HINO NACIONAL BRASILEIRO DIA 13 DE ABRIL

Eis a letra da introdução do hino nacional brasileiro, parte que hoje tem apenas execução instrumental:
Espera o Brasil
Que todos cumprais
Com o vosso dever.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!
Gravai o buril
Nos pátrios anais
Do vosso poder.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!
Servir o Brasil
Sem esmorecer,
Com ânimo audaz
Cumprir o dever,
Na guerra e na paz,
À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil.
Eia sus, oh sus!
Eis a parte mais conhecida do hino nacional brasileiro, com letra de Joaquim Osório Duque Estrada sobre música de Francisco Manuel da Silva:

Primeira Parte
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó pátria amada!
Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Segunda Parte
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
Paz no futuro e glória no passado.
Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó pátria amada!
Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

 

 

Hino Nacional Brasileiro
Letra do Hino Nacional, História do Hino, vocabulário, significados, criação e autores, cerimônias no momento do hino nacional

Bandeira do Brasil - Hino do Brasil

História e Informações

A letra do hino nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865). Tornou-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5700.

Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais. 

Letra do Hino Nacional Brasileiro
I
OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS
DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE,
E O SOL DA LIBERDADE, EM RAIOS FÚLGIDOS,,
BRILHOU NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE.
SE O PENHOR DESSA IGUALDADE
CONSEGUIMOS CONQUISTAR COM BRAÇO FORTE,
EM TEU SEIO, Ó LIBERDADE,
DESAFIA O NOSSO PEITO A PRÓPRIA MORTE!
Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!
BRASIL, UM SONHO INTENSO, UM RAIO VÍVIDO
DE AMOR E DE ESPERANÇA À TERRA DESCE,
SE EM TEU FORMOSO CÉU, RISONHO E LÍMPIDO,
A IMAGEM DO CRUZEIRO RESPLANDECE.
GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA,
ÉS BELO, ÉS FORTE, IMPÁVIDO COLOSSO,
E O TEU FUTURO ESPELHA ESSA GRANDEZA.
TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU,BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,
PÁTRIA AMADA,
BRASIL!
II
DEITADO ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLÊNDIDO,
AO SOM DO MAR E À LUZ DO CÉU PROFUNDO,
FULGURAS, Ó BRASIL, FLORÃO DA AMÉRICA,
ILUMINADO AO SOL DO NOVO MUNDO!
DO QUE A TERRA MAIS GARRIDA,
TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES;
“NOSSOS BOSQUES TEM MAIS VIDA,”
“NOSSA VIDA” NO TEU SEIO “MAIS AMORES”.
Ó PÁTRIA AMADA,
IDOLATRADA,
SALVE! SALVE!.
BRASIL, DE AMOR ETERNO SEJA SÍMBOLO
O LÁBARO QUE OSTENTAS ESTRELADO,
E DIGA O VERDE-LOURO DESSA FLÂMULA
-PAZ NO FUTURO E GLÓRIA NO PASSADO.
MAS, SE ERGUES DA JUSTIÇA A CLAVA FORTE,
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA,
NEM TEME, QUEM TE ADORA, A PRÓPRIA MORTE.
TERRA ADORADA,
ENTRE OUTRAS MIL,
ÉS TU, BRASIL,
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL,
PÁTRIA AMADA,
BRASIL!

Vocabulário (Glossário)
Plácidas: calmas, tranqüilas
Ipiranga: Rio onde às margens D.PedroI proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822
Brado: Grito
Retumbante: som que se espalha com barulho
Fúlgido: que brilha, cintilante
Penhor: garantia
Idolatrada: Cultuada, amada
Vívido: intenso
Formoso: lindo, belo
Límpido: puro, que não está poluído
Cruzeiro: Constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul
Resplandece: que brilha, iluminidada
Impávido: corajoso
Colosso: grande
Espelha: reflete
Gentil: Generoso, acolhedor
Fulguras: Brilhas, desponta com importância
Florão: flor de ouro
Garrida: Florida, enfeitada com flores
Idolatrada: Cultivada, amada acima de tudo
Lábaro: bandeira
Ostentas: Mostras com orgulho
Flâmula: Bandeira
Clava: arma primitiva de guerra, tacape

Você sabia?

– No dia 13 de abril é comemorado o Dia do Hino Nacional.

 

 

MELKI-TSEDEK

MONARCA UNIVERSAL

Rei de Salem e Sacerdote do Altíssimo

Personagem da mais alta expressão nas escrituras Sagradas, e que, velada ou manifestamente, sempre esteve e estará a frente dos movimentos aceleradores da evolução humana. Há uma antiga tradição que afirma a existência de uma igreja secreta, cujo sacerdócio se revela de ciclo em cicio e de acordo com a necessidade da época. Traz ela um conhecimento próprio para cada raça ou povo por uma forma particular, mais favorável, mais acessível para o cumprimento e restabelecimento da Lei, do propósito Divino, através do Itinerário do 10 (marcha evolucional da Mõnada). A tal conhecimento, a tradição de todos os povos relaciona o Espirito de Verdade, como manifestação de um Centro Imperecível, consagrado pelos orientais sob os nomes de Agartha, Asgardhi, Erdemi, ou Salem. (Shamballah e a “Ilha imperecível que nenhum cataclismo pode destruir”).

Todo ser iluminado, avataricamente ou por iniciação, desde que esteja de posse do conhecimento de certos mistérios, faz parte do Culto que tem o nome de Igreja de Melki-Tsedek, que esta acima de tôdas as manifestações religiosas. Tal culto sempre existiu, como ciência divina e a mais preciosa de tôdas as religiões, porque verdadeiramente torna a ligar o homem a Deus, sem necessidade de sacerdote nem de outro qualquer intermediário. “Busca dentro de ti mesmo o que procuras fora”, e velha sentença oriental. E o próprio Jesus dizia: “Faze por ti que Eu te ajudarei”.

Fraternidade Universal, Culto, Sacerdócio ou Igreja de Melki-Tsedek, sua origem procede dos meados da terceira raça mãe, a Lemuriana, que foi dirigida pelos planetas sagrados Venus e Marte, alegorizando mãe e filho respectivamen-te e que se objetivou sob a égide do planeta Mercúrio, representando o Pai, numa esposa em que a humanidade, que até então se manifestava no androginismo inconsciente das primeiras raças, começou a ser digna desse nome, ou melhor, dividiu-se em dois sexos, formando logo a seguir, nos seus meados, a Grande Hierarquia Oculta que, conhecendo a origem do mistério do androginismo, prepara a evolução da Mônada para o androginismo consciente com que terminara a presente Ronda.

Com o decorrer dos tempos recebeu tal culto o nome de Sudha-Dharma-Man-dalan, na antiga Aryavartha — nossa Mãe Índia — mas, para todos os efeitos, Excelsa Fraternidade, quer na razão de sua própria existência, por ser composta dos Verdadeiros Guias ou Instrutores Espirituais da Humanidade, quer pela vitória sobre o que se concebe como Mal, na Terra, se ao lado do Planetário dirigente da Ronda tiveram, os seus primeiros componentes, de combater as referidas forcas do Mal, sem falar na sua própria transformação de Homens vulgares em semideuses.

Durante a quarta raça mãe — a Atlante — que teve sob o signo de Saturno e Lua (verde e violeta), o Sacerdócio de Melki-Tsedek, que então era exercido na oitava cidade atlante — a Shamballah dos teósofos ou a Jerusalém Celeste dos verdadeiros cristãos — teve que enfrentar o magno problema da grande queda no sexo, ou seja, a “união entre os deuses e as filhas dos homens”, fenômeno reconhecido pela Igreja por ser citado no Gênesis, diferindo apenas na tradição oriental o nome “devas” para o de “anjos” na tradição ocidental.

Sim, todas as tradições de valor no mundo se originaram de uma Fonte Única e imperecível, que foi expressa na linguagem hierática de todos os tempos por Aquela misteriosa Terra chamada Agartha (ou mesmo Shamballah). Os povos se ligam, de uma forma ou de outra, através de suas tradições. de seus símbolos, mitos e lendas, a este Centro, e a razão de conservarem a mesma unidade e que descendem de uma Fonte Única. Na fase aurea dos ciclos evolutivos de cultura de cada povo ou da própria Humanidade, ela se encontra sob os influxos e direção das essências radiosas desse Centro. As Ordens mistico-religiosas de valor humano foram representações na terra da simbologia agarthina ou de Salem. (Agartha traz o nome oculto de Belovedye, que quer dizer Bela Aurora, Eterna Luz etc. Um dos Cavaleiros da Tavola Redonda tinha tal nome). Agartha e o começo e o fim de todas as coisas. Quando caem as religiões, as filosofias, os sistemas sociais, quando se corrompem as estruturas outrora emanadas de, Agartha para o mundo humano… e a fase de decadência desse povo, dessa raça ou da própria humanidade.

Então, após um período de conflitos, choques e lutas, como ora esta acon-tecendo, novamente se manifesta o Espirito de Verdade. Donde a promessa de Krishna a Arjuna, no Bhagavad-Gita (literalmente: “0 Canto do Senhor”), um episódio do Mahabharata — o grande poema epico da India, da mais elevada filosofia espiritual — quando diz:

“Todas as vezes que Dharma (a Lei justa) declina, e Adharma (o contrario) se levanta, Eu me manifesto para salvação dos bons e destruição dos maus. Para o restabelecimento da Lei, Eu nasço em cada Yuga (isto e, em cada ciclo ou idade)”. Antes, porem, que isso aconteça, através de certas Ordens Iniciaticas ou mesmo de caráter exoterico, aparecem os “Mensageiros do Senhor deste Mundo Eterno”, quando não Ele mesmo, para renovar a face das coisas, descerrar novos horizontes que ate então estavam fechados pela ignorância, a incompreensão e a maldade dos homens.

Alguns dirigentes — os que realmente orientam os homens no sentido de sua verdadeira evolução — são representantes diretos ou indiretos desse Centro e cuja manifestação se processa através do Tulkuismo, fenômeno milenarmente conhecido das tradições orientais. Tais dirigentes são expressões do Rei do Mundo, o Monarca Universal, conhecido pelo nome de Melki-Tsedek e esotericamente com o nome de Rygden-Djyepo (palavra tibetana de origem agarthina, com o significado de “Rei dos Jivas” ou dos seres da Terra), tendo por Colunas: Polydorus Isurenos e Mama Sahib, personificações da Sabedoria e da Justiça. É Ele o verdadeiro Ministro do Eterno organizador das instituições e constituições humanas, de todas as civilizações. É o Senhor Supremo das Ordens Secretas de âmbito divino na face da Terra.

Melki-Tsedek é o fulcro de toda a evolução em nosso globo. É o sentido da própria Lei, das Verdades ou da Ideação Divina posta por Ele em atividade através dos aspectos de Transformação, Superação e Metástase Avatárica. Dai ser a “manifestação” Ideoplastica do Homem Cósmico, isto e, “sem pai, nem mãe, sem genealogia, que não tem principio de dias, nem, fim de vida” (Heb. 7-III). Por que não dizer que é Ele o Pai-Mãe de todas as coisas, o Senhor do Segundo Trono ou do Akasha, o Adam-Kadmon — o Homem Cósmico, o Logos ou o Verbo manifestado na Terra? Por acaso Devavani (Voz Divina)… não é tambem um de seus nomes?

Representa a Sabedoria e a Justiça Divina — como tal, Monarca Universal, “Rei de Salem (ou da Agartha) e Sacerdote do Deus Altíssimo”. Como Senhor do Verbo ou da Palavra Perdida. . . Dele emanam as verdades cíclicas, nas expressões dos Avataras, Budas, Bodhi-satwas, Manus etc. Dai ser Ele o Bija dos Avataras, a “Arvore dos Kumaras no segundo Trono”, a semente de todos os salvadores ou redentores que o mundo conheceu ou virá a conhecer. Tudo e Dele e está Nele. 0 nome Melki-Tsedek refere-se ao mesmo Rei do Mundo, figu-rando também na tradição judaico-cristã. 0 Sacrifício de Melki-Tsedek (o pão e o vinho etc.) deve ser olhado como uma prefiguração da Eucaristia. E o próprio sacerdócio cristão se identifica, em principio, ao culto de Melki-Tsedek, conforme palavras do Salmo ao Cristo:

Tu es sacerdos in aeternum secundum ordinem melquisedec (Salmos. 110-4).

” Melki-Tsedek, “rei de Salem e Sacerdote do Altissimo”, tambem chamado de Rei do Mundo por possuir os dois poderes: o temporal, como Rei e o espiritual como Sacerdote. Nas varias tradições religiosas do mundo, Ele é apontado com muitos outros nomes: no Tibete, como Akdorge, do mesmo modo que na India; enquanto que na Mongólia exterior e chamado Senhor de Erdemi. Mas, na verdade esotérica, chamemo-la de Teosofia, tem o nome de “Bija ou Semente dos Avataras”, razão pela qual o próprio Jesus Ihe prestava homenagens e Abraão Ihe pagou dízimos (como impostos cármicos da Lei), prova de que tanto Jesus, como Abraão e Moises Ihe eram inferiores, ou d’Ele se “derivavam”.

“Mas quem é Melki-Tsedek? Foi o Rei de Salem, Sacerdote do Altíssimo, contemporâneo de Abraão, Rei da Justiça e da Paz (Sao Paulo, Epistola aos Hebreus, VII, 1-2). É uma das Entidades mais sublimes e elevadas da Hierarquia dos Planos Superiores. É o Sol do Mundo Subterrâneo! “Feito semelhante ao Filho de Deus, não teve genealogia, sem pai e sem mãe” (Hebreus, VII, 3), foi auto-criado, uma possante Manifestação do Pensamento de Deus na Terra, ou antes, foi a Antropomorfização da própria Lei, embora não seja Deus. Não nasceu “segundo o mandamento da carne, mas segundo a virtude da vida imortal (Hebreus, VII, 26). É uma elevadíssima Entidade, oriunda de desconhecidos sistemas solares, com biliões e biliões de anos de existência e de experiências, Melki-Tsedek foi, na Terra, um produto da geração espontânea. É uma esplendorosa Consciência Cósmica. Tão grande e elevada a sua evolução e perfeição moral, espiritual e intelectual que o próprio Cristo, o Mestre dos Mestres, esteve filiado a sua Ordem, como Supremo Sacerdote e Pontífice, segundo se lê na Epistola de São Paulo aos Hebreus, capítulos seis e sete. É Melki-Tsedek, conjuntamente com o grande e sublime Jesus e os Mestres Moria, Koot-Humi e Maitreia, o futuro Instrutor da era de Aquario — quem sutilmente dirige e orienta toda a evolução do globo terrestre e os grandes movimentos po-liticos, sociais, econômicos, culturais, científicos, religiosos, artísticos e meta-físicos do Planeta. Melki-Tsedek é o grande Rei do Governo Oculto e Espiritual do nosso Mundo e o Espirito Santo o seu Embaixador de Luz no Plano profano dos vivos assim como Deus é o de todo o Universo”.

Melki-Tsedek é então rei e sacerdote e, conjuntamente, o seu nome significa “rel de justiça”, sendo ele ao mesmo tempo Rei de Salem, isto é, da “Paz”. Ora, “Justica” e “Paz” são precisamente os dois atributos fundamentais do “Rei do Mundo”. Devemos salientar que a palavra Salem, contrariamente ao que possa parecer, nunca designou em realidade uma cidade, mas que, tomada pelo nome simbólico da região onde residia ou reside Melki-Tsedek, pode ser equivalente do termo “Agartha”.

Agartha é o celeiro das civilizações passadas, lugar composto de sete cidades, cada uma delas representando uma raça, uma civilização passada, um estado de consciência já vencido pela Monada. Homens de imenso valor em matéria de Sabedoria e santidade, acompanham, debaixo, os mais evoluidos da Terra, porém… de comum acôrdo com os Guias da Face da Terra.

Agartha, Arca ou Barca é o lugar “para onde o Manu Noé conduziu seu Povo ou Família, e os casais de animais a que se refere a própria Bíblia, porém, com a interpretação errônea de que o termo “família” fosse apenas dos seus parentes. Noé, lido anagramaticamente, dá o Éon grego, que tem como significado: “A manifestação da Divindade na Terra”, nesse caso, um Manu, um Avatar, etc.”

Nas passagens dos ciclos em que se divide a vida humana, ocorrem os “dilúvios” ou que outro nome se queira dar as catástrofes que se incumbem de destruir os lugares impróprios a evolução dos seres da Terra. Chama-se de “castigo” também, por se tratar de lugares onde a materia tamasica (vermelha) tornou-se mais pesada e que indica a decadência de uma civilização.

Ainda sobre os chamados “dilúvios”, a Lemuria, como terceiro continente (e raça) foi destruída pelo Fogo. Tôdas as ilhas do Pacifico, por exemplo, são os seus remanescentes. A Atlântida, como quarto continente, foi destruída pela Água. Parte da Europa (Península Ibérica etc.) e América, que se ligava, por exemplo, a África, pelo leste, são os seus remanescentes. Cada raça desenvolve um sentido, do mesmo modo que um estado de consciência.

As tradições, tanto do Oriente como do Ocidente, estão repletas de “promessas”; os ciclos, as idades se passaram, e jamais elas deixaram de ser cumpridas. Estamos em vésperas de “Manifestação do Avatar sob o signo de Aquário”. 0 de Jesus foi o de “Piscis”. É quando os Manus, por sua vez, grandes ou pequenos, conduzem seu povo à Terra (por Lei) prometida.

0 Manu, o portador do Verbo Solar, por ser a sua própria manifestação na Terra.

Ordem de Melchi-Tzedek

O sagrado e divino nome que fala de um tema que é infinito”.

Melchizedek não é o nome de um indivíduo que viveu na Terra, como muitos podem presumir. Ele é o nome do sacerdócio cósmico que existe por todas as dimensões, em todo planeta sagrado.

Em dias antigos, templos de Melchizedek eram fixados com a finalidade de se dedicar aos ensinamentos iniciáticos espirituais e para ajudar os irmãos e irmãs na sua liberdade.

Encontramos o Sacerdócio de Melchizedek sob muitas formas.

Todos os Mestres Ascensos e Gurus pertencem à Ordem de Melchizedek. Não importa que ideologia ou religião, todo santo, sábio, guru e mestre tem que passar pelas iniciações de Melchizedek, que pode ser em um templo ou nos planos internos. Até mesmo hoje, muitos sacerdócios secretos continuam e mantêm as leis cósmicas, para a sua própria visão interna e seu propósito sagrado.

O poder de Melchizedek permanece nos retiros etéricos e nas cidades subterrâneas, nutrido e guardado até o tempo em que os templos exteriores possam ser restabelecidos novamente.

O tempo para que a Ordem de Melchizedek reapareça é AGORA!

Quando cada um de nós reconhece sua missão e reforma seu poder pessoal, isto se torna uma realidade que irá tocar todo canto do Globo, alcançando todos os aspectos da sociedade planetária.

Os que servem a Melchizedek serão um bálsamo curativo a toda humanidade.

Se nós procurarmos em nossos corações, será fácil lembrar da vida na qual servimos nos templos das grandes civilizações ( agora passadas ), vida esta dedicada a alcançar o potencial humano de se transformar de Humano em Divino. Escolhendo ser iniciado, conscientemente, nos vários níveis de Melchizedek, nós damos o primeiro passo para devolver àquele estado de ser.

Em todos os aspectos, a Ordem de Melchizedek segue as diretrizes da geometria sagrada. O número doze é o número principal dentro da geometria sagrada. Assim, de acordo com este formato, há doze domínios de iniciação em Melchizedek. E, dentro desses doze domínios, há doze níveis que compõem um domínio. Cada nível leva a certos testes de iniciações para crescimento pessoal, que se relaciona a um domínio específico. Atravessar e completar um domínio pode levar alguns anos em estudos e crescimento interno. Quando você completar todos os doze domínios com os respectivos doze níveis, você será um Mestre!

A partir de 1994, o primeiro domínio com todos os seus doze níveis e os primeiros três níveis do segundo domínio estão abertos a nós.

O primeiro domínio inteiro é chamado “a Chamada de Trombeta” ,a chamada para o coração.

O domínio dois é chamado “a Bola de Cera “.

Os primeiros três níveis do domínio dois estão presentemente disponíveis ao iniciado e o exporá a todos os seus assuntos de sobrevivência.

O primeiro nível é chamado: “O Portão”.

Esta iniciação o exporá a todos os demônios que seus pensamentos e emoções criaram subconscientemente.

O segundo nível é chamado ” a Pena Vermelha de Coragem”.

Para ser iniciado neste nível você terá que ter coragem e deverá estar disposto a representar um firme serviço a Deus. Espere ser evitado, ignorado e ridicularizado por suas boas ações.

O terceiro nível é chamado “o Chão de Malkuth”.

Aqui você deve simbolicamente se levantar igualmente dos azulejos pretos e dos brancos. O que isto significa é que o iniciado tem que dominar profundamente, em seus pensamentos e emoções, todos os níveis de bem e bom ou mal e mau, pois terão que ser considerados iguais e divinos. Nesta iniciação, novamente você pode esperar se manifestarem em sua vida todas as ilusões nas quais você acredita ser mal ou mau, que terão que ser requalificadas. Para passar este nível, você precisará ver só o bem, a toda hora. E somente assim o quarto nível do segundo domínio então se abrirá. Este quarto nível requererá domínio de habilidades desenvolvidas, e prova de sintonia com o reinos elemental e angelical. Se nós estamos em comunhão completa com os reinos, nós criaremos o céu na Terra.

Os restantes níveis do segundo domínio, bem como os domínios de três a doze com seus doze níveis cada um, ainda não estão liberados.

Melchizedek conduzirá toda nação, raça e religião para um melhor amanhã e ao nascimento da ” Idade Dourada do Homem “.

 

 

Os Arcanos da Era de Aquário

de Henrique José de Souza

Resenha de

Alexandre Domingues

    Os arcanos da Era de Aquário, como foram chamados por Henrique José de Souza, estão inseridos em um contexto maior do movimento cultural e espiritualista que ele liderou a partir de 1921 com a finalidade de preparar caminho para o que considera um novo momento da história humana, cuja marca característica dizia estar relacionada a uma mudança no “foco” da espiritualidade planetária,  que vibrava no oriente e teria então se voltado para o ocidente.
    A chave para se compreender o ponto de vista de Henrique a natureza dos arcanos que ele apresenta é a compreensão de que no centro de suas concepções havia a premissa de ser a própria Terra, em si mesma, um ser vivo, um organismo auto-consciente.

Terra, planeta auto-consciente

        Esta ideia – seja vista como metáfora ou como realidade literal – de fato já tem longa data. Apareceu em vários momentos da filosofia grega; entre os alquimistas se concretizava

na noção de “Alma Mundi”; foi defendida por Leonardo da Vinci, e foi um dos motivos de Giordano Bruno ser queimado na fogueira.
    Modernamente, já nos anos 70, foi retomada pela chamada “Hipótese Gaia” de James Lovelock e Lynn Margulis.
    Para ilustrar, segue um trecho de Lovelock, publicado na Folha de São Paulo em 21 de janeiro de 2006, em que a Hipótese Gaia muito se aproxima do pensamento de Henrique José de Souza.  Fala sobre o que considera inevitáveis hecatombes ecológicas, em que “Gaia” (como ele chama a Terra-viva) perderá muito mais do que ecossistemas:
    “Talvez o mais triste seja que Gaia perderá tanto quanto ou mais do que nós. Não só a vida selvagem e ecossistemas inteiros serão extintos, mas na civilização humana o planeta tem um recurso precioso. Não somos meramente  uma  doença;  somos, por meio da

O Planeta Terra

Foto da NASA

nossa inteligência e comunicação, o sistema nervoso do planeta. Através de nós, Gaia se viu do espaço, e começa a descobrir seu lugar no Universo.” (grifo nosso)

    Estas ideias e noções já aparecem claramente nos escritos de Henrique José de Souza e foram esmiuçadas em suas “cartas-revelação” que quase diariamente dirigia aos participantes do seu movimento.
    Você poderá encontrar várias destas cartas no site www.cartaceleste.com

Comparando a Consciência humana à Consciência-Terra

    Usando como paralelo a consciência humana, poderíamos traçar as seguintes características básicas que, dentro da visão de Henrique, teria o próprio planeta Terra em si:
    A consciência-Terra teria uma natureza muito diferente da nossa, o que geraria a grande dificuldade em nós a reconhecermos. Apesar disto, com esta consciência, a Terra teria plenas possibilidades de tomar suas próprias decisões, mesmo que de forma muito diferente daquilo que nós consideraríamos “decidir”.

  • O conjunto de todos os seres vivos da Terra são o seu ponto de apoio e manifestação, e a humanidade em especial teria capacidade de no futuro ser o suporte direto e imediato da consciência planetária, da mesma forma como nossas mãos e cérebro são capazes de dar suporte imediato ao que queremos fazer;
  • O planeta como um todo possuiria uma estrutura orgânica portadora dos mesmos corpos “sutis” que a teosofia atribui ao ser humano, ou seja, teria a Terra uma alma. Isto quer dizer que além do corpo físico (tri-dimensional) haveria também um corpo etérico, astral e mental planetários. Isto sem contar com três corpos de natureza espiritual ou divina: Manas superior (ou abstrato), Budhi e Atmã;
  • De maneira similar ao que ocorre no homem, o “foco” da consciência da Terra estaria localizado em seu corpo mental, materialmente existente em quinta dimensão. Neste corpo mental planetário afirma Henrique haver uma estrutura central de sete cidades sagradas orbitando ao redor de uma oitava principal. Ou seja, o que já os monges tibetanos chamam de Agartha e sua capital Shamballah, mas presentes com outros nomes em diversas culturas;
  • Se por um lado percebemos o foco de nossa consciência “dentro” de nossa cabeça, apesar do aura humano estender-se além do corpo físico, e também percebemos que este foco parece projetar-se em um centro imaginário entre os olhos, a Terra, por outro lado, de forma semelhante, teria sua consciência focada no centro do planeta, a cidade de Shamballah, projetando esta consciência em terceira dimensão em um específico local onde haveria a “capital espiritual do mundo”, ou seja, a fonte irradiadora de toda a espiritualidade para a superfície tri-dimensional da Terra;
  • Além deste foco “geográfico”, afirma Henrique que a consciência da Terra possui também um foco pessoal e humano. Este seria o chamado Rei Melki-Tsedek, o “Rei de Salém e Sacerdote do Altíssimo” das tradições judaico-cabalísticas. Um rei que governa o planeta mas normalmente de forma indutiva e indireta, através da Grande Fraternidade Branca, respeitando o “livre arbítrio” da humanidade da Face da Terra, e consequente direito de auto-determinação dos povos da superfície;
  • O Rei Melki-Tsedek teria sempre um representante seu na Terra, na maioria das vezes funcionando de forma oculta, completamente desconhecido da humanidade. Somente em alguns momentos bastante específicos ele se manifestaria em uma missão ostensiva – e sacrificial até – no que se conhece por “avatara”.

Do Oriente para o Ocidente, um novo ciclo de vida no planeta

    Dentro destes pressupostos, Henrique relata que, como em qualquer ser vivo, a Terra possui vários ciclos de vida e que estamos desde o fim do século XIX passando por uma importante e delicada transição entre dois grandes ciclos, já prevista por diversas culturas e

tradições. O novo ciclo que estaria em seu início traz a marca de ser o momento em que o homem atingiria um estágio de maturidade onde encontra sua perfeita integração com a natureza e o universo. A este estado, Henrique chama de “eubiose”, que significa “viver perfeito” com um sentido muito próximo a uma verdadeira simbiose entre Universo (ordem cósmica), Terra (biosfera auto-consciente) e ser humano.
    Mas isto somente ocorre depois de muitas “idas e vindas” evolutivas. Quedas e redenções de toda uma luta existencial para o homem encontrar-se a si mesmo e alcançar sua própria identidade e autenticidade enquanto espécie componente do ser vivo planetário.
    O epicentro crítico desta transição cíclica teria ocorrido em 1921, quando o foco da consciência da Terra, Shamballah, que estava projetada no Tibet desde o início da chamada “Quinta-Raça mãe”, teria  se deslocado para o Brasil, em uma montanha que existe na cidade de São Lourenço, em Minas Gerais.

Henrique José de Souza

Henrique José de Souza

http://www.cartaceleste.com

    Para Henrique, trata-se de um metabolismo natural do planeta que, semelhante a uma ampulheta, muda seu eixo de tempos em tempos, iniciando então um ciclo renovado de experiências em busca de novas dimensões de consciência.
    É interessante notar que o Tibet foi invadido pelo comunismo ateu da China em 1950, gerando graves restrições à manutenção de suas tradições, dispersando pelo mundo vários dos mais importantes lamas, sendo que muitos vieram para o ocidente, trazendo para cá seus conceitos.
    Esta transição teria sido acelerada por diversos motivos, determinando uma transformação sem precedentes na humanidade, tanto em termos científicos e tecnológicos, como políticos, sociais, artísticos, religiosos, enfim, em vários campos da atividade humana.
    Em resumo, na forma de ver de Henrique José de Souza, a transformação em si é da Terra, de sua própria “alma”, enquanto as profundas mudanças que observamos no modo de ser da humanidade estariam entre suas principais consequências.
    E é nesta “alma” da Terra que ele baseia a essência dos arcanos maiores e menores.

Os novos arcanos nascem da Alma Planetária: A Árvore da Vida

    Ensina Henrique que a consciência da Terra, focada de forma integral e sintética em Melki-Tsedek, ramifica-se e particulariza-se organicamente, como em uma árvore, com

A carta 22 no Tarô da Era de Aquário, de Henrique José de Souza (Eubiose)

O arcano 22: A Vitória

Tarô da Era de Aquário

raízes, tronco, galhos, folhas, flores, frutos e sementes, abrangendo desta maneira todos os seres vivos em um metabolismo simbolizado pela imagem da “Árvore da Vida”.
    O tronco central seria Shamballah – oitava cidade da Agartha – base do que Henrique chama de “tubo cósmico”, equivalente planetário da coluna dorsal humana. Deste tronco brotam as 21 ramificações representadas por três templos de cada uma das sete cidades agarthinas.
    Cada arcano dos 22 maiores representaria uma destas situações. O arcano 22 (A vitória), estaria relacionado com o tronco em si, Shamballah e o Rei Melki-Tsedek. Enquanto os demais 21 arcanos representariam a “alma” de cada um destes outros 21 templos agarthinos. Lembrando que o conjunto de tudo isto forma, na visão de Henrique, a estrutura central da consciência da Terra-viva em quinta dimensão, o eixo espiritual de sua alma.
    Desta “Alma Mundi”, por sua vez, nascem todas as nossas almas individuais, além dos fatos que fazem a nossa vida e a consciência que existe na natureza e regula o seu equilíbrio.

Para ver ampliação da carta e visitar a Galeria, clique sobre a ilustração.

Chakra Vibuthi: os 22 arcanos em nós

     Henrique afirma que além dos sete chakras principais – bastante conhecidos nos meios esotéricos – temos um oitavo chakra, pouco abaixo do chakra cardíaco, que seria responsável direto pelo equilíbrio dos demais, chamado de Vibuti.
    Neste chakra, com suas oito pétalas estaria reproduzido no homem o mesmo metabolismo que ocorre na Terra. Ou seja, sete pétalas sob a regência de três arcanos cada, e a oitava vibrando o arcano 22, gerando assim a possibilidade da relação direta da consciência humana com a das cidades agarthinas. Através da descoberta em si mesmo destas potencialidades, teria o homem condições de encontrar em sua própria alma a chave para o contato face-a-face com a consciência da Terra, ou seja, Deus.
    Este seria o principal fundamento não só para toda a potencialidade transformadora e auto-conscientizadora que os arcanos reconhecidamente possuem, mas também para a chamada “Religião de Melki-Tsedek”, a religião sem sacerdotes. Na verdade, uma religiosidade natural que estaria presente em todo ser humano, caracterizada pela ausência de instituições ou ritos específicos e, exatamente por isso, harmônica com todas as verdadeiras religiões humanas, bem como presente em cada uma delas de uma forma ou de outra.

Fundamentos do Tarot como arte divinatória

    O aspecto divinatório do Tarot também encontraria aí seu fundamento, pois todos os fatos que ocorrem dentro da vida planetária, particularmente em sua face humana, não seriam nada além de ocorrências internas de um grande organismo.
    Da mesma forma que ocorre no homem, a Terra também possuiria ações conscientemente movidas  por sua vontade direta mas convivendo com uma parcela de ocorrências “inconscientes”, ou seja, naturais, instintivas ou mesmo acidentais. Tudo, entretanto, sempre movido pelas mesmas leis básicas representadas nos arcanos, fundamento de todo o metabolismo de sua vida.

    Desse modo, qualquer fato ocorrido na Terra teria sua regência revelada pelos arcanos do Tarot, cabendo então às tradicionais técnicas oraculares a tarefa de descobrir quais arcanos ou combinações de arcanos, estariam ligados a quais ocorrências.

Por que JHS e não HJS?

    Um observador mais atento poderia perguntar: Por que nas legendas dos arcanos existem menções a JHS se as iniciais de Henrique são “H.J.S.”?. Teria isto alguma importância?
    Teria sim. Como já foi dito acima, dentro dos conceitos de Henrique José de Souza, a consciência da Terra-Viva tem como ponto de apoio todos os seres vivos do planeta. Assim, em determinadas circunstâncias, parcelas desta consciência – ou mesmo ela integralmente – poderiam se manifestar através de seres humanos. E na verdade a intenção da consciência planetária seria justamente a de poder estar plenamente consciente através da humanidade como um todo, que então se tornaria suas mãos, olhos e ouvidos.

A Realeza no Tarô da Era de Aquário, de Henrique José de Souza

O arcano 19: A Realeza

Tarô da Era de Aquário (Eubiose)

Para ver ampliação da carta e visitar a Galeria, clique sobre a ilustração.

    JHS seria a parcela da consciência planetária voltada a conduzir a humanidade para esta meta. Por isso é uma consciência chamada por Henrique de o “supremo instrutor do mundo”. A sua essência estaria diretamente ligada ao quinto princípio universal – a Inteligência – mas dirigida pelo sexto princípio, o Amor.
    O estado em que entramos em eubiose com o Universo nasceria justamente no momento em que o Amor passasse a conduzir a Inteligência, colocando em equilíbrio coração e mente. Quando isto ocorre de forma adequada a alma humana seria capaz de realizar todas as suas mais profundas vocações, incluindo a de ser suporte de parcelas da consciência da Terra, ou mesmo dela em si, integralmente.
    Quando nas legendas dos arcanos há menção à JHS, estaríamos frente a um momento em que o homem Henrique tinha sua mente ampliada e integrada à consciência do mestre JHS, trazendo ensinamentos à humanidade que seriam capazes de possibilitar a qualquer pessoa a mesma experiência.
    Talvez por isso ao longo dos ensinamentos de JHS –  que assina quase todas as Cartas-Revelação – fica clara a preocupação de que não houvesse nem uma aceitação nem uma negação cega ou apressada aos seus conteúdos, mas sim que fossem vistas como fontes de instigação à reflexão e à meditação, um constante apelo à inteligência e à perspicácia do leitor.

Neste contexto, Henrique viu os 22 arcanos

    Em resumo, na cosmovisão de Henrique José de Souza os arcanos não são simples figurações psicológicas, mas representações de entes e leis vivas, em si mesmas conscientes e diretamente ligadas à consciência central do próprio planeta, que também é em si mesmo um ser vivo.    Esta visão dá aos arcanos uma característica muito mais dinâmica do que a tradicional, e permite compreender porque seria de se esperar que as profundas alterações por que passa a alma da Terra teriam como consequência não menos profundas alterações na própria dinâmica dos arcanos e em suas representações.
    De fato, em um dos momentos em que a mente de Henrique ampliava-se à de JHS, as consciências vivas dos 22 arcanos maiores teriam se mostrado a ele através de novas representações, desfilando como que em um cortejo frente à sua clarividência.
    As descrições e imagens foram então registradas, e ao conjunto foi dado o nome deArcanos da Era de Aquário, pois ligado aos fundamentos que a alma da Terra terá neste novo ciclo de sua vida.

junho.09

Contato com o autor:
Alexandre Domingueswww.cartaceleste.com.br
Outros trabalhos seus no Clube do Tarô: Autores

Para conhecer a Galeria das cartas e a biografia do Prof. Henrique, clique abaixo:

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Uncategorized. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s