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Informativo eletrônico – Edição 1195

Sexta-Feira, 12 de abril de 2013

 

Prezado leitor,

Você está recebendo o Macro Visão. Veja os destaques desta edição:

Economia Brasileira

· IBC-Br cai 0,52% em fevereiro

Economia Internacional

· Expansão da indústria da Zona do Euro em fevereiro fica acima das projeções

IBC-Br cai 0,52% em fevereiro

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) divulgado hoje (12/04) pelo Banco Central apresentou queda de 0,52% em fevereiro ante janeiro, já expurgados os efeitos da sazonalidade. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve expansão de 1,88%, enquanto que os últimos 12 meses acumulam crescimento de 0,83%. Já no acumulado do ano, a leitura mostrou elevação de 2,31% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O resultado deste mês, ainda que aponte um recuo na atividade econômica, foi melhor do que o esperado pelos especialistas, que acreditavam em queda de 1,00% entre janeiro e fevereiro, na série dessazonalizada. As projeções do DEPECON/FIESP, por sua vez, indicavam retração de 0,8% na margem. Vale ressaltar ainda que houve revisão no IBC-Br de janeiro, que ficou em 1,42% ante dezembro – variação maior do que a informada no mês passado, de 1,29%.

Expansão da indústria da Zona do Euro em fevereiro fica acima das projeções

A produção industrial da Zona do Euro expandiu 0,4% em fevereiro ante o mês imediatamente anterior, já descontadas as influências sazonais, acima das projeções de mercado, que apontavam para crescimento de 0,1% no período. Na comparação interanual mensal, a produção da indústria recuou 3,1%. Há quinze meses a produção apresenta variações negativas nessa base de comparação.

Segundo a Eurostat, que divulgou os dados na manhã de hoje (12/04), a produção de bens de capital avançou 0,9% na passagem de janeiro para fevereiro, já considerados os efeitos da sazonalidade. A categoria de bens de consumos duráveis registrou expansão de 1,3%, enquanto que a produção de energia cresceu 2,6%. Dentre os países que exerceram influência positiva na produção total da Zona do Euro, foram destaques a Holanda (3,4% na margem), a Alemanha (0,9%) e a França (0,8%). Dentre as influências negativas, foram relevantes a Itália (-0,8%), a Áustria (-1,0%) e a Letônia (-2,6%).

Relatório divulgado em 08/04/2013

IPCA (%)

5,82

5,71

5,70

(1)

IGP-DI (%)

5,03

4,83

4,87

(1)

IGP-M (%)

5,17

4,92

4,93

(1)

IPC-Fipe (%)

5,16

5,26

5,16

(1)

Taxa de Câmbio – fim de período (R$/US$)

2,00

2,00

2,00

=

(6)

Taxa de Câmbio – média do período(R$/US$)

2,00

2,00

2,00

=

(1)

Meta da Taxa Selic – fim de período (%aa)

8,00

8,50

8,50

=

(2)

Meta da Taxa Selic – média do período (%aa)

7,39

7,83

7,81

(1)

Dívida Líquida do Setor Público(% do PIB)

34,30

34,50

34,50

=

(2)

PIB (% do crescimento)

3,01

3,01

3,00

(1)

Produção Industrial (% do crescimento)

3,00

3,12

3,00

(1)

Conta Corrente (US$ bilhões)

-65,00

-65,80

-68,00

(2)

Balança Comercial (US$ bilhões)

14,90

12,40

11,00

(6)

Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)

60,00

60,00

60,00

=

(17)

Preços Administrados (%)

3,30

3,00

2,90

(1)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento, diminuição ou = estabilidade)

Fonte: Banco Central do Brasil – Relatório de Mercado/Focus.

O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.

Elaboração FIESP/CIESP
Com exceção dos indicadores marcados com *, os dados de 2005 a 2007 foram revisados pelo IBGE.

 

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Macro Visão é uma publicação da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e
do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP)

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Diretor Titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos: Paulo Francini

Os sinais do Parkinson e as formas comprovadas de prevenir a doença

Como muita gente tinha a quem recomendar o tratamento da Santa Casa, penso que esta reportagem poderá agregar mais informações…  

http://saude.ig.com.br/minhasaude/2013-04-11/os-sinais-do-parkinson-e-as-formas-comprovadas-de-prevenir-a-doenca.html

Os sinais do Parkinson e as formas comprovadas de prevenir a doença

Pesquisas já mostram que depressão e insônia são os primeiros indícios do problema cerebral e indicam que o café pode ser aliado na prevenção

O alerta veio uma tristeza profunda. Há cinco anos, Marina Lazzarini caminhava e percebeu que o braço esquerdo não acompanhava o balançar natural das pisadas e que a perna direita estava mais lenta. Do nada, a letra na escrita ficou minúscula e a depressão tirou da aposentada, na época com 60 anos, até a vontade de sair de casa. Quatro meses depois, após três médicos titubearem, o quarto diagnosticou: Parkinson .

clip_image001Divulgação

Marina descobriu ter Parkinson há 5 anos. Além dos medicamentos, ela faz dos exercícios e da arte uma forma de amenizar os sintomas da doença

A doença cerebral que, segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afeta 200 mil brasileiros ainda não tem a origem muito bem estabelecida pela medicina. Mas entre os leigos os sintomas mais lembrados são os tremores e a rigidez dos músculos. Estes sinais, porém, não são únicos e surgem já em fase mais avançada do problema.

Os médicos agora estão empenhados em divulgar os indícios mais precoces do Parkinson e também o que a ciência já sabe sobre como preveni-lo. Assim como o caso de Marina, o professor de neurologia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Ambulatório de Distúrbios do Movimento do Hospital das Clínicas de São Paulo, Egberto Barbosa, diz que a depressão é uma das mensagens de alerta.

“Em uma fase muito inicial, os primeiros sintomas do Parkinson são os transtornos de humor (entre eles a depressão), a perda do olfato e as alterações no sono, como exemplo a insônia”, diz Barbosa.

“Em uma outra fase, logo na sequência, a região do cérebro que produz a dopamina, é alterada. Com isso, aparecem os tremores e a rigidez nos músculos e a dificuldade na coordenação motora.”

Piano e medicamentos

Marina Lazzarini, com o apoio dos 5 filhos, afirma que teve sorte, pois conseguiu um diagnóstico rápido, que não apenas controlou os sintomas mas permitiu que ela não abandonasse uma paixão: tocar piano.

“Sou pianista e graças ao tratamento posso dedilhar música clássica diz”, conta Marina.

“Apesar de ter esperado quatro meses para uma médica dizer o que eu tinha, o meu caso foi rápido. Na Associação Brasil Parkinson, que passei a frequentar, conheci pessoas que passaram anos e anos sem saber o que tinham. Isso fez com que elas convivessem com sequelas mais graves.”

O Parkinson, por enquanto, é uma doença sem cura e o grande benefício dos medicamentos, explica Egberto Barbosa, é amenizar os sintomas. Uma das hipóteses é de que a doença tenha origem genética, mas também seja influenciada por fatores ambientais, como exposição a agrotóxicos e níveis de ácido úrico baixos no organismo.

“Também há uma relação com o processo de envelhecimento natural, já que o passar dos anos promove alterações nos neurônios que podem resultar na doença”, explica o médico.

Café e exercício

Pesquisando as origens do problema cerebral, a ciência já trouxe evidências contundentes sobre os riscos de desenvolver a doença. As pesquisas mostram que as atividades físicas, por exemplo, desencadeiam a produção de substâncias no organismo que dão vitalidade aos neurônios e por isso protegem o cérebro.

A alimentação também ganha destaque, em especial a rica em antioxidantes, como os legumes, as frutas e os peixes.

Veja uma lista de alimentos antioxidantes

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1/26

Outra boa notícia é que o café também mostrou um efeito protetor, de acordo com uma análise publicada na revista científica Neurology. Neurocientistas do Canadá observaram esse efeito protetor após avaliar 60 pacientes com Parkinson. Metade bebeu três xícaras de café por dia e a outra não. Ao final do estudo, os bebedores de café tiveram melhoras nos sintomas.

“A cafeína é a provável responsável por este efeito benéfico. Já existem outros indícios também que o consumo de café é preventivo e diminui o risco do Parkinson mesmo em quem ainda não tem a doença”, complementa o coordenador do Hospital das Clínicas.

Marina Lazzarini não é muito fã de café, mas dos exercícios ela não abre mão.

“Hoje faço dança na associação e também participo do coral. Cantar é um ótimo remédio porque um dos efeitos do Parkinson também é nas cordas vocais, dificultando a fala”, diz ela citando informações respaldadas pelos médicos.

Cantando, dançando e sem esquecer o piano, Marina é um dos exemplos do quanto “só as atividades físicas e artísticas podem fazer”, costuma dizer o presidente da Associação Brasil Parkinson, Samuel Grossman.

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