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Os mistérios egípcios – O papiro Nebseni

Posted: 19 Sep 2013 04:00 AM PDT

Teologia Gnóstica

Quero terminar o presente capítulo transcrevendo e até comentando brevemente cada versículo da Confissão Egípcia, Papiro Nebseni:

1 – Ó tu, espírito que marchas a grandes passadas e que surges em Heliópolis, escuta-me! Eu não cometi ações perversas. (É claro que aquele que fora capaz de feitos mal intencionados deixou de existir. Somente o Ego comete tais atos. O Ser do defunto ainda em corpo vivo nunca realizaria nada maligno.)

2 – Ó tu, espírito que te manifestas em Ker-ahá e cujos braços estão rodeados de um fogo que arde! Eu não tenho agido com violência. (Ressalta, com inteira clareza, que a violência é dona de mil facetas. O Ego quebra leis, vulnera honras, profana, força mentes alheias, rompe, deslustra e intimida o próximo. O Ser sempre respeita o livre arbítrio de nossos semelhantes; é sempre sereno e tranquilo.)

3 – Ó tu, espírito que te manifestas em Hermópolis e que respiras o alento divino. Meu coração detesta a brutalidade. (O Ego, certamente grosseiro, é torpe, incapaz, amigo da leviandade, bestial por natureza e por instinto animal. O Ser é distinto, refinado, sábio, capaz, divinal e docemente severo.)

4 – Ó tu, espírito que te manifestas nas fontes do Nilo e que te alimentas sobre as sombras dos mortos! Eu não roubei. (Ao Ego agrada o furto, a rapina, o saque, a pilhagem, o rapto, o seqüestro, a fraude, a estafa, tomar emprestado e não devolver, abusar da confiança dos outros e reter o alheio, explorar o próximo, dedicar-se ao peculato. O Ser goza dando e até renunciando aos frutos da ação, é serviçal, desinteressado, caritativo, filantropo e altruísta.)

5 – Ó tu, espírito que te manifestas em Restau e cujos membros apodrecem e engrangrenam! Eu não matei meus semelhantes. (O assassinato é o ato de corrupção mais hediondo existente no mundo. Não somente apaga a vida alheia com revólveres, gases, espadas, venenos, pedras, paus, mas também aniquila a vida de nossos semelhantes com palavras duras, olhares violentos, atos de ingratidão, infidelidade, traição, gargalhadas. Muitos pais e mães de família talvez ainda existissem se seus filhos não lhes tivessem tirado a vida mediante más ações. Multidões de esposas ou de esposos todavia ainda respirariam sob a luz do sol se um dos cônjuges houvesse permitido. Recordemos que o ser humano mata o que mais quer. Qualquer sofrimento moral pode adoecer-nos e levar-nos ao sepulcro. Todas as enfermidades têm origem no psiquismo.)

6 – Ó tu, espírito que te manifestas no céu sob a dupla forma do leão. Eu não diminuí o salamim de trigo. (O Ego altera o peso dos víveres.)

7 – Ó tu, espírito que te manifestas em Letópolis e cujos dois olhos ferem como punhais! Eu não cometi fraude. (O Ser jamais cometerá delito.)

8 – Ó tu, espírito da deslumbrante máscara que andas lentamente para trás! Eu não subtraí o que pertencia aos deuses. (Agrada ao Ego saquear os sepulcros dos grandes iniciados; profanar as sagradas tumbas; roubar as relíquias veneráveis, saquear as múmias em suas moradas, buscar nas entranhas da terra as coisas santas para profaná-las.)

9 – Ó tu, espírito que te manifestas em Herakleópolis e que golpeias e torturas os ossos! Eu não menti. (O Ego satisfaz-se com o embuste, o engano, a falsidade, a mentira, a vaidade, o erro, a ficção, o aparente. O Ser é diferente, jamais mente, sempre diz a verdade, custe o que custar.)

10 – Ó tu, espírito que te manifestas em Mênfis e quer fazer surgir e crescer as chamas. Eu não roubei o alimento de meus semelhantes. (Ao Ego apraz separar a comida de seus semelhantes, negociar ilicitamente com o alimento alheio, subtrair, extrair mesmo que seja uma parte do que não lhe pertence, levar a fome aos povos e aos grupos de pessoas, ocultar os víveres, encarecê-los, tirar deles absurdos lucros, roubar, negar um pão ao faminto.)

11 – Ó tu, espírito que te manifestas no Amenti, divindade das duas fontes do Nilo! Eu não difamei. (Ao Ego agrada a calúnia, a impostura, a murmuração, a maledicência, desacreditar nos outros, denegrir, injuriar, ao passo que o Ser prefere calar ao invés de profanar o Verbo).

12 – Ó tu, espírito que te manifestas na região dos lagos e cujos dentes brilham como o sol! Eu não sou agressivo. (O Ego é por natureza provocador, cáustico, irônico, mordaz, insultante, pulsante, aprecia o ataque, o assalto, a arremetida; fere com o sorriso sutil de Sócrates e mata com a gargalhada estrondosa de Aristófanes. No Ser, sempre sereno, equilibram-se a doçura e a severidade.)

13 – Ó tu, espírito que surges junto ao cadafalso e que, voraz, te precipitas sobre o sangue das vítimas! Sabei: eu não matei os animais do templo. (Os animais consagrados à divindade; porém o Ego fere e assassina as criaturas dedicadas ao Eterno. Somente o Ser sabe abençoar, amar e fazer todas as coisas perfeitas.)

14 – Ó tu, espírito que te manifestas na vasta sala dos trinta juízes e que te nutres de entranhas de pecadores! Eu não defraudei. (Ao Ego compraz, usurpar, roubar, frustrar, alterar, desbaratar.)

15 – Ó tu, Senhor da ordem universal, que te manifestas na Sala da Verdade-Justiça, aprende! Eu não monopolizei os campos de cultivo. (A terra é de quem a trabalha; o obreiro trabalha, lavra, sua. Mas os poderosos, os usurpadores, retêm, absorvem os terrenos cultivados. Assim é o Ego.)

16 – Ó tu, espírito que te manifestas em Bubastis e que marchas retrocedendo, aprende! Eu não escutei atrás das portas. (O Ego é curioso e perverso, por natureza e por instinto. Dizem que as sebes, muros ou paredes têm ouvidos e as portas também. O Ego encanta-se, intrometendo-se na intimidade do próximo. Mefistófeles ou Satã é sempre intruso, intrometido.)

17 – Ó tu, espírito Asti, que apareces em Heliópolis! Eu não pequei jamais pelo excesso de palavras. (O Eu é charlatão, conversador, falador, loquaz. O Ser fala o estritamente necessário, jamais brinca com a palavra.)

18 – Ó tu, espírito Tatuf, que apareces em Ati! Eu não pronunciei maldições, quando me causaram danos. (O Ego gosta de maldizer, denegrir, abominar, destratar. O Ser apenas sabe abençoar, amar e perdoar.)

19 – Ó tu, espírito Uamenti, que apareces nas covas de tortura! Eu não cometi adultério. (O Ego é mistificador, corrompido, viciado, falso, satisfaz-se justificando o adultério, sublimando-o, dando-lhe de si mesmo e dos demais; adorna-o com normas legítimas e cartas de divórcios; legaliza-o com novas cerimônias nupciais. Aquele que cobiça a mulher alheia é, de fato, adúltero, mesmo que jamais copule com ela. Em verdade vos digo que o adultério nas profundezas do subconsciente das pessoas mais castas, tem múltiplas facetas.)

20 – Ó tu, espírito que te manifestas no templo de Ansu e que olhas cuidadosamente as oferendas que te levam! Sabe, não cessei jamais de ser casto. (A castidade absoluta somente é possível quando o Ego está bem morto. Muitos anacoretas que alcançaram no mundo físico a pureza, a virgindade da alma, a honestidade e a candura quando foram submetidos às provas nos mundos supra-sensíveis fracassaram, delinqüiram, caíram como Amfortas, o Rei do Graal, entre os impudicos braços de Kundry, Gundrígia, aquela loura tempestuosa que chamavam Herodias.)

21 – Ó tu, espírito que apareces em Hehatu, chefe dos antigos Deuses! Eu nunca atemorizei as pessoas. (O Ego gosta de horrorizar, horripilar, espantar, intimidar os outros, ameaçar, derrubar moralmente o próximo, prostrá-lo, abatê-lo, assustá-lo. As casas comerciais costumam enviar lembretes, às vezes muito finos, aos seus clientes morosos, porém sempre ameaçadores.)

22 – Ó tu, espírito destruidor que te manifestas em Kauí! Eu jamais violei a ordem dos tempos. (O Ego arbitrariamente muda os horários e altera o calendário. É útil recordarmos a autêntica ordem dos sete dias da semana: 1º dia: Lua, domingo; 2º dia: Mercúrio, segunda-feira; 3º dia: Vênus, terça-feira; 4º dia: Sol, quarta-feira; 5º dia: Marte, quinta-feira; 6º dia: Júpiter, sexta-feira; 7º dia: Saturno, sábado. Os pseudo-sábios alteraram esta ordem.)

23 – Ó tu, espírito que apareces em Urit, e de quem escuto a voz monótona! Eu jamais me entreguei à cólera. (O Ego está sempre disposto a deixar-se levar pela ira, o asco, o enfado, a irritação, a fúria, a exasperação, o desafio.)

24 – Ó tu, espírito que apareces na região do lago Hekat, sob a forma de um menino! Eu jamais fui surdo às palavras da Justiça. (O Ser ama sempre a eqüidade, o direito. É imparcial, reto, justo. Quer a legalidade, o que é legítimo, cultiva a virtude e a santidade; é exato nas suas coisas, cabal, completo; deseja a precisão e a pontualidade. Em contrapartida, o Ego trata sempre de justificar e desculpar seus próprios delitos. Jamais é pontual, deseja o suborno, é dado a aconselhar e corromper os tribunais da justiça humana.)

25 – Ó tu, espírito que apareces em Unes e cuja voz é tão penetrante! Eu jamais promovi querelas. (O Ego aprecia a mágoa, a discórdia, a disputa, a demanda, a briga. É amigo de politicalhas, contendas, pleitos, litígios, discussões. Por antítese diremos que o Ser é diferente: ama a paz, a serenidade, é inimigo das palavras duras; se aborrece com as alterações, as falcatruas. Diz o que tem a dizer e logo guarda silêncio, deixando aos seus interlocutores completa liberdade para pensarem, aceitarem ou recusarem; depois retira-se.)

26 – Ó tu, espírito Basti, que apareces nos Mistérios! Eu não fiz meus semelhantes derramarem lágrimas. (O pranto dos oprimidos cai sobre os poderosos como um raio de vingança. O Ego promove lamentos e deploráveis situações. O Iniciado bem morto, embora tenha vivo o seu corpo, onde quer que passe deixa centelhas de luz e de alegria.)

27 – Ó tu, espírito cujo rosto está na parte posterior da cabeça, e que deixas tua morada oculta! Eu jamais pequei contra a natureza com os homens. (Os infrassexuais de Lilith, homossexuais, pederastas, lesbianas, afeminados, são sementes degeneradas, casos perdidos, sujeitos que de nenhuma maneira podem se auto-realizar. Para esses serão as trevas exteriores, onde se ouve somente o pranto e o ranger de dentes.)

28 – Ó tu, espírito com a perna envolta em fogo e que sais de Akhekhu! Eu jamais pequei pela impaciência. (A intranqüilidade, o desassossego, a falta de paciência e de serenidade são obstáculos que impedem o trabalho esotérico e a auto-realização íntima do Ser. O Eu é por natureza impaciente, intranqüilo, tem sempre tendência a alterar-se, enfadar-se, arder, enojar-se. Não sabe esperar e por isso fracassa.)

29 – Ó tu, espírito que sais de Kenemet e cujo nome é Kenemti! Eu jamais injuriei a qualquer pessoa. (O iniciado bem morto, que já dissolveu o Ego, tem somente dentro de si o Ser e este é de natureza divina, incapaz de injuriar o próximo. O Ser não ofende a ninguém, é perfeito em pensamento, palavra e obra. O Ego fere, maltrata, danifica, insulta, ultraja, agrava.)

30 – Ó tu, espírito que sais de Saís, e que levas em tuas mãos tua oferenda. Eu não fui querelador. (Ao Ego agradam as broncas, alvoroços, grosserias.)

31 – Ó tu, espírito que apareces na cidade de Djefit e cujas faces são múltiplas! Eu não agi precipitadamente. (O Eu tem sempre a marcada tendência a desesperar-se. É arrebatador, inconsiderado, imprudente, temerário, irreflexivo, deseja correr, andar depressa, não tem precaução. O Ser é muito diferente, profundo, reflexivo, prudente, paciente, sereno.)

32 – Ó tu, espírito que apareces em Unth e que estás cheio de astúcia! Eu não faltei com o respeito aos deuses. (Durante este presente ciclo tenebroso do Kali-Yuga as pessoas zombam dos deuses santos, Prajapatis ou Elohim bíblicos. As multidões da futura sexta raça voltarão a venerar os inefáveis.)

33 – Ó tu, espírito adornado de chifres e que sais de Santiú! Em meus discursos nunca usei de palavras excessivas. (Observemos os charlatães das diversas emissoras radiofônicas! Assim também é o Eu; sempre palrador.)

34 – Ó tu, Nefer-Tum, que sais de Mênfis! Eu não defraudei nem obrei com perversidade. (A fraude tem muitos coloridos de tipo psicológico. Sentem-se defraudadas as noivas enganadas; os maridos traídos; os pais e mães abandonados ou feridos moralmente por seus filhos; o trabalhador despedido injustamente de seu emprego; o menino que não recebeu o prêmio prometido; o grupo esotérico abandonado por seu guia. Interessa ao Eu defraudar, perverter, corromper, infeccionar tudo quanto toca.)

35 – Ó tu, Tum Sep, que sais de Djedu! Eu não tenho jamais injuriado o rei. (Os chefes de Estado são os veículos do Karma; por isso não devemos amaldiçoá-los.)

36 – Ó tu, espírito, cujo coração é ativo e que sais de Debti! Eu jamais poluí as águas. (Seria o cúmulo do absurdo que um iniciado com o Ego bem morto cometesse o crime de emporcalhar as águas dos rios e dos lagos. Mas apraz ao Eu realizar tais crimes, porque não sente compaixão pelas criaturas; não quer entender que ao infectar o elemento líquido prejudicam tudo o que tiver vida.)

37 – Ó tu, Hi, que apareces no céu! Saiba: minhas palavras jamais foram altaneiras. (O Ego é altivo por natureza, soberbo, orgulhoso, arrogante, imperioso, depreciativo, desdenhoso. Ele esconde seu orgulho sob a túnica de Arístipo – vestimenta cheia de buracos e remendos. Dá-se até ao luxo de falar com fingida mansietude e poses piedosas, mas através dos buracos de sua roupa nota-se a sua vaidade.)

38 – Ó tu, que ordenas aos iniciados! Eu não amaldiçoei os deuses. (As pessoas perversas abominam e denigrem os deuses, anjos e devas.)

39 – Ó tu, Neheb-Nefert, que sais do lago! Eu não fui jamais impertinente nem insolente. (A impertinência e a insolência fundamentam-se na falta de humildade e paciência. O Ego gosta de pisar, magoar, é irreverente, inoportuno, disparato, grosseiro, precipitado, torpe.)

40 – Ó tu, Nehebe-Kau, que sais da cidade. Eu não intriguei jamais, nem me fiz valer. (O Ego quer subir, galgar o cimo da escada, fazer-se sentir, ser alguém na vida. O Eu é farsante, embrulhão, enredador, maquinador, obscuro e perigoso.)

41 – Ó tu, espírito, cuja cabeça está santificada e que logo sais de teu esconderijo! Saiba: eu não enriqueci de modo ilícito. (O Ego vive em função do “mais”. O processo acumulativo do Eu é horripilante: mais dinheiro, não importando os meios, ainda que seja estafando, enganando, defraudando, intimando, trapaceando. Mefistófeles é perverso, malvado, assim tem sido sempre Satã, o Mim Mesmo.)

42 – Ó tu, espírito que sais do mundo inferior e levas ante ti teu braço cortado. Eu jamais desdenhei os deuses da minha cidade. (Essas divindades inefáveis, anjos protetores das povoações, espíritos familiares, etc, merecem nossa admiração e respeito. Eles são os Deuses Penates dos antigos tempos. Cada cidade, povo, metrópole ou aldeia, tem seu reitor espiritual, seu Prajapati. Não existe família que não tenha seu próprio regente espiritual. O Ego despreza os pastores da alma.)

(Samael Aun Weor, O Parsifal Desvelado)

Fulcanelli, o alquimista ressurrecto

Posted: 18 Sep 2013 04:25 PM PDT

Mestres da Senda

Fulcanelli é um misterioso indivíduo que apareceu na Europa entre as décadas de 1920 e 1950 e que impressionou os cientistas, sábios, jornalistas e esoteristas de sua época.

Escreveu duas obras complexas e fantásticas de Alquimia e Arquitetura, realizou experimentos de transmutação de ferro e chumbo no mais fino ouro e também deu explicações avançadíssimas para a época sobre física nuclear. Quem é, afinal, esse homem, considerado até hoje um autêntico Alquimista e Mestre?

Alguém pergunta ao Venerável Mestre Samael: “Qual sua opinião sobre Fulcanelli?”

Resposta: “Fulcanelli é um Ressurrecto que realizou a Grande Obra. Sua máxima obra, precisamente, foi intitulada As Moradas dos Filósofos e ninguém, desgraçadamente, a entendeu. Isso se deve a que, para entendê-la, é necessário havê-la realizado…

Depois da Segunda Guerra Mundial, certos serviços secretos estiveram procurando esse Mestre Alquimista (ele é um expert em física nuclear) para arrancar dele alguma informação, porém, afortunadamente, ele soube evadir-se e agora está em certos lugares secretos que são, por sua vez, templos ou monastérios”.

O mestre Samael Aun Weor explica que esse grande Ser, publicamente conhecido como Fulcanelli, é um autêntico Alquimista, no sentido mais completo do termo. Não só foi um transmutador de metais químicos, como era um Alquimista de sua própria Alma. Mas, afinal, quem foi Fulcanelli e qual a importância de estudar sua vida e obra? Por que Samael teve As Moradas dos Filósofos como seu livro de cabeceira?

Entre os filhos da Magna Ciência, ou Filhos da Viúva (a Alquimia), quem mais se aproximou do segredo indizível do Grande Arcano foi o Mestre Fulcanelli, porém, sem se atrever a rasgar o Véu do Santuário. Esse Artifício, que constitui o Secretum Secretorum, o Magnum Misterium, requer a ajuda de um agente oculto, de um fogo secreto, o qual Fulcanelli apenas mencionou.

Fulcanelli é um alquimista francês, autor de três fantásticas e imperdíveis obras:

O Mistério das Catedrais (1926)
As Moradas dos Filósofos (1930) e
Finis Gloriae Mundi, magníficas obras que desvelam toda a complexa plêiade de símbolos alquímicos vistos em catedrais, igrejas, castelos, ícones sagrados, lareiras e muitos outros, espalhados por toda a Europa.

Fulcanelli foi o mestre de Eugene Canseliet, notório escritor e divulgador da Alquimia, desde 1915. Entre 1922 e 1923, após receber o Donum Dei (o Dom de Deus), esse mestre produziu a Pedra Filosofal e operou uma transmutação de 100 gramas de chumbo em ouro no laboratório da fábrica de gás de Sarcelles, na frente de diversos cientistas e jornalistas.

Divina Mãe Alquimia

Também operou maravilhas na presença de dois escritores franceses famosos à época, Jacques Bergier e Louis Pauwels, que detalharam esses feitos alquímicos em um livro.

Desapareceu pouco antes da publicação do seu primeiro livro, devido a que foi perseguido pelos serviços secretos dos Aliados e também dos soviéticos, escondendo-se, segundo o VM Samael Aun Weor, em um mosteiro, e só voltou a aparecer ao seu discípulo em 1953, na cidade espanhola de Sevilha.

Livros de Fulcanelli

– O Mistério das Catedrais: Apresenta a Catedral fundamentada na Ciência Alquímica, investigadora das transformações da Substância Original (Energia Sexual) da Matéria Elemental. Pois a Virgem Mãe despojada de seu véu simbólico (o Véu de Ísis), não é mais que a personificação da Substância Primitiva que empregou para realizar seus desígnios, o Princípio Criador de tudo o que existe.

Maria, Virgem e Mãe representa, pois, a Forma, e o Deus-Sol Pai é o emblema do espírito vital. Da união desses dois princípios resulta a matéria viva, submetida às vicissitudes das Leis de Mutação e Continuidade. Surge, então, Jesus, o Espírito Encarnado, o fogo que toma corpo nas coisas, tal como conhecemos: E o Verbo se fez carne e habitou entre nós. (O Mistérios das Catedrais).

– As Mansões Filosofais: Não há dúvida de que este livro (na edição francesa são dois volumes) é o mais conhecido e o mais apreciado dos estudantes de alquimia de todo o mundo. Contém os segredos mais profundos da Grande Obra.

– Finis Gloriae Mundi: Obra poética e sublime que demonstra as recompensas de quem finaliza a Grande Obra.

A Alquimia, remontando-se do concreto ao abstrato, do positivismo material ao espiritualismo puro, amplia o campo dos conhecimentos humanos, das possibilidades de ação e realização da União de Deus e da Natureza, da Criação e do Criador, da Ciência e da Religião. A Ciência Alquímica não se ensina. Cada um deve aprendê-la por si mesmo, não de maneira especulativa, senão com a ajuda de um trabalho perseverante, multiplicando os ensaios e as tentativas, de maneira que se submetam sempre as produções do pensamento ao controle da experiência.

Esse insigne Mestre, em linguagem alegórica, na qual encontramos amplos e profundos conhecimentos da Doutrina Gnóstica, mui ocultamente nos entrega o Grande Arcano, como no seguinte trecho: “O Alquimista deve unir-se a esta Virgem em corpo e alma, em Matrimônio Perfeito e indissolúvel, a fim de recobrar com ela o Andrógino Primordial e o estado de Inocência”. (Moradas Filosofais)

Outra afirmação curiosa de Fulcanelli: “Na segunda janela, não deixa de suscitar curiosidade uma cabeça rubicunda e lunar, coroada por um falo; descobrimos nela a indicação expressiva dos Dois Princípios cuja conjunção engendra a Matéria Filosofal. Esse hieróglifo do agente e do paciente, do Enxofre e do Mercúrio, do Sol e da Lua, pais filosóficos da Pedra, é suficientemente eloquente para ministrarmos a explicação”. (Moradas Filosofais).

Em suas obras, o grande mestre da Alquimia revela os segredos das catedrais góticas, resumindo que toda a Verdade, a Filosofia, a Religião, está baseada na Primeira Pedra, sobre a qual repousa toda a estrutura do Templo, e é este mesmo Arcano que se encontra nas pirâmides do Egito, nos templos da Grécia, nas catacumbas romanas e basílicas bizantinas.

“Tudo quanto buscam os sábios está no Mercúrio (Energia Sexual), ou melhor, na Pedra (sexo); a natureza é função desse Vaso (órgãos sexuais), que tanto se comenta sem saber o que é capaz de produzir; sem esse Mercúrio tomado de nossa Magnésia, nos assegura Filaleto, é inútil ascender a lâmpada ou Forno dos Filósofos (o chacra Mulhadara).

Qualquer profano que saiba manter o Fogo executará a Obra tão bem como um alquimista experiente; não requer perícia especial ou habilidade profissional, senão todo o conhecimento de um curioso Artifício que constitui o Secretum Secretorum, que (até então) não foi revelado; sem dúvida, os investigadores que com êxito remontaram os primeiros obstáculos e extraíram Água Viva da antiga Fonte, possuem a chave capaz de abrir as portas do laboratório hermético” (Moradas Filosofais)

Para o bom entendedor, é só ler com atenção e conhecimento gnóstico que Fulcanelli ensina que na busca da Pedra Filosofal e da fabricação do ouro “o essencial não é a transmutação dos metais, senão a do próprio experimentador”, ou seja, a Matéria-Prima está contida no próprio experimentador…

No Mistério das Catedrais, é ensinado o seguinte: “Existe uma pedra de grandes virtudes, a que sendo chamada pedra não é uma pedra, é mineral, vegetal e animal, encontra-se em toda parte e a toda hora, EM QUALQUER PESSOA”.

Paralelamente a isso, outro grande Alquimista que obteve Pedra Filosofal, Nicolas Flamel ensina: “Há uma pedra oculta, escondida e sepultada profundamente sob um manancial, ela é vil, pobre e sem nenhum valor, e está coberta de excrementos e de esterco (o centro sexual, que está próximo do aparelho excretor). A ela, sendo sempre a mesma, foram-lhe dados muitos nomes diversos. O sábio Morieno disse que esta pedra, que não é pedra, está animada porque tem a virtude de procriar e de gerar…”

Nos Sete Capítulos de Hermes, está escrito: “Eis que vos declaro o que foi oculto: A Obra está convosco e em vós, onde queira que ela esteja continuamente, vós também a tereis sempre onde vos encontrardes”.
Ainda assim, a natureza da Matéria-Prima para a Grande Obra seguia sendo um enigma.

Nem sequer o Grande Adepto Fulcanelli se atreveu a desvelar este outrora indizível mistério. Ele muito menos rasgou o véu que cobria o Artifício para a elaboração do Mercúrio Filosófico.

Fulcanelli afirma: “Saibam, pois, os Buscadores, que seu Solvente, ou mercúrio comum, é o resultado do trabalho da natureza, enquanto o mercúrio dos sábios é uma produção da Arte”. Devemos aclarar que para a elaboração do Mercúrio Filosófico, trabalha-se primeiro com o mercúrio, ou Matéria-Prima, que Samael Aun Weor aclarou como sendo os líquidos sexuais humanos (o sêmen no homem e os líquidos sexuais na mulher).

O mesmo autor diz que a técnica para a elaboração do Mercúrio Filosófico “não requer de uma especial destreza de mão, nem habilidade profissional, senão somente o conhecimento de um curioso ARTIFÍCIO (a prática da Magia Sexual), que constitui aquele Secretum Secretorum que jamais foi revelado e que, provavelmente, jamais o será”.

É claro que o “Pai de Todas as Luzes” do Grande Adepto Fulcanelli não o havia autorizado a revelar um mistério de tal índole. Mas, “O Pai de Todas as Luzes”, no Venerável Mestre Samael Aun Weor autorizou-o a desvelar o que antes nenhum outro Mestre entregou publicamente à humanidade.

Alquimia Sexual

Em sua obra Tratado de Alquimia Sexual, o VM Samael ensina:

1- Arnoldo de Villanueva, Alberto o Grande, Raimundo Lulio e muitos outros alquimistas denominam Mercúrio o Esperma ou Sêmen.

2- Não há senão uma só matéria que serve de fundamento para a Grande Obra do Pai.

3- Essa matéria-prima da Grande Obra, é o esperma denominado Mercúrio por todos os alquimistas.

4- O Mercúrio é o Esperma cozido de todos os metais.

5- Diz Arnoldo de Villanueva que, segundo o grau de sulfuração, o Mercúrio engendra os diversos metais (corpo astral, mental, causal etc.) no seio da Terra (Filosófica).

6- Assim, pois, o Mercúrio segundo o grau de cocção, vem a revestir as diversas formas metálicas.

7- Realmente, cada coisa pode ser decomposta em seus próprios elementos.

8- Com a ajuda do calórico podemos decompor o gelo em água, porque a água é o elemento do gelo.

9- Assim, pois, todos os metais da terra podem ser decompostos no Mercúrio, porque o mercúrio é a matéria-prima de todos os metais.

10- Esse Mercúrio é o Sêmen espermático, no qual podem decompor-se todos os metais, porque esse é o elemento de onde saem todas as coisas.

11- O homem pode decompor-se no sêmen, porque esse é o elemento de onde saiu, e cada coisa pode ser decomposta nos próprios elementos de que está composta.

12- Antes de poder transmutar os metais, primeiro deve-se reduzi-los à sua matéria-prima.

13- Assim, também, antes que o homem possa se redimir de seus pecados e entrar no reino dos céus, primeiro deve-se reduzi-los à sua matéria-prima, para logo transmutá-lo no homem celestial de que nos fala São Paulo.

14- Por exemplo, se eu tenho uma estátua e quero dar a essa estátua uma forma absolutamente nova, devo primeiro reduzir essa estátua à sua matéria-prima, decompondo-a nos mesmos elementos de que está composta.

15- Logo, com essa matéria-prima faço a estátua em forma absolutamente nova, e totalmente diferente.

16- Assim, também, se queremos nos transmutar em Homens Celestiais, em mestres de sabedoria, devemos reduzir-nos ao Esperma de que fomos formados, para elaborar o Cristo, o Menino de Ouro da Alquimia Sexual.

17- Muda as naturezas e acharás o que buscas.

A Alquimia é um Método Espiritual

Essencialmente, a Gnose preconizada por Samael Aun Weor propõe como método para o desenvolvimento espiritual do indivíduo a intensa vivência dos 3 Fatores de Revolução da Consciência, que foi continuamente enfatizado por Samael em todos os seus livros. Tais fatores conduzem o ser humano à Liberação Final, ou criação da Pedra Filosofal (o Cristo Íntimo dentro do próprio ser humano):

1. Morte: Eliminação dos elementos psicológicos indesejáveis, origem das fraquezas humanas, infelicidades, dores e erros, produzindo o Despertar da Consciência;
2. Nascimento: Criação através do exercício consciente do Amor e do Grande Arcano, veículos superiores que possibilitem investigar e comprovar as verdades cósmicas, além de desenvolver as faculdades latentes no homem; e
3. Sacrifício de Humanidade: Prática do altruísmo e da caridade, entregando desinteressadamente e sem distinção, um ensinamento regenerador às pessoas que anelam a Autorrealização Íntima do Ser.

O Secretum Secretorum, o Magnum Misterium, sempre procurado pelos alquimistas de todos os tempos, requer a ajuda de um Agente oculto, de um fogo secreto. Este segredo alquímico revelado pelo Mestre Samael Aun Weor é o fundamento da Pedra Filosofal, o Elixir da Longevidade.

Todos os Mestres, para chegarem à Ressurreição, tiveram que encarnar esse conhecimento, tiveram que conquistar a Pedra Filosofal, com a qual podem desafiar os enigmas do tempo.

É possível chegar a adquirir a imortalidade aqui e agora mesmo, mediante o intercâmbio atômico da alta física nuclear.

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Saiba mais:

Um autêntico caso de transmutação metálica (clique aqui).

Grandes Alquimistas Medievais (clique aqui).

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Mistérios maias de Copan

Posted: 18 Sep 2013 02:00 PM PDT

Antropologia

A Divina Gnose nos ensina que existem riquíssimos simbolismos que aparecem nos templos e estelas de Copan (uma antiga cidade maia situada em Honduras).

Elas nos “falam” de uma cultura extraordinária, esotérica, única em sua espécie. Sua sabedoria nos ajuda no estudo e prática do sagrado Conhecimento e nos Mistérios da Iniciação.

A sucessão de descobertas arqueológicas, a partir do século 19, indica o desenvolvimento de uma das mais notáveis civilizações do Novo Mundo, com arquitetura e escultura bastante elaboradas.

Sem dúvida nenhuma, essa civilização baseou-se nos conhecimentos das culturas esotéricas arcaicas, anteriores mesmo ao século 10º a.C. Porém, foi a decifração dos ideogramas da escrita maia que permitiu reconstituir parcialmente a história desse povo magnífico.

Copan era uma cidade-Estado riquíssima em monumentos e símbolos sagrados. Existe ali um total de 38 grandes estelas e monumentos que representam diversas divindades da Natureza e do Cosmo, além dos grandes sacerdotes-magos solares que ali reinaram.

A cidade pré-colombiana de Copan fica a oeste de Honduras, no estado de Copan, perto da Guatemala (América Central). Este lugar é o maior sítio arqueológico do período clássico da civilização maia, portanto, vale a pena estudarmos detidamente sua riqueza arqueológica, porém sob um ponto de vista esotérico-gnóstico.

O nome maia de Copan é Xukpi, e seu apogeu cultural e espiritual se deu entre os séculos 5° e 9º. Seu nome anterior era Oxwitik, possivelmente um nome de origem atlante, pois não há uma tradução convincente.

O sítio arqueológico de Copan sofreu muito com as forças da natureza nos séculos em que esteve abandonado, até sua redescoberta. Houve diversos terremotos e nenhum dos tetos se manteve intacto. A principal escadaria que continha inscrições estava desmoronada quando redescoberta. O rio Copan, que fica perto desse sítio, mudou o seu curso e inundou parte da cidade, destruindo a acrópole e vários dos grupos arquitetônicos subsidiários do lugar.

Além disto, as edificações foram invadidas pela vigorosa selva tropical, que periodicamente se incendiava, causando danos consideráveis às pedras calcárias das construções.

Muitas das estruturas desse sítio têm sido constantemente consolidadas e restauradas por vários arqueólogos que estudam o lugar. Portanto, ainda restaram diversos monumentos e estelas importantíssimos, que iremos estudar em seguida.

As ruínas de Copan foram descobertas em 1570 por Diego García de Placio. Um dos locais mais importantes da civilização maia, as ruínas não foram escavadas até o século 19. Suas fortalezas e praças públicas imponentes caracterizam as três fases principais de desenvolvimento, antes que a cidade fosse “abandonada” (?) no início do século 10º.

No apogeu da civilização maia, por volta de 500 d.C., Copan era uma cidade de sacerdotes, onde praticamente todas as atividades estavam ligadas ao autoconhecimento e à autorrealização espiritual.

Ela chegou a ter cerca de 20 mil habitantes, mas seu epicentro era exclusivo aos Iniciados e Iniciadas, que se abrigavam nos Templos para terem uma vida relativamente monástica, disciplinada, para suas práticas espirituais mágicas e de meditação.

Estudos de Samael Aun Weor Sobre os Monumentos de Copan

O Venerável Mestre Samael, fundador da Sabedoria Gnóstica moderna, escreveu um interessante livro intitulado Os Mistérios Maias, decifrando, entre outros, os significados artísticos, arquetípicos e espirituais de cada monumento de Copan. Vejamos as explicações do VM Samael sobre algumas obras maravilhosas de Copan.

Mistérios de Copan
A Escadaria dos Hieróglifos
Campo de Bola Cerimonial
Templo das Meditações
A Runa Gibur
O Deus Morcego

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Estamos apenas a uns dias de começar uma nova estação
e muitas pessoas escrevem para nós, porque com essas mudanças
eles se sentem um pouco apáticos e baixos de energia.
Por isso eu quero compartilhar um “segredo” que vai lhe
fazer um 25% mais feliz. Garantido.
Mas, primeiro, pense: como você se sente quando …
** Passea sob o sol
** Da um abraço a um ente querido
** Ceia seu jantar favorito
** Se permite um “capricho” especial
Tudo isso nos faz sentir gratos.
Todas essas pequenas ações nos trazem
bem-estar, felicidade e nos fazem sentir especial.
Então, o segredo é…
***MOSTRAR GRATIDÃO***
Mas muitas vezes não tiramos tempo para
experimentar esse sentimento de gratidão
para essas pequenas coisas que nos fazem felizes …
E uma coisa tão simples como dizer OBRIGADO, apreciar
tudo que há na sua vida e tirar alguns
minutos para lembrar o bom que há nela…
… Pode causar mudanças imediatas no
seu estado de espírito, seu humor e seus
níveis de energia, paz e bem-estar.
Então eu quero compartilhar um exercício muito
poderoso para que você faça da gratidão um
hábito diário.
Não vai tirar mais de 5 minutos, e os resultados
são excelentes e imediatos.
———————————————————-
4 PASSOS PARA VIVER COM GRATIDÃO
———————————————————-

>> 1) Coloque uma mão sobre seu peito e feche os olhos.
>> 2) Respire profundamente três vezes.
>> 3) Visualize 5 coisas, situações, experiências
ou pessoas pelas que você realmente sente gratidão hoje.
Pense neles, sinta, visualize, recrie as imagens na
sua mente… Não importa quão grande ou pequenas sejam:
Sinta as razões pelas que ele lhe fazem feliz!
>> 4) Abra os olhos e veja o que aconteceu com o seu
humor. Não ficará nenhum traço das emoções negativas! 🙂
Agora que vem o fim de semana é um excelente
momento para começar, você não acha?
Melhor e Melhor,
Omar e a Equipe Silva
PS: E se você quiser saber mais sobre como viver melhor,
convido você a visitar o nosso blog.
Nele estamos publicando novo conteúdo que lhe ajuda
a estar cada vez melhor, como dicas, exercícios e técnicas de
meditação avançada.
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Setembro: Mês Mundial da Doença de Alzheimer

Novidade | Setembro: Mês Mundial da Doença de Alzheimer

Foto: Reprodução internet

Setembro é o Mês Mundial da Doença de Alzheimer, uma campanha internacional para promover a sensibilização da população e desafiar os estigmas que cercam a doença. O tema para a campanha deste ano é Demência: uma jornada de cuidado. Como parte dessa campanha, o dia 21 de setembro marca o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer, quando várias atividades são realizadas ao redor do mundo para informar a população sobre a doença.

A Doença de Alzheimer é um tipo de demência que acomete mais de 35 milhões pessoas em todo o mundo e vem crescendo na mesma medida em que aumenta a população acima dos 65 anos. Estima-se que, até 2050, a doença atingirá mais de 115 milhões de pessoas e, devido a esses números alarmantes, a OMS (Organização Mundial da Saúde) incluiu-a entre os maiores problemas mundiais de saúde. No Brasil, atualmente são mais de 1,2 milhões de pessoas com Alzheimer.

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Desafio

Costurando

Desafio

Você deve encontrar a palavra que está oculta nesta confusão de letras. A única regra é que as letras da palavra precisam estar em casas contíguas na horizontal, vertical ou diagonal. Além disso, você não poderá usar a mesma casa duas vezes.
Dicas:
– tem 8 letras
– pertence ao tópico “Peixes”
– letras na diagonal não são permitidas
Confira a resposta na newsletter da próxima semana.

Resposta

Resposta da newsletter anterior:
PIMENTÃO

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Alfabetos antigos

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Jogo em Destaque | Alfabetos antigos

 

Como você lê caracteres ocidentais o tempo todo, reconhecer que um b não é um d é trivial. E se o alfabeto fosse desconhecido, você conseguiria? Neste exercício, você vai comparar dois conjuntos de imagens de um sistema de escrita diferente (egípcio, maia, japonês…), e indicar quais imagens de um conjunto não estão presentes no outro. Prestar muita atenção nos caracteres é fundamental. Para não ficar impossivelmente difícil, neste jogo, ao contrário do jogo de memória chamado “Não era bem este”, as imagens não desaparecem.

As habilidades exercitadas aqui são postas à prova sempre que somos apresentados a um novo conjunto de símbolos: quando aprendemos a entender a sinalização de trânsito, um idioma cujo alfabeto é diferente do nosso, notações numéricas estranhas, símbolos de um novo jogo. A capacidade de usarmos símbolos, como os caracteres neste jogo, para representar o nosso mundo talvez seja exclusiva aos seres humanos, e certamente é parte de nossa habilidade inata de aprender e criar linguagens. A linguagem escrita só é possível porque somos capazes de aprender a reconhecer símbolos, discriminá-los entre si, e associá-los a sons e significados. Treinando sua capacidade de reconhecer detalhes visuais, todas as tarefas que envolvem o reconhecimento e identificação de símbolos deverão ser facilitadas.

A capacidade de ignorar distrações também é fundamental no mundo moderno, e pode ser treinada. Pense em tudo que estimula os seus sentidos enquanto você lê esta frase: ruídos de fundo, conversas por perto, objetos no momento irrelevantes ao seu redor, odores, sensações internas de fome ou sede, pensamentos sobre coisas para fazer, conversas recentes ou eventos ainda frescos em sua mente. Prestar atenção é resistir às distrações.

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RITUAL PARA AJUDAR NA VENDA DE UM BEM

Existe um ritual para ajudar na venda de sua casa.

Realmente são muitas as barreiras que surgem. Você quer vender sua casa, quer vender seu carro, e passam-se meses, às vezes, anos, e, você não consegue. Ou, pior ainda, você vende por um valor abaixo daquele que precisa ou abaixo do que seria justo.

Como podemos utilizar os ensinamentos para nos ajudar a vender um bem? Os Mestres Ascensos nos ensinam que podemos pedir à nossa Presença EU SOU, para fale com a Presença EU SOU de qualquer pessoa, sobre qualquer assunto.

Um exemplo disso: quando precisamos conversar sobre um assunto muito sério com alguém que tem um gênio muito difícil, ao invés de temermos o resultado da conversa, podemos pedir à nossa Presença EU SOU que entre em contato com a Presença EU SOU da pessoa, pedindo que a prepare para compreender aquilo que precisamos conversar. Esta entrega antecipada e pedido de auxilio farão a total diferença no diálogo que precisamos sustentar. Já tivemos muitos relatos sobre vitórias conquistadas por aqueles que se utilizaram dessa técnica.

Vamos ver como esse ensinamento pode nos ajudar a vender um bem móvel ou imóvel. Vamos começar falando sobre quais são as barreiras mais comuns que impedem a venda de uma casa, por exemplo:

1 – O apego que temos pela casa. Muitas vezes precisamos vender nossa casa, mas na verdade não queremos fazer isso. Gostamos tanto dela que só estamos vendendo por necessidade… É necessário consumir este apego tirando a responsabilidade da venda de cima de nossos ombros.

Dar uma procuração de venda da nossa casa para a Presença EU SOU, fará com que as forças cósmicas se movam para encontrar um novo dono para a ela, isso irá ajudar a anular a força negativa gerada apego. A procuração atuará como se você já tivesse vendido, pois entregou para Deus, e, ponto final.

2 – A nossa falta de foco. Queremos vender a casa, mas nossa vida é tão corrida, que só nos lembramos da venda, quando temos a necessidade do dinheiro. O foco na venda em si gera o medo e a ansiedade, pois parece difícil conseguir um comprador que pague pelo preço ideal. Assim, manter um constante diálogo com a Presença EU SOU, atuando como corretor de venda da casa, ajuda muito a manter o foco, sem apego.

3 – As energias emocionais e as palavras dos outros. Além do nosso apego pessoal ao bem que nos pertence, existem outras forças que podem dificultar a venda de um imóvel.

Um vizinho, por exemplo, pode desejar que a sua casa fique vazia, por que ele teme que um mau vizinho venha morar ao seu lado. Isto gera uma força contrária à venda. Parece pouco, não é mesmo? Mas não é! Todos nós temos auxiliares invisíveis, tanto os que atuam na vontade divina, quanto aqueles que atuam na ilusão do astral, tentando nos dar aquilo que desejamos ou aquilo que tememos. Essas forças poderiam dificultar uma venda.

Uma energia de um ex-morador da casa, muitas vezes pode espantar os possíveis compradores. Um ex-proprietário morre e seu corpo emocional fica na casa e expulsa futuros compradores. As pessoas interessadas entram na casa e sentem-se mal, desistindo da compra. Isto acontece muito, quando você tem de vender uma casa de uma pessoa que faleceu.  Seus herdeiros tentam vender a casa, mas não conseguem.

É muito comum encontrarmos vizinhos, amigos ou parentes que, na sua ignorância da lei, ficam afirmando frases negativas, como por exemplo: Você viu? Eles estão tentando vender a casa e não conseguem. Ou dizem: Mas, também por este preço, nunca vão conseguir… Lembrem-se de que a palavra tem poder.

Para anular as palavras e energias negativas dos outros, faça diariamente o anel de fogo branco do coração do senhor Maitreya, ao redor do bem a ser vendido. Você não precisa estar dentro da casa fisicamente, basta fechar os olhos e visualizar-se no centro da casa e fazer a invocação. Você encontrará esta invocação no site www.grandefraternidadebranca.com.br/palavra.htm na opção número 11: O Anel de Fogo Branco do Senhor Maitreya.

Os pontos quatro e cinco são técnicas básicas de venda que muitos já conhecem, mas que não podemos deixar de falar aqui.

4 – Falta de divulgação da venda ou divulgação mal feita. Lembre-se dos conhecidos ditados: “a propaganda é a alma do negócio”, “quem não é visto, não é lembrado”. São duas frases que mostram a importância da divulgação. Você precisa ajudar as forças de luz, para que consigam levar o comprador até você.

Quanto mais divulgação, inclusive a gratuita pela internet, melhor. É como quando nós deixamos folhetos de uma palestra que daremos em uma determinada cidade. Colocamos os folhetos em um balcão ou em um quadro de avisos de uma livraria e pedimos aos anjos que levem as pessoas até o local. Já ouvimos muitos relatos de pessoas que foram parar em frente ao folheto de uma maneira bem atípica e inesperada…

5 – A avaliação mal feita do bem.. Se minha casa vale R$300 mil e peço R$400 mil, nenhuma força espiritual do bem, aliada a nossa Presença EU SOU, fará qualquer coisa para vendê-la. As forças de luz só trabalham em comunhão com a verdade. Um negócio só é bom, quando é bom para os dois lados. É necessário avaliar e reavaliar, quantas vezes for necessário, ou você estará fadado a não conseguir a venda de seu bem.

Vamos então ao ritual para vender um bem. Reúna o material necessário:

. Ao menos quatro velas de sete dias. (talvez você não precise utilizar todas, mas esteja preparado para substitui-la, se ela estiver se apagando.
. Dois pratinhos para apoiar as duas velas que acendermos no ritual.
. Duas folhas de papel e uma caneta.

Comece escrevendo à mão, uma carta para a sua Presença EU SOU:

Exemplo:

Amada Presença EU SOU, eu quero vender o meu imóvel (no endereço tal), (pelo valor x). Peço-lhe que encontre uma boa pessoa para adquirir este imóvel. E que esta pessoa possa pagar à vista ou da melhor forma que a Lei do karma determinar.

.Peço-lhe que entre em contato com a Presença EU SOU desta alma abençoada, para que ela seja direcionada a encontrar o meu imóvel e a concluir a compra, o mais rápido possível.

.Peço-lhe que me direcione a fazer a divulgação da venda deste imóvel, de maneira que o seu escolhido possa encontrá-la rapidamente.

.Peço-lhe que anule todas as energias astrais e/ou forças contrárias à venda de meu imóvel.

Você pode incluir nesta carta, outras coisas que desejar, como por exemplo, prometer a sua Presença EU SOU que fará uma doação de uma quantia predeterminada para a caridade ou para ajudar na divulgação dos ensinamentos.

Ao final assine a carta com seu nome completo.

Este modelo pode ser alterado de acordo com a sua necessidade.

– Após escrever a carta, coloque a vela de sete dias sobre um pires e acenda-a, oferecendo para a sua Presença EU SOU. Leia então a carta em voz alta e depois a dobre, colocando-a embaixo do pires.

– Repita a leitura da sua carta todos os dias pela manhã, ao acordar, e à noite, antes de dormir. Isso vai trazer aquela força, aquela energia necessária, para que a venda se realize.

– Você pode intensificar as energias dedicando momentos de orações, comandos de luz e invocações aos Elohim, arcanjos e mestres ascensos, para que consumam as energias negativas e tragam direcionamento para que a venda se realize.

– Durante o dia, fale constantemente com sua Presença EU SOU, como se fosse seu corretor de vendas, perguntando-lhe se já encontrou alguém para comprar a sua casa. Mostre sua expectativa positiva de quem será atendido e de quem sabe que o universo está trabalhando a seu favor.

– Afirme várias vezes ao dia: “A PODEROSA PRESENÇA EU SOU É O ÚNICO PODER QUE PODE ATUAR SOBRE A VENDA DA MINHA CASA!”.  (Isto ajudará você a manter o foco na vitória).

– Agora escreva outra carta, uma carta para a Presença EU SOU do futuro proprietário, orando para que ele e sua família possam ser felizes neste novo imóvel.

– Acenda outra vela de sete dias ao lado da primeira e ofereça-a à Presença EU SOU do comprador e coloque a carta embaixo da vela.

– As duas velas vão trabalhar as energias Alfa e Ômega de todo o processo de venda, a primeira atuando como Alfa e a segunda como Ômega.

– Imagine-se vendendo o seu imóvel por um preço justo e recebendo o dinheiro, assinando o contrato de venda, etc. Lembre-se de ser honesto, pois está negociando com a Presença EU SOU do novo proprietário. Lembre-se de que um bom negócio, só é bom, quando é bom para os dois…

– Deseje que a família do novo proprietário seja feliz no novo imóvel, ou, se for uma empresa, que seus negócios prosperem.

– Se a vela acabar antes da venda se realizar, você poderá acender outras velas, sempre de sete dias, até que a venda seja concluída.

– Este ritual poderá ser adaptado para a venda ou para a compra de um carro, um terreno, um barco ou  outro objeto.

Eu espero então receber testemunhos de vocês, contando sobre o valor deste trabalho, deste ritual de venda, contando suas vitórias.

Que Deus abençoe a todos para conseguir a realização de suas vendas.

Vitória Sempre na Luz de Deus!
Paulo Rodrigues Simões
do site
www.eusouluz.com.br

 

Para se preocupar….Leia até o fim!

“Não é o Estado que fiscaliza a imprensa, é a imprensa que fiscaliza o Estado”. Jornalista Sidnei Basile

O jurista Saulo Ramos julga seu discípulo Celso de Mello

15/09/2013

tags: Celso de Mello, direito, juízes, Saulo Ramos

saulo-ramos-size-598

O jornalista Políbio Braga relata em seu blog, um dos mais acessados no Rio Grande do Sul, uma história contada por eminente jurista Saulo Ramos, responsável inclusive pelo projeto de regulamentação da profissão de jornalista, mais tarde enviado pelo ministro Gilmar Mendes, às calendas gregas. Veja como Políbio conta a história:

No seu livro de memórias, o jurista paulista Saulo Ramos conta na página 131 que foi o presidente José Sarney quem nomeou José Celso de Mello Filho para ministro do Supremo Tribunal Federal.Em “Código da Vida”, 467 páginas, editora Planeta, ele conta desta forma o episódio:

– Na Consultoria (Saulo foi Consultor Geral da República no governo Sarney) eu contava com a colaboração do secretário-geral, o jovem promotor público de São Paulo, José Celso de Mello Filho, requisitado para prestar serviços à Presidência. Talento inegável. Eis que surgiu mais uma vaga no STF.Sarney já havia nomeado Carlos Madeira, Sepúlveda Pertence e Paulo Brossard. Indiquei Celso de Mello, mas o ministro Oscar Correia queria Carlos Velloso. Eu venci.

Mais adiante, na página 169, Saulo Ramos conta que tão logo Sarney saiu da presidência, decidiu mudar o domicílio eleitoral para o Amapá e o caso foi parar no STF. A Corte estava naquele momento em recesso. Leia o que conta o ex-chefe do ministro Celso de Mello e seu padrinho político na indicação para o Supremo:

O ministro Celso de Mello, meu ex-secretário na Consultoria Geral da República, me telefonou:

O processo do presidente será distribuído amanhã. Em Brasília só estamos eu e o marco Aurélio, primo de Collor. Não sei como ele votará.

Celso de Mello concordou com a tese de que era indiscutível a matéria de fato, isto é, a transferência do domicílio eleitoral no prazo da lei. Até porque não se pode confundir domicílio civil e domicílio eleitoral.

O caso foi distribuído para Marco Aurélio, que liminarmente beneficiou Sarney. No livro, o desfecho é contado deste modo:

Veio o dia do julgamento do mérito pelo plenário, Sarney ganhou, mas o último a votar foi o ministro Celso de Mello, que votou pela cassação da candidatura do Sarney.

De qualquer modo, Celso de Mello foi voto vencido, mas Saulo Ramos demonstrou perplexidade:

– Ele não teve sequer a gentileza, ou habilidade, de dar-se por impedido. Votou contra o presidente que o nomeara, depois de ter demonstrado grande preocupação com a hipótese de Marco Aurélio ser o relator.

A partir daqui, vai o que consta da página 170:

Apressou-se ele mesmo a me telefonar, explicando:

– Doutor Saul, o senhor deve ter estranhado o meu voto.

– Claro ! O que deu em você ?

– É que a Folha de S. Paulo, na véspera da votação, noticiou que o presidente tinha os votos dos ministros e enumerou vários nomes, inclusive o meu. Quando chegou a minha vez, notei que ele já tinha vencido e votei para desmentir a Folha de S. Paulo. Mas fique tranquilo,  poque se meu voto fosse decisivo, eu teria votado a favor do presidente.

– Espere um pouco,. Deixe-me ver se compreendi bem. Você votou contra o Sarney porque a Folha noticiou que você votaria a favor ?

– Sim.

– E se o Sarney já não houvesse ganhado, quando chegou a sua vez de votar, você, nesse caso, votaria a favor dele ?

– Exatamente. O senhor entendeu ?

– Entendi. Entendi que você é um juiz de merda !

Bati o telefone e nunca mais falei com ele.

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A Doença de Alzheimer é um tipo de demência que acomete mais de 35 milhões pessoas em todo o mundo e vem crescendo na mesma medida em que aumenta a população acima dos 65 anos. Estima-se que, até 2050, a doença atingirá mais de 115 milhões de pessoas e, devido a esses números alarmantes, a OMS (Organização Mundial da Saúde) incluiu-a entre os maiores problemas mundiais de saúde. No Brasil, atualmente são mais de 1,2 milhões de pessoas com Alzheimer.

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