Caminho Nobre

regismesquita publicou: ”    Eu posso me sentir frustrado. Eu posso me sentir em risco. Eu posso perder porque criei uma vida onde sempre irei ganhar mais. Uma vida com eficiência, com amor, com boa vontade, com gratidão.   De cada vinte semente”

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Mentalização para a maior de todas as vitórias

by regismesquita

regras simples

Eu posso me sentir frustrado.

Eu posso me sentir em risco.

Eu posso perder porque criei uma vida onde sempre irei ganhar mais.

Uma vida com eficiência, com amor, com boa vontade, com gratidão.

De cada vinte sementes que brotarem,

Três não produzirão o que é bom.

Não focarei o que perdi.

Não desistirei de construir coisas boas porque algumas vezes o resultado não será bom.

Eu abro meu coração, ao invés de fechar

Eu relaxo meu corpo, ao invés de contrair.

Eu me entrego para a verdade de que terei contrariedades e terei decepções.

Aceitarei que o ato de construir gera riscos e consequências.

Me focarei em conseguir mais do que é bom, mais do que é belo, mais do que é saudável.

Eu aceito, para seguir mais leve!

Eu agradeço, para não perder o foco verdadeiro.

Eu aceito as contrariedades.

Obrigado!

Eu aceito as dificuldades.

Obrigado!

Eu relaxo!

Eu me entrego!

Eu aceito!

Faço assim porque busco o ganho com desapego.

Este é o maior de todos os poderes.

Esta é a maior de todas as vitórias.

Regis Mesquita

[Mentalização 25, do blog Caminho Nobre]

Ninguém que é ativo, realizador e dinâmico consegue ter uma vida somente de vitórias e sucessos. Este é um sonho desnecessário e impossível. Tornar-se eficiente e guiar-se pelos sentimentos mais nobres, torna-o altamente capaz de ter a imensa maioria de conquistas e realizações. Mas, jamais atingirá 100%. Aliás, a Bíblia nos ensina que não somente é impossível; é também ruim. As perdas ensinam e ajudam a desenvolver habilidades que podem ser mais facilmente desenvolvidas na derrota. As perdas geram equilíbrio e geram novas oportunidades. Você pôde notar este fato quando se decepcionou com um amigo e acabou se abrindo para cultivar novas amizades.

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A história de Jó (Bíblia católica)

“Em Hus, terra da Arábia, vivia um homem chamado Jó, reto, justo, temente a Deus e afastado do mal. Tinha 7 filhos e 3 filhas; possuía grandes rebanhos de ovelhas, camelos, bois e jumentos, além de muitos criados. Era homem muito considerado em todo o Oriente”.

(Deus experimentou-o. Seus filhos morreram, seus rebanhos foram roubados, seus bens destruídos)

“Então Jó levantou-se, rasgou as vestes e, raspada a cabeça, prostrou-se por terra e adorou o Senhor, dizendo: “O Senhor deu, o Senhor tirou. Como foi do agrado do Senhor, assim se sucedeu. Bendito seja o nome do Senhor!”. Jó não pecou em nenhuma destas coisas, nem pronunciou nenhuma palavra insensata contra Deus.

(Depois ficou leproso)

“Dizia-lhe a mulher: ” Ainda estás firme na tua piedade?”. Ele respondia: “Falas como mulher insensata. Se recebemos os bens da mão de Deus, por que não receberemos também os males?”.

Alguns amigos de Jó ousaram afirmar que Deus o castigava por causa dos seus pecados. Mas Jó disse: “Ainda que Deus me matasse, confiaria sempre nele. Eu sei que o meu Redentor vive e que no último dia ressurgirei da terra; serei novamente revestido do meu corpo e na minha carne verei o meu Deus. Sim, eu mesmo o verei e os meus olhos o hão de contemplá-lo. Esta esperança repousa no meu coração”.

(No fim da história, Deus restituiu em dobro de tudo que ele possuía.)

Comentário:

A história de Jó é fantástica. Ajuda muitos pastores a tirar dinheiro dos fiéis. Ajuda muitos padres a mandarem as pessoas terem paciência e ficarem quietinhas enquanto sofrem. É o uso menos nobre do tema.

O exagero da situação realça dois importantes temas: a confiança e a não perda de tempo com a revolta. Deus tira, Deus dá. Uma visão mágica da realidade, que demonstra que ninguém controla tudo o que acontece na sua própria vida. Aqui no blog Caminho Nobre nós buscamos o conhecimento racional e a experiência nobre. Ou seja, buscamos o que podemos fazer por nós mesmos.

Jó não ficou revoltado e nem deixou de confiar. Com isto ele focou no presente e no futuro. Como diz o ditado: “ficou mais leve para seguir viagem”. O texto começa dizendo que ele era eficiente. Após as desgraças, ele decidiu continuar eficiente. Ele aprendeu com as perdas, mas manteve o que tinha de bom. Ele ficou melhor, por isto pode “ressurgir das cinzas”.

A confiança diz respeito a este fenômeno: quanto mais eficiente, quanto mais qualidades e habilidades, mais fácil superar perdas. É mais fácil recomeçar pequenos e grandes desafios quando temos qualidades para serem usadas. (O foco ETERNO do ser humano é evoluir, aprender, desenvolver – A  evolução espiritual é facilitada quando se tem a COMPLETUDE).

Para quem reproduz as escolhas de Jó haverá paz em meio à tempestade, haverá novas oportunidades a cada crise, haverá novas conquistas a cada perda. Mas, para isto é NECESSÁRIO TREINAR A MENTE e desenvolver qualidades no dia-a-dia.

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sofrimento inutil

regismesquita | 22/03/2013 às 21:54 | Tags: aceitação, completude, confiança, foco, mentalização | Categorias: Mentalizações | URL: http://wp.me/pTcuf-83

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O futuro da internet e da comunicação sob a ótica de Pierre Lévy

Reverenciado como um dos principais filósofos dos últimos tempos, o francês Pierre Lévy é, sem dúvida, um otimista sobre o futuro da sociedade. Conversamos com o estudioso e questionamos alguns desses pontos. O resultado está a seguir

Fábio Bandeira de Mello e Simão Mairins, Revista Administradores, 22 de março de 2013

Divulgação

Através de conceitos como “espaços de conhecimento” e “cosmopédia”, ele já prenunciava o surgimento da Wikipédia e a eficácia da disseminação das redes de comunicação digital. Há algumas décadas, aborda as implicações da tecnologia na sociedade, o que culminou em teorias mundialmente conhecidas como a cibercultura e a inteligência coletiva.
Esse é Pierre Lévy, filósofo francês que não esconde seu posicionamento positivo sobre os ganhos da internet e da comunicação para a sociedade. Em um papo sem rodeios, a Administradores conversou com o estudioso e trouxe alguns contrapontos para o filósofo responder em uma verdadeira troca de ideias.

O mundo está passando por um momento de reconfiguração de suas estruturas políticas, econômicas e, portanto, sociais. Qual o papel da internet nisso tudo?

Um papel extremamente importante. A infraestrutura da comunicação se remodelou, e nós ainda não vimos todas as consequências políticas, econômicas e culturais dessa revolução. Nós deveríamos compará-la à invenção da escrita.
Quando conceitua o virtual, você o define como tudo aquilo que tem potência para ser, embora ainda não o seja. Como você analisa, sob a luz dessa concepção, o contexto das mobilizações virtuais atualmente?
Em relação ao “poder de se tornar”, eu diria que a internet abre um novo espaço para a liberdade de expressão, porque todos podem publicar, editar e colher informações – mesmo que não tenha nenhum poder econômico. Duas forças se opõem à atualização deste novo poder: governos ditatoriais, que tentarão ao máximo limitar a expressão do povo, e a falta de alfabetização e educação, para usar ao máximo esse ambiente de comunicação.

Você é bastante otimista ao tratar das possibilidades do ciberespaço em favor da democracia em todos os âmbitos. Como você enxerga as restrições que grupos de poder vêm buscando impor à internet? A rede é mesmo livre e incontrolável?

Eu já comentei sobre governos ditatoriais que tentam limitar a liberdade de expressão. Em relação a grandes empresas da internet como Facebook, Google, Twitter, Amazon e afins, talvez seja bom que elas estejam competindo. As barreiras como a falta de transparência e de interoperabilidade são passageiras. Você não pode esperar que tudo seja perfeito agora. Nós devemos medir e apreciar o progresso a partir dos últimos 10 anos e trabalhar para melhorar futuramente.
Você defende que a internet abre possibilidades para o surgimento de uma “inteligência coletiva”. O mau uso das ferramentas, o excesso de exposição e a banalidade dos temas repetidos e compartilhados à exaustão, por outro lado, não estariam pondo abaixo essa tese?
Apesar de ser contra a censura, não condenarei a estupidez e a banalidade, que são parte da natureza humana e que existem de qualquer forma na mídia tradicional. Meu esforço é para mostrar como nós podemos explorar as novas possibilidades da comunicação a serviço da inteligência coletiva e do desenvolvimento humano.
Com a multiplicação de gadgets, estamos todos cada vez mais virtualmente conectados. Trabalhamos com um computador, saímos conectados com o smartphone, que substituímos pelotablet quando estamos em casa. O cibernético não estaria matando o orgânico?
Isto é um absurdo, nós sempre usaremos o nosso corpo. O tablet é apenas muito mais prático e poderoso que uma folha de papel estática. A tecnologia é uma extensão do homem, não um substitutivo.
O fato de os serviços necessários à existência da internet estarem vinculados – na maior parte das vezes – a interesses empresariais pode trazer de volta a velha lógica “massificadora” da comunicação e minimizar a importância da informação compartilhada? Em outras palavras: existe futuro para o princípio da neutralidade da rede?
Interesses empresariais não são um mal em si. Negócios oferecem serviços e criam valores. Se você observar a espiral da comunicação, testemunhará que a massificação foi precisamente o efeito da mídia tradicional, e que a diversificação e personalização é o principal efeito do novo ambiente de comunicação. Vá ao Twitter e à blogosfera e veja você mesmo!

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