REDES SOCIAIS

                                                                Para fazer “a revolução”, não precisamos pegar em armas ou acabar com a vida de ninguém.

A nossa “arma”, são as REDES SOCIAIS. Acredite no poder que temos… basta cada um fazer a sua parte e ampliar.

Seja bastante coerente e REPASSE esta ideia

· Voto facultativo? SIM!

· Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!
· Reduzir para um terço os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!

· Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e NÃO por nepotismo? SIM!

· Reduzir os 40 Ministérios para 12? SIM!

· Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM!

· Fidelidade partidária absoluta? SIM!

· Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!

· Ampliação do Ficha-limpa? SIM!

· Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!

· Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público (elevando-se para a categoria de crime hediondo?) SIM!

· Atualização dos códigos penal e processo penal? SIM!

· Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!

· Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um quinto?SIM!

· Transparência e auditabilidade no sistema de votação e  apuração eletrônicas? SIM!

· Maioridade penal aos 16 anos ? SIM!

· Voto em lista fechada? NÃO!

· Financiamento público das campanhas? NÃO!

· Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!

Um BASTA! na politicagem rasteira que se pratica no Brasil?

SIM

EU COMPARTILHO ESTA IDEIA E VOCÊ ?

 

 

Cultura japonesa !

1 – Você sabia que as crianças japonesas limpam as suas escolas todos os dias, por 15 minutos, juntamente com os professores, o que levou ao surgimento de uma geração de japoneses modestos e entusiasta da limpeza?

2 – Você sabia que qualquer cidadão japonês que tenha um cão, é obrigado a usar sacos de pano especial para apanhar os dejetos do cão? O desejo de manter a limpeza e a higiene faz parte da ética japonesa.

3 – Você sabia que um empregado(a) de limpeza no Japão é chamado “engenheiro da saúde” e pode ter salários de USD 5000-8000 por mês? Está sujeito a provas escritas e oral!

4 – Você sabia que o Japão não tem recursos naturais, estão expostos a centenas de terremotos por ano mas, ainda assim, conseguiu tornar-se a terceira maior economia do mundo?

5 – Você sabia que Hiroshima retornou à sua economia vibrante, após a queda da bomba atómica, em apenas 10 anos?

6 – Você sabia que o Japão impede o uso de telemóveis em comboios, restaurantes e esplanadas?

7 – Você sabia que no Japão os alunos do primeiro ao sexto ano devem aprender a ética no trato com as pessoas?

8 – Você sabia que os japoneses, ainda que seja uma das populações mais ricas do mundo, não têm empregados domésticos? Os pais são responsáveis pela a casa e pelos filhos.

9 – Você sabia que não há nenhuma avaliação (exame) do primeiro ao terceiro ano, porque o objetivo da educação é incutir os conceitos e desenvolvimento do caráter, e não apenas o exame e doutrina?

10 – Você sabia que num restaurante, com o sistema buffet, as pessoas só se servem do que vão comer e comem tudo? Nenhum alimento é desperdiçado.

11 – Você sabia que os comboios de alta velocidade apresentam, no máximo, um atraso de cerca de 7 segundos por ano? Eles apreciam o valor do tempo, são hiper pontuais, à escala do minuto e segundo.

12 – Você sabia que as crianças em idade escolar escovam os dentes e usam fio dental, após as refeições na escola, para aprenderem a manter a sua saúde oral desde cedo?

13 – Você sabia que os alunos terminam  as refeições em meia hora para garantir uma boa digestão?

Estes alunos são o futuro do Japão.

Quiçá podemos aprender um pouco da cultura, desenvolvimento e a filosofia dos Japoneses.

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As Mansões e Palacetes da Avenida Paulista

No dia 8 de Dezembro de 1891, foi inaugurada Avenida Paulista, que recebeu este nome em homenagem aos Paulistas e Paulistanos. Durante muitos anos os Barões do Café residiram na Avenida Paulista.

A Avenida Paulista foi projetada pelo engenheiro uruguaio Joaquim Eugenio de Lima, que, juntamente com mais dois sócios, adquiriu parte da Chácara do Capão, incluindo a área do Morro do Caaguaçú. Essa área foi loteada, e a Paulista foi construída no alto do espigão, a 900 metros do nível do mar.
Para a época, ela era algo nunca visto: muito larga, com três vias separadas por magnólias e plátanos e com imensos lotes de cada lado. Foi a primeira via pública asfaltada e arborizada de São Paulo. A primeira fase da Avenida Paulista foi de 1891 (sua inauguração) até 1937. Aos poucos, ela se transformou no centro de animação da cidade. Os ricos senhores do café, os grandes comerciantes e os chefes das indústrias construíram elegantes mansões nos lotes da avenida.

Lá, aconteceram corridas de charrete, de cabriolés e dos primeiros automóveis e os grandes carnavais dos anos 20 e 30. No final da década de 1920, seu nome foi alterado para Avenida Carlos de Campos, em homenagem ao ex-governador do estado de São Paulo, mas o povo não gostou, então o nome dela voltou a ser Avenida Paulista.
Como se pode perceber, a Avenida Paulista sempre sofreu transformações, porém, apesar de tudo o que aconteceu, ela permanece com seu charme, importancia para a cidade e para America Latina, sendo hoje Centro Financeiro e Cultural do Brasil.

Nomes ilustres que fizeram a História da Cidade de São Paulo residiram na Avenida Paulista, como Conde Francisco Matarazzo, Von Bulow, Caio Prado, Numa de Oliveira, Horácio Sabino, Joaquim Franco de  Mello,  Francisco Alberto Silva Pereira, Matarazzos, Siciliano, Pinotti Gamba, Yolanda Penteado, Von Hardt, o Barão Vermelho, Scarpa, Ramos de Azevedo, Cerqueira Cezar, Dumont´s Villares, Scurachio, Andraus, Tomasellis, entre tantos outros.
Hoje em dia na Avenida Paulista só restam cinco Casarões que foram tombados como patrimônio histórico da Cidade de São Paulo.
Estes casarões mostram um pouco da Bela Época da Elite Paulistana, quando ancestrais de muitas familias atuais desembarcaram no Brasil foram trabalhar nas residências dos Barões do Café, do Comércio e Industria  na Avenida Paulista.

Mas uma das transformações foi a perda de mansões e palacetes, que ao longo do anos foram susbstituidos por enormes edificios, estacionamentos, Shopping Centers, entre outras ocupações.

Falar sobre estes casarões, requer tambérm viver o que foi a avenida em sua história de palácios, barões, condes, que se seguem abaixo:

Av. Paulista em 1898

Sentido Paraiso-Consolação, em 1902 (ao fundo, pico do Jaraguá e a direita mansão dos Matarazzos

Sentido Consolação-Paraiso, em 1907

Av. Paulista  em 1910

Esquina da Rua Bela Cintra com a Avenida Paulista olhando para o Paraíso. Foto de 1911 de Guilherme Gaensly

Vista da Avenida sentido Paraíso a partir da esplanada do Trianon, local onde hoje é o MASP.Foto de 1916

Vista do parque Trianon (no topo) sob a Avenida 9 de Julho, local onde hoje é o MASP.Foto de 1940

Av. Paulista  em 1916

Vista da esquina da Alameda Campinas , em 1920

OS PALACETES E MANSÕES

Na época dos casarões a Avenida Paulista era o local onde ocorriam os eventos sociais e esportivos, como a corrida de automóveis. O Trianon era o parque ingles da cidade, frequentado pelos moradores da avenida. Veja agora algumas fotos dos casarões, inclusive de alguns que permanecem, e do Trianon antes do alargamento da avenida (que ocorreu nos anos 60/70) e da construção do MASP. O escritório que mais fez projetos para a avenida foi o escritório de Ramos de Azevedo, que construiu algumas das casas que mostramos abaixo.

Familia Francisco Alberto Pereira, em 1897 quando a Avenida Paulista ainda não era pavimentada

Avenida Paulista, 1009 – O Palacete Numa de Oliveira, em 1916, projetado pelo engenheiro português Ricardo Severo, e considerado um dos primeiros e mais importantes exemplares da arquitetura residencial em estilo neocolonial.

Esta mansão ainda está na Avenida Paulista, 1919 entre as Ruas Padre João Manuel e Alameda Ministro Rocha Azevedo, foi a residencia de Joaquim Franco de Mello e foi construída em 1905 – o responsável pela obra foi Antônio Fernandes Pinto. O Casarão hoje em dia pertence aos decendentes do Barão do Café Joaquim Franco de Mello

Foto de 1921 da casa de Gabriela Dumont Villares que ficava na Avenida Paulista entre a Rua Minas Gerais e a Rua Augusta, projeto escritório Ramos de Azevedo

Foto de 1915 de outra casa projetada pelo escritório Ramos de Azevedo, que ficava na esquina da Rua Haddock Lobo com a Avenida Paulista e pertencia a José Cardoso de Almeida

Entre ruas Augusta e Peixoto Gomide

Residência Horácio Sabino. Trecho entre as ruas Augusta e Peixoto Gomide.
Projeto do arquiteto Victor Dubugras. (1903). Demolido nos anos 50 para construção do Conjunto Nacional

Mansão Baronesa de Arary, que ficava na Avenida Paulista, 1745 (ao lado do Parque Siqueira Campos), onde foi construído Edifício com o mesmo nome

Ficava no trecho entre Peixoto Gomide e Pamplona:

Mansão Nagib Salem de 1920 Entre a Rua Pamplona e Al Joaquim Eugenio de Lima

Palacete Tomaseli


A Casa das Rosas, que foi preservada num acordo que a Prefeitura fez com o proprietário quando da construção do prédio que fica no mesmo terreno, era a casa de Ernesto Dias de Castro e também foi projeto do escritório Ramos de Azevedo  – a construção data de 1930 (foto superior) e as demais são mais atuais

Av. Paulista, 867 – Palacete Abrão Andraus em 1896, depois passou a ser casarão de Josephina Lotaif nos Anos 30

Foi a Maison Denner nos Anos 60, depois foi ocupada por uma rede de Fast Food, e depois por uma agencia bancária

ver também: O Casarão da Vila Fortunata

Em 1971 um complexo viário foi construido no final da Avenida, mas as mansões a direita ainda sobreviveram

Residencia de Alberto de Paula S. Pereira em 1900 , antes da Avenida ser pavimentada

Fundado em 1903 o instituto que está sediado na Avenida Paulista, número 393.O Instituto Pasteur é uma entidade ligada à Secretaria da Saúde do Governo do Estado de São Paulo

Fundada em 1907, a Escola Estadual Rodrigues Alves é a única escola pública da avenida Paulista, no número 227 – Projeto de Ramos de Azevedo (Foto de 2008)

Capela do Hospital Santa Catarina que é uma entidade privada situada na avenida Paulista, na cidade de São Paulo, SP, Brasil. Foi fundado em 1906

Quando os casarões foram destruídos pelos próprios Donos

A Perda do casarão de Josephina Lotaif

O silêncio que pairava sobre a região da Paulista naquele domingo foi interrompido por uma série de estrondos violentos. Alguns moradores de edifícios próximos ficaram alarmados. Não chovia. No céu, nenhum rastro de fumaça. De suas janelas, os vizinhos não puderam identificar qualquer indício do ocorrido. Nenhum deles suspeitou das escavadeiras que investiam contra dois dos mais antigos casarões da avenida-símbolo da cidade. Os enormes braços mecânicos gastaram poucos minutos para atacar a estrutura do imóvel no 283, na esquina da Rua Teixeira da Silva. A poucos metros dali, no no 498, as máquinas iniciaram a derrubada pelos fundos. Seus operadores sumiram em seguida, deixando-as dormir em meio ao entulho e às paredes que não tiveram tempo de alcançar. Eles voltariam. Haviam sido contratados pelos proprietários, que queriam descaracterizar suas residências e, com isso, impedir que fossem tombadas. Era 20 de junho de 1982, e um pedaço da história de São Paulo desmoronava.
Os acontecimentos foram retratados pelos jornais como atos de barbárie, mas a opinião pública não afetou os planos de outra família. Na quarta-feira daquela mesma semana, o casarão de Josephina Lotaif foi parcialmente derrubado por motoniveladoras, perto das 2h da manhã. Conhecida como casa mourisca, ficava no no 867, próximo à Alameda Joaquim Eugênio de Lima. Sua queda foi a que mais repercutiu. Já se suspeitava de que a casa corria perigo, porque os Lotaif foram uma das três famílias que se recusaram a receber a notificação da Secretaria de Cultura, que, meses antes, informava sobre a possibilidade de tombamento do imóvel.

“Defesa primitiva”
As demolições foram desencadeadas por uma declaração do presidente do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo (Condephaat) na época, o arquiteto Ruy Ohtake. Ele confirmou que corria um projeto de tombamento dos 31 casarões que ainda existiam na avenida. Na época, a lei não previa indenização aos proprietários. Com isso, eles teriam de encontrar compradores dispostos a preservar as construções históricas – e a se sujeitar às limitações. “Foi uma forma primitiva de salvar o patrimônio”, afirma Modesto Carvalhosa, advogado que, anos mais tarde, teve participação ativa na revisão da lei e presidiu o Condephaat entre 1984 e 1987. “Não é justificável moralmente, mas economicamente, sim. O governo foi ingênuo. Devia ter tombado antes e falado depois.”

Os eventos de 1982 estimularam a revisão das leis de tombamento. Em 1984, o advogado Modesto Carvalhosa e o historiador Benedito Lima de Toledo ajudaram a criar a Lei de Transferência de Potencial Construtivo, que compensa o dono de um imóvel tombado. Ele passa a ter o direito de vender as áreas não construídas do terreno, onde o novo proprietário pode erguer um empreendimento moderno, desde que se comprometa a arcar com os custos de preservação das edificações de valor histórico. Ainda assim, duas outras casas foram demolidas clandestinamente, na calada da noite: a do nº 1.079, em 1984, e a Mansão Matarazzo, em 1996.

A Perda da Mansão Matarazzo

A Família Matarazzo que residiu na Paulista da década de 1920 até os anos 1970. A trajetória desta família está ligada ao desenvolvimento econômico do Estado de São Paulo remetendo a cidade de Sorocaba, a primeira residência de Francisco Matarazzo. Lá ele iniciou sua grande trajetória e chegou a ser o maior empresário do nosso país. A decadência das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo (IRFM) começou a ocorrer na década de 1970.

A Mansão pertenceu a um dos maiores industriais da América Latina, justamente o Conde Francisco Matarazzo (1854-1937, nascido em Castellabate, Itália, como “Francesco Antonio Maria Matarazzo”). Conta-se que a Mansão Matarazzo, então localizada no nº 1230 (no cruzamento com a Rua Pamplona, do lado do bairro Bela Vista) – e que cuja construção integral se deu entre 1896 e 1941 –, chegou a ser em 1989 tombada pela Prefeitura na gestão de Luíza Erundina de Souza, que curiosamente queria ali construir uma espécie de “Museu do Trabalhador”, em oposição simbólica àquele espaço de glamour e refino da elite industrial.

Na maior parte da década de 1990 a mansão da família Matarazzo permaneceu fechada.

A prefeita Luiza Erundina, decidiu então de fato criar o Museu do Trabalhador, pois o local era adequado, as salas eram espaçosas e o local de fácil acesso.

Contudo, em 1996, num verdadeiro ataque brutal ao patrimônio histórico, regido por leis e interesses não adequados, ocorreu aos olhos das autoridades e da população paulistana, sem que nada pudessem fazer.

A célebre mansão da família Matarazzo foi dinamitada e sua demolição tornou-se inevitável, já que toda a estrutura ficou abalada. Além do patrimônio, enterrou-se ali parte da história da industria paulista e de seus desbravadores imigrantes italianos.

O pedido de tombamento que tinha mais de 20 anos, foi oficialmente cancelado, e o terreno foi transformado num enorme estacionamento que funcionou por anos.

AS  IMAGENS DA DESTRUIÇÃO:

O QUE SOBROU E FOI MANTIDO PELO ESTACIONAMENTO:

O famoso portão de entrada da Mansão Matarazzo

AS NOTÍCIAS DA IMPRENSA

….e a Avenida muda……

Palacetes virando prédios, árvores dando lugar ao concreto. A paisagem singular da avenida Paulista começou a dar espaço a novas edificações e, definitivamente, a mais paulistana das avenidas morreu e renasceu como outra mais moderna, com novas tendências arquitetônicas que favoreciam a especulação imobiliária.

Daquela época, poucos exemplares sobreviveram como a Casa das Rosas, último projeto arquitetônico assinado por Ramos de Azevedo e destinado para ser a moradia de uma das suas filhas, além do Palacete de Joaquim Franco de Mello, o Colégio Rodrigues Alves, o Instituto Pasteur, Maison Denner, Villa Fortunata, Casa das “Uvaias”, Residência Dina Brandi e a Capela Santa Catarina.

Em 2,8 km de avenida, a Paulista possui apenas 5 imóveis tombados.

Créditos/Agradecimentos:

Glaucia Garcia de Carvalho, Léo Sécio, Livro Avenida Paulista – A síntese da metrópole,Antonio Soukef Jr., Ricardo Ferreira, livros “Album Iconográfico da Avenida Paulista” e “O Palacete Paulistano”, Everton Calício, Patricia Cerqueira, Maria Simas Filho, Eli Mendes de Morais (Saudades de Sampa), Gutooo, G.Brandão, Felipe Pontes, Luiz de Franco, The Urban Earth, Folha de São Paulo, Revista Época, José Roberto Andrade Amaral, Blogs, sampaonline.com.br, Google Street View e acervo pessoal de fotos e imagens.

Veja algumas construções que substituiram as mansões demolidas

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E-zine
VendaMais
Raúl Candeloro

Ano 15

nº23

18 de junho de 2013

Nesta edição

Cirque du Soleil – e quanto sua empresa investe em novos funcionários
Por Raúl Candeloro

Opinião do leitor

Onde falta comunicação, sobra espaço para a imaginação
Por Eduardo Zugaib

Entrevista exclusiva com Jefferson Leonardo

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Editorial

Cirque du Soleil – e quanto sua empresa investe em novos funcionários

Por Raúl Candeloro

Olá, Osmar.
Acabo de voltar de assistir Love, o musical do Cirque du Soleil baseado nos Beatles. Deve ser o 4º ou 5º show que assisto deles e é sempre uma nova experiência, uma nova descoberta e a sensação clara de ter assistido algo genial. Vale cada centavo do ingresso caro que cobram.
O mais interessante é que no começo da sua história, o circo foi deficitário por anos. Um dos motivos é que Laliberté contratava os artistas meses antes do espetáculo, pagando salário, para que pudessem treinar e se dedicar 100% a fazer um espetáculo perfeito.
Mesmo perdendo dinheiro ele acreditava que a experiência precisava ser perfeita e não abria mão disso. Passou anos dependendo de ajuda alheia, até que deu uma ‘tacada’ final (e certeira), apostando tudo que tinha numa apresentação em Los Angeles. A apresentação foi um sucesso, o Cirque ganhou dinheiro, pagou suas contas e transformou-se no sucesso que é hoje – uma empresa que fatura US$ 800 milhões por ano, com 6 shows permanentes em Las Vegas, dois na Flórida mais 6 trupes que viajam mundo afora. E Laliberté passou de artista de rua a bilionário (sua parte no Cirque du Soleil está avaliada em US$ 2,5 bilhões).
Veja esse contraste com a forma como a maior parte das empresas contrata pessoas no Brasil. Não existe preparação de verdade. Ainda mais em Vendas… Basicamente, o vendedor entra e em dois dias já tem que estar ‘pronto’, vendendo. Isso não existe.
Sempre que pergunto em palestras quanto tempo um vendedor leva para atingir sua plenitude, seu ponto máximo numa nova função ou empresa, respondem-me entre 6 e 12 meses.
Mas as empresas às vezes não investem nem 3 dias no seu desenvolvimento quando recém são contratados. Não é um absurdo?
Compare isso com o Cirque du Soleil, que contratava com meses de antecedência, justamente para poder treinar, e note a diferença na qualidade do ‘espetáculo’ sendo oferecido.
E você – o que sua empresa tem feito para treinar e desenvolver os NOVOS vendedores, aqueles que acabaram de entrar? Quanto tempo eles recebem de treinamento do CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes)? Quanto é investido em tempo, energia e dinheiro para que realmente se desenvolvam, entendam a empresa, os clientes, os produtos/serviços para poderem desempenhar sua função com 100% de segurança e eficácia?
Se for menos do que 3 meses… Está na hora de rever.
Abraço e boas vendas,
Raúl Candeloro
P.S. Por falar em preparação, o www.canalvendamais.com.br está com vídeos novos… se quiser treinar sua equipe de vendas, ou manter o SEU CHA sempre atualizado, recomendo! www.canalvendamais.com.br

Para pensar

No mundo dos negócios todos são pagos em duas moedas: dinheiro e experiência. Agarre a experiência primeiro, o dinheiro virá depois.
Harold Geneen

Revista VendaMais Assine já

Opinião do leitor

Olá Raúl,
Quero parabenizá-lo pelo artigo da edição da VendaMais de junho, quero confessar que tenho aprendido bastante através de seus ensinamentos.
Forte abraço e sucesso.
Alex Viana

Entrevista

Imagem do livro

Convido o leitor a dar as tacadas certas nos dilemas da liderança, da gestão e das circunstâncias comportamentais, através da analogia da arte do golfe e do mundo empresarial em reconfiguração, com histórias, ensinamentos e situações reais do dia a dia, de uma forma agradável, simples e instigante”.
Confira a entrevista com Jefferson Leonardo.
Continuar a leitura >>

 

Faça uma pausa para o chá. E depois, venda mais!

Dica da semana

Onde falta comunicação, sobra espaço para a imaginação

Uma das grandes inverdades já ditas um dia em nome da comunicação (e que hoje se compartilha insistentemente nas redes sociais) é a frase que diz: “sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende”.
Vamos compreender o porquê. Como emissor da mensagem, ao torná-la pública, pressupõe-se que você quer que a mesma seja assertiva, certo? Do contrário, melhor seria escrevê-la em um bilhete e guardá-la no bolso, como um terapêutico desabafo ou um arremedo poético, com o único propósito de liberar a mente de alguma ideia que incomoda, expulsando-a através das palavras.
Individualmente a responsabilidade pela comunicação requer grande atenção já que, em conjunto com as nossas atitudes, ajuda a construir nossa marca pessoal e torna claro os nossos objetivos.

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DVD Negocie melhor e VendaMais
Com o objetivo de facilitar a vida de profissionais que lidam constantemente com os dilemas da negociação e, principalmente, com as objeções a preço, Raúl Candeloro, fundador e editor da revista VendaMais, e Márcio Miranda, diretor da Workshop e um dos maiores especialistas brasileiros em negociação, juntaram-se para a produção do DVD Negocie Melhor e VendaMais.
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Osmar, mande suas ideias ou contribua com sugestões, enviando sua mensagem para: raul@vendamais.com.br

 

Crianças Índigo e Cristal

Entrevista de Divaldo Pereira Franco ao Programa Televisivo O Espiritismo Responde, da União Regional Espírita – 7ª Região, Maringá, em 21.03.2007.

Espiritismo Responde – Um de seus mais recentes livros publicados tem por título “A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal”. Quem são as crianças índigo e cristal?
Divaldo – Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.

Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.

As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).

O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.

Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou transdimensionais.

As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.

A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.
ER – Essas crianças não poderiam ser confundidas com as portadoras de transtornos da personalidade, de comportamento, distúrbios da atenção? Como identificá-las com segurança?
Divaldo – Essa é uma grande dificuldade que os psicólogos têm experimentado, porque normalmente existem as crianças que são portadoras de transtornos da personalidade (DDA) e aquelas que, além dos transtornos da aprendizagem, são também hiperativas (DTAH), mas os estudiosos classificaram em 10 itens as características de uma criança índigo, assim como de uma criança cristal.

A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento, não fica em fila, não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, não teme ameaças…

Não é possível com essas crianças fazermos certos tipos de chantagem. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las.

Para tanto, os especialistas elegem como métodos educacionais algumas das propostas da doutora Maria Montessori, que criou, em Roma, no ano de 1907, a sua célebre Casa dei Bambini, assim como as notáveis contribuições pedagógicas do Dr. Rudolf Steiner. Steiner é o criador da antroposofia. Ele apresentou, em Stuttgart, na Alemanha, os seus métodos pedagógicos, a partir de 1919, que foram chamados Waldorf.

A partir daquela época, os métodos Waldorf começaram a ser aplicados em diversos países. Em que consistem? Amor à criança. A criança não é um adulto em miniatura. É um ser que está sendo formado, que merece o nosso melhor carinho. A criança não é objeto de exibição, e deve ser tratada como criança. Sem pieguismo, mas também sem exigências acima do seu nível intelectual.

Então, essas crianças esperam encontrar uma visão diferenciada, porque, ao serem matriculadas em escolas convencionais, tornam-se quase insuportáveis. São tidas como DDA ou DTAH. São as crianças com déficit de atenção e hiperativas. Nesse caso, os médicos vêm recomendando, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, a Ritalina, uma droga profundamente perturbadora. É chamada a droga da obediência.

A criança fica acessível, sim, mas ela perde a espontaneidade. O seu cérebro carregado da substância química, quando essa criança atinge a adolescência, certamente irá ter necessidade de outro tipo de droga, derrapando na drogadição.

Daí é necessário muito cuidado.

Os pais, em casa (como normalmente os pais quase nunca estão em casa e suas crianças são cuidadas por pessoas remuneradas que lhes dão informações, nem sempre corretas) deverão observar a conduta dos filhos, evitar punições quando errem, ao mesmo tempo colocando limites. Qualquer tipo de agressividade torna-as rebeldes, o que pode levar algumas a se tornar criminosos seriais. Os estudos generalizados demonstram que algumas delas têm pendores artísticos especiais, enquanto outras são portadoras de grandes sentimentos humanistas, outras mais são emocionais e outras ainda são portadoras de natureza transcendental.

Aquelas transcendentais, provavelmente serão os grandes e nobres governantes da Humanidade no futuro.

As artísticas vêm trazer uma visão diferenciada a respeito do Mundo, da arte, da beleza. Qualquer tipo de punição provoca-lhes ressentimento, amargura que podem levar à violência, à perversidade.
ER – Você se referiu às características mentais, emocionais dessas crianças. Elas têm alguma característica física própria? Você tem informação se o DNA delas é diferente?
Divaldo – Ainda não se tem, que eu saiba, uma especificação sobre ela, no que diz respeito ao DNA, mas acredita-se que, através de gerações sucessivas, haverá uma mudança profunda nos genes, a fim de poderem ampliar o neocórtex, oferecendo-lhe mais amplas e mais complexas faculdades. Tratando-se de Espíritos de uma outra dimensão, é como se ficassem enjauladas na nossa aparelhagem cerebral, não encontrando correspondentes próprios para expressar-se. Através das gerações sucessivas, o perispírito irá modelar-lhes o cérebro, tornando-o ainda mais privilegiado.

Como o nosso cérebro de hoje é um edifício de três andares, desde a parte réptil, à mamífera e ao neocórtex que é a área superior, as emoções dessas crianças irão criar uma parte mais nobre, acredito, para propiciar-lhes a capacidade de comunicar-se psiquicamente, vivenciando a intuição.

Características físicas existem, sim, algumas. Os estudiosos especializados na área, dizem que as crianças cristal têm os olhos maiores, possuem a capacidade para observar o mundo com profundidade, dirigindo-se às pessoas com certa altivez e até com certo atrevimento… Têm dificuldade em falar com rapidez, demorando-se para consegui-lo a partir dos 3 ou dos 4 anos. Entendemos a ocorrência, considerando-se que, vindo de uma dimensão em que a verbalização é diferente, primeiro têm que ouvir muito para criar o vocabulário e poderem comunicar-se conosco. Então, são essas observações iniciais que estão sendo debatidas pelos pedagogos.
ER – Com que objetivo estão reencarnando na Terra?
Divaldo – Allan Kardec, com a sabedoria que lhe era peculiar, no último capítulo do livro A Gênese, refere-se à nova geração que viria de uma outra dimensão. Da mesma forma que no tempo do Pithecanthropus erectus vieram os denominados Exilados de Capela ou de onde quer que seja, porque há muita resistência de alguns estudiosos a respeito dessa tese, a verdade é que vieram muitos Espíritos de uma outra dimensão. Foram eles que produziram a grande transição, denominada por Darwin como o Elo Perdido, porque aqueles Espíritos que vieram de uma dimensão superior traziam o perispírito já formado e plasmaram, nas gerações imediatas, o nosso biótipo, o corpo, conforme o conhecemos.

Logo depois, cumprida a tarefa na Terra, retornaram aos seus lares, como diz a Bíblia, ao referir-se ao anjo que se rebelara contra Deus – Lúcifer.

Na atualidade, esses lucíferes voltaram. Somente que, neste outro grande momento, estão vindo de Alcione, uma estrela de 3ª. grandeza do grupo das plêiades, constituídas por sete estrelas, conhecidas pelos gregos, pelos chineses antigos e que fazem parte da Constelação de Touro.

Esses Espíritos vêm agora em uma missão muito diferente dos capelinos.

É claro que nem todos serão bons. Todos os índigos apresentarão altos níveis intelectuais, mas os cristais serão, ao mesmo tempo, intelectualizados e moralmente elevados.
ER – Já que eles estão chegando há cerca de 20, 30 anos, nós temos aí uma juventude que já está fazendo diferença no Mundo?
Divaldo – Acredito que sim. Podemos observar, por exemplo, e a imprensa está mostrando, nesse momento, gênios precoces, como o jovem americano Jay Greenberg considerado como o novo Mozart. Ele começou a compor aos quatro anos de idade. Aos seis anos, compôs a sua sinfonia. Já compôs cinco. Recentemente, foi acompanhar a gravação de uma das suas sinfonias pela Orquestra Sinfônica de Londres para observar se não adulteravam qualquer coisa.

O que é fascinante neste jovem, é que ele não compõe apenas a partitura central, mas todos os instrumentos, e quando lhe perguntam como é possível, ele responde: “Eu não faço nenhum esforço, está tudo na minha mente”.

Durante as aulas de matemática, ele compõe música. A matemática não lhe interessa e nem uma outra doutrina qualquer. É mais curioso ainda, quando afirma que o seu cérebro possui três canais de músicas diferentes. Ele ouve simultaneamente todas, sem nenhuma perturbação. Concluo que não é da nossa geração, mas que veio de outra dimensão.

Não somente ele, mas muitos outros, que têm chamado a atenção dos estudiosos. No México, um menino de seis anos dá aulas a professores de Medicina e assim por diante… Fora aqueles que estão perdidos no anonimato.
ER – O que você diria aos pais que se encontram diante de filhos que apresentam essas características?
Divaldo – Os técnicos dizem que é uma grande honra tê-los e um grande desafio, porque são crianças difíceis no tratamento diário. São afetuosas, mas tecnicamente rebeldes. Serão conquistadas pela ternura. São crianças um pouco destrutivas, mas não por perversidade, e sim por curiosidade.

Como vêm de uma dimensão onde os objetos não são familiares, quando vêem alguma coisa diferente, algum objeto, arrebentam-no para poder olhar-lhes a estrutura.

São crianças que devemos educar apelando para a lógica, o bom tom.

A criança deve ser orientada, esclarecida, repetidas vezes.

Voltarmos aos dias da educação doméstica, quando nossas mães nos colocavam no colo, falavam conosco, ensinavam-nos a orar, orientavam-nos nas boas maneiras, nas técnicas de uma vida saudável, nos falavam de ternura e nos tornavam o coração muito doce, são os métodos para tratar as modernas crianças, todas elas, índigo, cristal ou não.

“No sentido mais abstrato, “liberdade” significa a ausência de obstáculos externos para a realização de desejos. Considerando esse sentido abstrato, a liberdade pode ser expandida pela maximização do poder ou por desejos minimizados. Um inseto que vive alguns dias e depois morre de frio tem uma liberdade perfeita de acordo com essa definição, visto que o frio pode alterar seus desejos e assim, não há nenhum momento que ele deseje realizar o impossível. Entre os seres humanos, também, esse modo de atingir a liberdade é possível”
“Um homem retirado de um ambiente e posto subitamente em outro talvez de forma nenhuma sinta-se livre e, contudo, esse novo ambiente pode proporcionar liberdade para aqueles que estão acostumados a ele. Assim, não podemos discorrer sobre liberdades sem levar em consideração a possibilidade de desejos variáveis em virtude da mudança de ambiente. Em alguns casos, isso torna a obtenção da liberdade mais difícil, uma vez que um novo ambiente, embora satisfaça antigos desejos, pode criar novos que não possam ser satisfeitos. Essa possibilidade é ilustrada pelos efeitos psicológicos do industrialismo, que gera um grande número de novas aspirações: um homem pode estar descontente porque não tem condições de comprar um carro, e logo iremos querer aviões particulares. É possível que um homem esteja insatisfeito por causa de desejos inconscientes. Por exemplo, os americanos precisam de descanso, mas o desconhecem. Creio que isso explica em grande parte a onda de crime dos Estados Unidos.”
Recortes de Ensaios Céticos – Bertrand Russell.

“No sentido mais abstrato, “liberdade” significa a ausência de obstáculos externos para a realização de desejos. Considerando esse sentido abstrato, a liberdade pode ser expandida pela maximização do poder ou por desejos minimizados. Um inseto que vive alguns dias e depois morre de frio tem uma liberdade perfeita de acordo com essa definição, visto que o frio pode alterar seus desejos e assim, não há nenhum momento que ele deseje realizar o impossível. Entre os seres humanos, também, esse modo de atingir a liberdade é possível”

“Um homem retirado de um ambiente e posto subitamente em outro talvez de forma nenhuma sinta-se livre e, contudo, esse novo ambiente pode proporcionar liberdade para aqueles que estão acostumados a ele. Assim, não podemos discorrer sobre liberdades sem levar em consideração a possibilidade de desejos variáveis em virtude da mudança de ambiente. Em alguns casos, isso torna a obtenção da liberdade mais difícil, uma vez que um novo ambiente, embora satisfaça antigos desejos, pode criar novos que não possam ser satisfeitos. Essa possibilidade é ilustrada pelos efeitos psicológicos do industrialismo, que gera um grande número de novas aspirações: um homem pode estar descontente porque não tem condições de comprar um carro, e logo iremos querer aviões particulares. É possível que um homem esteja insatisfeito por causa de desejos inconscientes. Por exemplo, os americanos precisam de descanso, mas o desconhecem. Creio que isso explica em grande parte a onda de crime dos Estados Unidos.”

Recortes de Ensaios Céticos - Bertrand Russell.

As 5 regras “de ouro” da boa comunicação

06/07/2013 § Deixe um comentário

Microfone

Qualquer profissional que queira que as coisas se concretizem no trabalho e nos negócios deve começar a se comunicar com as pessoas, sair do isolamento. Afinal, a comunicação não é luxo é uma necessidade, como diz Marcos Gross em seu livro “Dicas Práticas de Comunicação: Boas Ideias para os Relacionamentos e os Negócios” (Trevisan Editora).

“Líderes segregados nas suas torres de marfim podem desarticular equipes inteiras de trabalho quando não compartilham conhecimentos com grupos de outros níveis organizacionais”, escreve o autor.

O livro é na verdade um guia de consulta com 51 conselhos para quem está interessado em desenvolver esta competência cada vez mais valorizada no mercado de trabalho e fundamental para o sucesso na carreira. Abaixo, você confere cinco dicas fundamentais que estão presentes no livro e que podem ser consideradas as “regras de ouro” da boa comunicação. Confira:

1. Atentar ao perfil de quem recebe a mensagem
A pessoa para a qual você está transmitindo a mensagem será capaz de compreende o que você diz? De acordo com Marcos Gross, atentar ao perfil do receptor da mensagem faz toda a diferença nesse caso. Parece óbvio? Mas nem todos estão atentos a isso.

Um dos exemplos que o autor usa é a clássica dificuldade dos profissionais de tecnologia em explicar detalhes técnicos de um projeto para quem não é da área de TI da empresa. “O problema não é a falta de inteligência ou incapacidade intelectual do leigo, mas a ausência de repertório dele naquele campo do conhecimento”, explica Gross.

Por isso ele sugere que o profissional preste atenção ao perfil sociocultural dos ouvintes, pensando em que palavras compõem o cotidiano deles e também em quais estímulos os deixariam motivados além das abordagens que possam ser as mais adequadas.
“O comunicador que desprezar esses passos, não estará dialogando, mas atuando em um verdadeiro monólogo”, escreve Gross.

2. Investir nas três esferas da comunicação
Gross registra que pesquisas de laboratório de psicologia da UCLA (Universidade da Califórnia) conduzidas pelo professor Albert Mehrabian indicam que a composição da comunicação humana face a face é a seguinte: 55% são mensagens não verbais, 38% acontecem pelo tom de voz e 7% são verbais.

Isso mesmo, ao dirigir a palavra a alguém, muitos profissionais estão concentrados apenas em “uma pequena fração da totalidade da comunicação”, explica o autor.

Por isso, preste atenção se a sua postura, o olhar, o aperto de mão, a roupa e o conjunto dos seus movimentos estão de acordo com a mensagem que você está transmitindo verbalmente, seja em uma entrevista de emprego, em uma reunião, em uma palestra.

“Explorar as três esferas da comunicação aumenta a possibilidade de sermos bem-sucedidos e compreendidos em nossas mensagens”, diz o autor.

3. Saber ouvir
Há uma percepção comum que leva as pessoas a considerarem que quanto mais elas falarem e expuserem suas ideias mais poder de influência vão obter com as pessoas. Gross desconstrói esse conceito.

“Durante uma conversa, quando você se silencia e escuta o outro de maneira focada, envia uma mensagem que é interpretada positivamente pelo receptor: ele me ouve, valoriza as minhas ideias, respeita e me considera como indivíduo”, diz o autor.

Ou seja, se o objetivo é aumentar o seu poder de influência e de interação com as pessoas fuja de monólogos, aposte no diálogo. “Falar muito, mas ouvir mais, muito mais”, sugere o autor.

4. Apostar na assertividade
Clareza, objetividade e sinceridade são as características de quem é assertivo. É ser uma pessoa transparente em intenções e colocações. Olhar no olho ao conversar, voltar-se à pessoa com quem fala (postura), palavras alinhadas à expressão facial e tom de voz firme, claro e moderado revelam este aspecto durante a comunicação.

Para Gross, são raros os profissionais com estas qualidades já que a capacidade de ser assertivo está sujeita a situações de poder no ambiente corporativo. Como ser sincero, quando tenho medo de sofrer retaliações por dizer o que penso?

Mas, pondera, engolir sapos faz mal à saúde. “Quando um colaborador não se permite expressar suas opiniões desenvolve gastrite, dores na coluna, alergias, hipertensão, estresse, entre outros problemas”, escreve.

5. Usar técnicas quando o objetivo é aumentar o impacto da mensagem
O impacto da mensagem junto ao receptor pode ser é uma questão de técnica. E, explica Gross, publicitários são talvez a categoria que mais se utilize destas ferramentas para atingir o objetivo que é “seduzir” o consumidor.

Por isso, o autor divide algumas das táticas usadas por eles e que também podem ser úteis aos profissionais de outras áreas. A primeira delas é criar mensagens que chamem a atenção. “Use textos, fotos, símbolos, cores, formas e imagens que despertem a atenção do receptor. Produza algo inédito que quebre o padrão e a rotina”, indica Gross.

Em seguida, estude o público que vai receber a mensagem e adeque a comunicação. “Foque a tribo com quem está se comunicando e alinhe sua mensagem”, diz Gross. Estimular os destinatários é o próximo passo, segundo ele e entender os motivos que o fariam mudar suas atitudes é o pulo do gato nesse momento. “Ofereça algo que lhe traga satisfação ou que possa resolver um problema que o aflige”, escreve Gross.

Por fim, sugere, colha os frutos do seu investimento. “Em propaganda, significa conquistar o cliente a comprar determinado produto. Na empresa, pode significar vender um projeto ao gestor, aos investidores ou à sua própria equipe”, explica.

Fonte – Revista Alfa

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Exercícios de pranayama

Posted: 05 Jul 2013 06:00 AM PDT

Medicina Esotérica

O Pranayama do Sol

Os Pranayamas, ou Pránáyámas, são técnicas respiratórias originárias do Yoga servem para restaurar a saúde, melhorar a oxigenação do organismo e reequilibrar as emoções. Esta palavra vem do sânscrito e pode significar, entre outras, Ciência da Energia.

Pranayama do Amanhecer

Deve ser feito logo ao amanhecer.

Feche os olhos e fique de pé, de frente para o Sol.

Inspire, elevando os braços até a altura dos ombros.

Mentalize que o prana (a energia vital cósmica) penetra por todo o seu corpo.

Retenha o ar e abra os braços.

Em seguida, expire baixando os braços vagarosamente.

Visualize a luz do Sol se espalhando por seu corpo.

Faça este exercício durante 10 minutos e o encerre pronunciando o mantra OM SURYAIA NAMÁ (Eu Saúdo o SOL). Em seguida, vocalize o mantra OM por 3 vezes, para que o prana solar se fixe em seus corpos internos, dando-lhe Saúde, Paz e Harmonia…

Captação de Energia

Mentalize um raio de luz alaranjado que parte de seu plexo solar (região à altura do umbigo) e expande-se pelo Universo, levando vitalidade e saúde para as pessoas. Depois visualize uma luz dourada que emite vibrações de prosperidade e elimina males como a fome e a tristeza da humanidade.

Afastar Preocupações

Sente-se e repouse as mãos nos joelhos. Inspire pelas narinas, devagar e em silêncio, até sentir o abdome cheio de ar. Retenha o ar por alguns segundos e expire, também pelas narinas. Sinta seu corpo relaxar completamente e mentalize que todas as suas preocupações se dissipam aos poucos.

Para Controlar Melhor as Emoções

Sente-se com as pernas cruzadas à frente do corpo, mantendo a coluna reta, as mãos pousadas sobre os joelhos e os olhos fechados. Fique bem relaxado, procurando não contrair os músculos da face nem os ombros. Inspire vagarosamente, concentrando-se no ar que entra pelas narinas Retenha o ar durante alguns segundos e expire, prestando atenção apenas na saída do ar.

Enquanto respira, procure não pensar em nada. As imagens, as lembranças e os sons que vierem à sua mente não devem perturbá-lo. Ignore tudo o que acontecer ao redor.

Concentre-se apenas no que está fazendo. Caso se distraia por algum motivo, recomece o exercício.

Para Expandir a Consciência e a Intuição

Esta técnica, de origem chinesa, consiste em fazer seu sol interno nascer ao mesmo tempo em que o Sol cósmico surge no horizonte. No início, pode ser que você não consiga fazer as mentalizações, mas, com o tempo, aprenderá a se concentrar e a visualizar adequadamente.

Levante-se bem antes do Sol nascer, tome um banho e vista roupas brancas. Sente-se na posição de lótus, com a coluna ereta e as pernas cruzadas à frente do corpo. Feche os olhos e procure sentir o corpo bem relaxado…

Visualize um sol de cor alaranjada nascendo na altura do seu umbigo. Imagine que o calor emanado por esse sol aquece todo o seu corpo, enquanto uma luz dourada o envolve completamente. Visualize o sol elevando-se do seu umbigo até o seu coração.

Imagine que dessa região parte uma grande e bela ave branca que voa para longe, levando em suas costas todas as suas tristezas, mágoas e ressentimentos, e jogando tudo isso em um profundo abismo, onde serão destruídos totalmente. Imagine que esse sol se eleva ainda mais, até chegar no centro energético localizado entre as sobrancelhas.

Faça então o sol ganhar uma intensa coloração dourada e subir para o alto da cabeça, de onde ele se expandirá até explodir como uma luz que se junta à do sol cósmico.

Finalmente, faça uma saudação ao sol, com a seguinte frase, que sugerimos, ou com outra, que sair de seu coração:

“Ó Rá! Digna-te santificar meu espírito.
Ó Osíris! Devolve à minha alma sua natureza divina!
Glória a ti, Senhor dos Deuses!”

Pranayama Egípciopranayama-gnosisonline

1ª parte

1. Sente-se o estudante em uma cadeira com o rosto para o Oriente.
2. Faça uma oração à Divina Mãe Kundalini.
3. O peito, o pescoço e a cabeça deverão estar em linha vertical. Não se deve dobrar o corpo para os lados, nem para trás. As palmas das mãos devem descansar sobre as pernas de forma muito natural.
4. A mente do devoto deve estar dirigida para dentro, para a Divina Mãe, amando e adorando-a.
5. Os olhos estarão fechados para que as coisas do mundo não o distraiam.
6. Tape a fossa direita com o dedo polegar vocalizando mentalmente o mantra TON, ao mesmo tempo em que se respire ou inale mui lentamente o ar pela fossa esquerda.
7. Feche agora a fossa nasal esquerda com o dedo índice. Retenha o alento e pronuncie mentalmente o mantra SA.
8. Exale agora lentamente pela fossa nasal direita vocalizando mentalmente o mantra HAM e imagine a energia subindo até o cérebro e depois descendo até o coração.
9. Tape agora a fossa nasal esquerda com o dedo índice.
10. Inale o prana pela fossa nasal direita, vocalizando mentalmente o mantra TON. Retenha o alento vocalizando o mantra RA. Feche as duas fossas nasais com os dedos índice e polegar.
11. Exale mui lentamente pela fossa nasal esquerda vocalizando mentalmente a sílaba mântrica HAN e imagine a energia subindo até o cérebro e depois descendo até coração.

2ª parte

1. Ajoelhe-se e coloque as palmas das mãos no solo, tocando-se entre si os dedos polegares.
2. Inclinando para diante, prostado em terra, cheio de suprema veneração, com a cabeça voltada para o oriente, apoiará sua frente sobre o dorso das mãos, ao estilo egípcio.
3. Depois com a sua laringe criadora vocalizará o poderoso mantra RA dos egípcios, alongando o som das duas letras, assim:

RRRRRRAAAAAAA…..

Vocalizam-se este mantra sagrado por sete vezes consecutivas.

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Templo de Alden – O hospital de cura espiritual

Posted: 03 Jul 2013 11:02 AM PDT

Medicina Esotérica

Existem, no mundo astral, hospitais sagrados especializados na cura dos corpos internos do ser humano. O mais exaltado e dinâmico de todos é o hospital astral chamado de Templo de Alden, localizado na Europa Oriental, na região da Boêmia (hoje, República Tcheca).

A entrada desse portentoso templo possui uma escadaria descomunal, e após chegarmos ao final dessa escadaria, vê-se uma porta sagrada. No interior de Alden veem-se diversos salões, onde trabalham intensamente inúmeros mestres e seus chelas (discípulos), que servem de auxiliares para todos os tipos de trabalho desinteressado e amoroso.

Há salas de desinfecção, microcirurgias e até de grandes cirurgias nos corpos internos.

Os grandes mestres e seus auxiliares trabalham intensamente para ajudar a Humanidade enferma, especialmente durante as grandes epidemias, guerras, acidentes nucleares e catástrofes ambientais que assolam o planeta de tempos em tempos.

Nesse hospital sagrado, que é na verdade um Templo e uma Universidade Médica ao mesmo tempo, pode-se encontrar diversos mestres da Grande Fraternidade Branca, que foram conhecidos neste mundo físico ao longo dos séculos por terem trazido para nós sua sabedoria, sua filosofia e seus ensinamentos espirituais e iniciáticos.

Alguns dos Mestres da Luz que oficiam em Alden são:

– Paracelso
– Hipócrates
– Galeno
– Esmun
– Minerva
– Plutão
– Hermes Trimegisto
– Apóstolo Pedro

Cada um desses altos iniciados tem uma especialização, assim como no mundo físico vemos hospitais congregando médicos com distintas especialidades (cardiologia, oncologia, pediatria etc.).

Por exemplo, o venerável mestre Patar (popularmente conhecido como Apóstolo Pedro) é grande especialista na cura do corpo mental. Veem-se, no topo de sua sala de curas (dentro de Alden), diversos mecanismos na cor de latão que acumulam e canalizam poderosas energias das dimensões superiores, e que devidamente manipuladas conseguem o equilíbrio dos sensíveis tecidos e moléculas do corpo mental dos enfermos.

Em outro salão de Alden vemos o grande médico Paracelso pesquisando e trabalhando com ervas medicinais e unguentos sagrados para a cura do corpo astral.

Outro grande iluminado é o mestre Plutão, o qual usa túnica e manto negros em seus trabalhos de Alta Magia. Plutão irradia poderosas correntes magnéticas capazes de equilibrar o campo áurico de todos os que o invocarem com amor e veneração.

O VM Samael Aun Weor ensina também que uma grande mestra da Loja Branca trabalha intensamente no equilíbrio do corpo astral dos doentes irradiando ondas magnéticas por meio de instrumentos concentradores de energia, capazes de descobrir e destruir os eflúvios negativos causados por larvas astrais e mentais, que são os causadores de inúmeras enfermidades.

O corpo astral é um organismo material um pouco menos denso que o físico. Nesses casos, os Mestres dão um vomitório ao corpo astral do enfermo para que expulse as substâncias injetadas.

Os outros corpos internos também são relativamente materiais e, como tais, têm as suas enfermidades, seus medicamentos e seus médicos. Não são raras no Templo de Alden as operações cirúrgicas.

Um grave dano no corpo mental ao transmitir-se reflexamente ao cérebro físico produz a loucura. A desconexão entre o corpo astral e o mental ocasiona loucura furiosa. Se não há ajuste entre o astral e o etérico, produz-se o idiota ou o cretino.

No templo de Alden, onde moram os grandes Mestres da Medicina Hipócrates, Galeno, Paracelso, Hermes e outros, há um laboratório de alquimia de alta transcendência. Esse templo está no astral, nas vivas entranhas da grande Natureza.

A luz astral é a base de todas as enfermidades e a fonte de toda vida. Toda enfermidade, toda epidemia, tem suas larvas astrais que ao se coagularem no organismo humano produzem a enfermidade.

No Templo de Alden, os Mestres fazem seus enfermos sentar em uma poltrona sob luz amarela, azul e vermelha. Essas três cores primárias servem para tornar visíveis no corpo astral as larvas da enfermidade.

Depois que os Mestres extraem essas larvas do corpo astral do paciente, tratam seu organismo com diversos medicamentos. Sanado o corpo astral, o corpo físico curar-se-á matematicamente, já que antes de enfermarem os átomos físicos de um órgão, enfermaram os átomos internos do mesmo órgão. Curada a causa, cura-se o efeito.

Toda pessoa enferma pode escrever uma carta ao Templo de Alden e receber ajuda dos Médicos Gnósticos. A carta deve ser escrita à mão pelo próprio interessado e queimada a seguir por ele mesmo, depois de havê-la perfumado com incenso; tudo feito numa só ocasião.

A carta astral ou alma da carta queimada irá ao Templo de Alden. Os Mestres de Sabedoria lerão a Carta e assistirão o enfermo.

Devemos ter nossas casas asseadas, tanto no físico como no astral. Os depósitos de lixo estão sempre cheios de larvas infecciosas. Há substâncias odoríferas que queimam as larvas ou as expulsam para fora de casa. O frailejón (Espeletia hartwegiana) é uma planta que os índios arhuacos utilizam para desinfetar suas casas. Pode-se fazer a desinfecção também com beladona, cânfora e açafrão.

Minerva, a Deusa da Sabedoria, esteriliza os micróbios do aposento do enfermo com certo elemento alquímico que irradia mediante sistema especial. Isto os impede de se reproduzirem.

Minerva tem também uma lente côncava que aplica no órgão do enfermo, estabelecendo assim um foco perene de magnetismo que produz a cura.

Evitemos o trato com pessoas malvadas, já que essas pessoas são centros de infecção astral…

Ajuda do Pai Interno

O homem dispõe de sete corpos reais, que são: físico, etérico, astral, mental, vontade, alma e espírito. Existem outros muito superiores, que podem ser estudados quando já dominarmos esses que foram enumerados.

O corpo vital, ou etérico, é similar ao físico, muitos males procedem desse corpo e é pouco o que se consegue medicando somente o físico, então os médicos comuns fracassam na cura da enfermidade. Então, geralmente, o corpo vital é o que se leva ao Templo de Alden, para que os mestres da medicina trabalhem nele e se obtenham os resultados surpreendentes.

O que importa é que quando se necessita de ajuda, deve-se pedir ao Pai Interno, ao nosso Divino Ser espiritual, que nos leve em corpo astral todas as noites ao Templo de Alden, até sentirmos o pleno restabelecimento de nosso vigor, saúde, paz, harmonia e bem-estar.

A oração ao nosso Pai Interno pode ser feita da seguinte forma, como sugestão (pois a oração a Deus deve ser efetuada sempre da maneira mais singela e verdadeira possível, saída do coração):

“Meu Pai, meu Deus, meu Senhor,
Suplico e imploro ao Senhor,
Para que nesta noite, fora do corpo físico,
Me leve em corpo astral ao sagrado
Hospital da Medicina Universal,
Ao Templo de Alden.
AOM…AOM…AOM…”

Você pode realizar essa súplica por 9 dias seguidos, e todos os dias pela manhã, anote em um caderno todas as recordações de seus sonhos (experiências astrais), além de observar a mudança de seu estado de humor e bem-estar interior e físico.

Além da oração e das correntes de cura, você também pode escrever uma Carta Astral de Cura aos mestres do Templo de Alden. Saiba mais, clicando aqui.

Os 5 centros e suas disfunções

Posted: 03 Jul 2013 08:00 AM PDT

Psicologia Gnóstica

A questão do funcionamento equivocado dos Centros é um tema que exige um estudo de toda a vida, através da observação de “si mesmo” em ação e do exame rigoroso dos sonhos.

Não é possível chegarem, num instante, à compreensão dos centros. Necessitamos de infinita paciência para compreender suas formas incorretas de trabalhar.

Toda a vida se desenvolve em razão dos Centros e é controlada por eles. Nossos pensamentos, sentimentos, esperanças, temores, amores, ódios, ações, sensações, prazeres, satisfações, frustrações etc. encontram-se nos Centros.

O descobrimento de algum elemento inumano em qualquer um dos Centros deve ser motivo mais do que suficiente para trabalhá-lo esotericamente.

É necessário compreender o que é a mente e o que são o sentimento e o sentimentalismo. Se estudarmos o Ser cuidadosamente, veremos que a mente não é o Ser. Na Teosofia fala-se muito do corpo Mmntal e as diversas escolas de pensamento o citam. Não queremos com isso dizer que todos os “humanoides” já possuam o veículo mental. Haverá manas, como se diz em sânscrito, ou seja, substância mental, depositada em cada um de nós, porém, isso não é possuir realmente o veículo da mente.

Em todo caso, a mente, se é que o ser humano já possui tal veículo ou que está começando a criá-lo, e mesmo que ainda não o tenha, não é mais que um instrumento de manifestação, mas não é o Ser. O sentimento tampouco é o Ser. No passado, senti-me inclinado a crer que o sentimento, em si mesmo, correspondia ao Ser.

Mais tarde, depois de severas análises, vi-me na necessidade de retificar tal conceito. Obviamente, o sentimento advém do corpo astral nos seres humanos. Poderiam objetar-me dizendo que nem todos possuem este precioso veículo kedsjano e nisso estamos de acordo, mas existe a emoção, a substância astral correspondente em cada um de nós.

De fato, quer tenhamos o veículo sideral quer não, surge evidentemente isso que se chama sentimento. Em seu aspecto negativo, o sentimentalismo nos converte em entes demasiadamente negativos, mas o sentimento tampouco é o Ser, pode pertencer ao centro emocional, porém não é o Ser.

A mente tem o seu Centro (o Centro Intelectual), mas não é o Ser. O Centro da Mente, o Intelectual, está localizado no cérebro – isto é obvio –, porém não é o Ser. O sentimento corresponde ao Centro Emocional, localiza-se na região do plexo solar e abarca os centros nervosos simpáticos e o coração, porém não é o Ser.

O Ser é o Ser, e a razão do ser do Ser é o mesmo Ser…

Por que temos de nos deixar levar pelos Centros da máquina? Por que permitimos que o Centro Intelectual ou o Emocional nos controlem? Por que temos de ser escravos desta maquinaria? Devemos aprender a controlar todos os Centros da máquina, devemos nos converter em seus senhores.

Há cinco Centros na máquina, e isto é óbvio: o Intelectual, primeiro; o Emocional, segundo; o Motor, terceiro; o Instintivo, quarto; e o Sexual, quinto.

Mas, os Centros da máquina não são o Ser; podem estar a serviço do Ser, porém não são o Ser. Assim, pois, nem a mente nem o sentimento são o Ser.

Por que sofrem os seres humanos? Porque permitem que o pensamento e o sentimento intervenham nas diversas circunstâncias da vida. Se nos insultam, reagimos de imediato, se ferem nosso amor próprio, sofremos e até nos encolerizamos.

Quando contemplamos todo o panorama da vida, podemos evidenciar claramente que temos sido, diríamos, como pedaços de madeira no oceano, graças precisamente a que temos permitido que a mente e o sentimento se intrometam nas diversas circunstâncias da existência.

Não temos dado oportunidade à Essência, ao Ser, para que se expresse através de nós. Temos sempre tentado resolver as coisas por nossa conta, reagimos ante qualquer palavra dura, qualquer problema ou qualquer dificuldade. Sentimos-no feridos quando alguém nos fere, ou contentes quando alguém nos agrada.

Temos sido, dissemos, como pedaços de madeira entre as embravecidas ondas do grande oceano, não temos sido senhores de nós mesmos.

Por que nos preocupamos? Pergunto a mim mesmo e pergunto a vocês. Por causa dos “problemas”, me diriam. A preocupação, meus caros irmãos, é um hábito de muito mau gosto, de nada serve, nada resolve. Uma pessoa tem de aprender a viver de instante em instante, de momento ao momento. Por que haverá alguém de se preocupar?

Assim, não devemos permitir que a mente e os sentimento se intrometam nas diversas circunstâncias da vida. A personalidade humana deve tornar-se passiva, tranquila. Isto implica, de fato, uma tremenda atividade da consciência, isso significa aprender a viver conscientemente, isso significa dispor a base para o despertar.

Para Saber Mais:

Disfunções no trabalho do centro intelectual

Disfunções no trabalho do centro emocional

Disfunções no trabalho do centro motor

Disfunções no trabalho do centro instintivo

Disfunções no trabalho do centro sexual

Como acessar o centro emocional superior

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Ressonância mórfica

Posted: 02 Jul 2013 12:00 AM PDT

Ciência Gnóstica

Ressonância mórfica: a teoria do centésimo macaco.

Na biologia, surge uma nova hipótese que promete revolucionar toda a ciência.

Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento
rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia.

Quando o centésimo símio da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.

Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie. Este é uma história fictícia, não um relato verdadeiro. Numa versão alternativa, em vez de quebrarem cocos, os macacos aprendem a lavar raízes antes de comê-las. De um modo ou de outro, porém, ela ilustra uma das mais ousadas e instigantes idéias científicas da atualidade: a hipótese dos “campos mórficos”, proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake.

Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.

Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes.

Sua atuação é semelhante à dos campos magnéticos, da física. Quando colocamos uma folha de papel sobre um ímã e espalhamos pó de ferro em cima dela, os grânulos metálicos distribuem-se ao longo de linhas geometricamente precisas. Isso acontece porque o campo magnético do ímã afeta toda a região à sua volta. Não podemos percebê-lo diretamente, mas somos capazes de detectar sua presença por meio do efeito que ele produz, direcionando as partículas de ferro. De modo parecido, os campos mórficos distribuem-se imperceptivelmente pelo espaço-tempo, conectando todos os sistemas individuais que a eles estão associados.

A analogia termina aqui, porém. Porque, ao contrário dos campos físicos, os campos mórficos de Sheldrake não envolvem transmissão de energia. Por isso, sua intensidade não decai com o quadrado da distância, como ocorre, por exemplo, com os campos gravitacional e eletromagnético. O que se transmite através deles é pura informação. É isso que nos mostra o exemplo dos
macacos. Nele, o conhecimento adquirido por um conjunto de indivíduos agrega-se ao patrimônio coletivo, provocando um acréscimo de consciência que passa a ser compartilhado por toda a espécie.

Até os Cristais

O processo responsável por essa coletivização da informação foi batizado por Sheldrake com o nome de “ressonância mórfica”. Por meio dela, as informações se propagam no interior do campo mórfico, alimentando uma espécie de memória coletiva. Em nosso exemplo, a ressonância mórfica entre macacos da mesma espécie teria feito com que a nova técnica de quebrar cocos chegasse à ilha “B”, sem que para isso fosse utilizado qualquer meio usual de transmissão de informações.

Parece telepatia. Mas não é. Porque, tal como a conhecemos, a telepatia é uma atividade mental superior, focalizada e intencional que relaciona dois ou mais indivíduos da espécie humana. A ressonância mórfica, ao contrário, é um processo básico, difuso e não-intencional que articula coletividades de qualquer tipo. Sheldrake apresenta um exemplo desconcertante dessa propriedade.

ressonancia-morfica-gnosisonlineQuando uma nova substância química é sintetizada em laboratório – diz ele -, não existe nenhum precedente que determine a maneira exata de como ela deverá cristalizar-se. Dependendo das características da molécula, várias formas de cristalização são possíveis. Por acaso ou pela intervenção de fatores puramente circunstanciais, uma dessas possibilidades se efetiva e a substância segue um padrão determinado de cristalização.

Uma vez que isso ocorra, porém, um novo campo mórfico passa a existir. A partir de então, a ressonância mórfica gerada pelos primeiros cristais faz com que a ocorrência do mesmo padrão de cristalização se torne mais provável em qualquer laboratório do mundo. E quanto mais vezes ele se efetivar, maior será a probabilidade de que aconteça novamente em experimentos futuros.

Com afirmações como essa, não espanta que a hipótese de Sheldrake tenha causado tanta polêmica. Em 1981, quando ele publicou seu primeiro livro, A New Science of Life (Uma nova ciência da vida), a obra foi recebida de maneira diametralmente oposta pelas duas principais revistas científicas da Inglaterra. Enquanto a New Scientist elogiava o trabalho como “uma importante pesquisa científica”, a Nature o considerava “o melhor candidato à fogueira em muitos anos”.

Doutor em biologia pela tradicional Universidade de Cambridge e dono de uma larga experiência de vida, Sheldrake já era, então, suficientemente seguro de si para não se deixar destruir pelas críticas. Ele sabia muito bem que suas idéias heterodoxas não seriam aceitas com facilidade pela comunidade científica. Anos antes, havia experimentado uma pequena amostra disso, quando, na condição de pesquisador da Universidade de Cambridge e da Royal Society, lhe ocorreu pela primeira vez a hipótese dos campos mórficos.

A ideia foi assimilada com entusiasmo por filósofos de mente aberta, mas Sheldrake virou motivo de gozação entre seus colegas biólogos. Cada vez que dizia alguma coisa do tipo “eu preciso telefonar”, eles retrucavam com um “telefonar para quê? Comunique-se por ressonância mórfica”.

Era uma brincadeira amistosa, mas traduzia o desconforto da comunidade científica diante de uma hipótese que trombava de frente com a visão de mundo dominante. Afinal, a corrente majoritária da biologia vangloriava-se de reduzir a atividade dos organismos vivos à mera interação físico-química entre moléculas e fazia do DNA uma resposta para todos os mistérios da vida.

A realidade, porém, é exuberante demais para caber na saia justa do figurino reducionista.

Exemplo disso é o processo de diferenciação e especialização celular que caracteriza o desenvolvimento embrionário. Como explicar que um aglomerado de células absolutamente iguais, dotadas do mesmo patrimônio genético, dê origem a um organismo complexo, no qual órgãos diferentes e especializados se formam, com precisão milimétrica, no lugar certo e no momento adequado?

A biologia reducionista diz que isso se deve à ativação ou inativação de genes específicos e que tal fato depende das interações de cada célula com sua vizinhança (entendendo-se por vizinhança as outras células do aglomerado e o meio ambiente). É preciso estar completamente entorpecido por um sistema de crenças para engolir uma “explicação” dessas.ressonancia-morfica2-gnosisonline

Como é que interações entre partes vizinhas, sujeitas a tantos fatores casuais ou acidentais, podem produzir um resultado de conjunto tão exato e previsível? Com todos os defeitos que possa ter, a hipótese dos campos mórficos é bem mais plausível.

Uma estrutura espaço-temporal desse tipo direcionaria a diferenciação celular, fornecendo uma espécie de roteiro básico ou matriz para a ativação ou inativação dos genes.

Ação Modesta

A biologia reducionista transformou o DNA numa cartola de mágico, da qual é possível tirar qualquer coisa. Na vida real, porém, a atuação do DNA é bem mais modesta. O código genético nele inscrito coordena a síntese das proteínas, determinando a seqüência exata dos aminoácidos na construção dessas macromoléculas. Os genes ditam essa estrutura primária e ponto.

“A maneira como as proteínas se distribuem dentro das células, as células nos tecidos, os tecidos nos órgãos e os órgãos nos organismos não estão programadas no código genético”, afirma Sheldrake. “Dados os genes corretos, e portanto as proteínas adequadas, supõe-se que o organismo, de alguma maneira, se monte automaticamente. Isso é mais ou menos o mesmo que enviar, na ocasião certa, os materiais corretos para um local de construção e esperar que a casa se construa espontaneamente.”

A morfogênese, isto é, a modelagem formal de sistemas biológicos como as células, os tecidos, os órgãos e os organismos seria ditada por um tipo particular de campo mórfico: os chamados “campos morfogenéticos”. Se as proteínas correspondem ao material de construção, os “campos morfogenéticos” desempenham um papel semelhante ao da planta do edifício.

Devemos ter claras, porém, as limitações dessa analogia. Porque a planta é um conjunto estático de informações, que só pode ser implementado pela força de trabalho dos operários envolvidos na construção. Os campos morfogenéticos, ao contrário, estão eles mesmos em permanente interação com os sistemas vivos e se transformam o tempo todo graças ao processo de ressonância mórfica.

Tanto quanto a diferenciação celular, a regeneração de organismos simples é um outro fenômeno que desafia a biologia reducionista e conspira a favor da hipótese dos campos morfogenéticos. Ela ocorre em espécies como a dos platelmintos, por exemplo. Se um animal desses for cortado em pedaços, cada parte se transforma num organismo completo.

Forma Original

Como mostra a ilustração da página ao lado, o sucesso da operação independe da forma como o pequeno verme é seccionado. O paradigma científico mecanicista, herdado do filósofo francês René Descartes (1596-1650), capota desastrosamente diante de um caso assim. Porque Descartes concebia os animais como autômatos e uma máquina perde a integridade e deixa de funcionar se algumas de suas peças forem retiradas. Um organismo como o platelminto, ao contrário, parece estar associado a uma matriz invisível, que lhe permite regenerar sua forma original mesmo que partes importantes sejam removidas.

A hipótese dos campos morfogenéticos é bem anterior a Sheldrake, tendo surgido nas cabeças de vários biólogos durante a década de 1920. O que Sheldrake fez foi generalizar essa ideia, elaborando o conceito mais amplo de campos mórficos, aplicável a todos os sistemas naturais e não apenas aos entes biológicos.

Propôs também a existência do processo de ressonância mórfica, como princípio capaz de explicar o surgimento e a transformação dos campos mórficos. Não é difícil perceber os impactos que tal processo teria na vida humana. “Experimentos em psicologia mostram que é mais fácil aprender o que outras pessoas já aprenderam”, informa Sheldrake.

Ele mesmo vem fazendo interessantes experimentos nessa área. Um deles mostrou que uma figura oculta numa ilustração em alto constraste torna-se mais fácil de perceber depois de ter sido percebida por várias pessoas. Isso foi verificado numa pesquisa realizada entre populações da Europa, das Américas e da África em 1983. Em duas ocasiões, os pesquisadores mostraram as ilustrações 1 e 2 a pessoas que não conheciam suas respectivas “soluções”. Entre uma enquete e outra, a figura 2 e sua “resposta” foram transmitidas pela TV. Verificou-se que o índice de acerto na segunda mostra subiu 76% para a ilustração 2, contra apenas 9% para a 1.

Aprendizado

Se for definitivamente comprovado que os conteúdos mentais se transmitem imperceptivelmente de pessoa a pessoa, essa propriedade terá aplicações óbvias no domínio da educação. “Métodos educacionais que realcem o processo de ressonância mórfica podem levar a uma notável aceleração do aprendizado”, conjectura Sheldrake. E essa possibilidade vem sendo testada na Ross School, uma escola experimental de Nova York dirigida pelo matemático e filósofo Ralph Abraham.

Outra conseqüência ocorreria no campo da psicologia. Teorias psicológicas como as de Carl Gustav Jung e Stanislav Grof, que enfatizam as dimensões coletivas ou transpessoais da psique, receberiam um notável reforço, em contraposição ao modelo reducionista de Sigmund Freud (leia o artigo “Nas fronteiras da consciência”, em Globo Ciência nº 32).

Sem excluir outros fatores, o processo de ressonância mórfica forneceria um novo e importante ingrediente para a compreensão de patologias coletivas, como o sadomasoquismo e os cultos da morbidez e da violência, que assumiram proporções epidêmicas no mundo contemporâneo, e poderia propiciar a criação de métodos mais efetivos de terapia.

“A ressonância mórfica tende a reforçar qualquer padrão repetitivo, seja ele bom ou mal”, afirmou Sheldrake a Galileu. “Por isso, cada um de nós é mais responsável do que imagina. Pois nossas ações podem influenciar os outros e serem repetidas”.

De todas as aplicações da ressonância mórfica, porém, as mais fantásticas insinuam-se no domínio da tecnologia. Computadores quânticos, cujo funcionamento comporta uma grande margem de indeterminação, seriam conectados por ressonância mórfica, produzindo sistemas em permanente transformação. “Isso poderia tornar-se uma das tecnologias dominantes do novo milênio”, entusiasma-se Sheldrake.

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