SOLSTÍCIO DE INVERNO

TERÇA-FEIRA, 21 DE JUNHO DE 2011

O significado simbólico, esotérico e místico dos Solstícios de Inverno e Verão!

Diversas religiões consideram os dias de Solstício e

Equinócio como sendo dias Mágicos, uma vez que

são em tais momentos que ocorre a mudança das

estações.

Por ser o dia de maior noite no ano, o solstício de

Inverno (21 de Dezembro, no hemisfério Norte e

21 de Junho no hemisfério Sul) é associado à morte,

ao desconhecido ou à escuridão, enquanto que o

dia de maior claridade (21 de Junho, no hemisfério

Norte e 21 de Dezembro no hemisfério Sul) é

associado a Vida ou à Luz (solstício de Verão).

Na antiguidade, as iniciações eram feitas sempre

no solstício de Inverno, porque sendo o ultimo dia

de maior noite, significava a marca do inicio do ciclo

de dias de luz cada vez maiores; significava ainda

a saída do mundo dos mortos (a noite, a escuridão),

ou a entrada no mundo dos vivos (o dia, a Luz).

As iniciações tinham assim o significado de renascer,

ou nascer de novo para a Luz; o renascimento assume

assim o significado simbólico da vida que se renova,

após a grande noite (morte).

No Egipto antigo, os Faraós eram reiniciados a cada

novo solstício de inverno. As Pirâmides foram

construídas em alinhamento para receber o Sol de

frente à porta de entrada, exactamente no dia do

solstício de Inverno.

Em diversas outras civilizações, as grandes obras

de arquitectura foram construídas com este

alinhamento e com este objectivo.

Temas: luz, morte, solsticio de verão, verao, vida

publicado por Maria Helena às 12:42
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Significado Cósmico das Festas Cristãs

A Virgem Celeste com o deus Sol em seus braços,

JAKnaap.

Apresentação

O presente ensaio foi inspirado no trabalho “Alegorias Astronômicas da Bíblia”, que integra a obra ” The Rosicrucian Christianity Lectures “, que reúne um ciclo de Conferências Públicas ministradas por Max Heindel em 1908, nos E.U.A.

Max Heindel, no trabalho aqui comentado, aborda a questão do MITO SOLAR e mostra “que o confronto entre a Luz e as Trevas no mundo físico está intimamente relacionado, nas Escrituras das diferentes religiões, com a luta dos poderes da Luz e da vida espirituais contra aqueles da escuridão e da ignorância, e que esta verdade foi universalmente difundida entre todos os povos em todas as épocas. “, concluindo:

“Em nossa época materialista estas verdades estão sendo temporariamente relegadas ao esquecimento, ou consideradas conto de fadas, sem nenhum apoio  verídico. Mas tempo virá, e não está  muito longe, em que essas  relíquias serão  restauradas e novamente respeitadas como corporificação de grandes verdades espirituais.”

O presente ensaio visa a focalizar um aspecto do Estudo do Mito Solar: “O Significado Cósmico das Festas Cristãs”. Não se pretende aqui esgotar o tema, mas apenas contribuir para resgatar o sentido espiritual destas festas, eclipsados na noite dos tempos.

A.D.

Os Corpos Celestes e os Ritos Religiosos

Sob o ponto de vista materialista os planetas são massas ou aglomerados de matéria que giram em torno do Sol segundo órbitas elípticas em respeito às leis mecanicistas que regem o Universo. Sob o ponto de vista Ocultista os planetas são os Corpos de Grandes Espíritos movendo-se no Espaço, o campo macrocosmico, assim como nos deslocamos no mundo. Para o Ocultista os movimentos cósmicos não são fortuitos, os diversos fenômenos celestes possuem um profundo significado espiritual.

As Festas Cristãs estão relacionadas com o ciclo dos astros através do espaço. A Igreja celebra cerca de 14 festas fixas e cerca de 10 festas móveis (reguladas pela data da Páscoa, também móvel).

oOo

As Festas Móveis são reguladas pela Páscoa, que é a festa eclesiástica reguladora de todas as demais festas eclesiásticas móveis do ano . A fixação da Páscoa para os judeus e cristãos se baseia na Lua Cheia posterior à entrada do Sol em Áries, ainda que com a diferença de que os judeus a celebram neste próprio dia e os cristãos no domingo seguinte. O domingo, do latim Domini Dies, o dia do Sol, é considerado o dia da ressurreição do Senhor.

No calendário gregoriano, a Páscoa  deve cair entre 22 de março e 25 de abril, e as demais festas móveis variam em relação à variação da data da comemoração da Páscoa.

oOo

Atualmente pouquíssimas pessoas guardam algum conceito do significado espiritual das festas eclesiásticas comumente observadas. Ainda que as Igrejas Católica Romana e Anglicana da Inglaterra observem tais solenidades festivas, seu significado interno tem se perdido amplamente. Tais festas religiosas estão intimamente relacionadas com o ciclo do Cristo Cósmico através do ano tendo como pontos cardeais os Solstícios de Verão e Inverno e os Equinócios de Primavera e Outono. Nos Equinócios o dia  e a noite apresentam a mesma duração. No Solstício de Inverno, a noite é mais longa e no Solstício de Verão o dia é maior que a noite.

No Hemisfério norte é costume pensar o ano Solar (distinto do calendário anual gregoriano) começando no Equinócio da Primavera, quando o Sol transita de Peixes para Áries. As estações estão invertidas no Hemisfério Sul. No nosso Hemisfério Sul a Primavera está associada com o Equinócio em Virgo-Libra; porém o tempo do começo da Primavera varia de latitude a latitude, do equador aos pólos, em ambos os hemisférios.

O Equinócio

Como os Mistérios da chamada Época Ária foram estabelecidos amplamente no Hemisfério Norte ( que incluía a maior área da Terra e a maioria de sua população) e como os Mistérios Arcanos incluíam grandes espetáculos dramáticos representativos dos fenômenos da Natureza, é do Hemisfério Norte que provêm a maioria do material alegórico do drama dos Mistérios como os conhecemos atualmente e como eram conhecidos pelos Antigos.

Todavia, espiritualmente interpretadas as alegorias dos povos do Hemisfério Norte são universalmente aplicáveis. É a idéia de Primavera, – eternamente nova na Mente de Deus – , que importa para a alma. Na consciência espiritual não existe tempo ou espaço. no Mundo dos Arquétipos só existem o Aqui e o Agora.

A alma do ano se abre para o aspirante no Equinócio de Outono, época em que um novo impulso espiritual desce sobre a Terra, estimulando o despertar da consciência espiritual do homem. Em consonância com este impulso o aspirante trabalha espiritualmente na produção da Pedra Filosofal.

É o aspecto astronômico e não os aspectos geofísicos das Estações que importam nos Mistérios, que se articulam diretamente com as Forças Arquetípicas.

Observando o lugar onde está geograficamente situado, o primeiro trabalho do Neófito – a Preparação através da Purificação – é o trabalho do Equinócio de Outono. O Segundo Trabalho – Dedicação – pertence ao Solstício de Inverno. O Terceiro Trabalho – Ressurreição ( transmutação, nova vida) – ao Equinócio da Primavera. E o Quarto Trabalho, – Consumação (transformação) – pertence ao Solstício de Verão.

O Cristo é um Ser Cósmico e Sua Vida está marcada por caracteres estelares. A Iniciação dos Mistérios Cristãos é também um processo cósmico que acelera a Evolução Humana, estando relacionada com o Ciclo Crístico ao longo do Ano Solar.

Trataremos agora de enunciar o significado esotérico observado pelos Místicos Cristãos ocultos nas Festas Eclesiásticas, significado este esquecido ou perdido pela Igreja Ortodoxa.

oOo

No Solstício de Inverno para o Hemisfério Norte ( Verão no Hemisfério Sul) o Sol se desloca, longitudinalmente , ao longo da eclíptica passando de Sagitário à Capricórnio. Em termos de posição relativa ao Equador Celeste ( projeção do Equador Terrestre na Esfera Celeste) atinge o nadir, o ponto máximo de declinação Sul, que é também um ponto de inflexão em seu movimento aparente, que se reverte ascendendo em direção ao Equador e ao Hemisfério Norte.

Tal evento está ilustrado na mitologia de diversos povos e a Cristandade comemora o Natal, o dia do nascimento do Salvador, ungido para nos salvar do frio e da fome (que seriam eternos no Hemisfério Norte se o Sol permanecesse sempre no Nadir, abaixo do equador, no Hemisfério Sul).

Na época do Natal, após o Solstício de Inverno no Hemisfério Norte, o Raio Cósmico de Cristo atinge o Centro da Terra, o Mundo Físico. É considerada pelo Místico Cristão como a Noite mais santa do ano, especialmente propícia a realização de seu Inventário Espiritual, ou Retrospecção Anual.

De 25 de Dezembro a 5 de Janeiro transcorrem os chamados doze dias santos, que simbolizam os doze signos do zodíaco e seus atributos arquetipicos respectivamente.

Em 6 de Janeiro, Sol em Capricórnio, comemora-se a Festa da Epifania – a Chegada dos Três Reis Magos – . No Caminho do Discipulado tal festa significa a tríplice dedicação do Espírito, Alma e Corpo, e suas ofertas de Amor, Vida e Serviço, ao Cristo Menino.

Em sua marcha ascendente em direção ao Equador Celeste, o Sol transita na Eclíptica o Signo do Aguador (Aquário), havendo uma analogia entre as chuvas recebidas pela Terra e o Batismo do Salvador. Em 2  de janeiro comemora-se o Rito da Apresentação do Senhor. Em fevereiro, na Festa da Purificação, o discípulo Místico Cristão observa tal época como uma estação intensamente favorável a uma tríplice  purificação  dirigida à seus veículos.

Quando o Sol atravessa o Místico Signo de Piscis, em março, as reservas do ano passado foram consumidas e o alimento do homem escasseia, daí o longo jejum da Quaresma.

O Místico Cristão compreende o sentido alegórico da alimentação com peixes. Sendo voluntariamente vegetariano, não se trata de consumir tal alimento, mas de assimilar as virtudes da alma relacionadas com este signo, purificando seus veículos

Ao atravessar o Equador no Equinócio da Primavera no Hemisfério Norte (Outono no Hemisfério Sul), o Sol se encontra em Áries, no Nodo Oriental. Dá-se a simbólica e cósmica Crucificação do Salvador. Ao atravessar o Equador Celeste atingindo os graus de declinação Norte, o Sol o faz ao longo da Eclíptica transitando longitudinalmente de Piscis a Áries. Ao penetrar o Signo de Áries, o Cordeiro de Deus é sacrificado pela Salvação do Mundo, marcando o início da Primavera no Hemisfério Norte, época de germinação das plantas (É Outono, época de colheita no Hemisfério Sul). Nos tempos pré-cristãos celebrava-se nesta época o retorno da Primavera e a vitória da Luz  sobre as trevas.

O Equinócio da Primavera é um dos pontos culminantes do ano para o discípulo. Suas notas-clave  são Liberdade e Emancipação, que lhe facultam a expansão da Vida. Nesta época o Cristo Cósmico é liberado da Terra a qual serviu com bondade durante  os meses invernais (no Hemisfério norte), ascendendo aos elevados planos espirituais. É uma época propícia para o discípulo avançado  romper os atavismos mundanos que limitam sua entrada nos planos espirituais.

Entre as festas fixas realizadas nesta época, a Igreja celebra a Festa Eclesiástica da Anunciação do Senhor, em 25 de março, quando  a natureza comemora a cósmica Festa da Anunciação , da Vida, por haver uma íntima relação entre ela e o homem, que se refletem mutuamente.

Os mais sagrados rituais observados pelos homens estão relacionados com as mudanças das estações. O Santo Espírito da Primavera tem sido exaltado pelos poetas quando o esplendor verdejante e florido da Natureza evidencia o retorno das forças de vida, respondendo triunfantemente ao impulso da Ressurreição Cósmica.

Em nosso Hemisfério Sul tal explosão de Vida exaltada na Primavera ocorre em Libra, coincidindo com o Retorno de Cristo em direção à Terra.

Tal culminação primaveril, notada no Hemisfério Norte quando o Sol entra em Áries culmina em Abril que tem sido designado o mês da Ressurreição.

Como sabemos, a Páscoa é a festa móvel reguladora de todas as demais festas móveis celebradas pela Igreja Cristã.

Os hebreus celebravam a Páscoa comemorando sua saída do Egito sob a direção de Moisés; para eles coincide com o 14º mês lunar (de Bif ou Nizán) , ou seja, o dia da Lua Cheia do primeiro mês do ano religioso. Deve ter-se em conta que o Sol esteja no Signo de Áries , como indica as seguintes passagens do Antigo Testamento: Números 9:15; 2ª Crônicas 8:13; 2ª Crônicas 30:1-22; 2ª Reis 23:21-23; e Esdras 6:19-22. Uma das bendições na celebração era a ação de graças pela liberação da servidão no Egito e a proclamação da Lei (Mateus 26:27, 1ª Corintios 10:16), concluindo a festa com Salmos de Agradecimento.

A Igreja Cristã, no Concílio de Nicéia, estabeleceu que celebraria a Páscoa ao domingo seguinte ao dia da celebração judaica, salvo quando a Páscoa judaica caísse no domingo, pois então a Páscoa Cristã seria celebrada no domingo seguinte .

A fixação da Páscoa, portanto, tanto para os judeus quanto para os Cristãos se baseia na Lua Cheia após a entrada do Sol em Áries, ainda que com a diferença de que os judeus a celebravam neste mesmo dia e os cristãos no domingo seguinte.

A Páscoa Cristã se celebra no domingo porque Jesus Cristo “ressuscitou” num Domingo, Dia do Sol, no calendário inglês, alemão, etc. Considera-se o Domingo o dia do Senhor. Domingo deriva do latim “Domini Dies”.

No calendário gregoriano a Páscoa oscila entre os dias 22 de março e 25 de abril, e as demais festas móveis sofrem esta mesma variação porque devem ser celebradas determinados números de dias antes ou depois da Páscoa.

A Sexta-feira Santa é observada na Sexta-feira anterior ao Domingo de Páscoa. É observada a penitência pelos Cristãos Ortodoxos, que focalizam seus pensamentos sobre o sofrimento e a crucificação de Nosso Salvador. Os Místicos Cristãos, entretanto, observam com júbilo este santo dia, por simbolizar a liberação do Cristo Cósmico dos limites físicos da Terra, na qual esteve confinado  durante meio ano em amoroso sacrifício pela Humanidade. Os Místicos Cristãos compreendem que Seu sacrifício e a ressurreição constituem um serviço redentor pela Humanidade, que será contínuo até que a Humanidade como um todo possa emergir espiritualmente livre das conseqüências da alegórica Queda, descrita no livro de Enoch, imposta pelos Lucíferos, que abriram precocemente a percepção humana aos planos externos.

O Sagrado Rito da Eucaristia na Sexta-feira Santa simboliza a Nova Aliança do Novo Testamento, onde Cristo como Espírito Interno da Terra salva o Mundo propiciando a fecundação da vida no planeta e impulsiona o nascimento do Cristo Interno no coração dos homens.

Trinta e nove dias após a Páscoa celebra-se a Ascensão do Senhor que geralmente ocorre de Taurus para Geminis, em maio ou junho. Próximo a esta época , quando o Sol transita de Taurus a Gemini, as Hierarquias Celestes celebram a glória do Redentor em sua ascensão aos Reinos Espirituais. Como a Natureza está em harmonia com as correntes ascendentes de Cristo, durante os quarenta dias entre a Ressurreição e a Ascensão, tal período constitui uma época intensamente auspiciosa para o discípulo, que pode despertar interiormente os poderes espirituais no Caminho do Verdadeiro Discipulado.

Quarenta e nove dias após a Páscoa comemora-se a Festa de Pentecostes, que sintetiza as experiências místicas  dos primeiros discípulos que viveram em íntima comunhão com o Senhor Cristo durante o período de Seu ministério.

No domingo seguinte à Festa de Pentecostes comemora-se a Santíssima Trindade. Esotericamente celebra-se a tríplice atividade do Pai, Filho e Espírito Santo. Os Místicos Cristãos sabem que os Domingos (SUNDAY), dias solares, da Trindade simbolizam o supremo trabalho do Raio Cósmico de Cristo no Ciclo do Ano Solar. É durante os meses de junho, julho e agosto que os trabalhos de Cristo em uníssono com a tríplice divindade e com as três Hierarquias de Gemini (Seraphim), Cancer (Cherubim) e Leo (Senhores da Chamar) em resplendor, energizam e espiritualizam a Terra e tudo o que existe sobre ela.

Na quinta-feira (dia de Júpiter ) seguinte ao domingo da Santíssima Trindade a Igreja comemora o Corpus Christi.

Quando o Sol entra em Gemini, em junho, o Senhor Cristo passa ao Terceiro Céu, o Mundo do Pensamento Abstrato, o mais elevado mundo alcançável pela mônada humana nos ciclos de vida do esquema evolutivo do atual período terrestre.O Primeiro Céu é o Mundo da Cor, o Segundo Céu é o Mundo do Tom ( som ) e o Terceiro Céu é o Mundo das Idéias Abstratas, um mundo de Pura Luz Branca onde as almas iluminadas aprendem a ouvir a Voz do Silêncio.

Quando o Sol transita de Gemini para Câncer, temos o Solstício de Verão no Hemisfério Norte ( Solstício de Inverno em nosso Hemisfério Sul). Temos como festa eclesiástica o Nascimento de S. João, celebrada no dia 24 de junho, próxima a este grande evento cósmico.

Quando o Sol entra em Câncer, o Senhor atinge a Sua própria morada celeste – O Mundo do Espírito de Vida – onde a Unidade e a Harmonia reinam supremas.

É significativo que o nascimento de Cristo seja celebrado em Capricórnio, signo oposto à Câncer , signo em que se celebra o nascimento de S.João Batista, o arauto da vinda do Messias.

No Solstício de Verão no Hemisfério Norte, quando o Sol atinge sua maior declinação acima do Equador, ao Norte, a Natureza celebra o Festival das Fadas.

No dia 6 de agosto, com o Sol em Leão, a Igreja celebra a Transfiguração do Senhor. Durante o Signo de Leão o Espírito Arcanjélico de Cristo atinge o Trono do Pai, o Mundo do Espírito Divino. Nas Escolas de Mistério medita-se sobre a Transfiguração do Senhor e o discípulo avançado cultiva o Amor como a principal força motivacional  em sua vida.

Ainda com o Sol em Leão, no dia 15 de agosto, comemora-se a Festa da Assunção de Nossa Senhora.

Em 8 de setembro a Igreja comemora a Natividade de Nossa Senhora, época dedicada à Paz. A iluminada Maria trabalha para iluminar e inspirar todas as mães da Terra por meio da pureza e da paz. O Sol transita o Signo de Virgem.

Em setembro o Senhor Cristo, através da emanação de um Raio Cósmico, reinicia Sua marcha descendente em direção aos planos densos. As palavras-chaves do signo de Virgem são Serviço e Sacrifício. O discípulo medita sobre a passagem bíblica:

“Se algum homem desejar ser o primeiro, o mesmo deverá ser o último de todos, e o servo de todos” (Marcos 9:35).

Com o Sol entrando em Libra , no final de setembro, e as forças cardinais deste signo permeando a Terra, o Místico Cristão celebra a Festa do Equinócio de Outono ( No Hemisfério Norte, em nosso Hemisfério Sul é Primavera).

O aspirante no Caminho da Iniciação deve descer do topo das montanhas da exaltação espiritual para servir nos vales mais profundos e tristes do Mundo Físico.

Em seu Caminho para Damasco São Paulo pôde contemplar e se conscientizar da importância e sublimidade do sacrifício anual  do Espírito Solar, transformando-se de arquiperseguidor num dos mais ilustres mensageiros de Cristo, a Luz do Mundo.

O aspirante espiritual que trilha o Caminho Rosacruz reconhece o significado cósmico oculto nas festas eclesiásticas, e observa o ciclo do Cristo Cósmico  a cada ano, mediando as vibrações das Doze Hierarquias Zodiacais ao nosso campo evolutivo.  Procura   sintonizar-se  com o rítmo do  Ciclo do Cristo Cósmico, O Caminho , a Verdade e a Vida.

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Os Solstícios e os Equinócios

António de Macedo

«A redenção da Terra, o seu estatuto e a sua função no futuro fazem parte da Obra [alquímica] que compete ao 9.º grau dos Mistérios Menores [9.ª Iniciação Menor]. Este grau é celebrado nas noites de Solstício de Inverno e de Solstício de Verão [meia-noite], pois este ritual não pode ser realizado em nenhum outro tempo. Os solstícios marcam o momento em que a vibração terrestre é mais elevada, e em que os Raios Cósmicos da Vida Crística estão a entrar profundamente (Solstício de Inverno) ou a sair definitivamente (Solstício de Verão)» (Corinne Heline, New Age Bible Interpretation, vol. V, 5th ed. revised, New Age Press, 1984,. pp. 87-88).

Esta tradição esotérica é confirmada pelos antigos rituais dos Mistérios pagãos, que os Novos Mistérios Cristãos vieram substituir e elevar de grau vibratório. Os historiadores costumam invocar um velho almanaque romano chamado Cronógrafo, do ano 354 d. C., da autoria de Philocalus (autor incerto), também conhecido como Calendário Philocaliano , e que cita o ano 336 como o primeiro em que a Igreja festejou a celebração do Natal em 25 de Dezembro. Na Igreja arménia o dia 25 de Dezembro nunca foi aceite para data do Natal, mantendo-se a antiga tradição Iniciática de celebrar o dia 6 de Janeiro (Dia de Reis), considerado o «12.º Dia sagrado» da tradição mistérica cristã. De acordo com a autora rosacruciana Corinne Heline, o período de 12 dias que decorre após a festividade solsticial do Natal, entre o dia 26 de Dezembro e o dia 6 de Janeiro é um período de profundo significado esotérico e constitui o «coração espiritual» do ano que vai seguir-se: é o lugar-tempo mais sagrado de cada ano que entra, designa-se por «Os Doze Dias Sagrados» e está sob a influência directa das Doze Hierarqias Zodiacais, que projectam sobre o planeta Terra, sucessivamente e durante cada um desses 12 dias, um modelo de perfeição tal como o mundo será quando a obra conjugada das Doze Hierarquias por fim se completar (Corinne Heline, New Age Bible Interpretation, vol. VII: «Mystery of the Christos», 6h printing., New Age Press, 1988,. pp. 8-19).

Segundo alguns historiadores, estaria na associação de Cristo com o «Sol de Justiça» a escolha do Solstício de Inverno para celebrar o «nascimento do Sol invencível», Natalis Solis Invicti, um ritual pagão (Saturnalia) que festejava, com ritos de alegria e troca de prendas, desde o dia 17 de Dezembro e até ao dia 25, o momento em que o Sol «cresce», ou renasce, após o dia ter atingido a sua duração mais curta (21-22 de Dezembro). Com efeito, nessa data o Sol atinge a sua declinação-Sul máxima, cerca de 23º 26’, estacionando nela durante três dias e retomando o «caminho do Norte» a partir do dia 24 ou 25.

A data de 25 de Dezembro era igualmente o data do nascimento do deus Mithra, dos Mistérios Iranianos. Mithra era designado por «Sol de Justiça» — ou melhor. «Sol de Justeza» —, provavelmente por alguma influência do antigo Egipto. Reza uma antiga lenda que Moisés foi instruído e iniciado na grande Escola de Mistérios de Heliópolis, a cidade sagrada perto de Mênfis a que os Egípcios chamavam On ou Annu. Não surpreende, portanto, que o símbolo solar de Râ, o Esplendor Alado, se tenha mantido na tradição hebraica e nas áreas afins do Médio Oriente, como nos testemunha o profeta Malaquias, ao afirmar que «o Sol de Justeza se erguerá com a salvação nas suas asas [ou: nos seus raios]» (Malaquias 3, 20 [4, 2]).

Assim, o percurso solar ao longo do ano marca os «passos iniciáticos» do percurso de Cristo e, ao mesmo tempo, marca os pontos fulcrais da liturgia ao longo do ano, em referência às «provas» cíclicas por que tem de passar todo o ser humano na sua via evolutiva :

Quando o Sol em 21 de Dezembro entra em Capricórnio (signo regido por Saturno, daí osSaturnalia), os poderes das trevas de certo modo tomam conta do «Dador da Vida», mas dá-se o renascimento após os três dias de «paragem» (sol-stitium = sol + sistere, suster, parar), ou seja, o dia 25 marca o termo do «ciclo solsticial». A partir do dia 26 de Dezembro inicia-se um segundo ciclo de especial significado iniciático: entre o dia 26 de Dezembro (1.º Dia Sagrado) e o dia 6 de janeiro (12.º Dia Sagrado) ocorria a preparação ritual dos catecúmenos que eram baptizados no Dia de Reis (Primeira Iniciação). Estes «Doze Dias Sagrados», que acompanham a fase inicial do renascimento do «Sol Invencível», eram como que um resumo do ano zodiacal seguinte, e, tal como já se referiu, estavam sob a protecção das Hierarquias Celestes que tradicionalmente regem os 12 Signos do Zodíaco.

Aproveitemos para mencionar, antes de prosseguirmos, a razão cosmográfica por que fica o Sol «parado» aparentemente, durante três dias por ocasião dos Solstícios. Tem a ver com as declinações, e não com as longitudes celestes.

Se consultarmos as Efemérides planetárias verificaremos que de uma forma geral e com pequenas variações de ano para ano, o Sol atinge a sua declinação-Norte, máxima (cerca de 23º 26′-Norte) no mês de Junho entre os dias 20-24, e a sua declinação-Sul, máxima (cerca de 23º 26′-Sul) no mês de Dezembro entre os dias 20-24. Como sabemos, a Astrologia funciona em projecção geocêntrica, e a declinação dá-nos a maior ou menor angulação que o astro considerado faz com o Equador, tal como visto da Terra. Assim, à medida que os dias se vão aproximando de Junho, a declinação do Sol vai aumentando: passa de 0º em 21-22 de Março até atingir um máximo de 23º 26′ em 20-21 de Junho: então parece que fica «parado» cerca de três dias nos 23º 26′ (daí o verbo sistere, que compõe «solstício»), uma vez que estamos a vê-lo em projecção geocêntrica contra o fundo da Esfera Celeste, e a partir do dia 24-25 volta «para trás» e os dias começam a diminuir. Em Agosto, por exemplo, já está nos 17º e depois decresce para 16º, 15º, etc, até que chega novamente aos 0º, ou seja, o momento em que «cruza» o Equador para passar do norte para o sul. Nesta «descida», os 0º ocorrem por volta de 22-23 de Setembro, e neste caso o dia é igual à noite (Equinócio). Em Dezembro ocorre o mesmo fenómeno mas em sentido inverso: quando chegamos ao dia 21 o Sol atinge a declinação-Sul máxima, e fica cerca de três dias «parado» nos 23º 26′, até que depois começa a «subir» e os dias vão aumentando a pouco e pouco. Ou seja, no momento do Solstício atinge-se o máximo de «nocturnidade», que dura (em projecção aparente) três dias, iniciando-se o renascimento da Luz a partir de 24-25 de Dezembro.

Em seguida o Sol passa por Aquário, ou Aguadeiro (chuvas; saturnino mas também urânico). Quando chega a Peixes (regido por Júpiter), por altura sensivelmente do Carnaval, é o «adeus à carne» (caro, carnis, vale!), a Quaresma, o jejum, a alimentação a peixe: é um período jupiteriano, ou jovial, mas também neptuniano ou de elevação espiritual, pois, segundo a Astrologia clássica Neptuno, regente do signo Peixes, é o planeta da Divindade, da consciência cósmica, das influências de entidades suprafísicas; é a oitava superior de Mercúrio e o seu raio espiritual é o Azoth (termo técnico designativo do 4.º princípio alquímico, o Espírito Todo-Abrangente), e representa todos os Seres Superiores que ajudam a humanidade desde os planos invisíveis.

A passagem do Sol por Carneiro (regido por Marte) simboliza o cordeiro Pascal, marcial, morte na cruz, o ferro da lança de Longinus, é o momento do Equinócio da Primavera (21-22 de Março: declinação de 0º) quando o Sol cruza o Equador celeste de Sul para Norte, voltando a alumiar os céus setentrionais, dando-se assim a passagem para Touro (regido por Vénus), símbolo do amor e da subida ao Reino dos Céus, ou regresso à «Casa do Pai». Toda esta «liturgia» culmina em pleno no Ritual do Solstício de Verão (21-22 de Junho), que já era celebrado nos antigos Mistérios como festa das messes e das colheitas, e cujo exemplo literário mais conhecido é o clássico de Shakespeare, A Midsummer Night’s Dream, um grande festival esotérico das fadas e dos silfos, em que intervêm o rei das fadas, Oberon, e a rainha das fadas, Titania. A liturgia cristã associa este tempo ao festejo de S. João o Baptista, o Precursor (24 de Junho), que antecede e anuncia o Solstício seguinte, o de Inverno, ou o Natal do Cristo: daí as palavras de João o Baptista: «Fui enviado adiante d’Ele» (João 3, 28) e «Ele há-de crescer, e eu diminuir» (João 3, 30).

Por sua vez a Páscoa cristã acabou por ficar definida, pela Igreja, de acordo com a data adoptada pelas primitivas comunidades iniciáticas cristãs, e que envolve uma relação Soli-Lunar: celebra-se noprimeiro Domingo após a primeira Lua cheia após o Equinócio da Primavera. Esta relação, de um ponto de vista esotérico, era importante para simbolizar o significado cósmico desse evento: o Sol e a Lua são igualmente indispensáveis, pois não se trata apenas dum festival solar. O Sol tem de «cruzar» o Equador (Crucificação), como o faz no Equinócio Vernal, mas a sua luz tem de se reflectir na terra através da Lua cheia, antes que a Ressurreição (iniciática) possa ocorrer. Isto significa que a humanidade ainda não atingiu o grau de evolução suficiente para receber em pleno a «Religião do Sol», do Cristo-Logos (Cristo Cósmico), ou seja, da «Irmandade Universal», e que ainda precisa das Leis dadas pelas Religiões Lunares, diversificadas consoante as raças, nações, etc.

Outras comunidades, que haviam perdido o simbolismo oculto deste facto, adoptaram outras datas, como por exemplo o regresso à «verdadeira» Páscoa histórica ou Páscoa judaica, Pesach, no dia 14 do mês de Nisan[1]. Isto gerou controvérsias que chegaram a durar até ao século VIII. A Igreja Ortodoxa oriental adoptou uma data diferente da das Igrejas ocidentais, de modo que a Páscoa ortodoxa pode umas vezes coincidir com a Páscoa católica e protestante e outras vez ocorrer uma e até quatro ou cinco semanas depois.

Antes de concluir, talvez valha a pena reflectir um pouco sobre alguma dúvidas que podem assaltar as pessoas que vivem no hemisfério sul do planeta Terra, sobre se os influxos ensinados por Max Heindel para o hemisfério norte também se lhes aplicam, ou não, e em que medida. Aparentemente, o hemisfério sul do planeta Terra não é «contemplado» nas alegorias associadas ao Rosacrucismo e à Astrologia — e não só: o Hermetismo e a Cabala também estão vocacionados, praticamente, para os céus do hemisfério norte.

Dois aspectos têm de ser considerados: o aspecto diacrónico, ou o que se passou historicamente, e o aspecto sincrónico, ou o que se passa na actualidade.

(1) Historicamente: — Os diversos esoterismos que surgiram e se desenvolveram ao longo da história, assentam nos seguintes «corpos disciplinares»: Astrologia, Alquimia (Hermetismo), Magia e Cabala. O Sol e a Lua, os sete planetas e as 12 signos zodiacais constituem, naturalmente, uma antiquíssima matriz sobre a qual se construiu todo um sistema vital para os seres humanos, atendendo à importância que tinha (e ainda tem!) o conhecimento das estações, das chuvas, dos degelos, dos calores estivais, dos eclipses, das hibernações, etc. etc., enfim, todos os fenómenos que se repetem ao longo do ano e que afectam o «calendário», que importa conhecer para controlar a continuidade de vida, quer vegetal quer animal. Ora as grandes civilizações da história da humanidade desenvolveram-se no hemisfério norte: China, India, Japão, Pérsia, Suméria, Assíria, Babilónia, Egipto, Frígia, Grécia, Roma, Islão, etc., e até, além-Atlântico, os Maias, os Quichés, os Aztecas, etc. (A única excepção é o império Inca, a sul do equador, destruído no século XVI pelos Espanhóis).

As Astrologias daqueles povos eram naturalmente muito semelhantes, e acabaram por ser unificadas, de certo modo, depois das conquistas de Alexandre Magno (menos, claro, as do continente americano que ainda não era conhecido…), passando para o Ocidente por obra do famoso livro de Ptolomeu intitulado Tetrabiblos (séc. II d.C.). Não surpreende, portanto, que tenha surgido toda uma ritualização dos fenómenos celestes associada à religião e ao esoterismo: o Natal / Solstício de Inverno, Páscoa / Equinócio de Primavera, etc, bem como os festivais de fertilidade, das sementeiras, das colheitas, etc. associados aos fenómenos celestes, soli-lunares, zodiacais, etc. A associação do Cristo ao «Sol de Glória», ainda hoje corrente na Igreja católica, como vimos atrás, continua a ser um testemunho disso, para além de muitas outras ocorrências que se encontram tanto nas religiões de Mistérios como nos actuais esoterismos — rosacrucistas ou outros.

(2) Actualmente: — Antes da saga dos Descobrimentos (séculos XV e XVI), as regiões do hemisfério sul, constituídas por pouco mais do que uma parte da América do Sul, a metade inferior da África, e a Oceânia, eram habitadas por povos proto-históricos com pouco ou nenhum impacto civilizacional nas nossas culturas. Com a «colonização» dessas regiões pelos povos do Norte, os mitos civilizacionais destes povos foram naturalmente implantados no Sul, incluindo os ritos e as festividades associados não só à religião, mas também aos mitos e aos ciclos astrológicos correlativos. Entretanto, as regiões do Sul que de início eram apenas «extensões» civilizacionais do Norte, foram assumindo progressivamente uma grande importância, com as sucessivas independências e autonomização cultural de países como a Argentina, o Brasil, o Chile, a África do Sul, Angola, Moçambique, Austrália, etc. etc. — Como as estações se apresentam invertidas em ambos os hemisférios — quando no Norte é Verão no Sul é Inverno, quando no Norte é Primavera no Sul é Outono — cria-se uma situação relativamente estranha nesses novos países do Sul, que naturalmente importaram os «mitos» do Norte donde provieram, mantendo as datas, mas com aspectos contrários: o Natal, por exemplo, é igualmente festejado no Norte e no Sul na mesma data, mas as estações são diferentes.

Há no entanto uma coisa que se mantém idêntica no Norte e no Sul, independentemente da inversão das estações: é a DISTÂNCIA, maior ou menor, a que o Sol se encontra da Terra. A Terra percorre uma elipse em torno do Sol, ao longo do ano, e não uma circunferência perfeita, e o Sol ocupa um dos focos dessa elipse. Por altura do Solstício de Dezembro, o foco em que o Sol se encontra está mais PRÓXIMO da Terra, fazendo portanto com que a Terra seja permeada mais fortemente pela aura do Sol Espiritual,com o correlativo aumento do Fogo Sagrado inspirador de crescimento anímico nos seres humanos. Inversamente, no Solstício de Junho, a Terra está no máximo AFASTAMENTO do Sol, o que provoca uma diminuição de espiritualidade com o correlativa intensificação e pujança de vitalidade física. Portanto, é perfeitamente natural que a partir do Equinócio de Setembro, quando a espiritualidade áurica do Solcomeça a aproximar-se e a vitalidade física começa a esbater-se, as pessoas sintam, tanto no hemisfério norte como no hemisfério sul, um certo afrouxamento do ponto de vista físico, e, em contrapartida, uma maior propensão para o recolhimento interno, para a introvisão e atracção pelo estudo dos mais profundos mistérios da vida.

Em resumo, tanto no Norte como no Sul, ainda que as estações sejam opostas, os influxos quer físicos quer espirituais, decorrentes da distâncial focal da Terra ao Sol, são idênticos.


[1] Esta data celebrava o facto de os Judeus, ao tempo em que estavam no Egipto, terem sido poupados às forças da destruição do «Anjo Exterminador» que matou todos os primogénitos egípcios, incluindo o filho do faraó. O Anjo disse ao Judeus que fizessem nas suas portas uma marca com o «sangue do cordeiro», para significar que eram filhos de Deus, e a devastação sobre o Egipto passou pelas casas deles sem os afectar (Êxodo 12, 15-51).

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Nota do Editor:

António de  Macedo, autor  das “Paginas Esotericas” é probacionista filiado em The Rosicrucian Fellowship, associação fundada em 1909 por Max Heindel, na California, e não faz  parte de outras organizações com denominações semelhantes.

Páginas Esotéricas por António de Macedo

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