8 pontos para Alemanha e França, respectivamente. Já o setor de serviços apresentou retração nos dois países, sendo que na França o PMI do setor passou de 43,6 para 42,7 pontos, enquanto que na Alemanha o índice atingiu 54,1 pontos em fevereiro, ante o nível de 55,7 pontos aferido no mês imediatamente anterior. Os dados foram divulgados na manhã de hoje (21/02) pelo instituto de pesquisas Markit.

Relatório divulgado em 18/02/2013

IPCA (%)

5,65

5,71

5,70

(1)

IGP-DI (%)

5,20

5,17

5,18

(2)

IGP-M (%)

5,31

5,21

5,21

=

(1)

IPC-Fipe (%)

4,89

5,34

5,30

(1)

Taxa de Câmbio – fim de período (R$/US$)

2,08

2,03

2,02

(4)

Taxa de Câmbio – média do período(R$/US$)

2,06

2,02

2,01

(4)

Meta da Taxa Selic – fim de período (%aa)

7,25

7,25

7,25

=

(14)

Meta da Taxa Selic – média do período (%aa)

7,25

7,25

7,25

=

(14)

Dívida Líquida do Setor Público(% do PIB)

34,00

34,25

34,50

(2)

PIB (% do crescimento)

3,19

3,09

3,08

(2)

Produção Industrial (% do crescimento)

3,24

3,10

3,00

(2)

Conta Corrente (US$ bilhões)

-63,00

-64,00

-62,65

(1)

Balança Comercial (US$ bilhões)

15,43

15,50

15,20

(1)

Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)

60,00

60,00

60,00

=

(10)

Preços Administrados (%)

3,20

3,33

3,40

(3)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento, diminuição ou = estabilidade)

Fonte: Banco Central do Brasil – Relatório de Mercado/Focus.

O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.

Elaboração FIESP/CIESP
Com exceção dos indicadores marcados com *, os dados de 2005 a 2007 foram revisados pelo IBGE.

 

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Reinaldo Azevedo

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20/02/2013

às 6:42

Os bons fascistas – O petista Pedro Abramovay, chefão da Avaaz no Brasil, considera-se juiz de um tribunal de exceção e comandante de um pelotão de fuzilamento

Denunciei ontem aqui um absurdo e uma violência. Corre no site Avaaz — uma organização internacional, comandada, no Brasil, pelo petista Pedro Abraovay — um abaixo-assinado em favor da cassação do registro profissional do pastor Silas Malafaia, que é formado em psicologia. Já é uma barbaridade que adversários intelectuais ou religiosos desse ou daquele resolvam recorrer a tal expediente numa matéria como essa, mas vá lá… Houve reação. Também se criou uma petição contra a cassação, que superou a outra em número. O que fez Abromovay? Simplesmente tirou do ar a petição favorável a Malafaia e manteve só aquela que o demoniza. Escrevi, então, o post. No texto, informei que o rapaz — um dos queridinhos de Márcio Thomaz Bastos e ex-secretário Nacional de Justiça do governo Lula — é muito bem relacionado naquilo que o PT chama “mídia”.

Eis que, na madrugada desta quarta-feira, às 4h da matina, dou de cara com um texto na Folha Online, que pode entrar na categoria das coisas espantosas, intitulado “Protesto virtual pode levar Silas Malafaia a perder registro de psicólogo”. Como? Eu me ajeitei aqui na cadeira. “Quer dizer, então, que um protesto virtual pode agora decidir um registro profissional? Segundo Anna Virginia Balloussier, que assina o texto, sim. Escreve ela, num estilo que parece orgulhoso de misturar alhos com bugalhos:
“O que o pastor Silas Malafaia tem em comum com Renan Calheiros, o “Veta, Dilma!” (contra o novo Código Florestal) e os índios Guarani Kaiowá?
O líder evangélico também virou tema de um abaixo-assinado na Avaaz.org, como as listadas acima. E, por conta dele, está sendo investigado pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro.
A turma da internet se voltou contra Malafaia, líder evangélico há três décadas, após sua participação no programa “De Frente com Gabi” (SBT), da jornalista Marília Gabriela.”

Notem que a “turma da Internet” virou agora um ente — e parece ter um lado só. O mais impressionante é que a repórter informa aos leitores, lá pelo fim do texto, que a petição em favor de Malafaia também foi lançada, reuniu mais assinaturas, mas foi retirada do ar pelo chefão da Avaaz, Pedro Abramovay, que foi entrevistado. E é ele quem diz:
“Mais de 77% da nossa comunidade votou para remover esta petição, e estamos muito orgulhosos dessa decisão democrática para rejeitar este tipo de lobby para continuar práticas homofóbicas”.

Chefe do pelotão de fuzilamento
Eis aí. Quando publiquei o texto de ontem à noite, alguns bananas tentaram reagir, acusando-me de estar pegando no pé do pobrezinho Abramovay. Nas poucas palavras acima, ele se revela. E ainda chama o que fez de “decisão democrática”, da qual se orgulha.

Para Abramovay, a democracia funciona assim: ele e sua turma se reúnem e decidem, por maioria, que reputação tem o direito de viver e que reputação tem de ser fuzilada. A Avaaz é, agora, um tribunal de exceção, dotado de um pelotão de fuzilamento. Vejam que graça esse rapaz: ele chama de “lobby” os que assinaram a petição em favor de Malfaia, mas não se refere nesses termos àqueles que assinaram a petição contra. Por quê? Ora, porque ele se tornou também juiz das petições.

Abramovay é só a manifestação aparentemente — e só aparentemente — mais civilizada daqueles vagabundos que impediram Yoani Sánchez de falar em Feira de Santana. Ele quer calar Malafaia. Por quê? Ora, porque não concorda com ele! Vão dizer que isso não é motivo suficiente…

Por Reinaldo Azevedo

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