money

Pesos-pesados da tecnologia, do mercado financeiro, do varejo e das telecomunicações protagonizam uma batalha épica para transformar os celulares em carteira. É a revolução dos meios de pagamento e do consumo na palma da sua mão.

Por Bruno GALO, Claudio GRADILONE e Clayton MELO

No futuro não muito distante, o fato de que os homens e as mulheres das primeiras décadas do século 21 usavam pedaços de papel e pequenos retângulos de plástico para pagar suas despesas será um assunto restrito às aulas de história. O dinheiro, como o conhecemos, está prestes a sofrer uma profunda transformação. E, no que depender de gigantes internacionais como Google, PayPal, Walmart, Amazon, AT&T, Apple, Mastercard, Facebook e Visa – e de pesos-pesados brasileiros como Oi, Vivo e Cielo – cédulas, moedas, cheques e mesmo cartões de crédito e de débito em breve serão relíquias. 

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Esses titãs corporativos, ao lado de algumas start-ups promissoras, estão cobiçando o mercado de pagamentos móveis, que deverá movimentar US$ 172 bilhões em 2012 e US$ 600 bilhões por ano até 2016, segundo a consultoria Gartner Group. Nele, as transferências de recursos ocorrem por meio de telefones celulares, smartphones e tablets. Para os mais visionários, as novidades incluem identificação por impressões digitais, reconhecimento facial e de voz. Parece cenário de ficção científica, mas essa forma de pagar despesas chegará ao seu bolso ou à sua empresa antes do que você imagina. 

“As tecnologias já estão disponíveis, agora é uma questão de uniformizar padrões e fazer as empresas conversarem”, diz Gilberto Caldart, presidente da Mastercard no Brasil. Percival Jatobá, diretor-executivo de produtos da Visa, vai na mesma direção. “Tudo isso faz parte de algo maior, que chamamos de mobile money”, diz Jatobá. Os números desse negócio são tão superlativos que é difícil imaginá-los. Visa e Mastercard, as duas maiores administradoras de cartões do mundo, foram responsáveis por mais de US$ 9 trilhões em transações no ano passado. Isso mesmo, trilhões. Mais: cerca de 50% dos pagamentos realizados no mundo são feitos por meio de notas e moedas. No Brasil, esse percentual chega a 60%. 

“O dinheiro tem garantido sua sobrevivência, sobretudo nas transações de pequeno valor individual”, afirma o escritor americano David Wolman, autor do livro The end of money (O Fim do Dinheiro, ainda inédito no Brasil). “Mas, com a chegada de novas maneiras alternativas para pagar o táxi, o cafezinho, a revista na banca, etc., o dinheiro se tornará rapidamente um meio de pagamento marginalizado.” Teoricamente, qualquer brasileiro que possua um telefone celular convencional ou um smartphone pode usá-lo para fazer uma compra, pagar uma passagem de ônibus ou um refrigerante em uma máquina de vendas. O potencial é imenso, pois o número de pessoas com telefone celular é o dobro daqueles com conta em banco no País. 

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Café com celular: com a função de leitor de cartão de crédito, o aplicativo Square, de Jack Dorsey (acima),

é usado na rede Starbucks nos EUA

Por que então o celular-carteira ainda não decolou? O que tem retardado essa reinvenção do dinheiro é o grande número de empresas envolvidas – e a acirrada disputa entre elas para saber como serão divididas as receitas geradas pelo mobile-money. Em julho, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou que um grupo de trabalho formado por integrantes do Ministério das Comunicações e do Banco Central (BC) trabalha desde maio em um projeto de lei para regulamentar os pagamentos eletrônicos por meio de celulares. A falta de padronização, que faz com que as diferentes tecnologias não se conversem, tem sido um dos entraves, de acordo com os especialistas.

CONCORRÊNCIA É fácil entender o porquê do imbróglio. Até agora, todos os pagamentos por outros meios, além do dinheiro, são processados por bancos e por administradoras de cartão de crédito, que sempre viram as companhias telefônicas como concorrentes. “Até há pouco tempo, esses dois grupos não chegavam a um acordo”, diz Celso Sato, presidente da Accestage, empresa paulista dedicada ao desenvolvimento de sistemas para pagamentos. “Bancos sonhavam ser operadoras telefônicas e as operadoras queriam brincar de ser bancos”, diz ele. Agora, há um consenso entre eles de que as atividades são complementares, e não concorrentes. 

“Os bancos têm muito a aprender na hora de lidar com o cliente de um cartão pré-pago, e as empresas de telefonia podem extrair boas lições dos bancos de como fidelizar a freguesia por longos períodos” diz Jatobá, da Visa. A cooperação foi estimulada pelo surgimento de um inimigo comum, os gigantes do Vale do Silício. Vivo, Claro, TIM e Oi já perderam para a Apple e para o Google a batalha pelo nascente – e lucrativo – mercado de aplicativos para dispositivos móveis. Segundo a consultoria americana Forrester Research, esse negócio deve movimentar US$ 22,5 bilhões no mundo já em 2014. 

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Concorrente forte: Scott Forstall , responsável pela área de programação da Apple, desenvolveu

o aplicativo Passbook, uma espécie de carteira virtual  

Agora, as telefônicas enxergam no celular-carteira a derradeira oportunidade para evitar que se tornem meras provedoras de infraestrutura para o serviço. “Essa é a chance de as operadoras voltarem ao jogo”, disse Philippe Vallee, vice-presidente-executivo da Gemalto, fabricante de cartões, à Bloomberg. “Apostamos no celular-carteira como uma forma de fidelizar o nosso cliente”, afirma Eduardo Aspesi, diretor de segmentos da Oi, que desde 2010 mantém uma joint venture na área de pagamentos móveis com a Cielo, a Paggo Soluções. Podem parecer declarações protocolares, mas elas mostram uma mudança radical na maneira como as empresas encaram a concorrência.

No entanto, ainda que as operadoras de telefonia móvel, os bancos e as administradoras de cartões estejam atentos, serão Apple, Samsung, Google, entre outras fabricantes, que terão o papel central nesse novo mercado. Isso ocorre porque a tecnologia mais promissora para os pagamentos móveis é a chamada comunicação a curta distância, mais conhecida pelo nome inglês Near Field Communication (NFC), que nada mais é que a troca de informações por meio de um chip – algo que passa ao largo das operações de telefonia e das transações financeiras tradicionais. 

VIABILIDADE ECONÔMICA Parece algo esotérico, mas muitos brasileiros já têm algo parecido em seu bolso. Trata-se de uma tecnologia semelhante à empregada no Bilhete Único, cartão usado no transporte público de São Paulo. Para pagar a viagem e liberar a catraca do ônibus ou do metrô, basta aproximar o cartão de uma leitora magnética. Se tiver um chip NFC instalado em seu smartphone, o consumidor terá apenas de aproximá-lo de um leitor específico para pagar o supermercado, o bilhete de cinema ou a tarifa de pedágio. Em compras de maior valor, o sistema poderá exigir a digitação de uma senha no próprio aparelho. 

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Mobilidade financeira: o metrô de São Petersburgo, na Rússia, aceita pagamento

por meio de dispositivos móveis

O nível de segurança nas transações é similar ao dos cartões com chip. “Sem a massa crítica dos celulares equipados com NFC, esse serviço não é viável comercialmente”, afirma Marcelo Coelho, diretor-geral do Mercado Pago, plataforma de pagamentos online do Mercado Livre, maior site de comércio eletrônico da América Latina. O exemplo mais dramático da falta que faz um mercado de massa vem da PayPal, maior empresa americana de meios de pagamento. A diferença entre a situação no Brasil e nos Estados Unidos é gritante. No fim de 2009, a matriz da PayPal passou a permitir que desenvolvedores independentes criassem produtos e serviços baseados na sua plataforma. 

Em março deste ano, foi apresentado ao mercado o PayPal Here, sistema que transforma qualquer iPhone ou smartphone com sistema Android em um instrumento de pagamentos móveis. Direcionado principalmente às pequenas empresas, ele permite realizar pagamentos com um leitor de cartão do tamanho de um isqueiro, ou usar a câmera do telefone para processar cartões. Vale lembrar que outras empresas, como a start-up americana Square, fundada por Jack Dorsey – presidente do conselho do Twitter –, oferecem nos EUA um produto como esse há alguns anos . Trata-se de aplicativo que funciona como um leitor para pagamentos com crédito e débito acoplado ao smartphone. Em julho, uma nova versão chegou ao mercado, e o primeiro cliente é a rede Starbucks, que começou a utilizá-lo recentemente nos EUA. 

Ele funciona da seguinte forma: para usar o programa, os clientes devem baixar o aplicativo e vincular um cartão de crédito à conta. No momento de pagar no caixa, é só abrir o aplicativo e sacudir o celular na frente do scanner. Outra opção de funcionamento é o telefone do cliente notificar automaticamente a loja quando o consumidor adentrar o recinto. Assim, seu nome e sua foto surgirão na tela do caixa, e o atendente efetuará o pagamento. Entre os investidores do Square estão a própria Visa, que o vê não como um concorrente, mas como um estímulo ao uso de cartões. “Este é o começo de algo novo”, declarou Howard Schultz, presidente da Starbucks e investidor no Square. “Para mim, esse é o auge da tecnologia – quando ela desaparece completamente’’, afirmou Dorsey à revista Fortune. 

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PARCERIAS O Square ou o PayPal Here ainda não estão disponíveis no Brasil. Por aqui, a empresa iniciante Payleven, pertencente à incubadora alemã Rocket Internet, oferece uma solução semelhante, que está ainda em fase de testes. Os frutos do PayPal no Brasil são bem mais mirrados. Em agosto, a empresa firmou uma parceria com a Vivo, maior operadora do País. O serviço permite realizar transações por meio do celular sem a necessidade de conexão com a internet. Como exemplo, pense numa corrida de táxi. Se o cliente e o taxista estiverem cadastrados no serviço, a conta pode ser paga com um comando enviado por um celular, na hora. Isso é possível graças a uma tecnologia chamada USSD. 

É um recurso similar ao serviço SMS, que permite enviar e receber mensagens de texto nos telefones móveis. Para utilizar o recurso, o prestador do serviço – o taxista citado no exemplo ou qualquer outro, como cabeleireiros, manicures, etc. – deve fazer seu cadastro no site da companhia americana, sem a necessidade de ter um CNPJ, ao passo que o consumidor pode se inscrever pelo celular. O objetivo da Vivo com essa iniciativa é estimular a recarga de celular. “É um meio mais fácil e cômodo de recarregar os créditos”, afirma Paulo Cesar Teixeira, diretor-geral da Telefônica/Vivo. Segundo Mario Mello, diretor da PayPal na América Latina, por enquanto a prioridade da empresa no País são os pagamentos por meio de mensagens de texto, os SMS. 

Nada muito diferente do já oferecido por concorrentes como a Oi Paggo, o Visa Mobile Pay, o Redecard Celular e o MasterCard Mobile. Já o NFC segue sendo testado por quase todos os bancos brasileiros, mas ainda em pequena escala. Essa decisão está alinhada à estratégia das bandeiras de cartão de crédito por aqui. “O foco principal é o aumento das transações eletrônicas nos pagamentos”, diz Caldart, da Mastercard, que desenvolve um projeto-piloto de pagamento móvel na comunidade de Palmeiras, em Fortaleza, capital do Ceará. Nele, o usuário paga uma conta enviando uma mensagem de texto para o fornecedor, e recebe a confirmação do pagamento pelo mesmo meio. 

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Tudo isso trafegando em celulares tradicionais, em sua maioria pré-pagos, e sem grandes alterações em relação ao sistema de pagamentos por meio de boletos bancários. Enquanto o NFC não decola, a Cielo oferece um aplicativo de pagamento para iPhone, iPad e iPod touch. O programa transforma os aparelhos da Apple em máquinas da Cielo capazes de processar pagamentos móveis com cartões de crédito Visa, MasterCard e American Express. O público-alvo da ação são profissionais liberais como médicos, dentistas e arquitetos, além de vendedores de porta em porta. 

Atualmente, a Cielo, que recentemente comprou por US$ 670 milhões a empresa americana Merchant e-Solutions (MeS), especializada em pagamento por meio de smartphones e tablets, começou a substituir suas máquinas de transações por modelos adaptados para o NFC. Os gigantes tecnológicos, porém, movem-se aceleradamente. A Microsoft anunciou em junho que prepara o lançamento da sua própria carteira eletrônica integrada a seu sistema operacional móvel, o Windows Phone 8. Já o Google lançou, no ano passado, em parceria com a Mastercard e com o Citigroup, nos Estados Unidos, um sistema de pagamento por meio de celulares com seu sistema operacional Android, o Google Wallet. O serviço funciona a partir de um chip embutido no telefone que usa a tecnologia NFC. 

Assim, quando for fazer o pagamento, o usuário do Google Wallet deve aproximar seu celular do terminal de pagamento – o caixa, por exemplo – para ativar o recurso. Em seguida, digita uma senha em seu próprio aparelho e então o pagamento é realizado. O interesse do Google com essa ferramenta é construir um banco de dados sobre os hábitos de consumo dos usuários e, assim, ampliar ainda mais seu negócio de publicidade online. De posse dessas informações e com o uso de softwares de localização, uma loja poderá, por exemplo, propagandear uma promoção relâmpago imperdível para um cliente que esteja passando pela porta. 

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APLICATIVOS A Apple, como de costume, segue uma postura cautelosa. “Eles estão todos lutando por uma fatia desse bolo, mas nós não vamos fazer isso”, declarou Phil Schiller, chefe de marketing global da Apple, em junho. Naquele mês, a empresa mais valiosa do mundo apresentou seu novo aplicativo Passbook, que vem no festejado iPhone 5. O Passbook, desenvolvido pela equipe de Scott Forstall, o gênio da programação que assina o muito bem-sucedido e imitado sistema operacional do iPhone e iPad, é tudo o que uma carteira virtual pretende ser, mas apenas guarda as informações de outros cartões, não processando pagamentos. 

Parece um tiro no pé, mas quem conhece a Apple argumenta que, com mais de 400 milhões de cartões de crédito cadastrados em sua loja virtual iTunes, ela está bem posicionada para entrar com força nesse mercado. Até o Facebook pode estar de olho nesse filão. David Kirkpatrick, autor do livro Efeito Facebook, afirma que Mark Zuckerberg poderia em breve ampliar o Credits, sistema usado para pagamento de bens virtuais ou de produtos dentro da rede social, para além dos seus domínios. “Integrado a um smartphone, o Credits se tornaria parecido com um cartão de crédito, e isso pode acontecer rapidamente”, diz Kirkpatrick. Já companhias como RIM, Nokia e Samsung deram sinais de que boa parte dos seus smartphones daqui para a frente será compatível com a tecnologia NFC. Em Londres, durante os Jogos Olímpicos, a Samsung, em parceria com a Visa, apresentou soluções de pagamento. 

Depois da Coreia do Sul e do Japão, onde as operadoras de telefonia dominam o mercado de pagamento por celular, a Inglaterra foi o primeiro país a adotar o NFC em larga escala. Atualmente, mais de 140 mil locais em todo o Reino Unido já aceitam esses pagamentos, incluindo os táxis de Londres e os pubs. O impacto econômico será mais duradouro que os Jogos. “Os pagamentos eletrônicos têm um papel fundamental para facilitar o turismo, e os Jogos foram uma oportunidade única para demonstrarmos como a tecnologia muda a forma de as pessoas comprarem”, diz Jim McCarthy, diretor-executivo global de produtos da Visa. Por aqui, avalia Jatobá, da Visa, a Copa e os Jogos Olímpicos deverão estimular a adoção das novas tecnologias.

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Facebook crédito: sistema de pagamento virtual do site de Mark Zuckerberg

pode evoluir para a função de cartão   

TRANSFORMAÇÕES O impacto da reinvenção do dinheiro será imenso. Com os smartphones assumindo uma posição importante na hora de consumir, não é só a maneira como pagamos que vai mudar. Toda a relação entre compradores e vendedores será afetada. Segundo Mike Duke, presidente mundial da Walmart, os aplicativos para comparação de preços criarão uma nova era de transparência de valores, que está virando de cabeça para baixo o varejo americano. Esse movimento não deve tardar a chegar por aqui. “A vantagem do varejista foi corroída”, disse Greg Girard, da consultoria ICD Retail Insights, ao The Wall Street Journal. 

Ele descobriu que cerca de 45% dos clientes nos EUA com smartphones os usaram para conferir se aquela promoção oferecida pelo varejista é, de fato, vantajosa. “As quatro paredes da loja ficaram porosas.” Em meio a tantas possibilidades, duas coisas são certas: o celular-carteira veio mesmo para ficar e ninguém ousa ficar de fora desse negócio. “Este é um mercado que não tem como não acontecer”, resume Igor Senra, CEO da MoIP, empresa brasileira de pagamentos online, que possui um aplicativo similar. Mas, até que ele decole de fato, a briga promete ser boa.

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REMÉDIO PARA PRESSÃO

Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto
.

O médico mandou cortar o sal.Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.

Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.

Sem falar na minha esclerose precoce. Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o presidente prometeu? Esquece!

Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time:
– nas últimas.

Bem, e o que dizer do carioca? Já nem liga mais pra bala perdida…
Entra por um ouvido e sai pelo outro.
Faz diferença…
“A diferença entre o Brasil e a República Checa é que a República Checa tem o governo em Praga e o Brasil tem essa praga no governo.”


Luiz Fernando Veríssimo

“Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio”…

 

 

 

 

Veneno ecológico para matar ratos.

ATÉ QUE ENFIM!

ADEUS AOS RATOS DE PLANTÃO!
VENENO NATURAL.            

Veneno ecológico para matar ratos – UTILIDADE PÚBLICA.  

Nossos cientistas são feras mesmo!
Método usado por criadores de pássaros!

COMBATENDO OS RATOS.
“Mudei-me há poucos meses para o primeiro andar de um prédio e, como todo paulistano, estou sendo vítima desses indesejáveis hóspedes…
Pergunta daqui, pergunta dali…

Uma amiga me disse que feijão triturado matava ratos, mas não detalhou.
Fui pesquisar e descobri esse estudo da Universidade Federal de Pelotas”.
Como fazer:
a) Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo);
b) Coloque no multiprocessador ou liquidificador (SEM ÁGUA);
c) Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.
Onde colocar:
Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos do chão;
a) Perto das portas;
b) Janelas (SIM… eles escalam as janelas…)
c) Atrás da geladeira;
d) Atrás do fogão;

e) À beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo.

OBS.: O custo é muito barato e a eficácia é muito elevada!
O rato come essa farofinha, mas não tem como digerir o feijão (cru), por falta de enzimas digestivas ou substâncias que digerem feijão cru. Isso causa aos ratos envenenamento natural por fermentação. Todos os que ingerem morrem!
A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado.

DETALHE IMPORTANTE:
a) Ao contrário dos tradicionais venenos (Racumim, por exemplo), o rato morre e não contamina animais de estimação. E a quantidade de feijão que ele ingeriu e o matou é insuficiente para matar um cão ou gato, mesmo porque estes gostam de MATAR pra comer… Mas animal morto, eles não comem. E não há evidências de que o farelo do feijão cru faça mal a gatos e cachorros, pois, eles têm enzimas digestivas capazes de metabolizar esse alimento.

b) Se tiver crianças pequenas (bebês), ainda em período de engatinhamento, que colocam tudo na boca, não faz mal algum, pois o feijão para o ser humano, mesmo cru, é digerido. Mesmo assim, é preciso colocar o “veneno” em lugares seguros, longe do alcance das crianças, isto é, onde crianças não costumam transitar, porque a urina de ratos, em alimentos (no feijão triturado, no caso) pode conter Leptospirose, contaminação microscópica que pode matar seres humanos de qualquer idade, se não tratadas a tempo! Só isso, como cuidado!

DIVULGUEM, POR FAVOR!

NÃO TEM CONTRA INDICAÇÃO. 
REPASSEM, POR FAVOR!

O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE DE TODOS AGRADECEM!
VAMOS PARAR DE UTILIZAR PRODUTOS QUÍMICOS A TODO MOMENTO!

 
   
   
 
   
   

Seria algum deus astronauta?

Meteoro na Rússia foi explodido por um UFO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Sinal dos Céus (literalmente: Segnidalcielo). O meteoro que explodiu na atmosfera sobre a região dos montes Urais, na cidade de Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro, de fato teria sido despedaçado, ainda no espaço, por uma (ou mais) nave Extraterrestre, deste modo evitando uma enorme tragédia com grandes perdas em vidas humanas, se por acaso ele caísse inteiro e intacto no solo!!

Durante a queda do grande meteoro no território da Rússia em Chelyabinsk no dia 15 de fevereiro de 2013, um filme mostra um objeto não identificado brilhante se arremetendo em alta velocidade atrás da bola de fogo.

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O meteorito que caiu na Rússia caiu em uma área deserta, isto foi um acaso? Não realmente não foi: um disco Voador/UFO ”extraterrestre” surge e dispara contra o meteoro explodindo-o em pedaços menores do grande meteoro e assim desviando-o para uma área longe dos grandes centros populacionais da Rússia.

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A partir deste filme, podemos ver como o disco voador atinge o corpo rochoso espacial, e o despedaça direto.

De fato podemos perceber os fragmentos que se desprendem, particularmente durante a passagem da aeronave extraterrestre.

Este objeto voador brilhante não é um integrante de qualquer força aérea terrestre com um tipo conhecido de aeronaves, de modo que ele não é de origem terrestre. A velocidade estimada do meteoro foi de cerca de 64 mil quilômetros por hora…

No filme abaixo a seguir é claramente visível a aproximação de objetos voadores não identificados, se deslocando mais rápido do que o meteoro e provocando a sua explosão em pedaços:

Também o objeto não pode possivelmente ser um míssil secreto (excluindo também uma arma de reflexão) de qualquer tipo, seu movimento é típico de um aparelho pertencente e controlado inteligentemente por entidades multidimensionais e/ou extraterrestres.

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Acima a região dos Montes Urais, na Rússia, local onde os fragmentos do meteoro e a sua explosão causaram maiores danos.

Na verdade, podemos ver claramente que este disco voador/UFO aparece do nada e desaparece exatamente da mesma maneira, após a explosão do meteoro em pedaços menores. Uma passagem entre dimensões do espaço-tempo.

O horário deste objeto extraterrestre de estar presente “no lugar certo na hora certa” foi surpreendente.

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No destaque da foto acima o UFO persegue o meteoro ainda inteiro.

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Destacado no quadro acima o objeto voador desconhecido agora já aparece a frente do meteoro que esta penetrando a atmosfera da Terra a uma velocidade incrível.

Se este grande meteoro caísse no centro de uma grande cidade (o que seria o caso em Chelyabinsk, um centro de pesquisa com instalações nuclear e mais de um milhão de habitantes) criaria danos incalculáveis, certamente causando milhares de mortes e destruição massiva.

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Nesse quadro acima o meteoro se despeça explodindo em pedaços menores.

A energia liberada pelo meteorito foi estimada pela Nasa, de 500 quilotons de TNT, o equivalente a cerca de 30 vezes a força da bomba atômica lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima na II Guerra Mundial.

Talvez eles tenham exagerado um pouco, quem sabe… (muito estranho uma declaração deste tipo pela NASA), mas certamente teria sido uma terrível explosão se ele atingisse o solo inteiro (calculou-se o seu peso em torno de 17 mil toneladas!!).

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Felizmente para nós, o bólido foi interceptado e explodido ainda no ar, por “eles”.

Os nossos “Guardiões Multidimensionais” estão sempre prontos para controlar e observar o que está acontecendo em nosso planeta.

Este tiro certeiro no meteoro prova, sem sombra de dúvida, que “eles” estão sempre presentes em casos extremos, como a queda de grandes meteoros.

Escrito por Dan Keying para Segnidalcielo.it

“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer OS SINAIS DOS TEMPOS?” Mateus 16: 2 e 3

Tradução do italiano: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://thoth3126.com.br

NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL !!!

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível”!

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

– Alguma pergunta?

– Tenho sim. E Beethoven?

– Como? – o encara o diretor, confuso.

– O senhor disse que ninguém é insubstituível…

e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.

O funcionário fala então:

– Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Então, pergunto:

quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont?

Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman?

Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?.

O rapaz fez uma pausa e continuou:

– Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem,

ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis.

Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos

e a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe,

em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus ‘erros ou deficiências’?

Nova pausa e prosseguiu:

– Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO.

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis

e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços,

em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO.

Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.

– Se um gerente ou coordenador ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe,

corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas;

ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo.

E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.

Olhou a sua volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo.

E voltou a falar:

– Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural,

os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas,

nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados.

Apenas peças.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que ‘foi pra outras moradas’.

Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

– “Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão Zacarias.. e hoje, para substituí-lo, chamamos:.NINGUÉM.

Pois nosso Zaca é insubstituível.”

– concluiu, o rapaz.

O silêncio foi total.

Conclusão:

PORTANTO NUNCA ESQUEÇA:

VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO!

COM TODA CERTEZA, NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!

“Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo…, mas posso fazer alguma coisa.

Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.”

“NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É.

E OUTRAS QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO.

ACOSTUME-SE A ISSO. COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO.”

É bom para refletir e se valorizar!

Bom dia…

INSUBSTITUÍVEL!!!

 

 

 

 

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Patrimônio moral

Você já pensou no que faria se alguém tentasse invadir ou roubar os bens materiais que lhe pertencem?

As pessoas, de um modo geral, lutam para defender seu patrimônio, mesmo que para isso seja necessário se expor de forma perigosa.

No entanto, muitos são os que permitem que outro patrimônio, bem mais valioso e efetivo, seja saqueado com facilidade.

Trata-se do patrimônio moral.

Enquanto os bens materiais não nos pertencem de fato, pois a qualquer momento podemos deixá-los aos herdeiros, por ocasião da morte, ou perder por um motivo qualquer, o patrimônio moral é o único tesouro que realmente nos pertence.

Mas, de que forma nosso patrimônio moral pode ser dilapidado?

Isso ocorre de uma maneira tão sutil que quase não nos damos conta.

Quando, num restaurante, por exemplo, o garçom nos pergunta se queremos uma nota de valor maior para usar em alguma prestação de contas, está nos convidando a ser desonesto.

E, no caso de aceitarmos, a diferença entre a despesa e o valor da nota será o preço pelo qual vendemos um pedaço do nosso patrimônio moral. E geralmente é muito barato. Nesse caso vemos o quanto barateamos esse tesouro.

Outro exemplo é quando tentamos substituir uma multa qualquer, seja fiscal ou de trânsito, por uma propina. Nesse caso não somente estamos empobrecendo nosso patrimônio moral, como também sugerindo o mesmo ao profissional que nos autua.

Quando arranjamos um atestado médico falso para justificar uma falta ao trabalho, estamos dilapidando nosso tesouro moral.

Quando fazemos uma compra e o caixa se engana, dando-nos o troco a maior, e não devolvemos essa quantia, ficamos um pouco mais pobres moralmente.

Quando o comerciante adultera a balança ou a mercadoria para vender menos e cobrar mais, está desvalorizado seu patrimônio real.

Quando o eleitor empenha seu voto em troca de um benefício qualquer, está comercializando seu bem mais precioso.

Isso sem falar naqueles que utilizam bens ou valores de terceiros, ou do erário público, para saquear a moral alheia. Nesse caso, ficam ainda mais empobrecidos moralmente, pois desconsideram a confiança que lhes foi depositada.

Enfim, são tantas as maneiras de vender ou desperdiçar nosso patrimônio moral, que é preciso ficar atento para não nos tornarmos mendigos morais em pouco tempo.

Como podemos perceber, o cuidado com os bens materiais é válido, mas não podemos deixar de preservar o patrimônio moral, o único que poderemos levar conosco pela eternidade afora.

Era a esse tesouro que Jesus se referia, dizendo que nem a traça nem a ferrugem consomem e ladrão nenhum pode roubar.

Você sabia?

Você sabia que muitos empresários já estão atentos para as qualidades morais das pessoas que desejam contratar?

Depois que várias empresas foram à falência por causa da desonestidade de funcionários que ocupavam cargos de confiança, o fator moralidade passou a ter maior peso dentre os pré-requisitos dos candidatos ao emprego.

Por essas e outras razões, vale a pena garantir a integridade desse bem de valor inestimável, pois ele é o nosso passaporte para a conquista de um mundo melhor.

Equipe de Redação do Momento Espírita

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