Gotas de Sabedoria

FESTA DE CORPUS CHRISTI

Olá amigos, estudantes dos ensinamentos dos Mestres Ascensos da Grande Fraternidade Branca.

EU SOU Paulo Rodrigues Simões e juntamente com Maria Lúcia Vieira, trabalhamos para a divulgação dos ensinamentos dos Mestres Ascensos.

Neste final de semana nós tivemos o feriado de Corpus Christi.

Muitos de vocês, nos escreverão para saber mais sobre a origem da festa de Corpus Christi, e o que os mestres ascensos falam sobre o assunto.

Corpus Christi é uma expressão latina que significa Corpo de Cristo. Uma festa que celebra a eucaristia. Lembro a vocês que nós estudamos a eucaristia e todos os sacramentos da igreja, em nosso programa numero 80, que você poderá ouvir no endereço http://www.mestreelmorya.com.br/programa_80.htm na pergunta numero 3. Este é um assunto realmente apaixonante.

A Eucaristia é representada em (Mt 26). “Durante a refeição, Jesus tomou o pão e, depois de ter pronunciado a benção, ele o partiu; depois, dando-o aos discípulos, disse: “Tomai, comei, isto é o meu corpo”. A seguir, tomou uma taça e, depois de ter dado graças, deu-a a eles, dizendo: “Bebei dela todos, pois isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, derramado em prol da multidão, para o perdão dos pecados””.

Devido a importância da eucaristia quero relembrar nesta data, o que foi dito no programa 80 sobre este assunto:

A sagrada comunhão ou eucaristia é o ritual onde o chela entra em comunhão com Deus e os mestres Ascensos no segundo raio, o raio amarelo do chakra da coroa. Este é o raio do estudo e da troca de conhecimento.

Sabemos que o Senhor Deus ensina um pouco a todos, e que só a união traz o ensinamento necessário. Cada um tem a sua participação dentro da mandala.

É o 2º raio amarelo da sabedoria que realmente nos mostra a necessidade de união.

Deus é representado pelo chakra da coroa, e é unindo a sua mente à mente de Deus, que encontrará o caminho da unidade, e poderá então afirmar que somos todos UM, na mente do Senhor Deus.

A sagrada comunhão, é muito mais do que receber a hóstia e o vinho. A sagrada comunhão, ocorre quando o individuo recebe o ensinamento para espiritualizar-se.

Comungar na espiritualidade, é estar em comunhão com aqueles que estão ensinando o caminho, e com os que estão buscando estudar os ensinamentos dos mestres Ascensos.

Unir-se para falar de Deus altíssimo, e de tudo aquilo que eleve a consciência para que a alma possa chegar mais perto de Deus. É isto que Jesus fez na santa ceia, ele reuniu-se para cear entre amigos/ irmãos, e falar de Deus e sobre as leis de Deus.

Quando nos unimos para falar de Deus e de Sua Glória, então nós acendemos o chakra da Coroa em nosso ser, e elevamos a energia do chakra da base, até o chakra da coroa.

Hoje em dia, durante a festa de Corpus Christi, as pessoas se reúnem para falar de Jesus. O trabalho de preparação para a festa, é um trabalho em grupo, entre os filhos da luz. Realmente algo importante, e de grande valor. 

Vamos agora, falar sobre a origem da festa.

Ela surgiu no final do século XIII, em Liege, na Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon, fundada em 1124 pelo Bispo Albero. Este movimento eucarístico, deu origem a vários costumes, como por exemplo, a Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante sua elevação na Missa, e a festa do Corpus Christi.

Corpus Christi é uma festa móvel da Igreja Católica, que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia. Em alusão à Quinta-feira Santa, é realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes.

Conta a história, que a santa Juliana de Mont Cornillon, foi uma enviada de Deus para propiciar esta Festa. A santa nasceu em Retines, perto de Liège, Bélgica, em 1193.

Ela ficou órfã muito pequena e foi educada pelas freiras Agostinas, em Mont Cornillon. Quando cresceu, fez sua profissão religiosa, e mais tarde foi madre superiora de sua comunidade.

Desde jovem, Santa Juliana teve uma grande veneração ao Santíssimo Sacramento.

Ela sempre desejou que houvesse uma festa especial, em honra ao santíssimo sacramento.

Este desejo se diz ter intensificado por uma visão que ela teve da Igreja, sob a aparência de lua cheia, com uma mancha negra, que significava a ausência dessa solenidade.

Juliana comunicou estas visões a Dom Roberto de Thorete, o então bispo de Liege, mais tarde, cardeal legado dos Países Baixos, e a Jacque Pantaleón, nessa época arquidiácono de Liege, que mais tarde tornou-se Papa Urbano IV.

Dom Roberto ficou impressionado e, como nesse tempo os bispos tinham o direito de ordenar festas para suas dioceses, convocou um sínodo em 1246, e ordenou que a celebração fosse feita no ano seguinte. Ao mesmo tempo, o Papa ordenou que um monge, de nome João, escrevesse o ofício para essa ocasião.

Dom Roberto, não viveu para ver a realização de sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada pela primeira vez, no ano seguinte, na quinta-feira posterior à festa da Santíssima Trindade.

Mais tarde, um bispo alemão conheceu esse costume, e o estendeu por toda a atual Alemanha.

Naquela época, o Papa Urbano IV tinha sua corte em Orvieto, um pouco ao norte de Roma. Muito perto dessa localidade fica a cidade de Bolsena, onde em 1263 aconteceu o famoso Milagre de Bolsena: onde um sacerdote que celebrava a Santa Missa, teve dúvidas de que a Consagração da hóstia fosse algo real.

No momento de partir a Sagrada Hóstia, viu sair dela sangue, que empapou o corporal (pequeno pano onde se apóiam o cálice e a patena, durante a Missa). A venerada relíquia foi levada em procissão a Orvieto, em 19 junho de 1264.

Hoje, se conserva o corporal, em Orvieto, onde também se pode ver a pedra do altar de Bolsena, manchada de sangue.

O Santo Padre, movido pelo prodígio, e por petição de vários bispos, fez com que a festa do Corpus Christi, se estendesse por toda a Igreja, por meio da bula “Transiturus”, de 8 setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira, depois da oitava de Pentecostes, e outorgando muitas indulgências a todos que assistirem a Santa Missa e o ofício nesse dia.

Em seguida, segundo alguns biógrafos, o Papa Urbano IV encarregou São Boa-ventura e Santo Tomás de Aquino, de escreverem um ofício – o texto da liturgia.

Quando o Pontífice começou a ler, em voz alta, o ofício feito por Santo Tomás, São Boa-ventura o achou tão bom, que foi rasgando o seu em pedaços, para não concorrer com o de São Tomás de Aquino. Lembro a vocês, que São Boa-ventura foi uma das encarnações do nosso amado mensageiro Mark Prophet.

A morte do Papa Urbano IV (em 2 de outubro de 1264), um pouco depois da publicação do decreto, prejudicou a difusão da festa. Mas o Papa Clemente V tomou o assunto em suas mãos e, no concílio geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção desta festa.

Em 1317 foi promulgada uma recopilação das leis – por João XXII – e assim a festa foi estendida a toda a Igreja.

Nenhum dos decretos fala da procissão com o Santíssimo, como um aspecto da celebração. Porém estas procissões foram dotadas de indulgências, pelos Papas Martinho V, e Eugênio IV, e se fizeram bastante comuns a partir do século XIV.

Finalmente, o Concílio de Trento, declarou que, muito piedosa e religiosamente, foi introduzida na Igreja de Deus o costume, que todos os anos, em determinado dia festivo, seja celebrado este excelso e venerável sacramento, com singular veneração e solenidade; e reverente e honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos.

Dessa forma, os cristãos expressam sua gratidão por tão inefável e verdadeiramente divino benefício, pelo qual se faz novamente presente, a vitória e triunfo sobre a morte e ressurreição, de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A confecção de tapetes de rua é uma magnífica manifestação de arte popular, que tem como origem a comemoração do Corpus Christi.

Utilizando diversos tipos de materiais, como serragem colorida, borra de café, farinha, areia e alguns pequenos acessórios, como tampinhas de garrafas, flores e folhas, as pessoas montam, com grande arte, um tapete pelas ruas, com dizeres e figuras relativas ao assunto. Por este tapete passa a procissão, seguida pelas pessoas que participam com fervor.

É uma das mais tradicionais festas do Brasil e é comemorado no país desde a chegada dos portugueses.

A tradição de fazer o tapete com folhas e flores, vem dos imigrantes açorianos. Essa tradição praticamente desapareceu em Portugal continental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos lugares onde chegaram seus imigrantes, como por exemplo, Florianópolis.

O barroco enriqueceu esta festa com todas as suas características de pompa. Em todo o Brasil esta festa adquiriu contornos do barroco português. Corpus Christi é celebrado desde a época colonial, com uma profusão de cores, música expressões de grandeza.

No Brasil, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cidades, geralmente com voluntários que começam os preparativos dias antes da solenidade e varam a noite trabalhando.

Então vejam amigos, como esta festa, une os fiéis em torno do mesmo assunto.

EM SALMOS 1 ESTÁ ESCRITO

1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

2  Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.

3  Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer, prosperará.

4  Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.

5  Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.

6  Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.

Paulo R Simões  – www.eusouluz.com.br

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Na Perola de Sabedoria Vol. 10 No. 10
O Amado Senhor Maitreya – Fala sobre Corpus Christi – à mensageira Elizabeth Clare Prophet

É chegada a hora quando os devotos das leis de Deus, sobre a Terra, já não podem mais pagar pelas indulgências daqueles que no passado foram tão levianamente dados como vencedores.

Se o processo de iniciação deve acontecer durante uma determinada encarnação, é preciso reconhecer que cada dia é muito precioso. Assim sendo, o ritual da ressurreição significa a elevação da alma para fora da escuridão, de todas as substancias encobertas pelas sombras, sombras que tem sido superpostas sobre os homens. É necessário trazê-las para a luz, e transmutá-las ou mudar sua natureza em natureza da luz.

Este é significado do surgimento de “Corpus Christi”, o corpo de Cristo, para fora do túmulo da materialidade. É o rolar para longe da pedra da matéria que significa a calcificação da mente carnal, com todas as suas densidades. É a purificação dos desejos, a recusa da alma a ser escravizada pelos tribunais e legiões de César.

Isso denota que a alma tem de ser libertada de todas as influências banais da igreja ou do estado, pois ambos, a igreja e o estado, têm atuado sob a influência do poder nefasto ao longo dos tempos, que os fizeram instrumentos de várias formas diabólicas, mesmo que no passado já tenham sido instrumentos de grande bem, daí, a alma já não pode se dar ao luxo de tolerar a tirania da família, de amigos ou de condições exteriores de poder temporal, em qualquer de suas formas.

Isto não significa que os homens não devam sujeitar-se às leis do país ou que deveriam deixar de reconhecer as legalmente constituídas autoridades. No entanto, significa que eles devem reconhecer a superioridade das inteligências celestiais e não permitir que a tirania da mortalidade coloque coleiras em torno de seus pescoços, negando a sua liberdade em Deus.

Ao difundir sua luz em manifestação através da presença de Deus que habita no homem como a Santa chama do Cristo, dentro do coração, a alma “se eleva de entre os mortos” da substância corpórea, de um mundo de ilusão que há muito tempo tem mantido o homem em cativeiro.

A realidade concreta e real do radiante Cristo vivo queima através das almas que o tem amorosamente invocado, através das suas consciências e através das suas formas físicas. Estas almas são capazes então, de invocar, através do poder da palavra falada, os poderosos anjos que assistem a cada alma emergente “a deslizar a pedra” e “sair do túmulo, vitoriosa na Luz.”

Maitreya

 

Akhenaton, O Espírito Atuante em Aton.
Akhenaton foi um dos faraós do Egito. Sua passagem na história ficou conhecida como o faraó que implantou o monoteísmo. O Egito sempre cultuou diversos Deuses, e no século XIV a.C o Deus mais ¨popular¨ era Amon.
Akhenaton implantou o monoteísmo aos poucos, uma cidade para os cultuadores do novo Deus foi construída e a Capital do império, antes Tebas, passava agora a se chamar Akhetaton, uma cidade planejada e muito avançada para o seu tempo. Porém, isso enfureceu os sacerdotes de Amon fazendo com que tentassem eliminar o novo faraó e assim destruir seu novo Deus. Os sacerdotes perderam muito com Akhenaton já que oferendas não eram mais feitas a Amon e suas propriedades também não lhes pertenciam mais.
A história de Akhenaton termina em uma guerra civil, de um lado os crentes em Aton e de outro os crentes em Amon, a família real é assassinada e a cidade de Akhetaton destruída. Os sacerdotes de Amon tomam mais uma vez o controle do império, porém, Tutankhaton, que era um de seus filhos, assume o trono por um tempo com outro nome, agora chamava-se Tutankhamon, referente ao Deus Amon. Governou pouco tempo até que também foi assassinado.
Um livro bom sobre o assunto é:
PARANHOS, Roger Bottini, Akhenaton – A revolução Espiritual do Antigo Egito
Publicado por Maurício Gedoz

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