VISÃO MACRO ECONÔMICA.

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Informativo eletrônico – Edição 1172

Segunda-Feira, 11 de março de 2013

 

Prezado leitor,

Você está recebendo o Macro Visão. Veja os destaques desta edição:

Economia Brasileira

· Boletim Focus aponta para Taxa Selic em 8,00% no final de 2013

· IPC-Fipe segue em desaceleração na 1ª quadrissemana de março

Economia Internacional

· Produção industrial da França inicia 2013 com queda de 1,2%

· PIB da Itália recua 2,8% em 2012

Boletim Focus aponta para Taxa Selic em 8,00% no final de 2013

O Boletim Focus, divulgado nesta manhã (11/03) pelo Banco Central, aponta para uma taxa Selic de 8,00% no final de 2013. Essa foi a primeira vez, após 16 semanas de estabilidade – em que o mercado projetava a taxa básica de juros em 7,25% – que a projeção sofreu revisão, tendo em vista as mudanças ocorridas na última reunião do Copom, que deixou de indicar a manutenção da Selic em 7,25% por um período prolongado de tempo.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terá elevação de 5,82% em 2013, segundo as projeções do mercado. Na semana anterior as apostas indicavam que o índice de inflação seria de 5,70%. Já no que tange a taxa de câmbio, o mercado mantém a previsão de R$/US$2,00 para 2013 desde a semana passada, enquanto que para 2014 as expectativas foram para R$/US$2,05 na média do período.

As expectativas para o crescimento do PIB em 2013 foram ligeiramente mais otimistas, haja vista que as projeções de crescimento passaram de 3,09% na semana passada para 3,10% no último relatório. Em contrapartida, o crescimento esperado do PIB em 2014 passou de 3,65% para 3,50%.

A produção industrial teve sua perspectiva de crescimento em 2013 revisada para cima, passando de 2,86% na semana anterior para 3,00%, sendo fortemente influenciada pelos dados da PIM de janeiro, que apontou crescimento de 2,5% na margem, conforme divulgado pelo IBGE na quinta-feira passada.

IPC-Fipe segue em desaceleração na 1ª quadrissemana de março

O Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que mensura a inflação paulistana, divulgou hoje (11/03) as informações referentes à primeira quadrissemana de março. Foi identificada uma forte desaceleração no nível dos preços praticados no período, já que o índice ficou em 0,06%, frente a 0,22% na quarta quadrissemana de fevereiro. Essa foi a quinta desaceleração consecutiva registrada no índice, e a primeira vez, desde a segunda quadrissemana de março de 2012 – quando a variação registrada foi de 0,01% – que o índice não chega tão próximo da estabilidade de preços.

Dentre as sete classes de despesa que compõem o IPC-Fipe, apenas duas apresentaram aceleração em seu nível de preços: Alimentação, que passou de 0,34% na última quadrissemana de fevereiro para 0,49% na primeira quadrissemana de março, e Vestuário, que passou de 0,36% para 0,43%.

A classe Habitação foi, dentre as classes que apresentaram desaceleração no período, a que mais impactou negativamente a variação global do índice, dada a variação -0,69% na primeira quadrissemana de março, ante -0,21% na última quadrissemana de fevereiro. As demais classes que apresentaram desaceleração foram: Transporte (de 0,84% para 0,69%), Despesas Pessoais (de -0,10% para 0,26%), Saúde (de 0,58% para 0,53%) e Educação (de 0,27% para 0,10%).

Produção industrial da França inicia 2013 com queda de 1,2%

A produção industrial da França encolheu 1,2% em janeiro ante dezembro, quando a variação foi de 0,9%, já descontadas as influências sazonais, conforme divulgou hoje (11/03) o INSEE. O resultado surpreendeu o mercado, cuja expectativa era de queda menos acentuada (-0,2%). Na comparação interanual mensal, a produção da indústria francesa diminuiu 3,5% em janeiro, registrando a décima quarta queda consecutiva. No trimestre findo em janeiro, o indicador de produção apontou retração de 0,2% da indústria, ante o trimestre findo em dezembro. Desde julho de 2011 não houve expansão nessa base de comparação. No acumulado de 12 meses encerrado em janeiro, por sua vez, os resultados mostraram queda de 2,7% na produção industrial, após retração de 2,6% aferida em 2012.

A Indústria de Transformação exerceu forte influência nas tendências baixistas do setor industrial, já que o subsetor encolheu 1,4% em janeiro na série dessazonalizada, ante o mês imediatamente anterior, quando houve expansão de 1,4%. Na mesma base de comparação, a produção de Equipamentos de Transporte apresentou queda expressiva (-4,2%), assim como o segmento de Equipamentos Eletrônicos (-1,3%).

PIB da Itália recua 2,8% em 2012

O Produto Interno Bruto (PIB) da Itália recuou 2,8% em 2012 na comparação com o ano anterior, quando o PIB avançou 0,4%, segundo os dados divulgados hoje (11/03) pelo ISTAT, órgão de estatística do País. Dentre os componentes do PIB, a Formação Bruta de Capital Fixo registrou a maior queda (-8,0%), ao passo que o Consumo Doméstico encolheu 4,3%. Os Gastos do Governo também recuaram (-2,9%). Todos os resultados já descontam os efeitos sazonais.

A politica de austeridade imposta pelo governo italiano contribuiu significativamente com o recuo do PIB. Há seis trimestres consecutivos a economia do país encolhe. No quarto trimestre de 2012, o PIB recuou 0,9%, ante o terceiro trimestre, com destaque para a Formação Bruta de Capital Fixo, que evidenciou declínio de 1,2% no período, enquanto que o Consumo Final registrou queda de 0,5%.

Relatório divulgado em 11/03/2013

IPCA (%)

5,71

5,70

5,82

(1)

IGP-DI (%)

5,17

5,18

5,03

(1)

IGP-M (%)

5,21

5,16

5,17

(2)

IPC-Fipe (%)

5,34

5,32

5,16

(1)

Taxa de Câmbio – fim de período (R$/US$)

2,03

2,00

2,00

=

(1)

Taxa de Câmbio – média do período(R$/US$)

2,02

2,00

2,00

=

(1)

Meta da Taxa Selic – fim de período (%aa)

7,25

7,25

8,00

(16)

Meta da Taxa Selic – média do período (%aa)

7,25

7,25

7,39

(16)

Dívida Líquida do Setor Público(% do PIB)

34,25

34,50

34,30

(2)

PIB (% do crescimento)

3,09

3,09

3,10

(1)

Produção Industrial (% do crescimento)

3,10

2,86

3,00

(1)

Conta Corrente (US$ bilhões)

-64,00

-62,90

-65,00

(1)

Balança Comercial (US$ bilhões)

15,50

15,00

14,90

(1)

Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)

60,00

60,00

60,00

=

(12)

Preços Administrados (%)

3,33

3,33

3,30

(1)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento, diminuição ou = estabilidade)

Fonte: Banco Central do Brasil – Relatório de Mercado/Focus.

O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.

Elaboração FIESP/CIESP
Com exceção dos indicadores marcados com *, os dados de 2005 a 2007 foram revisados pelo IBGE.

 

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Macro Visão é uma publicação da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e
do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP)

Av. Paulista, 1313 – 5º andar – Cep 01311-923 – Tel.: 11 3549-4316
Diretor Titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos: Paulo Francini

Assunto: Bodas de Ferro !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Um casal de velhinhos fazia 65 anos de casados e foi a um restaurante festejar.
Diz o velhote:
– Minha rainha, onde queres que nos sentemos?
– Aqui, diz a velhinha.

– Princesa, queres um aperitivo?
– Sim, obrigada.
– Meu anjo, o que te apetece comer?
Ela pede o menu e faz o seu pedido.
– Meu doce, que vinho preferes?
O garçom mal podia acreditar no que ouvia.

A senhora vai ao banheiro e ele aproveita para falar com o velhinho:
– Que coisa linda! Como o senhor ainda consegue tratar a sua esposa com essas palavras tão carinhosas ao fim de tantos anos?

Rainha, princesa, anjo, doce… Estou admirado!
O velhote olha o garçom nos olhos e responde:

– Sabe o que é, eu não consigo me lembrar do nome da minha velha…

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