SOMOS TODOS UM

Especial STUM: O Novo Ciclo começou… sim, é o momento!

Como quase sempre acontece, bem em cima da hora de enviar o boletim, o Universo se manifesta e manda o recado bem formatado para que possa ser encaminhado aos amigos e amigas em sintonia com a Verdade e com a Transição Planetária que está avançando a passos largos, cada vez mais intensa. Cientes de nossa missão, da vocação e tarefa de mensageiros da Luz, abrimos este espaço para a introdução da Canalizadora e para o último texto por ela recebido dos Irmãos Cósmicos das Plêiades:
“Esta foi parte da última canalização, feita nos velhos moldes, ainda antes do final da ativação da Kundalini da Terra, na terceira semana de fevereiro de 2013.
Nossa pergunta girava em torno das metas e objetivos para os próximos passos, quem sabe para os próximos anos, uma vez que tínhamos muito receio de que nunca mais conseguíssemos contato…
Aquela era a hora do medo, da impressão de abandono. O aprendizado do novo processo de comunicação caminhava lentamente, mas no momento atual, já está estabelecido.
Podemos passá-lo aos outros, com a certeza de que funciona e é tão simples e direto, que sabemos que vamos nos acostumar a ele com facilidade.
Contudo, a mensagem dada nesta última canalização foi curta e objetiva: se os Trabalhadores de Luz não tirarem o foco de si mesmos, de seus egos, de suas velhas fórmulas, de sua zona de conforto, não cumprirão as missões, individualmente!
É ao outro que temos que nos dedicar, não “à nossa mensagem ao outro”. É do outro que virá a solução. Já está lá e sempre esteve.
A leitura e reflexão sobre este texto mudará a dinâmica de trabalho daqueles que estão no caminho certo e já agiam com foco no despertar…
Quanto aos que passaram os últimos anos da Velha Era dando mais importância a si do que ao trabalho… bem, estes estão encrencados, porque assim que o despertar acontecer, será impossível esconder o ego no bolso.
Enfim, o Mestre está verdadeiramente nu!”
Era de Cristal

– A mensagem dos Pleiadianos:
Aos Trabalhadores de Luz que não sabem o que fazer no Novo Mundo
“A nova formação dos projetos educacionais e sociais do Novo Mundo passa pelo livre-arbítrio e pela escolha de cada uma das individualizações.
Todos os seres que aqui habitam, têm em si o desejo de mudanças de direção.
Foram treinados pelo sistema presente e sabem que muito do que existe, pode e poderia, ser diferente.
Porém, há um medo, um receio social de mudança. Foram massificados e absorveram em seus DNAs energéticos a capacidade de não contestarem e nem se posicionarem contra tudo o que está firmemente estabelecido e não lhes faz bem.
Portanto, a maior mudança não é quanto a agir no final do processo e sim, no modo de pensarem no agora, que impede que cada individualização seja livre para traçar as diretrizes do futuro.
E então, o que devem fazer os Trabalhadores de Luz?
Seu trabalho consiste em convocar mentes e corações, no sentido de fazer com que todos os envolvidos sintam-se seguros para expor seus pensamentos e metas.
Devem fazer com que haja liberdade e segurança suficientes, sempre, para que todos avancem nas novas ideias e objetivos e esqueçam-se dos padrões anteriormente expostos.
A quinta dimensão ancora lentamente na terceira. Não há processo que faça com que isso regrida.
Toda ação, esforço e energia devem voltar-se para as mentes de todas as individualizações, fazendo-as liberarem o conteúdo pronto para se apresentar neste momento cósmico.
É como uma cápsula em ponto de eclosão: todos os seres que habitam nesse tempo e nesse espaço sabem que têm algo a dizer, relevante, importante e até indispensável para a evolução global.
Não se privem de estimular, o quanto puderem, este despertar!
Não há mensagens, programas, propósitos ou objetivos desvinculados disso.
Se voltarem toda e qualquer meta para o verdadeiro despertar, ou seja, para que apresentam o que o “pacote” cósmico individual programou, a evolução acontecerá em 5 minutos deste tempo!
Imaginam que isso pudesse demorar séculos, ou milênios?
Não! Basta que deem espaço para que o conteúdo se apresente e todos os seres despertarão ao mesmo tempo.
Não é necessário nenhum esforço da parte de ninguém, muito menos o uso dos velhos paradigmas. Se queremos apresentar o Novo, não podemos sequer imaginar que para isso, tenham que se reutilizar do que sempre fizeram. Seu mundo atual mostra claramente que as convenções estáticas estão se desfazendo… Deixem de lado as velhas fórmulas: trata-se apenas de apresentar o que já está combinado, o que já trouxeram para essa existência.
É muito mais um comando de permissão, uma firme motivação e instrução dadas a cada uma das individualizações para que elas despertem e façam o que devem fazer.
Assim, ajam já!
Usem sua força para despertar em cada um o talento, habilidade e dom inerente e preparado para este momento.
Não há nenhuma individualização neste tempo e neste espaço que não saiba o que fazer. Há sim, aqueles que ainda esperam o comando, a chave, a palavra, o gesto, a cor ou forma que os despertará, porém, absolutamente todos sabem o que devem fazer.
Digam em voz alta:
“- Sim! É o momento!”
“- Sim! Libertem os seus objetivos de construção de um mundo da quinta dimensão, neste tempo e neste espaço.”
Ninguém permanecerá no sono, caso ouça o chamado, pois é um despertar coletivo e os que já acordaram têm como missão despertar os outros.
Todo processo é simples e só depende de uma corrente de ação.
Chamem a chama. Esqueçam-se das fórmulas. Apenas despertem.
O Eu Sou de cada individualização está pronto para agir.
Todos querem isso e esperam por isso. Estão aqui por escolha neste plano e nesta dimensão, para verem e constatarem este conhecimento.
Poderão protelar por mais 13 mil anos, ou poderão fazer isso agora.
A escolha é sempre dada e não depende de milagres, nem de esforço de cada individualização.
O chamado foi feito, tudo está pronto; o despertar é possível e tão simples que lhes parecerá estranho que não tenha sido feito antes!
Aguardamos com alegria o momento do despertar coletivo.
Como seus irmãos mais velhos, esperamos, pacientemente, que saiam dos espaços do sono e se juntem a todos os outros para as melhores descobertas.
Vamos aguardar, como sempre, que isso aconteça naturalmente.
Nos despedimos esperando que o façam rapidamente.
Aguardamos com a chama de nossos corações pulsante, vibrante e acesa, prestes a iluminar seus caminhos assim que abrirem os olhos e se virem frente à escuridão.
Sejam breves.
Somos Um e os aguardamos”.


Faz muitos anos que buscamos, pelo STUM, de várias formas, estimular quem nos lê a “despertar”, a descobrir sua missão individual, passando a desenvolver suas poderosas habilidades inatas que sempre estiveram ao seu alcance. Fomos repetitivos, cansativos até, mas era o que sentíamos ser o essencial a ser divulgado, lembrado, praticado. Para concluir e reforçar a mensagem, transcrevo um pequeno trecho do livro “As Cartas de Cristo“, nas palavras do Mestre:
“A Voz e o Poder do maior, do Fazedor do bem, assim como do mais humilde trabalhador que varre o chão ou os caminhos do jardim deixam igualmente um vazio. Cada um ocupa um lugar especial no ambiente. Cada um traz seu próprio talento, sua própria personalidade, sua própria maneira de fazer as coisas, seu próprio impacto nas pessoas com quem fala, no lugar onde vive e trabalha. Cada um é essencial em seu próprio quadro de vida.
Ninguém pode roubar a importância de uma pessoa a não ser ela mesma, ao negar seu próprio valor”.

Por gentileza, faça sua parte divulgando o Codex, as Leis que balizam todos os aspectos inerentes ao Novo Ciclo, ajudando desta forma seus companheiros de jornada. O Universo inteiro agradece.
Para baixar sua versão do Codex, escolha: português, espanhol, italiano e inglês
Agradecimentos especiais a Alana Righi Takahashi e Steve Suriani por seus preciosos esforços e disponibilidade.
Agradecemos a também todos os amigos que colaboraram conosco com doações ao Site.
Na Luz e na Unidade do Todo que está em tudo!
Sergio – STUM
Agradeço aqui os queridos e pacientes Guias e mais a turma toda que permite que o site exista: Rodolfo, Sandra, Teresa, Marcos, Anderson, Ian, Lidiane… e Você!
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A origem dos conflitos entre a Igreja Católica e a Maçonaria.

A Maçonaria, pode-se dizer, nasceu na Igreja Católica. Como construtores que eram, os maçons passavam longo tempo a construir catedrais e mosteiros.

Estes pedreiros, homens simples, ignorantes e rudes, recebiam, principalmente dos dominicanos, com quem viviam em estreito relacionamento, instrução e evangelização.

Além de ler e escrever, aprendiam a dar graças, a caridade e os princípios morais do cristianismo. Podemos crer que, nalguns ritos, a prece na abertura dos trabalhos e o tronco da viúva, seja resultado desta convivência.

Vejamos, então, como começaram os conflitos.

A Maçonaria como instituição associativa deu os seus primeiros passos em 1356, quando um grupo de pedreiros se dirigiu ao prefeito de Londres, e solicitou o registro da Associação de Pedreiros Livres.

Oficialmente registada e devidamente autorizada, os seus membros passaram a ter certos direitos e vantagens, tais como: Trânsito Livre, naquela época não se tinha a liberdade de viajar; Liberdade de reunião, naquele tempo era proibido, devido ao receio de conspirações e tramas contra os poderes constituídos; e a Isenção de impostos que obviamente agrada a qualquer um.

Pouco tempo depois, em 1455, Jonhann Gutemberg inventa a impressora com símbolos móveis, e é publicada a primeira Bíblia em latim. Assim, o evangelho passa a chegar mais facilmente a todas as camadas da população.

Quem lê, pensa mais e sabe mais. A história começava a mudar.

Em 1509 subiu ao trono da Inglaterra o rei Henrique VIII que, logo de seguida, se casa com Catarina de Aragão. Porém, mais tarde, apaixonado por Ana Bolena, contraria-se ao não obter do Papa o divórcio para casar com a sua amante. Após insistentes tentativas, revolta-se e simplesmente não reconhece a autoridade do Papa, fundando uma nova religião, a Anglicana.

Constitui-se como único protetor e chefe supremo da Igreja e do clero de Inglaterra, acaba com o celibato dos padres e confisca os bens da Igreja.

Henrique VIII é excomungado, mas não se preocupa minimamente.

Com a morte de Henrique VIII em 1547, o trono foi ocupado por vários reis e rainhas até á chegada, em 1558, de Elizabete I que, como Rainha da Inglaterra, solidifica a Igreja Anglicana, como está, até aos dias de hoje. Durante o seu governo, a Inglaterra torna-se uma potência mundial e, embora não fosse um súbdito católico, por tudo que ela fez contra o catolicismo em geral, o Papa Pio V excomungou-a em 25 de fevereiro de 1570.

Até aqui, a Maçonaria continuava operativa. Não incomodava e nem era incomodada.

Em 1600, um facto aparentemente sem importância iria mudar os rumos da Maçonaria. É aceite o primeiro maçom especulativo, de que se tem noticia, Lord Jonh Boswel, um agricultor (plantava batatas). Foi o primeiro a ver vantagens em pertencer á Associação dos Pedreiros Livres.

Em 1646 é aceite outro especulativo, Elias Ashmole. A importância deste facto é que Ashmole era um intelectual, alquimista e Rosacruz. Alguns autores atribuem-lhe a confecção dos Rituais do 1°, 2° e 3°grau, graças aos seus conhecimentos de Rosacruz.

As lojas proliferavam. Eram mistas ou só de especulativos.

Em 24 de junho de 1717 é fundada a Grande Loja de Londres e a partir daí a Maçonaria começou a expandir-se e a ser exportada para países vizinhos: Holanda em 1731; França e Florença em 1732; Milão e Genebra em 1736 e Alemanha em 1737.

Esta estranha sociedade secreta, que guarda segredo absoluto de tudo o que faz, constituída de nobres e aristocratas, começou a inquietar os poderes dominantes de cada país. O medo das tramas e subversões para derrubar o poder foi mais forte, e começaram as proibições.

Sem saber o que acontecia nas reuniões, sempre secretas, criou-se um alvoroço, e muitos governantes pediam providências ou soluções ao Papa. As alegações eram de que a sociedade admitia pessoas de todas as religiões; que era exigido aos seus membros segredo absoluto, sob severas penas, e que prestava obediência a um poder central de Londres. O que fazer?

Com o Papa Clemente XII doente, constantemente acamado, totalmente cego há 6 anos, rodeado de pessoas que lhe filtravam as informações e ainda sob a pressão dos governantes que exigiam providências e, também, dos inquisidores que exerciam a sua influência, o Papa assinou em 28 de abril de 1738 a Bula In Eminenti, selando assim o destino dos maçons católicos em especial, e da maçonaria em geral.

Esta Bula excomungava todos os maçons e afirmava que era bom exterminar essas reuniões clandestinas, pois, poderiam atuar contra o governo.

Bem, com a divulgação e publicação da Bula nos países católicos, foram-se desencadeando as proibições. Em França, o parlamento não a aprovou e por isso não foi promulgada. Sendo assim, em França, oficialmente, a Bula não entrou em vigor.

Nos Estados Pontifícios (Itália desunificada), cuja constituição administrativa era católica, todo o delito eclesiástico era castigado como delito político, e vice-versa. Infringir a religião era infringir a lei. Deu-se então uma verdadeira caçada á maçonaria e aos seus membros.

A inquisição, encarregada de executar as ordens papais torturou, matou e queimou inúmeros maçons e, logicamente, pessoas inocentes que eram confundidas com maçons.

Em 1800 foi eleito Pio VII, e durante o seu papado, surge Napoleão Bonaparte. Entre outros feitos, provocou a fuga da coroa portuguesa para o Brasil em 1808 e conquistou Roma, proclamando o fim do poder temporal do Papa mantendo-o preso no castelo de Fontainebleau.

Pio VII só recuperou parte de suas possessões, com a queda de Napoleão em 1815.

Nesta época, porém, o mundo já não era mais o mesmo. Os ideais de libertação afloravam e iniciaram-se diversos movimentos pelo mundo, praticamente todos liderados por maçons, que conseguem a independência dos seus países.

Estados Unidos, 1783; França, 1789; Chile, 1812; Colômbia, 1821;Peru, Argentina e Brasil, 1822.

A maçonaria deixou então de ser simplesmente inconveniente e passou a ter mais ação, concreta e objetiva, e com isso recebia condenações mais veementes da Igreja.

Neste momento façamos uma pequena paragem. A maçonaria até aqui havia sido sempre condenada e perseguida por terceiros motivos. Até esse momento a Igreja Católica nunca tinha sido atingida diretamente pela influência maçônica.

O facto que realmente condenou a maçonaria pela Igreja Católica aconteceu no processo da reunificação da Itália. O trauma desse episódio não é esquecido até hoje por alguns sectores da Igreja.

A Itália, nesta época, era uma “Manta de Retalhos”, constituída por vários estados entre os quais os Estados Pontifícios, que correspondiam a aproximadamente 13,6% do total da Itália, ou seja, eram 41.000 Km², que pertenciam ao clero e localizavam-se na região central.

A população dos Estados Pontifícios não tinha acesso a nenhum cargo público, que era explorado pelo clero. Todos os funcionários públicos usavam o hábito.

O inconformismo e os movimentos de libertação começam em 1767, sendo os jesuítas expulsos de Nápoles.

Em 1797 é fundada a Carbonária, seita de caráter político independente da maçonaria, que tinha como objetivo principal a Unificação da Itália.

Pio VII em 1821, lança a Bula Ecclesiam A Jesu Christo condenando a atividade dos carbonários. A Carbonária tornou-se perigosa e prejudicial à maçonaria pois era confundida com esta. Os Carbonários tinham os seus aprendizes, mestres, grão-mestres, oradores, secretários, sinais, toques, palavras, juramentos e, é claro, segredos.

Os principais líderes Carbonários: Cavour, Mazzini e Garibaldi eram maçons, por isso, a Carbonária era muito confundida com a maçonaria, porém, diferenciavam-se pela origem, finalidade e atividades. Os carbonários matavam se fosse preciso. Nos Estados Pontifícios explodiram grandes desordens. A insatisfação contra o clero, que não permitiam que os leigos ocupassem cargos administrativos, era grande.

Em 1848 o Papa Pio IX é obrigado a refugiar-se em Nápoles, devido á revolução, e lança após alguns meses a encíclica Quibus Quantisque, responsabilizando a Maçonaria pela usurpação dos Estados Pontifícios.

Em 1849 é proclamada por uma Assembleia a República em Roma. Nesse momento, Pio IX lançou cerca de 226 condenações contra a maçonaria. Ele e o seu sucessor, Leão XIII, lançaram cerca de 600 documentos de condenações.

Em 14 de maio de 1861, Vítor Manoel é proclamado Rei da Itália Unificada.

Como se vê, a Maçonaria estava condenada. Motivo? A Unificação da Itália… Ideal Carbonário.

Em 27 de maio de 1917 é promulgado por Bento XV, o primeiro Código de Direito Canônico, também chamado de Pio Beneditino onde se refere a Maçonaria da seguinte forma, no seu Cânon 2335:

” Os que dão o seu próprio nome à seita maçônica ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra os legítimos poderes civis, incorrem Ipso Facto, na excomunhão simplificter reservada à Sé Apostólica.”

E mais, recomendava noutros Cânones o seguinte:

Que as católicas não se casassem com maçons; que seriam privados de sepultura eclesiástica; privados da missa de exéquias; não seriam admitidos em associações de fiéis; não poderiam ser padrinhos de casamento; não fariam a confirmação do baptismo (crisma); não teriam direito ao patronato, etc.

Os Sacramentos proibidos são: Baptismo, Eucaristia, Crisma, Penitência (confissão), Matrimónio, Ordenação Sacerdotal e a Unção dos Enfermos.

Para atender os anseios dos irmãos católicos, a Maçonaria criou o Ritual de adopção de Lowtons, de apadrinhamento, Ritual de Pompas Fúnebres e o Ritual de confirmação de casamento.

Em 11 de fevereiro de 1929 foi criado o Estado do Vaticano pela assinatura do Tratado de Latrão, onde o poder Papal ficava restrito ao Vaticano com 44.000 m2 (anteriormente tinha 41.000 km2) e Pio XI reconhecia a posse política de Roma e dos Estados Pontifícios e afirmava a sua permanente neutralidade política e diplomática, etc.

Com o Tratado de Latrão assinado, encerra-se o processo da Unificação da Itália. O ideal Carbonário fora conseguido e a Carbonária desaparece logo após a Unificação da Itália.

Enfim, ficou o estigma da condenação.

Em 27 de novembro de 1983, já sob a autoridade do Papa João Paulo II, foi publicado um novo Código de Direito Canônico, que entrou imediatamente em vigor, reduzindo para 1752 os 2414 Canons do antigo código.

O Código mais importante, referente á Franco-Maçonaria, é o 1374: “Aquele que se afilia a uma Associação que conspira contra a Igreja, deve ser punido com justa penalidade; e aqueles que promovem e dirigem estes tipos de Associações, entretanto, devem ser punidos com interdição”. Com isto, a maçonaria está legalmente e literalmente livre do estigma.

Entretanto, no mesmo dia, foi publicado uma Nota no jornal oficial do Vaticano, a Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, que dizia:

“Permanece imutável o juízo negativo da Igreja perante as Associações Maçônicas, porque os seus princípios sempre foram considerados inconciliáveis com a Doutrina da Igreja, e por isso, a inscrição continua proibida. Os fiéis que pertencem às Associações Maçônicas estão em estado de PECADO GRAVE e não podem receber a SANTA COMUNHÃO.

Não compete às autoridades eclesiásticas locais, pronunciarem-se sobre a natureza das Associações Maçônicas com um juízo que implica na revogação do que é estabelecida”.

A publicação da Declaração foi mais uma acomodação política aos minoritários insatisfeitos, e pode-se dizer a contragosto do Papa. Afinal, ela afrontava uma decisão já tomada e aprovada, logicamente pela maioria de toda a Congregação reunida com a finalidade específica de renovação do Código.

Enfim, com a publicação no novo Código do Direito Canônico, e também da declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, o que mudou na relação entre a Maçonaria e a Igreja Católica?

Mudou muito pouco em relação ao que se esperava, mas esse “muito pouco” é alguma coisa para quem não tinha nada. É uma esperança.

Paciência e esperança, essas são as palavras.

A pacificação total virá com certeza, mas não se pode ter pressa. Já foi um enorme passo a publicação do novo Código de Direito Canônico. Na medida em que, paulatinamente, as luzes se forem acendendo no entendimento de cada autoridade eclesiástica certamente novos horizontes surgirão.

Vimos, pela própria aprovação do Código do Direito Canônico, que a maioria do clero quer a pacificação, senão ele jamais seria aprovado, e é isto que deve acalentar as esperanças dos católicos, e até lhes dar confiança diante das vicissitudes.

Se o progresso é lento para a pacificação total, por outro lado, não há nada que justifique um retrocesso no futuro.

FÉ E VAMOS VER, MEUS IRMÃOS, A PAZ TOTAL VIRÁ.

Texto, de autor desconhecido, adaptado e complementado para publicação

(texto enviado pelo Irmão Gabriel Campos de Oliveira)

 

 

 

Esta história é verídica e tão incrível !!!

A Garota com a Maçãs…

Agosto de 1942 – Piotrkow, Polônia.

Naquela manhã, o céu estava sombrio, enquanto esperávamos ansiosamente.

Todos os homens, mulheres e crianças do gueto judeu de Piotrkow tinham sido levados até uma praça.

Espalhou-se a notícia de que estávamos sendo removidos. Meu pai havia falecido recentemente de tifo, que se alastrara através do gueto abarrotado.

Meu maior medo era de que nossa família fosse separada.

“O que quer que aconteça,” Isidore, meu irmão mais velho, murmurou para mim,

“não lhes diga a sua idade. Diga que tem dezesseis anos”.

Eu era bem alto, para um menino de 11 anos, e assim poderia ser confundido como tal.  

Desse jeito eu poderia ser considerado valioso como um trabalhador.

Um homem da SS aproximou-se, botas estalando nas pedras grosseiras do piso.

Olhou-me de cima a baixo, e, então, perguntou minha idade.

“Dezesseis”, eu disse.

Ele mandou-me ir à esquerda, onde já estavam meus três irmãos e outros jovens saudáveis.

Sete Quedas

Foi a maior cachoeira do mundo em volume de água, isso mesmo, foi! Isso porque em 13 de outubro de 1982 as comportas da recém criada Usina Hidrelétrica de Itaipu foram fechadas para a criação da represa de Itaipu inundando as quedas d’água. Para se ter uma ideia de sua grandeza basta compararmos a taxa média de fluxo anual dela com as Cataratas do Niágara (a maior em volume de água atualmente), a Sete Quedas tinha um fluxo de 13.300 m³/s enquanto as Cataratas do Niágara tem hoje 2.407 m³/s. Ela se localizava na fronteira entre o Brasil e o Paraguai fazia parte do Rio Paraná, hoje ela esta localizada no fundo do lago artificial de Itaipu.

Cartão Postal de Guaíra

Quem teve a oportunidade de assistir a esse fantástico espetáculo da natureza, traz a cena gravada para sempre na retina. Mas por mais imaginativo que seja, por melhor memória que possua, jamais conseguirá reproduzir a imagem majestosa, de bilhões de metros cúbicos de água despencando por segundo do alto de ribanceiras rochosas para o abismo, com um ruído ensurdecedor.

 

cartão postal de Guaíra

As quedas localizavam-se em um ponto onde o rio Paraná era forçado através de um estreito desfiladeiro. Na cabeça das quedas, o rio estreitava drasticamente a partir de uma largura de cerca de 380 m a 61 m. A altura total das quedas foi de aproximadamente 114 m, enquanto a maior das 19 grandes cachoeiras tinha uma queda de 40 m de altura. O rugido da água mergulhando podia ser ouvido a 20 quilômetros de distância.

Vista geral do Salto Guaíra

(01) Salto 17; (02) Saltinho; (03) Salto 15; (04) Salto Arco-íris; (05) Salto 19; (06) Canalão; (07) Salto 17 e (08) Salto 14.

As Sete Quedas podiam ser consideradas uma das maiores maravilhas naturais, era uma verdadeira pintura de Deus. Era Constituída por 19 cachoeiras principais divididas em 7 grupos de quedas. A cidade de Guaíra foi construída em 1940 para aproveitar a potência turística da região, foi nessa época que o Brasil e o Mundo começaram a conhecer o Salto Guaíra (outro nome dado ao Salto de Sete Quedas).

Salto 17

O auge da visitação turística do local se deu nos anos 60, o Salto do Guaíra havia tomado uma grande atenção turística das Cataratas do Iguaçu, as duas quedas dividiam as atenções na época. Tudo corria muito bem, a novíssima cidade de Guaíba crescia rapidamente com o dinheiro vindo do turismo, a cidade alcançou uma população de 60 mil habitantes (hoje conta com apenas 30 mil).

As quedas eram um sucesso até que em 1979 foi decretado o fim do Salto das Sete Quedas. O governo havia decretado que a construção da Usina de Itaipu iria alagar o Salto Guaíra. Após o ocorrido, milhares de turistas se dirigiram às Sete Quedas, todos queriam vê-la antes que ela se fosse, todos queriam ver seus últimos dias.

Eram centenas de turistas todos os dias no Parque das Sete Quedas.

Eram enormes filas para dar o último adeus a grande obra da natureza.

Sua morte foi causada pela ambição política da época. As negociações para a construção da Usina de Itaipu se deram em 1960, entre o Brasil e o Paraguai. Após seis anos de negociações foi fechado um tratado para a construção da Hidrelétrica. A potência hídrica do rio foi o principal atrativo para a construção.

Em 13 de outubro de 1982, o fechamento das comportas do Canal de Desvio de Itaipu começou a sepultar, com as águas barrentas do lago artificial, um dos maiores espetáculos da face da Terra: as Sete Quedas do Rio Paraná. A inundação durou apenas 13 dias, durante este período vários ribeirinhos voltaram até a beira do rio para se despedirem das Sete Quedas. A cena foi muito triste como contam relatos de pessoas que viveram esta tragédia de perto.

 

As águas da nova represa foi levando tudo o que via pela frente.

Antes e durante o a inundação das quedas foram feitas varias manifestações, mas não surtiram efeito. O governo se mostrava sem opção, procurando demonstrar a riqueza que a Hidrelétrica traria ao país. Sem contar que eles também não procuraram dar muita satisfação à população. Quando uma vez questionado por que não podia fazer nada pelas quedas o Presidente brasileiro da época respondeu: “Se eu salvar Sete Quedas, o que vou fazer com aquela tremenda construção de Itaipu?”

Até o presidente João Figueiredo foi dar o último adeus ao Salto Guaíra.

O que mais nos intriga hoje em dia é a falta de respeito por parte do governo com a natureza, como esses governantes não se sensibilizaram com a beleza das Quedas? Como eles foram tão frios a ponto de matar uma das mais belas obras divinas já presenciadas pelos homens? Como puderam se deixar levar pela ganância?

parte inferior do “Canalão”

O “Canalão” era um espetáculo de som e imagem

corredeiras abaixo das quedas

Salto Arco-Íris

Hoje já não se houve falar nela, a própria Usina de Itaipu não se deu nem o trabalho de lhe fazer uma homenagem. O governo procurou silenciar a covardia para a sua prosperidade, ao contrario, a maior Hidrelétrica do mundo não seria tão glorificada como é hoje. Mal sabemos nós os sacrifícios que a natureza teve que sofrer para nos dar mais um pouco de suas forças.

Na foto podemos ver acima como eram as Sete Quedas e o que
restou dela após a inundação, pra falar a verdade não sobrou nada.

Em 1982, o poeta Carlos Drummond de Andrade expressa sua inconformidade com a destruição do Salto de Sete Quedas, um patrimônio natural dos brasileiros e da humanidade:

 
   
   

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AS MARAVILHAS DOS ÓLEOS ESSENCIAIS

O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a antiguidade. Há registros de seis mil anos atrás entre os egípcios. Já na China e Índia as substâncias aromáticas também eram populares, isso a centenas de anos antes da era cristã. Mas foi só a partir da Idade Média, com o processo de destilação introduzido pelos cientistas muçulmanos, que se iniciou a real comercialização dos materiais aromáticos bem como o seu estudo. Era o pontapé da “revolução” nesta área. Logo começaram a surgir os primeiros livros sobre o uso médico das ervas medicinais e seus óleos, as técnicas de destilação se renderam à tecnologia e passamos a nos surpreender, dia após dia, com as recentes descobertas que tratam dos poderes da natureza em benefício do ser humano.
    Basicamente, os óleos essenciais transmitem toda a energia (a força vital da planta) concentrada ao paciente.Afinal, esta energia pode atuar positivamente sobre o nosso corpo e mente,trazendo bem estar geral e melhorando a nossa qualidade de vida.
    Esses óleos são produzidos por glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. São extraídos por um processo de destilação no vapor deágua, e dividem-se em três categorias:

– Os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor;
– Os que estimulam e regulam as principais funções do corpo;
– Os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito.
Exemplos:

LAVANDA – óleo da dor física epsicológica. Relaxante, calmante, revigorante, acalma, relaxa, equilibra eharmoniza físico, mental, emocional e espiritual.

GERANIO – acentua os aspectos femininos de sensibilidade, doçura, sensualidade, criatividade, intuição,.Libera as tensões nervosas, equilibra as emoções, paz, harmonia, bem estar eesperança. Dedicado a Afrodite, deusa do amor, da beleza e fertilidade. É o óleo da mulher.

OLIBANO -eleva a consciencia espiritual e a meditação. Rompe as lembranças prejudiciais do presente e do passado. Preserva a força vital.

LIMÃO SICILIANO – eleva e clareia os pensamentos e o proposito pessoal. Dissipa os pensamentos negativos, induz à quietude e meditação, mantem a consciência elevada. Alivia as tensões.

MIRRA  – ameniza o medo, a falta de confiança, acalma e estabiliza a mente. Calmante,confortante, fortificante e inspiradora na alma e no espirito, cura as feridas profundas e inspira a meditação.

ALECRIM – dinamismo,criatividade, positivismo, autoconfiança, autovalorização.  Aumenta a capacidade na crença espiritual e fé. Atua profundamente na consciencia individual.

CEDRO  -“Arvore de Deus”. Confiança espiritual, moral, segurança, sabedoria,determinação, libera a raiva.

CIPRESTE – é a árvore de São Francisco que resiste ao tempo e aos homens. Conforta, acalma eabranda o estado emocional. Libera a dor das perdas. Serenidade e segurança.

LARANJA DOCE -simboliza a Fênix que renasce de suas próprias cinzas. Renovação, transição,sabedoria, maturidade, otimismo e alegria.

EUCALIPTO GLOBULUS -descongestiona e traz clareza à mente, revigorante, refrescante, promove saúde e bem estar, purificação e cura.

MENTA PIPERITA – óleo da temperança. Eleva, revigora, refresca, melhora a concentração, acalma a ira e a histeria, libera o orgulho e a arrogância.

TEA TREE / MELALEUCA – antiséptico,bactericida, fungicida, antiinflamatório, cicatrizante. Promove a limpeza e purificação.

LEMONGRASS -aumenta a concentração, diminui o esgotamento mental e o negativismo.Criatividade, motivação, clareza mental. Desodorante de ambientes, repelente de insetos

CITRONELA -repelente de insetos, desodorante e purificador. Calmante, fortalece aconfiança interior.

E entre outros, mas temos que lembrar que o tratamento terapêutico utilizando os óleos essenciais deve sempre ser administrado por um profissional da área, capaz de avaliar e acompanhar o quadro de cada paciente – levando em consideração seus aspectos físicos,mentais e emocionais.

E não posso deixar de dizer que é por esse motivo que a SERUM busca nesses óleos a base de todas as suas formulas, resgatando o uso dos produtos naturais para a nossa beleza e saúde. Porque o que é 100% NATURAL é o que realmente faz bem a nossa saúde.

Infinita Gratidão à todos !!!

Paz e Luz,

Irene e Thalita

 

 

 

A Kabbalah não é uma religião como muitos pensam.

É uma sabedoria cósmica e pclip_image001ertence a todos os povos e nações,

sem diferença de crença, raça,

nacionalidade ou qualquer separação.

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