o HOMEM E A MULHER.

O Homem e a Mulher

by Sob Malhete

Equilibrio - Homem e Mulher

O homem é a mais elevada das criaturas.
A mulher é o mais sublime dos ideais.

Deus fez para o homem um trono.
Para a mulher, um altar.
O trono exalta.
O altar santifica.

O homem é o cérebro; a mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz; o coração produz Amor.
A luz fecunda.
O Amor ressuscita.

O homem é forte pela razão.
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence.
As lágrimas comovem.

O homem é capaz de todos os heroísmos.
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece.
O martírio sublima.

O homem tem a supremacia.
A mulher, a preferência.
A supremacia significa a força.
A preferência representa o direito.

O homem é um gênio; a mulher, um anjo.
O gênio é imensurável; o anjo, indefinível.
Contempla-se o infinito.
Admira-se o inefável.

A aspiração do homem é a suprema glória.
A aspiração da mulher é a virtude extrema.
A glória faz tudo grande.
A virtude faz tudo divino.

O homem é um código.
A mulher, um evangelho.
O código corrige.
O evangelho aperfeiçoa.

O homem pensa.
A mulher sonha.
Pensar é ter no crânio uma larva.
Sonhar é ter na fronte uma auréola.

O homem é um oceano.
A mulher um lago.
O oceano tem a pérola que adorna.
O lago, a poesia que deslumbra.

O homem é a águia que voa.
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço.
Cantar é conquistar a alma.

O homem é um templo.
A mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos.
Ante o sacrário nos ajoelhamos.

Enfim, o homem está colocado onde termina a terra.
E a mulher onde começa o céu.

* Victor Hugo

 

 

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Cuidados semanais

Melhor da Semana

19 de junho de 2013

 
 
 

eu cuido da minha vida!

 

Olá Osmar,

 

Na newsletter do dia 171/06/2013, observamos que você se interessou por algumas matérias. Separamos mais 9 matérias que podem ser do seu interesse. Confira!

 
 
 
 

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Origens esotéricas das festas juninas

Posted: 18 Jun 2013 06:00 AM PDT

Curiosidades

As chamadas festas juninas não são meros festejos trazidos por portugueses católicos ao Brasil, consagrados a alguns dos principais personagens da cristandade (João Batista, Pedro e Paulo), mas uma comemoração cósmica antiquíssima que merece ser estudada aos olhos da Santa Gnose, assim como o Wesak e outras festas sagradas.

As fogueiras juninas sempre foram festas sagradas onde se acendiam os “fogos novos” em todas as grandes culturas solares, desde os astecas (com suas festas chamadas de Renovação do Fogo Novo) até os celtas, romanos e hindus. Essas festas têm relação com o Sol e suas posições no céu, nos propiciando mais ou menos luz, maior ou menor possibilidade de renovação da vida por meio do cio dos animais, do plantio e colheita do trigo e outras plantas, sementes e frutas… E do uso da energia criadora para o Renascimento Espiritual do Homem…

Os fogos que celebramos durante as festas de junho não são mera adoração supersticiosa como os céticos creem, mas festas sagradas comemoradas por nossos remotos antepassados, da Stonehenge dos druidas às pirâmides maias e astecas, verdadeiros templos de adoração aos Deuses do Sol (ou Pítris Solares) devido à influência cósmica do Sol sobre a dinâmica da vida na Terra.

O dia 21 de junho (e dias em seu entorno) é celebrado no Hemisfério Norte como o dia mais longo do ano. Definitivamente, não é um dia como os demais, pois a natureza, o homem e as estrelas se dispõem a celebrar uma festa, carregada de grande poder e magia. Diz a tradição gnóstica que é nesse período que o  mundo astral e o físico estão em contato mais íntimo, permitindo que as pessoas do campo vejam com mais facilidade as fadas, os duendes e demais seres mágicos.

Esses seres especiais e seus guias, os Devas da Natureza, andam soltos pelos campos, e é por isso que os agricultores sempre renderam graças à Divina Mãe Natura, oferendando-Lhe os primeiros frutos, as primeiras sementes e acendendo os Fogos da Renovação. Este é o momento perfeito para suplicar mais fecundidade à Mãe Terra (a Pachamama dos incas), para que se possa armazenar alimentos para passar o outono e o inverno…

A celebração do solstício de verão no Hemisfério Norte (e o solstício de inverno aqui no Sul)é tão antiga como a própria humanidade. O grande mestre clarividente da Sociedade Teosófica Charles Leadbeater falava extensamente sobre os rituais atlantes aos 7 Deuses, dos quais o mais poderoso era o consagrado ao Sol. Em princípio acreditava-se que essa data era a último em que o Sol se manifestaria plenamente (o dia mais longo do ano), pois depois dessa data os dias são cada vez mais curtos, até que perto do dia 25 de dezembro, quando o Sol começaria a se manifestar novamente com todo seu esplendor, dando novamente vida, e vida em abundância (não é à toa que os antigos gnósticos escolheram esse dia, 25 de dezembro, como a data do nascimento de Jesus, o Cristo-Sol).

Por essa razão, nessa data são acesos fogos e realizam-se danças de toda classe ao redor do fogo para simbolizar a paciente espera do retorno do poder solar. Em tempos remotíssimos, acendiam-se fogueiras no topo das montanhas, ao longo dos rios e riachos, no meio das ruas e na frente das casas. Organizavam-se procissões com tochas e se faziam girar rodas de fogo colina abaixo e através dos campos, também com o intuito de exorcizar as entidades negativas que se aproveitavam da maior abertura dos portais astrais nesse período.

Os sacerdotes também faziam os participantes realizar danças circulares ao redor dessas fogueiras mágicas, além de fazê-los saltarem sobre elas, com o intuito de serem purificados e protegidos das influências negativas e assegurar, em breve, o renascimento do Sol.

No antigos mitos gregos, especialmente nas tradições de Elêusis, os solstícios eram chamados de “Portais” (o solstício de verão era chamado de Portal dos Homens, porque se venerava a Mãe Natureza, a Virgem Mãe, que alimentava o ser humano com suas sementes sagradas, e o solstício de inverno era chamado de Portal dos Deuses, porque era nesse momento que os Deuses do Sol, e depois o Cristo-Sol, desciam à Terra para salvar a Humanidade).

Os solstícios e os equinócios são altas concentrações de energia cósmico-solar e os altos Iniciados conheciam o poder regenerativo de tais datas, por isso criaram-se festejos, fogueiras, rituais, procissões, danças tântricas e muito mais, em honra ao Cristo Cósmico e à Mãe Divina. Um mesmo sentimento de amor a Deus sempre foi compartilhado por povos solares, mesmo que afastados entre si pelas distâncias. Vejamos o caso dos incas, verdadeiros adoradores de Inti, o Cristo-Sol. Os dois festivais primordiais do mundo incaico eram o Capac-Raymi (o ano-novo), que tinha lugar em dezembro, perto do dia 15, e o que era celebrado todo dia 24 de junho, o Inti-Raymi (o Festa do Sol), na impressionante esplanada de Sacsahuamán, muito perto da cidade de Cusco.

No mesmo instante da saída do astro-rei, o Inca elevava os braços e exclamava: “Ó meu Sol, ó meu Sol, ó meu Sol (o aspecto espiritual do Sol, ou seja, o mesmíssimo Cristo Cósmico dos essênios e gnósticos), envia-nos teu calor, que o frio desapareça (o frio lunar do Ego)”. Os povos inca, também o quéchua e o aimara, em êxtase e alegria, seguia o Inca em sua adoração ao Sol Central durante todo o apogeu do Tahuantinsuyo.

Entre os sagrados druidas havia a celebração céltica do Beltaine (que se celebrava diversas vezes ao ano). Esse nome significa Fogo de Belenos, ou Belo Fogo. Durante o Beltaine os sacerdotes-magos acendiam fogos que, depois das primeiras oferendas em honra a Belenos, ou o Cristo-Sol, faziam passar o gado e depois as pessoas do povo para purifica-los e defende-los do mal, das enfermidades e do mau destino. Enquanto passavam perto das fogueiras, os sacerdotes e sacerdotisas (os druidas e as druidesas) rogavam aos deuses do sol, da natureza e do fogo para que o ano continuasse sendo frutífero, e para isso oferendavam o que eles tinham de melhor, ou seja, os primeiros frutos e cereais que eles colhiam.

Outra das raízes de tão singular noite há que se buscar nas festas gregas dedicadas ao deus Apolo, que se celebravam no solstício de verão, acendendo grandes fogueiras de caráter purificador. Os romanos, por sua parte, dedicavam essas festas também a Minerva, a deusa da Sabedoria, onde tinham o costume de saltar três vezes sobre as chamas. Os romanos também atribuíam poderes muito especiais às plantas medicinais que eram colhidas pelas vestais (sacerdotisas gnósticas adoradoras de Vesta, a deusa do Fogo). O cristianismo gnóstico foi muito esperto em adaptar tais festividades ditas pagãs e renomeá-las em seus calendários.

A Santa Noite de São João Batista

Esta é uma data profundamente mágica, em que nenhum Iniciado deve perder as oportunidades de realizar rituais, missas, práticas mágicas (como a do feto-macho, tão divulgada pelo GnosisOnline), e até mesmo simples orações feitas com veneração à Divina Mãe Natura.

Esta é uma noite em que as numerosas “lendas” fantásticas são unânimes em ensinar que é um período em que se abrem, de par em par, os invisíveis Portais do “outro lado do espelho”: o brilho da Luz sobre os lagos encantados… permite-se o acesso às cidades subterrâneas, aos castelos das mestras do fogo, aos palácios encantados dos unicórnios e dragões sagrados, libertam-se de suas ataduras as rainhas, princesas e infantas e suas crianças para que brinquem e passeiem no mundo dos humanos… afloram aos olhos “daqueles que creem” enxames de raros espíritos e entidades elementais amparados na obscuridade  misteriosa desta noite, tão comentada pelos iluminados Tritemo, Paracelso e Samael.

As damas das nuvens, dakinis do mistério tibetano com seus olhos azul-celeste, olham para a terra e aguardam ternamente o galã que as desposará de forma santificada. As galinhas de ovos de ouro vêm ao mundo físico para ciscar na terra sacralizada desta noite mágica. Azrael, o anjo do espelho, passeia na noite cor azul-chumbo, à espera de conversar com algum sacerdote gnóstico inspirado. As plantas venenosas perdem momentaneamente seu poder e as salutíferas multiplicam suas virtudes aos que as colhem amorosamente.

Os djinn misteriosos das cavernas e das areias gritam e tocam suas cornetas de chifres nos desertos da Arábia Feliz, chamando os crentes para adorar e sempre relembrar o Todo-Poderoso.

Os meninos dos fetos-machos abrem seus grandes e brilhantes olhos e observam alegremente os que realizam o ritual sagrado no exato instante das doze badaladas.

Definitivamente, a atmosfera se carrega com um alento sobrenatural que impregna cada lugar mágico do planeta. Este é o momento propício para estremecermos a alma, colocarmos nossos filhos e netos no colo e narrar-lhes nossos contos, histórias e lendas juninas que saírem de nossa memória.

Na Noite de São João Batista, se não pudermos realizar nenhum ritual na mata ou no templo-lumisial, oremos ao patrono cristão desta data, São João, por três vezes consecutivas: “São João, São João, São João, me dê pão”. E João Batista (o guardião interno do Selo de Samael) atenderá seu pedido, dando a você o Pão da Sabedoria…

E no dia seguinte a essa data, deve-se reverenciar a agradecer ao Cristo-Sol e a seu anunciador, o Batista, pelas bênçãos recebidas. Deve-se meditar no Cristo João e refletir por que Ele é o guardião do Mundo dos Elementais, do mundo Jinas, onde floresce a videira do Senhor.

E por que seu ensinamento supremo é a decapitação, ou morte do Ego…

Wesak e outras festas cósmicas

Posted: 16 Jun 2013 10:00 PM PDT

Magia Cósmica

Todo ano presenciam-se, em várias partes do mundo, festividades sagradas que visam comungar a consciência humana, pessoal e coletiva, com a seidade divina, com as potências celestiais.

Essa comunhão tem várias finalidades, entre elas, a de restabelecer a comunicação do ser humano com a Divindade, o resgate da harmonia do campo energético espiritual da Terra e, finalmente, fazer com que a vibração planetária esteja em consonância com os desígnios das Forças Cósmicas que guiam nossos destinos.

Podemos citar algumas dessas Festas Cósmicas, antigas e modernas, as quais podemos aproveitar e realizar nossos Rituais Gnósticos, para que nossa Consciência se regozije e absorva essas Energias:

A Páscoa (tanto hebraica quanto cristã)

Festejada justamente no momento do início do Ano Zodiacal, quando o planeta Terra recebe os poderosos eflúvios da Constelação de Áries, o Cordeiro de Deus.

Wesak

É uma festividade dos povos budistas de todo o planeta. Dá-se na lua cheia do mês de Touro. Nesse momento em que a Terra passa pelo signo de Touro é que a humanidade recebe um eflúvio de forças divinas do Buda Cósmico, como uma espécie de incentivo e choque espiritual para nosso Despertar Superior.

Corpus Christi

Neste período se dá a influência cósmica do signo de Gêmeos, incentivando-nos a valorizar a busca de nossa Alma Gêmea original e profunda, que é nada menos que nossa Consciência Espiritual (Budhi ou Corpo da Consciência), que se encontra afastada de nós. E Gêmeos representa também a busca da auto-realização pela Alquimia Sagrada para a obtenção de nossos Corpos Solares (Corpus Christi), necessários para que possamos encarnar e manifestar nosso Cristo Interior.

Ramadan (ou Ramadã)

Festa sagrada dos muçulmanos, em que é realizado em todo o nono mês lunar do ano o jejum penitencial e as orações especiais. Devemos lembrar que o número 9 é poderosamente tântrico, representa o trabalho na Nona Esfera, ou Arcano AZF.

Primavera

Esta estação é toda especial para os esoteristas gnósticos porque se sabe que nesse período de 3 meses descem das Dimensões Superiores, mais especificamente do Mundo de Kether, do Pai Cósmico (a primeira Emanação, ou Sefirote, do Absoluto), as Ondas de Metraton. Essas ondas de energia puríssima se fixam exatamente no Centro Sexual de todos os seres vivos da Natureza, especialmente os do Reino Animal. Se esta “Energia Metratônica” for usada pelo ser humano apenas no nível instintivo-sexual, então ela despertará o “desejo luciférico” e facilitará a reprodução das espécies. Caso seja usada para fins elevados espiritualmente, então essa energia do Arcanjo Metraton (que alguns o chamam de Metatron) nos ajudará em nossos impulsos sexuais tântricos.

Natal

Dizem que Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, porém isso ninguém sabe ao certo. O que se sabe é que bem antes do nascimento de Cristo já se comemorava esta data como sendo de grande magnetização de todo o planeta Terra e todos os seus seres vivos de todas as espécies e Reinos. Essa magnetização é efetuada pela descida dos sagrados Átomos Crísticos que vêm lá desde os Mundos do Cristo (sefirote Chokmah, a segunda Emanação) até nosso afligido mundo. É nesse período que a Terra passa por uma forte influência crística, ajudando-nos a absorver, pelo chacra cardíaco, a luz dourada do Cristo Cósmico.

Um pouco mais sobre o wesak

O Festival do Fogo Védico ou Espiritual da Sangha é a grande celebração Upasatha (Lua Cheia) da Comunhão Universal, e a Irmandade Eterna é uma prática imemorial. Mas nós não devemos tomá-la como uma forma de adoração. Nós não nos atamos a nenhuma forma ou motivo externos, e nenhuma Iluminação Espiritual pode jamais derivar de rituais.

Eis por que o Festival é simples. O Fogo nos dá uma ideia sobre a composição e os elementos efêmeros do mundo e das condições da Mente, enquanto que, ao mesmo tempo, ele imprime a nossa própria necessidade de purificação e de autossuperação, por meio do esforço próprio.

Este Festival acontece na Lua Cheia de maio por causa das condições radiotelúricas cósmicas neste período particular, e também por causa da prática universal da condensação da força superior através da Meditação, e graças à Comunhão Espiritual que tem lugar, em todos os planos de Vida, através do Cosmo.

Nesta ocasião especial, os gurus sentam-se em frente ao Fogo, circundados por seus discípulos, e sintonizam a si próprios com todos os Devas, Bodhisatvas, Budas e Chohans, introduzindo toda a Sangha em suprema Comunhão Espiritual.

No Vaisakha, ou Dia da Essência da Vida, uma vez cada ano, na primeira Lua Cheia de maio, o Senhor Maha Chohan envia uma Mensagem Cósmica para o Mundo. (Wesak é uma derivação de Vaisakha, e é um termo universalmente aceito).

Este Vaisakha marca o Ano-Novo Espiritual e é a maior ocasião para regozijar-se, tomar decisões e glorificar os Valores Espirituais para a Sangha. Nesta ocasião, nós praticamos os grandes Mandalas ou precipitações de Forças Cósmicas para a Paz, Reavivamento Religioso, ou Iluminação Espiritual.

O Wesak é particularmente importante porque todos os Mandalas são praticados em Shambalah.

Uma vez em cada período cósmico aparece um Avatar, quando a virtude declina e a Verdade é negligenciada (Baghavad Gita 4:17) e quando isto ocorre, o Maha Chohan (o Divino Espírito Santo, ou Diretor Espiritual ou Iluminador da Era, Chefe da Sangha e proponente do Dharma) faz uma aparição diante do mundo, geralmente para proclamar a Sua Mensagem.

Nesta oportunidade, a Mensagem Espiritual se relaciona mais particularmente com os maiores Poderes Espirituais, como a Compaixão, a Iluminação e a Proteção para todas as almas verdadeiramente interessadas no autoaperfeiçoamento e totalmente devotadas ao Dhamma.

A todos os corações puros dedicamos este portento do Amor e da Sabedoria Universais, e que cada um possa beneficiar-se seguindo o Ensinamento Gnóstico, o qual pode fazer a todos Iluminados.

Uma vez mais desejamos que se estenda a Bênção Universal de Paz e Iluminação.

Existem também certos Festivais rítmicos acontecendo anualmente, os quais possuem um poderoso Momentum que repercute fortemente na grande massa de pessoas além dos conscientes trabalhadores da Luz.

Referimo-nos especificamente aos três maiores Festivais que ocorrem neste período do ano.

Desejamos enfatizar esses Eventos Sagrados como sendo as evidentes oportunidades para a Hierarquia incluir a massa da humanidade naquilo que já tem sido uma tentativa de harmonização com as Esferas Superiores.

Os três maiores Festivais são a Páscoa Cristã, incluindo o período que culmina na Ascensão do Mestre Jesus 40 dias mais tarde; a grande comemoração oriental de Wesak em maio, em que imensas multidões do Oriente aguardam o retorno do Celestial Gautama Buda a cada ano, conforme Ele mesmo prometeu; e a Festa da Humanidade (associada na cristandade com Corpus Christi) geralmente no mês de junho durante a lua cheia de Gêmeos.

Esses três eventos são na verdade “Três em Um”, pois o objetivo é a Unidade.

A Páscoa (Abril) é evidentemente mais poderosa com a Ressurreição e Ascensão dos sentimentos crísticos.

Nesse Momento Sagrado, todo aquele que se abrir para a meditação começará a entender o mistério das Sagradas Energias, conhecidas como “Búdicas” no Oriente e como “Espírito Santo” no Ocidente.

Ambas são parte de um grande auxílio da Fonte Celestial.

Uma vez mais, como nas precedentes Idades, a humanidade em massa será atraída para o abraço da Hierarquia Espiritual por meio dos esforços de poucos.

Os que guiam, guardam e protegem seu desenvolvimento por Eons ansiosamente aguardam a aceitação consciente da Grande Presença por parte da humanidade.

O Vale de Amithaba

Segundo afirmações do Venerável Mestre Samael Aun Weor, existe, num ponto qualquer das cordilheiras dos Himalaias, uma região chamada Vale de Amithaba. Ali encontra-se a Ordem Iniciática mais poderosa do planeta, chamada SAGRADA ORDEM DO TIBET.

Essa Ordem é uma das mais antigas, pois tem cerca de 1 milhão de anos e seus Adeptos são seres ressurrectos e ascensos, que guiam, guardam e protegem nosso planeta e esta humanidade. É próximo a essa região onde se realizam as festividades do Wesak.

Existe um vale situado numa altura bastante elevada nos pés dos Himalaias Tibetanos. Este vale está rodeado por altas montanhas de ambos os lados, com exceção do nordeste onde há uma estreita abertura. O vale tem a forma de uma ânfora com a boca virada para o nordeste, abrindo-se consideravelmente para o sul.

No extremo nordeste e próximo do gargalo da ânfora encontra-se uma grande rocha plana. Não há árvores ou arbustos no vale que é coberto com uma espécie de pasto denso, mas as vertentes das montanhas são cobertas de árvores.

No dia da Lua Cheia de Maio começam a chegar peregrinos de todos os distritos próximos; os homens santos, mulheres e lamas chegam ao Vale e ocupam a parte ao sul e média, deixando o extremo nordeste relativamente livre. Ali (segundo a lenda) congrega-se um grupo daqueles Grandes Seres que são guardiões, na Terra, do Plano de Deus para o nosso Planeta e para a Humanidade. O nome que damos a estes Seres não tem grande importância. O crente cristão preferirá falar de Cristo e Sua Igreja e Os considerará parte dessa Grande Nuvem de testemunhas que garantem à humanidade a salvação definitiva.

Os esotéricos do mundo podem chamá-los de Mestres de Sabedoria, a Hierarquia Planetária que em seus diversos graus estão regidos e guiados por Cristo, o Mestre dos Mestres, de Anjos e Seres Humanos; ou podem também chamá-los de os Rishis das Escrituras Hindus, ou a Sociedade de Consciências Iluminadas, segundo o ensinamento tibetano. Eles são os Grandes Intuitivos e os Grandes Companheiros segundo a apresentação moderna, o conjunto da humanidade aperfeiçoada que seguiu os passos do Cristo e penetrou, por nós, nos mistérios, dando-nos exemplo para fazermos o que Eles fizeram.

Com sua Sabedoria, Amor e Força constituem uma Muralha Protetora para a Humanidade a guiar-nos passo a passo – como Eles foram guiados por seu turno – da obscuridade à Luz, do irreal ao Real, da morte à Imortalidade.

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