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Ra-Hoor-Khu e o mantra Abracadabra

Posted: 07 May 2013 11:00 AM PDT

Mestres da Senda

No livro O Mistério do Áureo Florescer, do VM Samael Aun Weor, é citado um misterioso mestre, o Profeta de Ra-Hoor-Khu. Tal ser, para Samael, seria um grande mestre da Fraternidade Branca, todo sabedoria, força e glória.

Ra Hoor Khu é citado em diversas tradições ocultistas com diversos outros nomes. Entre os egípcios, ele teve vários nomes, dos quais os mais destacados são: Herakhty, Har Khuti, Ra Hoor Khuit, Re Heru-khuti (ou seja, Ra expressando-se como Hórus, senhor dos dois horizontes, os Solstícios do verão e da primavera) ou e também Horakhte.

Algumas tradições afirmam que esse Mestre da Luz se reencarnou no Egito Antigo e se tornou um grande e sábio general. No Alto Egito foi-lhe erigido um templo especial, muito hermético, chamado Templo de Ph-Ra-Har-ma-khuti, onde se oferendavam a este mestre guirlandas de flores. Os gregos o chamavam Ra-Herakhty e Harmachis e os romanos de Harmachus.

Entre os Hierofantes egípcios, o deus Ra Hoor Khu era também intitulado “o brilhante Triângulo que aparece no luminoso lugar” (ou seja, este mestre encarnou, em passado remoto, as Três Forças Primárias da Natureza, cristificando-se, solarizando-se, totalmente).

O Mantra Abrahadabra

Para muitos ocultistas, o mantra mais poderoso que nos foi agraciado pelo Deus Ra Hoor Khu é o famosíssimo Abracadabra, na verdade, ABRAHADABRA. Este mantra egípcio lamentavelmente caiu em descrédito depois de ser usado de forma profana.

Foi Basilides, grande mestre gnóstico que viveu em Alexandria perto do ano 90 d.C., quem difundiu esse poderosíssimo mantra entre suas comunidades.

Jorge Adoum (Mago Jefa) explica em uma de suas obras que o mantra bracadabra (Abrahadabra), entre outros atributos mágicos, tem o poder de curar qualquer enfermidade dos pulmões, se for vocalizado constantemente, ao longo dos dias, semanas e meses…

(Benefícios do mantra Abrahadabra, clique aqui.)

Quem é o Mestre Ra-Hoor-Khu

O VM Samael escreve sobre sua experiência interna com este mestre da Sabedoria e Iluminação:

“Há muito tempo, quando eu ainda não havia reduzido o Ego a poeira cósmica, fiz uma invocação mágica formidável.

Chamei certo Grande Mestre, dizendo: “Vem! Vem! Vem! Profeta de Raa-Hoor-Khu… Vem até mim! Queira cumpri-la! Queira cumpri-la! Queira cumpri-la! AUM… AUM… AUM… (entoando esta última palavra como é devido, abrindo a boca com o A, arredondando-a em U e fechando-a com o M).

Não é demais esclarecer que o ambiente estava saturado de infinita harmonia, carregado de OD… O resultado da invocação não se fez esperar e o Grande Profeta veio a mim. O Cabir assumiu uma figura simbólica formidável que pude ver, ouvir, tocar e apalpar em toda a presença de meu Ser cósmico.

O Venerável parecia dividido em duas metades. Da cintura para cima resplandecia gloriosamente. Sua fronte era alta como os muros invictos da Jerusalém Celestial; seus cabelos, como a lã branca caindo sobre suas costas imaculadas; seu nariz, reto como o de um Deus; seus olhos, profundos e penetrantes; sua barba, preciosa como a do Ancião dos Dias; suas mãos, como anéis de ouro engastados de jacintos; seus lábios, como os lírios que destilam mirra fraglante…

Porém, na parte inferior de seu corpo, da cintura para baixo, vi algo insólito: horripilantes formas bestiais, personificando erros, demônios vermelhos, eus-diabos, dentro dos quais está engarrafada a Consciência.

Eu te chamei para te pedir a Iluminação, tal foi minha súplica! É óbvio que em sua forma de apresentação estava a resposta.

O ancião pôs sua destra sobre minha cabeça e me disse: ‘Chama-me cada vez que me necessites e eu te darei a Iluminação…’ Logo, me bendisse e se retirou.

Com infinita alegria compreendi tudo. Só eliminando a lançadas essas criaturas animalescas que todos levamos dentro e entre as quais dorme a Consciência é que advém a nós a Iluminação.”

(Samael Aun Weor, texto retirado da obra O Mistério do Áureo Florescer, capítulo A Lança Esotérica.)

Práticas – Dr. Jorge Adoum

Posted: 07 May 2013 06:00 AM PDT

Medicina Esotérica

Para se ter um corpo são, é necessário praticar as indicações seguintes que podem ajudar muito:

Ao despertar-se, praticar alguns exercícios respiratórios, pelo menos sete vezes, e que consistem em fazer 7 inspirações rítmicas com a maior pureza de pensamento. Qualquer exercício é bom, porém, indicamos o mais simples e menos prejudicial.

Aspirar lentamente pelo nariz contando mentalmente até oito palpitações do próprio coração, ou oito segundos.

Reter o alento, durante quatro segundos nos pulmões.

Exalar o ar durante oito segundos até esvaziar totalmente os pulmões.

Reter os pulmões vazios durante quatro segundos.

Se se pode praticar este exercício mais de sete vezes, é melhor.

Depois dos exercícios respiratórios é muito recomendável praticar outros exercícios de ginástica sueca, durante quatro a cinco minutos, para conservar a flexibilidade da coluna vertebral.

Pranayama, ou exercício respiratório

Embora Pranayama tenha vários significados, o mais aceito é vida porque, segundo os yoguis, Prana é a substância vital. Respirar é viver, disse um sábio Hindu e, na Bíblia, temos o passo que diz: “E Deus lhe soprou nas narinas o alento da vida”.

Todo homem aspira átomos correspondentes ou afins a seus pensamentos e caráter. Ao pensar, respiramos átomos da mesma natureza que nossos pensamentos, e nosso sangue, por sua vez, deles se impregna.

Para atrair saúde, bem-estar, sabedoria, santidade, etc., devemos pensar em cada um para poder aspirá-los.

Primeiro Exercício

É o equilibrador ou harmônico e consiste no seguinte:

1. Em pé, fitando leste, corpo erguido, aspirar lentamente pela fossa nasal direita, tapando com o dedo a narina esquerda, até encher os pulmões durante o tempo de oito pulsações ou oito palpitações do próprio coração. Durante a aspiração cumpre visualizar o objetivo desejado. Com essa respiração, ou melhor, aspiração, absorvemos os átomos necessários à realização do nosso desejo.
Quando penetram em nosso sangue fazem vibrar os plexos; a idéia adquire caráter positivo e tende a estimular nosso ser para realizar o objetivo. Com as oito pulsações e aspirando, devem os pulmões chegar ao máximo de sua capacidade expansiva, sempre visualizando a idéia com toda a clareza.

2. Terminada essa fase, reter o fôlego nos pulmões durante quatro pulsações, retenção que facilita a assimilação sempre visualizando.

3. Terminada a retenção, passa-se à exalação que deve ser efetuada pela venta esquerda, durante oito pulsações, fechando a narina direita, sem visualização.

4. A quarta fase é o período de repouso e consiste em reter os pulmões vazios durante quatro pulsações, gozando do proveito obtido, também sem visualizar nada.

Esse exercício é chamado positivo, porque, pela venta direita se absorve a energia vital positiva e serve para desenvolver a mente consciente; terminando-o, devemos estimular o subconsciente do seguinte modo:

Recomeçar, mas agora pela narina esquerda, para aspirar a força passiva que alimenta o subconsciente.

1. Proceder como da primeira vez, mas de modo inverso: tapa-se a direita com o dedo, aspira-se lentamente durante oito pulsações sem nada visualizar.

2. Reter o ar durante quatro pulsações.

3. Exalar pela direita tapando a esquerda durante oito pulsações.

4. Reter os pulmões vazios durante quatro pulsações.

A Yoga Raja recomenda outro exercício algo perigoso para certas pessoas. Não o aconselhamos a todos e consiste em:

1. Aspirar pela esquerda durante oito pulsações.

2. Reter o fôlego durante trinta e dois.

3. Exalar pela direita durante dezesseis.

Cremos que para praticar esse exercício é mister haver um guia que contra-regre a saúde corporal e mental do praticante, ao passo que a prática do anterior é não só inofensiva como encerra tudo o de que precisa o aspirante.

Segundo Exercício

O segundo exercício deve ser praticado depois do antecedente e consiste no seguinte:

1. Em pé, para o Oriente, aspirar por ambas as narinas, durante oito pulsações. Enquanto durar a pulsação deve visualizar-se o que se deseja, como vindo a nós e sendo nosso. Desse modo absorvem-se os átomos desejados para realizar o objetivo.

2. Reter quatro pulsações visualizando que as vibrações atômicas do que se desejou invadam nosso organismo.

3. Exalar durante oito pulsações e, durante esse tempo visualizar nitidamente, como quem dirige, por meio do pensamento, todas as vibrações para a cristalização da idéia, como se as vibrações que saem por meio do fôlego fosse diretamente ao objetivo: a um centro que se quer despertar no organismo, a um órgão que se quer curar ou a um enfermo, vizinho ou distante, que se deseja restabelecer, ou a qualquer outro fim pretendido.

4. Reter durante quatro pulsações e repetir mentalmente uma frase que harmonize com o ritmo das quatro pulsações do coração; por exemplo: Já – está – feito ou as – sim – se – ja ou a – men – a – men, etc…

5. Após esse exercício medite-se um momento para dar graças e dizer, por exemplo, com Jesus: “Eu e o Pai somo Um e Ele me dá sempre o que peço”, etc.

Os dois exercícios devem-se fazer juntos.

Pode o leitor ler mil livros que tratam da ciência respiratória e pode praticar uma infinidade de exercícios desses livros. É livre; mas damos-lhe aqui o mais relevante, o mais necessário e, ao mesmo tempo, isento de todo perigo.

Muitos perguntam: “Quantas vezes temos de praticar esses exercícios? Quando? Onde? Etc.

Não podemos fixar nenhuma regra. Depende isso da urgência, da necessidade. Jesus disse: “E obtereis, se não por vossos merecimentos, por vossa exigência”. Todavia, podemos insinuar o seguinte:

1. Cada exercício pode ser praticado sete vezes seguidas em cada sessão.

2. Três sessões diárias antes de cada refeição, isto é, antes do desjejum (café da manhã), antes do almoço e antes do jantar. Sendo possível seria recomendável antes de dormir.

3. O lugar deve ser silencioso, limpo e puro.

4. O estado deve ser de perfeita saúde, sem nenhuma preocupação mental. Isto é muito importante porque, se, em nossa mente, houver vexame ou preocupação durante os exercícios, absorvemos átomos que aumentam o estado mental depois do exercício.

Pensar alto e aspirar profundamente é atrair para o corpo as mais evolucionadas inteligências.

O átomo é uma inteligência viva que rodeia o pensamento esperando a aspiração e a respiração para nele penetrar.

O homem que aspira e concentra, abre um caminho direto a seu objetivo.

Aspirar, concentrar e respirar átomos de luz conduz-no à iluminação.

Pensar e aspirar beleza é adquirir a Beleza.

O objetivo de pensar e aspirar, em nossa atual idade é libertar nossos sentidos da escravidão de nossos átomos inferiores para lograr o futuro desenvolvimento.

Cada centro, no corpo do homem, é um grau de conhecimento especial e todos forma uma universidade; devemos cursá-los todos.

Cada grau é dirigido por um Deus mestre. Todos seus ensinos são internos. O homem só consegue entrar nesses cursos pela aspiração e aprendê-los pela concentração.

Toda seção no corpo tem uma vibração e uma lei individual; porém a Lei das leis emana do Absoluto Íntimo.

Aspirar e respirar meditando é o único caminho conduzente à única Lei do Reino Interno.

O objetivo de nossa união com o Íntimo é dar-lhe liberdade de ação mais além de nosso corpo objetivo e ser consciente de suas obras.

A concentração é a ponte estendida do nosso corpo ao Íntimo Infinito e cuja serventia é com Ele comunicar-nos.

Respirar é viver; meditar é criar.

O corpo físico é como um país governado por várias hierarquias de governo. Seu rei é o Pensador, seus governantes são os pensamentos e seus obreiros obedientes são os átomos.

O Pensador é o Rei que vitaliza e estimula todas as dependências governativas e obreiras.

Um pensamento são, uma aspiração pura e uma respiração completa e perfeita vitalizam todo o corpo.

Todas as células do homem pensam e toda célula pensante alimenta-se dos átomos que penetram pela respiração.

O alimento melhor das células é o pensamento puro.

Pensamento puro e respiração solar absorvida pela venta direita do nariz queimam todos os resíduos impuros que possui o homem desde séculos.

A contínua aspiração, respiração e meditação pura comunica o homem com as mais elevadas vibrações do Absoluto Íntimo e então ele adquire um poder mental ingente para dirigir a Humanidade.

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Casas mortas, casas vivas

Sua casa é viva ou morta? A pergunta soa estranha, com certeza. E você logo responderá que casa é algo inanimado.

A casa é feita de pedras, tijolos, madeira, portanto, não tem vida.

Entretanto, casas existem que são mortas. Você as adentra e sente em todos os cômodos a inexistência de vida. Sim, dentro delas habitam pessoas, famílias inteiras.

Mas são aquelas casas em que quase tudo é proibido. Tudo tem que estar tão arrumado, ajeitado, sempre, que não se pode sentar no sofá porque se está arriscando sujar o revestimento novo e caro.

Casas em que o quarto das crianças é impecável. Todos os bichinhos de pelúcia, por ordem de cor e tamanho, repousam nas prateleiras.

Essas casas são frias. Pequenas ou imensas, carecem do calor da descontração, da luz da liberdade e da iluminada possibilidade de dentro delas se respirar, cantar, viver.

Por isso mesmo parecem mortas.

As casas vivas já demonstram, desde o jardim, que nelas existe vibração e alegria.

No gramado, a bola quieta fala da existência de muitos folguedos. A bicicleta, meio deitada, perto da garagem, diz que pernas infantis até há pouco a movimentaram com vigor.

Em todos os cômodos se reflete a vida. No sofá, um ursinho de pelúcia denuncia a presença de um pequenino irrequieto que carrega a sua preciosidade por todos os cantos.

Na saleta, livros, cadernos e lápis dizem dos estudos que se repetem durante horas. O dicionário aberto, um marcador de páginas assinalando uma mensagem preciosa falam de pesquisa e leitura atenciosa.

A cozinha exala a mensagem de que ali, a qualquer momento, pode chegar alguém e se servir de um copo d´água, um café, um pedaço de pão.

Os quartos traduzem a presença dos moradores. Cores alegres nas cortinas, janelas abertas para que o sol entre em abundância.

Os travesseiros um pouco desajeitados deixam notar que as crianças os jogam, vez ou outra, umas contra as outras, em alegres brincadeiras.

Enfim, as casas vivas são aquelas em que as pessoas podem viver com liberdade. O que não quer dizer com desordem.

As casas vivas são aquelas nas quais os seus moradores já descobriram que elas foram feitas para morar, mas sobretudo para se viver.

* * *

O desapego às coisas terrenas inicia nas pequeninas coisas. Se estabelecemos, em nosso lar, rígidas regras de comportamento para que tudo esteja sempre impecável, como se pessoas ali não vivessem, estamos demonstrando que o mais importante são as coisas, não as pessoas.

Manter o asseio, a ordem é correto. Escravizar-se a detalhes, temer por estragos significa exagerado apego a coisas que, em última análise, somente existem em função das pessoas.

Transforme sua casa, pequena, de madeira, uma mansão, num lugar agradável de se retornar, de se viver, de se conviver com a família, os amigos, os amores.

Coloque sinais de vida em todos os aposentos. Disponha flores nas janelas para que quem passe, possa dizer: Esta é uma casa viva. É um lar.

Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 12, ed. Fep.

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