bicho vai pegar…

18 de junho de 2013 | 2h 12

DORA KRAMER – O Estado de S.Paulo

O ministro Gilberto Carvalho parece que estava adivinhando. Em meados de dezembro, há exatos seis meses, o secretário-geral da Presidência da República gravou em vídeo uma saudação de fim de ano ao PT convocando a militância a ir às ruas “assim que passarem as festas”.

Aconselhava os companheiros a “descansarem bem agora” porque “em 2013 o bicho vai pegar”. Demorou um pouquinho, mas não deu outra: o bicho pegou.

Em configuração diferente daquela pretendida pelo ministro na convocatória de dezembro. Lá a ideia era “a gente ir para as ruas” em defesa do governo federal, contra os “ataques sem limites ao nosso querido presidente Lula”.

Na concepção do ministro, em protesto a “eles”. Quem? “Os mafiosos midiáticos da oposição ao Brasil”, cujo objetivo único na versão natalina de Carvalho seria a destruição “do nosso projeto, do nosso governo, do nosso PT”.

Note-se a expressão “da oposição ao Brasil”. Refere-se a qualquer grupo, cidadão ou instituição que critique ou discorde do governo tornando-se, por isso, automaticamente inimigo do País.

O ministro atirou na imagem construída por devaneios persecutórios costumeiramente usados como armas de ataque disfarçadas em instrumentos de defesa, mas acertou em sentimentos distantes do alcance da vista.

Há exaustão, há revolta, há contrariedade. Mas não há por parte dos exaustos, dos revoltados, dos contrariados adesão a partido algum. Não que os manifestantes ou parte deles não tenham suas preferências, mas elas não se expressam na explosão da chama acesa pelo aumento das passagens de ônibus.

À exceção de grupos alojados em pequenas legendas cuja expressão é nenhuma, não há até agora a digital de partidos por trás dos protestos que pegaram o Brasil de surpresa.

De um modo geral os políticos têm evitado falar. Estão tentando entender o que se passa, antes de se pronunciar. Os poucos que o fizeram ou falaram bobagem ao repetir os velhos bordões sobre “orquestração” de adversários ou passaram ao largo da questão central: a discrepância entre a agenda do mundo política e as demandas de uma sociedade maltratada pelo Estado.

Seja ele representado por governantes do PT, PSDB, PMDB ou qualquer partido. Estão evidentemente à margem dessa mobilização popular. Além de não terem o menor interesse em transferir o jogo da política de espaços conhecidos (gabinetes, Congresso e tribunais) para o terreno desconhecido das ruas, são todos eles alvos da insatisfação.

Nessa altura quem aparecer para tentar capitalizar eleitoralmente a comoção provavelmente será repudiado. O levante também é motivado pelo descrédito na política. A desqualificação do Congresso, a preocupação exclusiva dos partidos com a disputa de votos, a discussão concentrada em eleição distante enquanto as condições objetivas da vida vão piorando dia a dia, não faz dos políticos aliados confiáveis.

Os “mafiosos midiáticos da oposição ao Brasil”, referidos pelo ministro Gilberto Carvalho para (des) qualificar os críticos, como se vê não são mafiosos, não são midiáticos, não são inimigos do País. Ao contrário, estão chamando atenção para a indiferença do poder público, independentemente do matiz partidário.

O bicho realmente está pegando. Resta saber, porém, no pé de quem exatamente. Em outras palavras: é de se conferir para onde caminhará essa insatisfação quando chegar a hora de a manifestação se expressar nas urnas.

No momento a única certeza é a de que não se direciona em favor de força político-partidária alguma. De um lado é bom porque não permite que nossos representantes enfrentem a questão debitando o custo na conta do vizinho. De outro há o risco de se deixar prosperar a semente para a pregação do voto nulo, ferindo gravemente a representação.

 

 

Reação Cívica !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

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Sem dar a mínima satisfação à presidenta, Generais do Alto Comando do Exército decidem proteger o Ministro Joaquim Barbosa.
Enquanto isso, a corja palaciana pressiona a Globo a cancelar a entrevista já programada com Marcos Valério, mas a emissora reluta em vergar-se à ordem.
Será que estamos assistindo ao início da reação cívico-militar que dará fim definitivo à bandidagem que tomou o Pais de assalto?
Queira Deus que sim, porque já não é sem tempo, e a paciência com tanta patifaria esgotou.
N7M
Fontes (jornalistas independentes, de reconhecida credibilidade na Net):
Alerta Total (do Jornalista independente Jorge Serrão): http://www.alertatotal.net/
Ucho Info (Idem, Ucho Hadad): http://ucho.info/exercito-decide-dar-protecao-a-joaquim-barbosa-e-cria-zona-de-conflito-com-dilma-rousseff

Exército decide dar proteção a Joaquim Barbosa e cria zona de conflito com Dilma Rousseff

Exército, que se valeu de militares cedidos à Agência Brasileira de Inteligência, acabou passando por cima da Presidência da República, do Ministério da Justiça e da cúpula da Polícia Federal, que por questões óbvias não foram consultados, mas a quem, por dever de ofício, caberia a decisão.”

clip_image003Temperatura alta – Azedou a relação entre o Palácio do Planalto e a cúpula do Exército brasileiro. Sem que a presidente Dilma Rousseff fosse consultada, o Exército destacou os melhores e mais preparados oficiais da inteligência para dar proteção diuturna ao ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão do PT (Ação Penal 470).

Ao criar o esquema que dá garantia de vida a Joaquim Barbosa, que tem ojeriza a esse tipo de situação, o Exército, que se valeu de militares cedidos à Agência Brasileira de Inteligência, acabou passando por cima da Presidência da República, do Ministério da Justiça e da cúpula da Polícia Federal, que por questões óbvias não foram consultados, mas a quem, por dever de ofício, caberia a decisão.

Outros dois ministros do Supremo, Ricardo Lewandowski e José Antônio Dias Toffolli, reconhecidamente ligados ao Partido dos Trabalhadores e a alguns dos seus mais altos dirigentes, também contam com escolta, mas da Polícia Federal. O esquema criado para o ministro-relator não se limite à proteção física, mas inclui também monitoramento constante de ambientes e do sistema telefônico utilizado pelo magistrado.

clip_image004A proteção ao ministro Joaquim Barbosa foi uma decisão tomada pelo alto comando do Exército e pelo general José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Esse episódio, que tem como palco a necessária proteção a Joaquim Barbosa, deve aumentar a tensão entre Dilma e os militares, que ganhou reforço extra com a criação da Comissão da Verdade, que investigará apenas os crimes cometidos por agentes do Estado durante a ditadura, deixando de fora os protagonizados pelos terroristas que chegaram ao poder no vácuo de um discurso fácil, repetitivo e mentiroso.

Pressão e censura feitas pelos petralhas do governo forçam mudança no comando da Rede Globo

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alertawww.fiquealerta.net
Por Jorge Serrãoserrao@alertatotal.net
clip_image005Exclusivo – O executivo Octávio Florisbal será substituído da Direção-Geral da Rede Globo porque cansou de suportar as pressões diretas e indiretas do governo, sempre que o jornalismo da emissora detonava matérias negativas contra os esquemas petralhas e de seus aliados. Alegando que a maior rede de televisão do País não pode aceitar se submeter à censura, Florisbal pediu aos irmãos Roberto Irineu e João Roberto Marinho para sair do cargo que será ocupado por alguém com sangue mais frio para suportar tentativas constantes de ingerências políticas: o jornalista Carlos Henrique Schroder – atual diretor-geral de Jornalismo e Esportes.
A versão de que a família Marinho preferiu se blindar contra as armações político-econômicas dos petralhas no poder vazou entre conversas de lobistas que trabalham para importantes afiliadas da Rede Globo. Os irmãos Marinho aceitaram a troca de Florisbal por Schroder porque as pressões sobre a Globo aumentaram, de forma insuportável, depois que o julgamento do Mensalão no STF ganhou os impensáveis desfechos de condenação para os principais réus políticos.
Dirigentes globais foram “desaconselhados” por “emissários do governo” a não tentarem uma entrevista exclusiva com o publicitário Marcos Valério. Muito menos a Globo deveria cogitar de comprar e veicular o conteúdo das tais quatro bombásticas fitas que Valério teria mandado um famoso cineasta gravar e editar para comprometer o ex-presidente Lula da Silva e a cúpula do PT com os mafiosos esquemas do Mensalão. O comando das Orgnizações Globo preferiu acreditar nas ameaças e anunciou, depressa, a programada e futura substituição de Florisbal por Schroder. O ex-diretor-geral – que cansou de sofrer pressões – acabou “promovido” para um cargo no novo conselho da emissora, cujos sócios são os herdeiros do falecido Roberto Marinho.
Bronca maior

Além de neutralizar a televisão Globo, a máquina de censura petralha gostaria muito de atingir três jornalistas que operam a contra-ofensiva da família Marinho no jornal O Globo.
Merval Pereira, Ricardo Noblat e Miriam Leitão – que publicam artigos mais contundentes contra os esquemas mafiosos no governo federal – são os alvos preferenciais da petralhada.
Se a pressão sobre os controladores da Globo aumentar e se tornar insuportável, pode sobrar alguma malvadeza contra um dos três.

Havia no ar um clima si- nistro. Foi se formando um caldo de cultura a fermentar a abafada indignação contida do ordeiro povo brasileiro. O movimento “Passe livre”, rei- vindicando a reversão do rea- juste da tarifa de ônibus foi o estopim para a fermentação acelerada desse caldo de cul- tura. Os vinte centavos, com sua aparente insignificância, tornaram-se o ícone do extra- vasamento do sentimento de inconformismo com o estado de coisas ditado pela irrespon- sabilidade e insensibilidade dos governantes, sempre le- gislando em causa própria. Pela corrupção acintosa. Pela impunidade aos detentores do poder. Pelo inchamento da máquina administrativa, com super salários. Pelo poder de- positado nas mãos de men- saleiros condenados em úni- ca e última instância. Pela presidência de um poder, por quem foi obrigado a renunciar um mandato anterior para não

ser deposto. Pelos gastos gi- gantescos com a copa do mun- do (R$ 27.000.000.000,00), para a construção de estádios suntuosos e destinados à degra- dação depois da copa. Pela sub- missão e perda da soberania para a FIFA, que dita o que pode e o que não pode ser fei- to, que dita quem e o que pode e não pode ser comercializado e que no fim, levará o lucro colossal do evento, sem nada investir. Pelo perdão das dívi- das de países africanos, ca- ribenhos e latino americanos. Toda essa festa com o dinhei- ro público, sem se importar com as filas nos hospitais, com enfermos depositados no chão dos corredores de hos- pitais infectos. Pela falta de segurança. Pela má educação. Pelo péssimo transporte cole- tivo. Pelo estado deplorável das cadeias. Pela escandalo- sa carga tributária que conso- me cinco meses do trabalho do brasileiro. Pelo estímulo ao ócio, com a concessão de toda

sorte de benefícios em bus- ca do voto. Os míseros cen- tavos, tão insignificantes, as- sim como os brasileiros são considerados, solitariamente não representam nada, mas unidos, são fortes e imbatí- veis. Reflitam bem, pois mo- vimentos similares já derru- baram uma ditadura e um pre- sidente. Cuidado, o gigante acordou. Acordem anões da administração. 

 

 

 

Projeciologia


Projeciologia: Introdução

A Projeciologia, uma especialidade da Conscienciologia, é a ciência que estuda a projeção da consciência para fora do corpo físico (também conhecida como Experiência Fora do Corpo – EFC – ou projeção astral), assim como os fenómenos parapsíquicos e bioenergéticos com ela relacionados.

Baseada em dados projetivos, a projeção da consciência é uma experiência autêntica que se realiza numa dimensão que não é a física. Os projetores conscientes são capazes de, temporariamente, abandonar as restrições do seu corpo físico e aceder a dimensões não físicas, onde descobrem novas facetas sobre a natureza da consciência.

O livro de consulta sobre Projeciologia tem por título “Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano”, escrito pelo Dr. Waldo Vieira em 1986 (1ª edição). Em Maio de 2002 foi publicada a edição inglesa deste livro.

A Experiência Fora do Corpo (EFC), é completamente diferente do sonho (comum ou lúcido) e de outros estados alterados de consciência. Não é nem uma espécie de alucinação, nem uma criação da imaginação, nem um sonho ou devaneio.

Geralmente, a Experiência Fora do Corpo é um fenómeno experimentado subjetivamente. Contudo, certas ocorrências – como, por exemplo, a bilocação física – resultam em manifestações objetivas, ostensivas e fisicamente visíveis, que ocorrem com a consciência quando projetada. Assim, mesmo na Projeciologia “subjetiva”, há casos de Experiências Fora do Corpo que permitem aos projetores conscientes ter acesso a informações reais e verificáveis, a que não poderiam ter tido acesso através dos sentidos físicos ordinários.

A Projeciologia emprega o rigor da metodologia científica para direcionar as suas pesquisas sobre a experiência fora do corpo, as manifestações de bioenergias e os fenómenos parapsíquicos. Todavia, a Projeciologia não se reduz à Projeciologia experimental, uma vez que requer teorias e métodos que estão adaptados à singularidade dos seus objetivos, isto é, o ser humano considerado duma forma, ampla, integral, multidimensional e multiexistencial.

Dá-se grande importância à experiência pessoal como uma ferramenta decisiva que prova o fenómeno da EFC para si próprio. Os indivíduos que já vivenciaram a projeção consciente conhecem a veracidade e a autenticidade das suas vivências, tornando-a académica para provar aos outros que a sua experiência foi real.


Resumo histórico

A Experiência Fora do Corpo é um fenómeno conhecido desde tempos imemoriais. As primeiras referências à EFC encontram-se no Antigo Egito, onde os sacerdotes tinham em conta a existência dum corpo subtil (Kha). Também na Grécia Antiga, Platão faz referência a este corpo nos seus escritos, assim como o historiador Heródoto nos seus estudos.

Durante a Idade Média, como resultado da repressão e do medo imposto pelas ideologias religiosas da época, a Experiência Fora do Corpo era estudada e praticada dentro do círculo das sociedades e escolas secretas. No século XVIII, o cientista sueco Emmanuel Swedenborg, fez as primeiras tentativas de sistematização do estudo da Experiência Fora do Corpo e no séc. XIX, o escritor Francês Honoré de Balzac profetizou a criação de uma nova ciência que estudaria este fenómeno.

Nas últimas décadas do séc. XX investigadores como Karlis Osis, Janet Lee Mitchell e Robert Morris, para mencionar apenas alguns, publicaram os resultados das suas investigações científicas sobre experiências parapsíquicas e sobre o fenómeno da Experiência Fora do Corpo. A partir deste período, este fenómeno tornou-se tema de investigação científica mais rigorosa.

Antropólogos descobriram recentemente que 95% das culturas em todo o mundo acreditam numa espécie de experiência extracorpórea (Alcock & Otis, 1980). A Experiência Fora do Corpo é, normalmente, considerada um fenómeno universal, presente em todas as civilizações e descrita em muitos textos filosóficos, religiosos e literários, ao longo da história humana.

Embora o fenómeno da projeção consciente seja conhecido desde há milénios, a Projeciologia é uma área de estudos relativamente nova, com enfoque na aplicação dos fenómenos interdimensionais. Ela é o lado prático da Conscienciologia.

Benefícios

Há muitos benefícios associados à capacidade de, conscientemente, deixar o corpo físico. O primeiro e o principal benefício é a substituição da crença pela experiência direta e pessoal.

A pesquisa formal, assim como a autoexperimentação no campo da Experiência Fora do Corpo e fenómenos correlatos, permitem uma compreensão mais vasta da nossa realidade como consciência. Por sermos capazes de deixar o corpo com lucidez, somos também capazes de encontrar respostas às perguntas fundamentais da vida, tais como: “Quem sou eu?”, “O que estou fazendo aqui?”, “Há algo mais na vida do que a nossa experiência física?”, “A morte biológica é o fim da existência?”.

Entre os vários benefícios da Experiência Fora do Corpo destacam-se:

  • eliminação do medo da morte
  • aumento das faculdades psíquicas
  • maior compreensão da finalidade da vida
  • capacidade de comunicar com consciências não físicas
  • maior sentido de humanidade e desejo de ajudar os outros
  • maior valorização da vida


Temas da Projeciologia

Os temas da pesquisa da Projeciologia englobam:

  • projeção da consciência e as suas aplicações
  • características dos corpos subtis
  • dimensões não físicas
  • tipos de bioenergias e as suas aplicações
  • fenómenos paranormais
  • estados alterados da consciência
  • interação entre dimensões e consciências físicas e não físicas
  • técnicas para deixar o corpo físico com lucidez e subsequente rememoração
  • mecanismos que facilitam ou inibem a capacidade projetiva
  • fatores que optimizam a preparação das EFCs
  • tipos de Experiências Fora do Corpo
  • níveis de lucidez fora do corpo
  • sensações ligadas ao processo de deixar o corpo físico
  • relações entre a Projeciologia e as ciências convencionais
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