sagitário

Osmar Fortunato Pereira

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TRÂNSITOS VIGENTES

Osmar Fortunato Pereira – 01/12/1953

O que são trânsitos vigentes?

30/06 (Hoje) às 7h11 até 22/07 às 15h29 – Ocorrido anteriormente em: setembro/2012

Encontrando prazer fora da rotina
Vênus na casa 9

De 30/06 (Hoje) e 22/07, Osmar, o planeta Vênus estará passando pela sua nona casa astrológica, o que sugere que este é um momento particularmente bom para todas as questões que envolvem espiritualidade. Quando falo sobre espiritualidade aqui, não estou me referindo necessariamente a práticas religiosas, mas à busca por um aperfeiçoamento da alma. Com Vênus na Casa 9, Osmar, você sente uma atração maior por princípios éticos e comportamentais superiores, e faz um compromisso com sua própria alma, no sentido de se tornar uma pessoa melhor.

Numa outra perspectiva, Osmar, esta é também uma fase positiva para viagens, leituras, aventuras, tudo o que lhe engrandeça a alma e aumente suas percepções diante da existência. Com Vênus na 9, a prioridade do momento é sair da rotina: conhecer novos lugares, fazer coisas diferentes, experimentar novas coisas. Tudo isso amplia seus horizontes harmoniosamente, expandindo seus conceitos e lhe tornando uma pessoa mais aprimorada.

Boas notícias de pessoas que moram longe podem chegar até você neste período. É possível também que você venha a precisar atuar como juiz diante de situações de desarmonia, com a responsabilidade de estabelecer a justiça e a concórdia, eliminando os conflitos.

 

 

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Hinos essênios

Posted: 29 Jun 2013 09:15 AM PDT

Teologia Gnóstica

HINO XIV (COL. XII – 33)

– Dou-te graças, Senhor, Porque, Para que a verdade eu a conhecesse, Mestre tu me foste.

27 – Maravilhosos mistérios tens,
Conhecê-los fizeste-me.
Um deles – o inclinar-se para o homem frágil
A tua bondade forte.
E ainda: assombrosa, a tua pródiga misericórdia
Para os que, perverso, seu coração guardar o ousam.

28 Quem como tu, Senhor, entre os mais deuses, o veraz? Justificado diante de ti, Quem o sairá, quando ao teu julgamento? Ninguém há que

29 – Ao juízo teu respondê-lo possa.
Glória humana face à tua sopro o é, apenas.
Resistir poderá nenhum poder
Á tua ira santa, tentando o mesmo atenuar uma falha
Contra o erro.

30 – Filhos o são todos da irrevogável verdade.
E, somente por teu perdão,
Salvadora âncora imersa à tua oceânica bondade,
Admitidos sê-lo-ão todos à tua presença,
Purificação havendo-te merecido de todo o pecado.
E isto, apenas,
Pelo imensurável em que se dilata a tua misericórdia.

31 – Assim procedes,
Para, dignos de ti, e, pelos séculos sem fim,
Teus filhos se mostrarem à tua imaculada Presença.
Lá onde, eterno Deus, tens a tua Morada.
Para onde, abertos, muitos o são os caminhos.
Fora de ti, ninguém caminhara.
Que, em sua fragilidade, o é o homem?
Um sopro, apenas.

33 – E,
Se lhes não ensinares tu,
Como tuas obras maravilhosas compreender esse homem?

17 – Habitações e exageros
Tua firme determinação não moram.
Para sempre,
Os que mira do teu amor o são,
Permanecerão em tua presença.
Os que pela senda do teu coração caminham.

18 – Mingua da tua caridade sofrê-la-ão jamais.
Levantar-me-ei para defrontar os que conculcar-me tratam.
Eu, por certo, que somente em ti me apoio.
Contra os que me escarnecem,
Levantar-se-á minha mão.

19 – Porque admiti-lo não queriam
Teu poder em mim se manifestasse.
Sem dúvida que, intensamente, e, através de mim,
Tua luz deixar-se-á ver.
E rostos não se pejarão os daqueles que,
Meu chamamento seguindo,
À tua Aliança se afiliaram.
Pelo caminho do teu coração,
Avançam os que me obedecem,
Tomando, por isto, o seu lugar na Assembléia dos Santos.
À causa desses, decisivo triunfo dar-lhe-ás.
O aparecimento da verdade,
Através da insofismável caridade, fá-lo-ás.
Aos réprobos não permitirás que os
Fiéis ao teu jugo, desencaminhados o sejam por eles.

22 – Meio ao teu povo,
A desconfiança contra os mesmos infundirás,
Quando, em teu desamor, fazê-lo tramem.
E, para arrasar os transgressores de tua palavra,
Como instrumentos de destruição sobre todo país,
Usá-los-ás.

HINO XVIII (COL. IX 37 X, 12)

Graças, Senhor,
Porque, sobre mim, por incontáveis pertinácias,
Tua força provaste-me.
X, 1 … em teu coração.
Além do teu querer, nada sucede.
Da profundeza dos teus desejos ninguém se intui.
Pois, que é o homem? Nada!
Bocado de 4 argila, pó que ao pó retomará.
E como sobre tuas maravilhas
Instruído sê-lo, merecer podê-lo-ia?
Como, assim tão desintuído,
Conhecer, a fundo, teus segredos?
Eu, pó e cinza,
Que cousa, além dos teus desejos, intentá-la posso?
Que diferente expressão,
Meu pensamento, para incontestável sê-lo,
Alcança, comparando-a a teus ditados únicos?
Como, senão com tua força,
Posso eu colher, através das minhas hastes,
E para o Supremo Toureador,
O meu bravio touro?
Como posso eu remover-me obstáculos íntimos,
Se meu ouvido interior
Entender não sabe teus indispensáveis cochilos?
Se tu não és quem meus lábios compulsa,
O que, inutilidade o não seja?
Se obséquio me não fazes da tua pujança,
Dizer podê-lo-ei
Como, convincentemente, responderei o diálogo que me
propões?
8-Tu, de todos os deuses o maior, das supremas diligências, o Rei, De todo espírito, Senhor, De toda criatura, dono único?
9 – Sem ti, nada se realizou.
Sem que tu apontado o houvesses,
Nada se conheceu,
Pois, fora de ti, nada existe.
Forte ninguém o é ante a força que potências.
Tudo falece ante tua glória.
Toda medida superada o é,
Pois a ultrapassa teu poder.
Ante o maravilhoso que tuas obras ilumina,
Quem, sobranceiro, levantar-se pode?
E, quanto à tua inviolabilidade,
Quem, sob teu intocável Selo,
Pretensão terá de resisti-la?

12 – Afinal,
Que é o que ao pó já se tomando está,
Para, em seu aniquilamento, tua força querer prová-la ainda?
Que, se as cousas todas criaste,
Apenas para que das mesmas,
Tua plenitude transbordada o fosse? …

HINO XIX (COL. X, 14 a XI, 2)

14 – Bendito o sejas, Senhor Deus de misericórdia, Porque, rico em benevolência,
Conhecer fizeste-me tudo.
15-Dia e noite,
Calar não se deve tua maravilha.
16 – Em teu regaço de amor
Acolhida se sente minha alma.

17 – A todo instante, em tua força apoio-me.
18 – Nada sem teu querer se faz…
Titubeio o não há, se, minha, é a tua clarividência.
19 – Sucesso não sei que ao teu conhecimento escape.
20 – Identificado sinto-me com tua verdade. Meu conhecimento, intimam ente, levar-se deixa Pelo teu esplendor.
21 – E os infinitos prodígios que,
Desenrolandoopanodatuabondade,
Assombrosamente desfraldam a bandeira da tua misericórdia,
Narrá-los saberei
Como, em tua luz, os entendo.

22 – Até pousar-se em minha esperança,
Consolador, sabe-me o teu perdão.
Em tua forja meteste-me
E, nela, forma deste-me.

23 – Pela ganância cobiçosa Atraído sê-lo não posso, Assim como pemicioso abrigo Do segredo que move o instinto carnal.

24 – Espichando o pescoço,
O poderoso grupo dos prepotentes
Olho abre que, desdenhoso,
Nos outros mira a abundância de seu grão,
De seu vinho,
De seu azeite,
25 – De seus gados,
De seus depósitos.
Como a árvore, a seus extensos ramos,

26 – Desdobrada sombra de verde folhagem
Que o caminho das águas abeira,
Em troca da riqueza a outrem por tua mão doada,
À margem da vida me deixaste,
Arvore, todavia, a seu préstimo,
Fruto de vida, para os filhos de Adão, criando
E, através das tuas raízes, fruto abundantemente nutrido à
Milagrosa linfa.

27 – Aos teus filhos, imagem do teu ser, Conhecimento, para sempre, lhes deste. E, segundo essa doação, Honrados hão de sê-lo,

28 – Um mais que os outros,
Sendo isto característico à herança dos filhos de Adão, Que, variamente multiplicada,
29 – Quando a conhecimento mais profundo renascida, Mais honrada o é.
30 – Gerações injustas
Detesta-as teu servo
E quanto a posição tomar entre malévolos obstinados,
Não se compraz meu coração.
Do teu pacto e da tua verdade,
Eis do que exulta meu espírito.

31 – Então, delícias,
Como um vaso em água fresca,
Cobrem meu ser.
Como um lírio, floresço:
A flor que dá meu coração,
Junto à eterna fonte, aberta.

32 – No alto, pompéia, da minha salvação,
Minha ilibada corola.
Vãos frutos dão os soberbos.
Desde que, para ostentá-los, deixaram de ser flor, Vazios, sempre, o estiveram…

33 – Como o trovejar,
A seu tremendo eco pelos barrancos,
Foi-me também, ao frêmito do pavor,
O desgarrar-se-me dos sentimentos.
E, do insufocável gemido em que bramei,
Em dor, cimbrado meu coração.

34 – Propagou-se o terrível som Até as do Sheol
E, ao temer teu juízo, Era desse fundamento que eu temia.

35 – Teu processo a sobrevir sobre os grandes, Como sobre os poderosos santos (lá de cima)

36 – O teu mesmo irrevogável juízo Sobre todas tuas obras de justiça.

XI, 1 – Devido ao medo…
A aflição cresce-me… (detenho-me)
2 – Na meditação do teu espírito.

HINO XX (COL. XI, 3 – 14)

3 – Dou-te graças, meu Deus,
Pois vil boneco de barro o sendo eu,
Maravilhas obrado-as tens com tua criatura!
O poder do teu braço,
Sempre mais e mais,
Nela o manifestas.

4 – E, afinal, quem sou eu,
Para que segredos teus te ponhas a revelar-mos?
Inteligência de tuas obras maravilhosas,
A seu transcendente ver por dentro, o mundo por ti criado.
Tu ma deste.
Meus lábios abres, pois, em teus louvores.
Teu elogio à minha língua nascendo para a expressão
de meus lábios.
Deliciosamente, pois,
Todo dia,
Contar quero do teu poder.
Meditar quero sobre tua misericórdia.
Teu nome sempre bendizê-lo-ei.
Aos filhos de Adão tuas grandezas desvendá-las-ei.

7 – Na riqueza da tua bondade, se compraz minha alma.
Bem sei que,
Eternamente, a pronúncia faz de teus lábios a mesma Palavra
A mesma justiça (o gesto) de tua mão constante.
E teu pensamento a todo conhecido se dilata.
A energia de tudo que existe
Riqueza é encerrada em teu vigor.
Quando, da tua cólera, resplandece tua glória.
Em luz dos teus juízos,
Castigos sentenciando ao circunstancial, duro instante
Que tua ira incende.
9 – (Como também) da tua bondade,
Em sua feliz dilatação,

HINO XIX (COL. X, 14 a XI, 2)

14 -Bendito o sejas, Senhor Deus de misericórdia, Porque, rico em benevolência,
Conhecer fizeste-me tudo.
15 – Dia e noite,
Calar não se deve tua maravilha.
16 – Em teu regaço de amor
Acolhida se sente minha alma.
17 – A todo instante, em tua força apoio-me.
18 – Nada sem teu querer se faz…
Titubeio o não há, se, minha, é a tua clarividência.
19 – Sucesso não sei que ao teu conhecimento escape.
20 – Identificado sinto-me com tua verdade. Meu conhecimento, intimamente, levar-se deixa Pelo teu esplendor.
21 – E os infinitos prodígios que,
Desenrolando o pano da tua bondade,
Assombrosamente desfraldam a bandeira da tua misericórdia,
Narrá-los saberei
Como, em tua luz, os entendo.
22 -Até pousar-se em minha esperança,
Consolador, sabe-me o teu perdão.
Em tua forja meteste-me
E, nela, forma deste-me.
23 -Pela ganância cobiçosa Atraído sê-lo não posso, Assim como pernicioso abrigo Do segredo que move o instinto carnal.
24 -Espichando o pescoço,
O poderoso grupo dos prepotentes

HINO XXVIII

(COL. XV, 9 – 26)

9 – Com toda alma,
De todo coração,
Em absoluta entrega do meu ser,
Amar-te-ei, a cada viagem do sol. meus dias contando…
Meu coração purifiquei-o… para.., amar-te,

11 – Para solidarizar-me aos «muitos» (rabim)
E, com eles, teus decretos abandonar jamais.
Como isolar-me de tudo que, havendo-o tu condenado,
Com o selo da tua ordem, o lacraste?
Decidi-me e, para sempre.
Quem, por si mesmo, purificar não pode seus
Caminhos, outrossim, seus passos consolidar?
Eu, de mim, o sei e só pelo esclarecer de tuas Luzes.
Sei que em tua mão pousa o destino de cada espírito.
Como sei que cada um de seus passos,
Antes de criado haveres o senhor de seus pés,
Tu o determinaste.
À feição de que mudar podê-lo-ia alguém tua palavra?
Tu o (15) justo o criaste.
Da profundeza do teu seio, o confirmaste.
Para que,
Conforme o teu beneplácito no âmbito do teu pacto,
Pelas tuas sendas se encaminhasse ele,
Isto estabeleceste.
Misericórdia dele ter o quiseste.

16 – Eterna salvação dar-Lha o (dispuseste)
Surpreendente efeito à riqueza da tua misericórdia obtido.
De toda angústia o (livraste)
E perfeita paz providenciaste-lhe.
Corpo seu, para a glória, surgir o fizeste.
Em troca, os ímpios à ira destinado os houveste.
E para seu justo extermínio
Desde sua concepção no materno seio,

Assinalou-os teu desígnio.
18 – Porque, pelo meu caminho andando,
Teu pacto o desprezam.
Tua Lei abominam-na.
Prazer jamais o acharam ao que ordenado o havias.
E, inconcebivelmente,
O que aborreces, justo elegeram.
Levá-lo devem agora sobre si o peso dos teus justos juízos.

20 – Aos olhos de toda criatura,
Para todas gerações eternas, ostentá-lo devem teu signo.
A fim de que tua glória todos a conheçam.
Como 21 tua grandiosa força,
Para quem conhecer pretende teus mistérios,
Que vale a carne?
Pó o sendo, como consolidá-los podê-lo-ão seus passos?

22 – Tu que o espírito formaste (sua atividade)
Também a vigias.
O caminho de todo vivente de ti procede.
Comparável à tua verdade,
Riqueza sei que não há. Tua Santidade.
Bem sei a quem entre os escolhidos eleges.
O povo desse constituído é que, para sempre, te servirá.
Recompensa tu jamais a recebes pelas obras dos maus.
Também dons iníquos os não aceitas.
Porque um Deus verdadeiro eis quem O és.
Toda injustiça destruí-la-ás.
(O mal) Em sua presença
Não mais existirá.
Eu, em convicção, sei que só tua é a justiça.
HINO XXIX

(COL. XVI 2-7)

(Dou-te graças, Senhor)
Pois, através do teu espírito santo, Compreender fizeste-me 3 a plenitude da tua bondade. Interpreto da tua síntese universal
– Céus e terra -Que, ao brilho da tua glória, majestosa, tua Criação resplandece.

4 -Teu querer obstina-te em permanente companhia para o homem.
– E essa tua voluntária e desprendida entrega, Para sempre, durará.
5 – Um lugar ao homem adequado,
Para que conservar-se o possa ele firme em teus juízos, Tu lho assinalaste.
6 – Porque todas estas cousas eu as conheço, Uma lápida proclamo.
6. -Buscar a verdade do teu espírito (o que desejo). Todavia, longe de mim, com isto, dissimular pretendo minhas transgressões.
7 – Como?
Ascendendo-me na luz do teu espírito santo.
Círio, aderindo-me ao brilhante Candelabro da tua Aliança.
Sem ostentação ou inibição.
Meu coração chispeia em amor de teu nome.

HINO XXX

(COL. XVI, 8-19)

8 – Bendito o sejas, Senhor, do Universo, o Autor.
Frutescente cerne!
Poderoso em obras.
Teu o multiplicar-se da Criação!
Graças, pois,
Benevolência, comigo, usá-la decidindo-te.
Com a messe de tuas misericórdias, favorecer-me.
E com a riqueza da tua glória.
Só a ti pertence a justiça,
Pois tu és que, em natureza divina, tudo obras.

10 – Quanto a meu cinzidouro,
Purificá-lo trato,
Porque, sobre o espírito justo,
Um sinal sei que o hás posto.
Descarto-me de todo atropelo.
E em teu servo odeio
Toda manifestação da injustiça que infido o mostre.
Bem sei que, fora de ti, justo ninguém o é.
Então, (apoiado) sobre o espírito que sobre mim derramaste,
Em tua presença, tranqüilo, compareço.
Querendo efetuar teus desejos,
Tuas bondades compagino-as.
E faço-o, com o espírito de santidade purificando-me.
De Ti acerco-me,
Em teu beneplácito,
Pela ternura infinita do teu coração atraído.

13 – Comigo… em teu amor.., em tudo aquilo que,
Para os que te amam, escolheste.
Para os que, logrando estar, para sempre, em tua presença,
Teus preceitos observam. 14
(Haverá buscar) teu servo a participação do espírito em
todas suas obras.

15 – … Que, fora da tua Aliança,
O caviloso sua transgressão jamais a escuse.
Pois que 16 glória…
(Senhor) misericordioso (pródigo) em compaixão e perdão.
Aquele que perdoa a iniqüidade 1… e indulgência
A demonstra para… os que seus preceitos observam…
Os que, integramente, para servir-te,
De coração se convertem.
E para cumprimento dá-lo ao que,
Diante de teus olhos,
Bom o é.
Teu rosto o não apartes do teu servo
E o filho da tua serva (19) não a (rechaces).
Confiarei, então, em tua palavra.

O que são os quadrados mágicos

Posted: 29 Jun 2013 07:08 AM PDT

Magia Cósmica

Estes Quadrados Mágicos representam o corpo de uma potência planetária, de uma Consciência Cósmica específica, de um Regente, de um Arcanjo, de um Deva da Natureza, do planeta ou do Cosmo.

Cada Deus Planetário é a síntese de uma Força, uma Potência, um Valor, Virtudes etc.

Sendo princípios inteligentes, manifestam-se em toda a natureza como vibração, energia, números, cores, símbolos arquetípicos, emblemas, mantras, runas…

Explicando os Quadrados Mágicos, o Mestre Samael afirma:

“Entramos no Império da Alta Magia.

Entramos no laboratório da Alta Magia.

Entramos no mundo da Vontade e do Amor.

Para se entrar no Anfiteatro da Ciência Cósmica há que se roubar o fogo do diabo.

O Enamorado deve roubar a luz das trevas.

O Quadrado Mágico primordial de Saturno, que é um símbolo de Proteção Psíquica é: Sator Arepo Tenet Opera Rotas

Há que se praticar intensamente a Magia Sexual com a esposa.

Há que se reconquistar a espada flamígera do Éden.

Para se invocar os Deuses, temos de conhecer os algarismos matemáticos das estrelas.

Os símbolos são a roupagem dos números.

Os números são as entidades vivas dos mundos internos.

Os algarismos planetários produzem resultados imediatos e terríveis.

Podemos trabalhar àa distância com as estrelas.

Os algarismos matemáticos atuam sobre o mundo físico de forma terrível.

Estes algarismos devem ser escritos em 7 Tábuas distintas.

Quando se vai trabalhar com a Magia Sideral, faz-se um círculo no chão de 1,5 metro de diâmetro. Põe-se o pentagrama com os vértices inferiores para fora do recinto e o vértice superior para dentro.

No centro do círculo põe-se a Tábua com o correspondente algarismo do planeta.

Eis como concorrem os Deuses do planeta com o qual vamos trabalhar.

Antes de se começar qualquer cerimônia mágica com as estrelas, temos de exorcizar a Terra, o Fogo, o Ar e a Água com os seus Exorcismos correspondentes.

(Leia os textos dos Exorcismos dos 4 Elementos neste mesmo site.)

Quadrado Mágico da Lua
Quadrado Mágico de Mercúrio
Quadrado Mágico de Vênus
Quadrado Mágico do Sol
Quadrado Mágico de Marte
Quadrado Mágico de Júpiter
Quadrado Mágico de Saturno

Ketabel, Katie King e a antropofagia

Posted: 28 Jun 2013 07:00 AM PDT

Curiosidades

Em questões de Anatomia e de Biologia, os atlantes fizeram progressos que nem remotamente suspeitamos: “KETABEL, a dos tristes destinos”, uma Rainha atlante, conseguiu conservar-se viva (e com toda sua juventude) por milhares de anos. Desgraçadamente (e eis aqui como se iniciou a decadência da civilização Atlante), ela estabeleceu uma “Antropofagia Solar”, digna de lamentação.

Assim começou a degeneração, ou involução, dos atlantes.

Foram sacrificados então donzelas, jovens etc., aos Deuses, com tais propósitos. Logo, esses cadáveres (qualquer cadáver jovem sacrificado) era levado ao laboratório e ali extraíam determinadas glândulas que a famosa Ketabel, “a dos tristes destinos”, necessitava, e essas glândulas serviam para substituir as glândulas gastas de Ketabel.

Porém, não eram extraídas somente as glândulas dos cadáveres, simplesmente as glândulas físicas, não. Hoje, os famosos cientistas modernos estão tão degenerados que já nem sabem manejar os Princípios da Vida. Os sábios atlantes, sim, sabiam manejar os PRINCÍPIOS VITAIS, contidos nas glândulas endócrinas.

Os sábios atlantes não ignoravam que as vibrações do Éter , ou melhor, os TATTWAS, entram nas glândulas endócrinas (ou microlaboratórios que produzem hormônios), e jamais voltam a sair dali porque se transformam em hormônios. Isso jamais foi ignorado pelos sábios atlantes.

Sabiam manejar esses Tattwas, ou Vibrações do Éter Universal. Quando faziam um transplante em Ketabel, faziam-no conjuntamente com o manejo dos Tattwas, manipulavam as Vibrações do Éter ou Princípios da Vida.

De maneira que esses cientistas eram imensamente superiores aos endocrinologistas modernos, que nada sabem dessas coisas, que ignoram até mesmo a existência dos Tattwas, pois nunca se dignaram a estudar Rama Prasad ou ao doutor Krumm-Heller…

Rainha Ketabel e Katie King

Até aqui, os ensinamentos do VM Samael Aun Weor sobre essa misteriosa personagem atlante, a Rainha Ketabel… O que poucos sabem é que a “personalidade energética” (não sua Alma, pois esta involuiu aos mundos infernais, por isso era chamada de “a dos tristes destinos”) de Ketabel perdurou ao longo de milênios, e esta voltou a se manifestar ao público graças à ajuda de uma médium inglesa, Florence Cook, posteriormente estudada pelo cientista William Crookes.

Samael afirma que essa entidade não era uma fraude, seja da médium Cook, seja de Crookes, mas sim a personalidade de Ketabel, que se manifestou na presença de diversos estudiosos durante três anos seguidos, não deixando nenhuma sombra de dúvidas sobre a realidade dessa materialização.

Ao final deste texto, você verá as poucas fotos (das 44 tiradas originalmente) que restaram, pois a grande maioria foi destruída no bombardeio alemão sobre Londres durante a Segunda Guerra Mundial.

Katie King e a Luz

Perguntaram um dia a Katie King (entidade que se materializava através da médium srta. Cook) por que não podia mostrar-se sob uma luz mais forte (ela só permitia aceso um bico de gás e esse mesmo com a chama muito baixa). A pergunta pareceu irritá-la, enormemente. Respondeu assim: “Já vos tenho declarado muitas vezes que não me é possível suportar a claridade de uma luz intensa. Não sei por que me é isso impossível; entretanto, se duvidais de minhas palavras, acendei todas as luzes e vereis o que acontecerá. Previno-vos, porém, de que se me submeterdes a essa prova, não mais poderei reaparecer diante de vós. Escolhei”.

As pessoas presentes consultaram entre si e decidiram tentar a experiência, a fim de verem o que sucederia. Queríamos tirar definitivamente a limpo a questão de saber se uma iluminação mais forte embaraçaria o fenômeno de materialização. Katie teve aviso da nossa decisão e consentiu na experiência. Soubemos mais tarde que lhe havíamos causado grande sofrimento.

O “espírito” Katie colocou-se de pé junto à parede e abriu os braços em cruz, aguardando a sua dissolução. Acenderam-se os três bicos de gás (a sala media cerca de dezesseis pés quadrados).

Foi extraordinário o efeito produzido sobre Katie King, que apenas por um instante resistiu à claridade. Vimo-la em seguida fundir-se, como uma boneca de cera junto de ardentes chamas. Primeiro, apagaram-se-lhe os traços fisionômicos, que não mais se distinguiam. Os olhos enterraram-se nas órbitas, o nariz desapareceu, a testa como entrou pela cabeça. Depois, todos os membros cederam e o corpo inteiro se achatou, qual um edifício que desmorona.

Nada mais restava do que a cabeça sobre o tapete e, por fim, um pouco de pano branco, que também desapareceu, como se o houvessem puxado subitamente. Conservamo-nos alguns momentos com os olhos fitos no lugar onde Katie deixara de ser vista.

Terminou assim aquela espantosa sessão…

samael-aun-weorKatie KingKatie KingKatie KingKatie KingKatie KingKatie KingKatie KingKatie KingKatie KingKatie King e William CrookesKatie KingWilliam Crookes

O caso Barney e Betty Hill

Posted: 27 Jun 2013 06:00 AM PDT

Ufognose

O caso desse casal de classe média americana é importante para os estudiosos de ufologia por se tratar da primeira vez em que se estuda profundamente uma inter-relação pessoal entre terrícolas e irmãos do cosmos. Este caso ocorreu nos Estados Unidos, com o casal Barney e Betty Hill, o qual seguia de carro, a passeio, para Portsmouth, no dia 19 de setembro de 1961.

Pretendiam continuar viajando durante a noite, devido a um alerta do serviço meteorológico relativo à possibilidade de um furacão, pois desejavam estar em casa antes que este chegasse. Pararam em um pequeno restaurante em Colebrook, situado na região norte de New Hampshire, para fazer uma refeição rápida. Depois seguiram viagem, pois pretendiam estar em casa por volta de 02h30.

Já ao sul de Lancaster, os dois começaram a observar um objeto que brilhava muito no céu. O aparelho parecia acompanhar o trajeto do carro. Os Hill pararam o automóvel e observaram o UFO através de um binóculo.

Tratava-se de uma nave enorme, de forma discóide, a poucas centenas de metros do solo, apresentando uma cúpula giratória. Betty pôde notar claramente uma fileira dupla do que pareciam ser janelas. Tanto ela como seu marido tiveram a chance de observar através das janelas vários ocupantes do aparelho. Através do binóculo, Barney conseguia ver que alguns dos tripulantes da nave pareciam manejar uma espécie de painel de controle, enquanto o objeto descia lentamente.

Quando a nave pousou, Barney estava fora do carro, enquanto Betty, gritando, insistia para que ele retomasse ao carro. Porém seu marido parecia estar hipnotizado pelos olhos de um dos tripulantes do objeto. Sentiu que estava prestes a ser capturado, correu para o carro, Betty deu partida, mas logo em seguida o casal ouviu um estranho som eletrônico, e os dois foram prontamente envolvidos por um estado de sonolência repentina.

Tudo que aconteceu em seguida ficou bloqueado em suas mentes. Apenas se recordavam de que ouviram um outro som estranho e estavam viajando novamente pela estrada. Só tempos depois é que a amnésia começou a incomodá-los, e procuraram ajuda médica. Haviam perdido aproximadamente duas horas transcorridas naquela noite, das quais nada conseguiam se lembrar.

Após sucessivas hipnoses regressivas, realizadas separadamente com Betty e Barney Hili, o doutor Benjamim Simon, um psiquiatra de renome, pôde reconstituir passo a passo os acontecimentos vividos pelo casal. Ambos tinham sido levados para dentro da nave pelos seres, que pareciam usar uniformes.

Barney notou que a criatura que parecia comandar a nave, o único que aparentemente sabia falar inglês, usava um cachecol preto no pescoço, que caía sobre o ombro esquerdo. Segundo o casal, o traço que mais os diferenciava dos humanos da Terra eram os olhos.

Os seres ficaram surpresos quando não conseguiram remover os dentes de Betty, ao contrário do que tinham conseguido com Barney, já que este usava dentadura. Introduziram uma agulha no umbigo de Betty, sendo explicado para ela que se tratava de um teste de gravidez, com uma técnica semelhante que seria utilizada na Terra anos mais tarde, na década de 70. Quando a agulha foi introduzida, a contatada sentiu dor, que foi remediada imediatamente com o toque de uma das mãos do líder na cabeça de Betty.

Além do comandante (líder) e do “médico”, existiam aparentemente dentro da nave mais nove seres. Todos de baixa estatura. Seus corpos pareciam desproporcionais, apresentando um tórax grande, com braços mais compridos. Seus rostos eram planos, apresentando olhos muito grandes. Seu nariz era muito pequeno e a boca não passava de uma fenda. Segundo Betty, o líder e o “examinador” eram diferentes: mais altos, apresentando ainda uma cor de pele diferente. O que mais chamava atenção na tripulação da nave, entretanto, eram os olhos, diferentes de tudo que os Hill tinham visto até aquele momento.

Muito interessante é também a história do mapa estelar observado por Betty Hill dentro da nave. A contatada perguntou ao líder de onde eles eram, afirmando que já sabia que não eram da Terra. Nesse estágio da experiência. Betty observa um mapa retangular, que media em seu eixo maior cerca de 120cm.

Existiam várias linhas ligando as estrelas. Segundo foi explicado para Betty as linhas duplas significavam rotas comerciais, as linhas individuais correlacionavam estrelas que eram visitadas ocasionalmente, e as pontilhadas eram expedições. O líder perguntou se Betty sabia onde estava o nosso sistema no mapa. A contatada respondeu que não. Pouco tempo depois o casal era levado para fora da nave, de onde puderam observar a partida do UFO.

Durante as sessões de hipnose a senhora Hill conseguiu desenhar o referido mapa. De início não foi encontrado qualquer padrão comum entre o mesmo e nossas cartas celestes. Coube a uma astrônoma amadora, a professora Majorie Fish, a identificação das estrelas que apareciam no mapa. Inicialmente, apesar de muitas tentativas, a astrônoma não conseguiu também resultados positivos, mas com o passar dos anos, e a divulgação de novas cartas celestes, que traziam dados mais precisos, relativos às distâncias entre algumas estrelas das nossas vizinhanças cósmicas, foi finalmente encontrado um padrão exatamente igual.

Quando Fish tomou apenas as estrelas próximas de nosso Sistema Solar, que segundo astronomia terrestre teriam condições de possuir planetas adequados à vida, surgiu uma carta igual à desenhada por Betty Hill. Com base nesses estudos foi possível identificar o ponto de origem dos extraterrestres. Tudo parece indicar que seriam provenientes da estrela Zeta da constelação do Retículo, a cerca de 36 anos-luz do nosso sistema solar. A validade da interpretação de Fish foi posteriormente confirmada também por astrônomos profissionais. Estava descoberto um dos locais dos discos voadores.

UMA ENTREVISTA COM A SENHORA BETTY HILL

Betty Hill foi entrevistada pela revista Argosy, em dia 10 de março de 1978.

Pergunta: Se o Boston Herald não tivesse tornado pública a história de seu sequestro, em 1965, você – ainda assim – teria cooperado na publicação de um livro referente ao incidente ou o tornado público de alguma maneira?

BETTY: Não, eu acho que a história teria ficado comigo, Barney e o Dr. Simon. Mas claro, a história do Herald saiu fora de nosso controle e não foi feita com nossa permissão.

Pergunta: Depois de quanto tempo depois de seu sequestro, vocês voltaram a estrada procurando OVNIs ou outra prova de sua experiência?

BETTY: Desde o principio, começamos a voltar àquela mesma estrada, procurando e tentando encontrar alguma explicação para o que tinha acontecido – o que nós estávamos omitindo.

Pergunta: Você mantêm um caderninho cheio de anotações de avistamentos de óvnis de todos os tipos, entretanto, você está sempre só quando tais avistamentos acontecem ou você já levou observadores com você?

BETTY : Tenho levado todo o tipo de pessoas. Por exemplo, Jim Voutrot do canal 9 de Manchester (New Hampshire), veio uma noite e teve um excelente avistamento. Tanto que ele filmou o óvni e mais tarde mostrou o filme na TV (N.T: Voutrot confirmou essa afirmação de Betty).

Pergunta: Você se sente de alguma forma privilegiada de ter visto óvnis tantas vezes?

BETTY: De forma alguma. Há pessoas por todo o estado (New Hampshire) que tiveram avistamentos, mas eu só ponho mais tempo na coisa e sei o que procurar.Acho que a paciência é a chave de tudo. Vou a vários lugares numa média de 3 vezes por semana e usualmente gasto cerca de horas numa esticada dessas.

Pergunta: Como se explica que não haja relatos de óvnis mais oficiais, de pilotos por exemplo?

BETTY : Se você se decide a contar que viu um óvni você é levado a sentir-se extenuado só de pensar que você terá de passar por um monte de perguntas, entrevistas e preencher um montes de papéis, no seu próprio tempo. Ademais torna-se um caso impar e quem quer ser levado ao ridículo.

Pergunta: Você pensa que o governo sabe mais do que ele está deixando transparecer?

BETTY: Eu suponho que o governo sabe um bocado. Ninguém pode me convencer do contrário.

Pergunta: Na sua opinião, qual é a principal fonte de informação sobre óvnis?

BETTY: Sem dúvida, a APRO (Aerial Phenomena Research Organization) em Tucson, Arizona. São totalmente profissionais e realmente sabem das coisas.

Pergunta: Recordando um pouco, há alguma coisa relacionada com o incidente de 1961 que, par uma razão ou outra, possa não ter sido registrada no livro?

BETTY : Depois de uma busca mais ou menos continua, finalmente encontramos o local de nossa captura, em Campton, cerca de 15 a 18 milhas (24 a 29 km) de Indiahead. Preenchia perfeitamente nossas recordação, até por ter um solo de areia fina, que é altamente incomum naquela área. Outra coisa que eu nunca mencionei no livro foi a história dos meus brincos. Cerca de vinte semanas depois do incidente (o sequestro) voltei para casa com Barney e encontramos algumas folhas secas e um par de brincos meus sobre a mesa da cozinha. A casa estivera trancada e não tivemos ideia de como e porque eles haviam ido parar ali.

Pergunta: O que havia de significativo nisto?

BETTY: Depois de nosso tratamento com o Dr. Simon, eu me lembrava com clareza do líder alienígena dizendo – ou talvez comunicando – para mim: “se quisermos você saberemos onde encontrá-la.” Bem, esses brincos eram o mesmo par que eu usara na noite da captura e ali estavam, devolvidos para mim de alguma forma, com as folhas como lembrança do lugar onde a captura tivera lugar. Ao menos, essa é a minha interpretação, a qual cheguei depois das sessões de hipnose. Antes eu não tinha idéia do seu significado.

Pergunta: Quando Barney estava observando o óvni, lá no campo, em Indianhead, por que ele sentiu que ia ser capturado?

BETTY: Barney simplesmente recebeu a mensagem (telepaticamente). Eu digo “recebeu a mensagem” querendo dizer que eles se comunicaram com ele de alguma maneira e disseram-lhe para ficar ali e ficar olhando. Quando a nave começou a descer é que ele tirou o binóculo dos olhos e correu de volta para o carro.

Pergunta: Qual a sua opinião sobre a serie de sonhos que você teve depois do encontro ?

BETTY: Acho que foi uma maneira natural de começar a lembrar do que o líder havia me instruído para esquecer. Isto é semelhante ao que aconteceu quando o Dr. Simon nos fazia esquecer cada sessão realizada, como dispositivo de segurança, para que não houvesse confabulação entre nós. O dr. Simon sentiu que ao redor da marca de dez dias (após cada consulta), começaríamos a nos lembrar de tudo, automaticamente. Então, ele insistia que o visitássemos cada sete dias e se não tivéssemos tempo para uma sessão completa, deveríamos ao menos ter um reforço na hipnose (N.T.: Betty se refere à sugestão pós-hipnótica de esquecer, a nível consciente, do conjunto de lembranças, obtidas sob hipnose em cada sessão). Uma coisa interessante é que, nos meus sonhos, eu usava objetos mais familiares para descrever o que estava acontecendo. Por exemplo: nos meus sonhos eu pensava que subira uma escada, mas – sob hipnose – lembrei-me de estar subindo uma rampa para entrar na nave.

Pergunta: Qual é sua opinião sobre o mapa estelar que você descreveu sob hipnose e depois desenhou?

BETTY: Acho que tanto quanto se possa imaginar, as duas estrelas grandes, conectadas por linhas grossas e múltiplas, no meu mapa, de Zeta Reticuli I e Zeta Reticuli II. Mas estas estrelas não podem ser vistas das Montanhas Brancas de New Hampshire. Na verdade, temos de estar ao Sul da Cidade do México para vê-las, então obviamente este mapa não foi feito por mim, olhando o céu e desenhando !

Pergunta: Sua experiência com o óvni e sua tripulação mudou sua vida de alguma forma?

BETTY: A não ser pela publicidade da revista Look e tudo o mais, no começo e até dois anos atrás, quando me aposentei, diria que muito pouco. Continuei com meu trabalho como assistente social do estado e andei muito ocupada com isto. Mas agora, naturalmente, estou mais disponível para a imprensa e para receber relatos de OVNIS e há minha série de palestras. Vocês sabem, eu nunca recebi um tostão pelas conferências, antes. Mas agora que estou aposentada, achei que já era tempo de sobra para ser paga pelo meu trabalho ufológico.

Pergunta: Você tem um agente agora?

BETTY: Sim, sou representada pelo Program Corporation of America. A sede é em Hartsdale, estado de Nova Iorque e eles estão me mandando para lugares como Powell em Wyoming e Centralia, Washington, um montes de lugares. Até gravei um especial para a tevê australiana.

Pergunta: O que você sente sobre o filme “Contatos Imediatos de 30. Grau?

BETTY: É divertido, mas estritamente, Hollywood. Eu ache que o filme jogará muita gente fora dos trilhos se esperarem ver topos de montanha iluminados e tudo aquilo.

Pergunta: No filme, o herói, Roy Neary, entra num óvni como voluntário. Mas e você? Se você tivesse a oportunidade de ver esses extraterrestres de novo e a chance de entrar na nave, você teria medo? O que você faria?

BETTY: Eu não faria nada disso e acho que ninguém com qualquer quantidade de juízo o faria também. Absolutamente, não!

Pergunta: Que tal a versão cinematográfica dos extraterrestres?

BETTY: A cabeça estava próxima da minha descrição mas os corpos pareciam frágeis e quanto aos dedos, bem, quem quer que desenhou as mãos deveria frequentar um curso de anatomia. São um pouco ridículas

Pergunta: Finalmente o que você achou da Nave Mãe no fim do filme?

BETTY: Exagerada, iluminada e grande demais, somente uma invenção da imaginação de alguém. Simplesmente não aconteceu daquele jeito!

O Caso Barney e Betty Hill

(Por favor abra este post para ver o conteúdo em flash.)

Saber, Ousar, Fazer e Calar

by Sob Malhete

Saint Germain

Após a leitura de cada texto, dedique alguns minutos para fazer uma introspecção e analíse como você mesmo vivência cada um desses conceitos:

SABER: buscar o conhecimento; ter interesse; aprender; ler e reler; estudar os ensinamentos.
OUSAR: Ser destemido; tentar; persistir; ter fé; acreditar; confiar; quando cair – levantar e tentar novamente.
FAZER: Por em prática o que aprende; comandar; apelar; decretar; invocar; visualizar; aplicar e divulgar os ensinamentos.
CALAR: Ser humilde; adquirir discernimento; não se vangloriar; entrar no Grande Silêncio; refletir, meditar; interiorizar o que aprende.

SABER: Não duvidar do que aprendeu, ter plena confiança no que você leu, estudou, não duvidar de si próprio.
OUSAR: não ter medo de falar, perguntar, pregar ou qualquer coisa que lhe vier a frente, pois pode fazer parte do plano divino que Deus lhe concebeu, portanto não hesite!
FAZER: Faça o que quiseres porque o que você quer é lei, não se condene com as suas obrigações, apenas siga o seu coração, e
faça o que desejar, pois no final Deus faz tudo acontecer com maestria e perfeição.
CALAR: Não explique, escute, entenda o grau de consciência de cada um, cada um tem o seu, portanto cala-te e escute, isso vai fazer você aumentar tanto o seu grau de consciência como o da pessoa que fala.

SABER: para mim é ter consciência da Verdade Divina, que só adquirimos com a conecção plena com nosso CRISTO PESSOAL.
OUSAR: é ter coragem de agir com o coração verdadeiro, consciente que o medo pode até existir, mas não oferece resistência ao AMOR.
FAZER: é agir com sabedoria, amor e conforme a vontade de DEUS.
CALAR: esta é minha grande dúvida cada vez que recebo as apostilas dos GUARDIÃES DA CHAMA. Será guardar o conhecimento e saber expressá-lo só no momento certo? Será calar para ouvir o que DEUS e os MESTRES têm a nos dizer? Será para simplesmente ouvir? Ou tudo isto e tudo o mais que as outras irmãs escreveram. Adorei as colocações delas. Tenho que refletir mais sobre o CALAR. Acho que meu SANTO CRISTO PESSOAL me dará a resposta quando for a hora. Quem sabe a hora é agora com as opiniões de vocês.

SABER: Ter fé no conhecimento adquirido.
OUSAR: Ter coragem e persistência no uso desse conhecimento.
FAZER: Atuar conforme a fé desenvolvida.
CALAR: Usar o poder da palavra de modo racional e em concordância com o SABER e o FAZER.

SABER: ler buscando o entendimento interno, concentrando sua consciência no ensinamento. Se possível ler em voz alta, buscando gerar um momentum sagrado. Saber que mesmo com todos os seus esforços você está suscetível a tudo que sua inconsciência gerou e tem que consumi-la no fogo sagrado da sua nova consciência. Saber que você não está livre do sofrimento, mas também não está mais preso em Maya. Saber que a Unidade de cada um também tem acesso a você.
OUSAR: estender cada vez um pouco mais os limites de suas atitudes, aquelas que antes achava que não iria conseguir realizar, testar suas habilidades dia após dia e direcioná-las para a realização de obras. Ousar dedicar todas as suas obras a Deus. Ousar transforma-se de acordo com o conhecimento que estuda em todos os momentos. Ousar manter-se em paz independente das condições internas ou externas. Ousar invocar os Poderes inerentes a Sagrada Presença, estendendo até onde puder alcançar.
FAZER: de cada atitude sua uma oração. Fazer é ir colocando em sua vida tudo que Sua Sagrada Presença aprova como manifestação do seu plano divino.
CALAR: é sentir quando alguém precisa de ajuda, mas não está pronta para aceitá-la. É sentir no fundo da sua alma que sua vida sem o Momentum auto-gerado do Amor estendido com a Sua Sagrada Presença, ou mesmo essa simples lembrança você é tão vazio e pequeno, tão teórico como areia no vento.É entrar no Grande Silêncio.

SABER: a hora de agir, e saber a hora de observar.
OUSAR: tomar a atitude e ousar dar sua vez a outros.
FAZER: o que é preciso para seguir sempre em frente, as mudanças, as observações, o aquietamento, a busca constante.
CALAR: sempre, diante da glória, diante da humilhação, diante da contemplação, da observação, da iluminação, da União com nossa Luz.

SABER: aplicar o conhecimento para que ele possa ser ancorado no âmago do ser; transmitir o conhecimento para que ele possa ser multiplicado.
OUSAR: atingir as alturas dos Mestres de sabedoria, se Eles completaram as suas missões, resgataram seu karma e unificaram-se a Deus, nós também podemos atingir estas metas.
FAZER: procurar ser hoje melhor que ontem e amanhã melhor que hoje.
CALAR: falar somente o necessário.

“Só quem compreende a si mesmo pode compreender o que chamamos de Deus.” (Djwhal Khul)

* Conde de Saint Germain

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